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Feminismo Diabolico

sábado, 1 de junho de 2013

30 semelhanças entre o feminismo e o nazismo



30 semelhanças entre o feminismo e o nazismo

Bem, a razão é esta. Os nazis entraram em operação bem antes de começarem a usar a violência sistemática e as câmaras de gás. E por algum tempo eles agiam de formas que tem diversos paralelos com as recentes atividades feministas.
Ainda mais, a ideologia nazista e a feminista tem muitas coisas em comum.
Vez ou outra recebo emails dizendo que é revoltante comparar o feminismo com o nazismo – já que isto banalizaria as terríveis experiências que os judeus sofrem na Alemanha nos anos de 1930 a 1940.
Mas fazer tal comparação não faz isso. Faz justamente o contrário.
Isto nos chama a atenção para os tipos de forças que deram viabilidade ao Nazismo e nos faz entender um pouco mais sobre os horrores da discriminação e da demonização.
Além disso, a maioria dos grupos judaicos não ficam relembrando o holocausto apenas para ganhar a simpatia dos outros.
Eles fazem isto para que as pessoas APRENDAM!
Eles fazem isto para que as pessoas possam perceber se há alguma força hedionda os cercando.
Mas enfim.
Temos 30 semelhanças entre o feminismo e o nazismo em seus estágios iniciais.
Tanto o nazismo e o feminismo tem em comum…
1 - a discriminação contra indivíduos baseado em seu código genético;
2 - a promoção da visão que o grupo alvo é inferior geneticamente e comportamentalmente, veja meu artigo “Men Bear a Striking Resemblance to Slugs”;
3 - promovem uma propaganda que leva o grupo alvo a ser classificado como “parasitas”, veja meu artigo “Steven Jones – A Parasite?“;
4 - promovem uma propaganda que faz com que o grupo alvo seja constantemente ridicularizado, veja meu artigo “What A Piece Of Sht Is Man
5 - promovem uma propaganda que faz com que o grupo alvo seja motivo de escárnio mesmo quando são vítimas de mutilação, veja o caso Bobbit e as piadinhas que foram feitas, veja também meu artigo “What A Piece Of Sht Is Man” (NT: um caso brasileiro que cito é o do assassinato do empresário Yoki, além das notícias sobre mutilação genital que quando saem na mídia, sempre são motivo de piadas);
6 - demonizam o grupo alvo ao rotularem eles como pervertidos e criminosos sexuais, veja meu artigo “Home Office Rape Statistics Are False“;
7 - tentam sempre separar o grupo alvo de suas famílias, veja meu artigo “The Trojan Horses Of Feminism“;
8 - promovem a visão que o grupo alvo é responsável pela maioria dos males da sociedade, veja meu artigo “Do Not Respect Them“;
9 - disseminam mentiras e desinformações sobre o grupo alvo com o objetivo de promover sua própria ideologia, ver “Misinformation” da professora Christina Hoff Sommers;
10 - disseminam mentiras e desinformações sobre fatos históricos, veja meu artigo “Did Women Really Want To Go Out To Work?“;
11 - usam intimidações, ameaças e coreção para prevenir que seus oponentes possam se manifestar, veja meu artigo “Feminists are nasty things” (NT: ver também o achincalhe que uma tropa de “camisas marrons” feministas fizeram contra o Dr. Warren Farrel, na Universidade de Toronto)
12 - promovem a mentira que o grupo privilegiado é composto por “vítimas” inocentes do grupo alvo, veja “as mulheres foram oprimidas durante a história”, veja também “Dr Lewis Wolpert: The Differences Between Men and Women“;
13 - demandam privilégios especiais no ambiente de trabalho para os membros do grupo privilegiado, ver os empregos preferenciais femininos e outras cotas;
14 - promovem a discriminação contra o grupo alvo no sistema educacional e no mercado de trabalho, ver “Well Done the Girls?“;
15 - pervertem da justiça ao ponto que membros do grupo alvo são alvos de preconceito pela lei, ver as varas de família, ver também “Are Our Family Court Judges Fit To Be Judges?“;
16 - arranjam as coisas para que os acusadores da classe privilegiada possam ter a sua disposição o escudo da anonimidade na justiça, veja os casos de denúncias de abuso sexual;
17 - arranjam as coisas para que os defensores do grupo alvo tenham que “provar” a sua inocência, veja casos de violência sexual e violência doméstica, veja também “Kevin Driscoll Is Innocent Of Rape“;
18 - arranjam as coisas para que os membros do grupo privilegiado podem definir de forma capciosa o que é, legalmente, que deve ser considerado “crime”, veja que hoje em dia o “sentimento” da mulher ao contrário do comportamento do homem é que determinam se o caso foi um crime ou não, veja também The Real Goal Of Feminism por Antonia Feitz – 18 min;
