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Feminismo Diabolico

sábado, 1 de junho de 2013

A relação entre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo.


A relação entre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo.


Hoje podemos perceber na internet e em outros lugares um certo grupo de pessoas debatendo sobre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo. Claro, que existem pessoas que podem defender uma destas ideologias e ser contra as outras, mas em GERAL um/a simpatizante de qualquer movimento acima também simpatiza com as outras. E isso é simples de explicar.
Antes de mais nada gostariamos de dizer que o ditado popular que religião não se debate é uma boa dica. Cada um acredita no que deseja ou deixa de acredita. Isto deve ser respeitado. O segundo é que pouco importa a cor da pele, no final de contas somos todas brasileiros e brasileiros. Viva a diversidade e o presente. O passado deve ser lembrado mas sem justificativa para mais brigas e guerras entre o nosso povo. Agora, voltemos ao texto.
O feminismo se baseia que o mundo desde sempre é dominando por homens que vivem com o objetivo de explorar a mulher. Que sempre foi assim e vai ser assim. Isso justifica a existência do feminismo que veio nos “libertar e salvar o planeta”. As feministas enxergam o mundo contra elas, como o papel masculino que tortura, oprime, violenta. Isto pode ser o pai, o marido, o sexo hetero por livre escolha, as leis, os deveres, o chefe, o casamento, o namoro, o filho, o emprego, o Ocidente, assim como qualquer religião aonde exista um homem no comando. Por estarmos no Ocidente, crenças judaico- cristãs em GERAL também são as mais odiadas pelas feministas pois elas enxergam isso como “opressão”. O engraçado é que em terras muçulmanas as feministas pouco se manifestam e inclusive muita mulher destes lugares é contra os métodos feministas de protestar (marcha das vadias).
O movimento GLBT que diz lutar por todos homossexuais (mas aonde nem todos homossexuais se sentem representados por seus ativistas) age de modo parecido. Eles se sentem oprimidos pela maioria hetero que tem o apoio da igreja. Aqui surge o link entre feminismo- movimento GLBT. O movimento GLBT detesta a crença judaico-cristã, porque esta vê o homossexualismo como pecado por ameçar o modelo familiar tradicional. Como as gurus do movimento feminista em geral parecem ser lésbicas militantes, elas comumente enxergam a crença judaico-cristã  como o homem hetero opressor torturador de mulheres. Visto que a mulher é menos direta ao se opor em certas atitudes do  movimento GLBT por vergonha de ser taxada e censurada muitas simpatizam “a força”.
Podemos notar também que algumas mulheres (talvez maioria) se sintam forçadas por um politicamente correto de evitar a questionar tal movimento. Além disso, o movimento GLBT também luta por um “mundo melhor e mais moderno” igual ao feminismo e praticamente estes movimentos andam juntos. Aqui novamente o Ocidente é visto como opressor, a religião e principalmente crenças judaico- cristãs que foram o berço da nossa civilização e possuem fortes diretrizes sobre viver em sociedade são combatidas pelo movimento GLBT. Bom lembrar que existe diferença entre o homossexual que é uma pessoa normal e o homoativista que é muito mais radical e que age de modo similar as feministas (Talvez porque as principais gurus feministas sejam em geral lésbicas???)