19 - arranjam as coisas coisas para que os membros do grupo privilegiado possam definir como a lei deve enxergar certas questões, por exemplo, a mulher pode decidir se o feto que ela carrega pode ser considerado por ela apenas um amontoado inútil de tecidos ou um bebê em formação – com todas as implicações que isso possa ter – não importando com a posição do pai da criança, ver Rant Against the Child Support Agency;
20 - arranjam as coisas para que a lei puna membros do grupo alvo de forma mais severa que os membros do grupo privilegiado num mesmo crime, veja casos de violência doméstica e assassinatos;
21 - arranjam as coisas para que os membros do grupo alvo sejam responsáveis pelas escolhas e comportamentos dos membros do grupo privilegiado, veja as fraudes de paternidade onde os pais enganados ainda tem que pagar pensão, veja também Paternity Fraud – A terrible violation, but no punishment;
22 - arranjam as coisas para que os membros do grupo privilegiado que machucam ou mesmo matam os membros do grupo alvo sejam mostrados de forma benevolente, veja “Killer given domestic violence award” e “Loose Women”;
23 - arranjam as coisas para que a lei puna os membros do grupo alvo de forma severa, mesmo por ofensas leves, veja casos de violência doméstica, alegações de assédio sexual, veja também “Ignoring Relationships In Rape”;
24 - arranjam as coisas para que os membros do grupo privilegiado ganhem o direito de propriedade dos bens do grupo alvo sem razão aparente além deles serem membros do grupo privilegiado, veja pensão alimentícia, partilha de bens, etc;
25 - arranjam as coisas para que certos comportamentos e opiniões direcionadas contra os membros do grupo privilegiado sejam criminalizados, veja leis viciadas sobre os “discursos de ódio”;
26 - punem todos aqueles que protestem contra a ideologia dominante, ou seja, aqueles que são politicamente incorretos;
27 - efetivamente controlam a grande mídia e as instituições acadêmicas e arranjam elas de forma que apresentem uma defesa desonesta e desonrosa da ideologia dominante, ver “BBC Injects Political Correctness Even Into Science Programmes“;
28 - consistentemente frisam e exageram as conquistas e o sofrimento do grupo privilegiado enquanto diminuem as conquistas e o sofrimento do grupo alvo, ver “Oxford Ladies“;
29 - promovem, às custas do governo, cursos em universidades (por exemplo, Estudos Femininos, Title IX) e nas escolas para promover o grupo privilegiado, às expensas do grupo alvo;
30 - persistem em uma campanha de longo prazo que promove o ódio contra o grupo alvo, ler Like A Fish Needs A Bicycle e Tensão Menstrual Permanente.
Retire o uso da violência e das câmaras de gás – que só vieram a ser usadas pelos nazistas nos estágios finais de seu poder – e você verá que o feminismo e o nazismo certamente são muito semelhantes.
Hermann Goering
Hermann Goering“O povo sempre pode ser comprado pelo poder dos líderes. Isto é fácil. Tudo o que você tem que fazer é dizer a eles que eles estão sendo atacados e denunciar os pacifistas por sua falta de pratriotismo e expor o país ao perigo. Isto funciona em qualquer país.”
Feministas“O povo sempre pode ser comprado pelo poder dos líderes feministas. Isto é fácil. Tudo o que você tem que fazer é dizer a eles que homens e mulheres estão sendo atacados (por homens) e denunciar aqueles que nos denunciam como “apologistas do abuso” e por expor as mulheres e crianças ao perigo. Isto funciona em qualquer país.”
Feminismo. Nazismo.
Nazismo. Feminismo.
“O melhor interesse das crianças…”
O estado deve declarar que as crianças são o maior tesouro do povo.” Adolf Hitler, Mein Kampf
Feminismo. Nazismo.
Nazismo. Feminismo.
Em Novembro de 2010…
É isso aí, está sendo proposto que homens que ganhem menos tenham que subsidiar mulheres que ganhem mais – mesmo considerando que o homem contribui muito mais para as finanças do governo do que a mulher e que ganham bem menos dos benefícios do governo do que elas.
E ainda, tal medida é baseada apenas no código genético das pessoas, e é nos dito que os homens devem pagar ainda mais.
Os judeus tinham que pagar impostos mais altos do que os alemães.
fonte: http://www.angryharry.com/esFeminismandNazism.htm

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