Dica para os/as racialistas que detestam serem brasileiros/as e se consideram sempre “especiais ou oprimidos”. Postado no blog povo deslumbrado.
O movimento racialista (orgulhos raciais deste ou daquele grupo) possui a mesma cartilha e possui como alvo principal é atrair  a  mulher negra, embora o homem também seja seduzido com frases de efeito. O homem branco aqui também é visto como opressor mas também sobrando agora para mulheres, todos em geral com a pele branca ou relacionado a esta (pessoas pardas, mulatas, mestiças) pois se “contaminaram” com os “brancos”. O objetivo do movimento racialista é o reconhecimento da tal dívida histórica, e portanto direito de reivindicação de restituição, bem como a imputação do racismo como sendo um problema dos brancos, “negros podem ter preconceito, mas não podem ser racistas”. Aqui surgem aquelas camisetas tipo 100% negro, orgulho de ser negro ou qualquer outra cor por usarem de um princípio comum a todoas estas ideologias: a justificativa politicamente correta deste movimento é de que em um passado foram oprimidos por alguém e agora devem dar o troco e se revoltarem contra o sistema. Novamente aqui entra a justificativa de um mundo melhor e a luta pela igualdade de direitos e de expresssar mas desde que as pessoas concordem com determinados movimentos.
O ateísmo é a escolha certa para atrair todos simpatizantes destes grupos hoje que não se identificam com o Ocidente em si e a forte base judaico- cristã que assim ajudou a formar a civilização Ocidental. Podemos observar que existem lugares que discordam do de crenças crenças judaico- cristãs. E neste lugares o espaço foi ocupado por outras religiões e com outras diretrizes (budismo, islamismo, etc). Além disso, outros lugares que enfatizaram a razão “perfeita” acima de tudo, até acima da liberdade de escolha, geraram regimes simpatizantes ao ateísmo. Estes foram os regimes comunistas.  Hoje podemos perceber um aumento de simpatizantes do ateísmo, o neo-ateísmo, que parecem se sentir acima dos comuns mortais que acreditam em alguma religião. Novamente aqui a justificativa é um mundo melhor, sem guerras, paz e amor. Aqui a religião é vista como opressora.
Nada por acaso do destino, lugares aonde a democracia ainda  impera são lugares de origem historicamente nascidos em bases judaico- cristãs (Ocidente) ou que foram atingidos por esta. E nestes mesmos lugares estes grupos que se auto-alimentam mas possuem liberedade para protestar. Em outras terras com na maioria das vezes outras crenças ou falta delas como acontecem em terras comunistas, todo protesto similtar a ideologias como feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo  é reprimido duramente e sem piedade.
Esta raiva e revolta do sistema Ocidental e de tudo que o representa nasce do marxismo. E o marxismo depois da derrota bélica adotou como estratégia usar a cultura ao invés de armas. Assim surgiu o marxismo cultural.
Todos estes grupos, feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo, são os grupos de manobra base para o marxismo cultural, que possui estratégias bem definidas no modo de agir. Por isso estes grupos se atraem mesmo que um ou outra participante possa discordar dos outros movimentos. Se observarmos bem, podemos notar que talve 70% destes manifestantes simpatizem com os movimentos semelhantes as suas causas..E  notem que todos prometem revolucionar  e serem pela paz mesmo que se mostrem raivosos e com gurus que também adoram poder e desigualdades. A liberdade também é sempre muito comentada mas notem que se alguém se opor é perseguido por ser contra. Um sistema de censura politicamente correta muito parecido como as lutas de regimes marxistas. Tudo é propaganda.
O marxismo cultural (que se difere nas estratégias do marxismo econômico) prega uma luta por um mundo melhor (e taxa quem discorda de reaça, antiquada/o, como se valores antigos fossem a mesma coisa que ruim, maus), prega que alguém oprime, que hoje ainda alguém é oprimido e confundem o que é realmente opressão com dificuldades, entre outras coisas. Tudo é pensado, montado e usado para dividir e separar as pessoas. Podemos notar 12 estratégias do marxismo cultural abaixo que são utilizados em grupos marxistas culturais (feministas, militantes GLBT, militantes racialistas):
  1. Lutas entre classes. Herdado do marxismo econômico. Substituindo proletariado x burguesia por Homem x mulher, esposa x marido, homem x mulher, adultos x crianças, brancos x negros, altos x baixos, etc. A velha idéia de “dividir para conquistar”. Divide-se a sociedade em grupos distintos para em seguida caracterizá-los como opressores ou vítimas a fim de quebrar a harmonia entre eles, sabendo que a paz acabaria e isso seria um excelente começo para implementar um novo sistema mais “progressista” cuja solução viria em uma sociedade marxista com a promessa de uma sociedade melhor, “perfeita”. Observem as leis brasileiras que prometem melhoras para certos grupos e que usam da justificativa da estratégia 5.
  2. Atacar a célula- mãe que molda o ser humano e gera empatia: a família. Marx via a família como o principal obstáculo na eliminação da propriedade privada e na submissão do povo ao Estado e o marxismo cultural herdou isso. Por isso os marxistas culturasi focam em desconstruir (na verdade destruir) o tradicional modelo familiar. Podemos considerar isso a mais radical aplicação da luta entre classes por isso o destaque, afinal, para a maioria das pessoas família é uma coisa sagrada mas não para os marxistas. Marxistas culturais adoram pregar um novo modelo de família que segundo eles é mais moderno para destruir o modelo antigo (visto enganosamente sempre como mau e ruim) pois somente este permite as pessoas procriarem. Hoje tal estratégia é muito usada por feministas e ativistas GLBT. Por isso, motivar esta guerra com o fator 1, a luta entre classes. O sucesso desse método é comprovado, tendo convertido a juventude da Alemanha ao Nazismo (um movimento socialista) a partir da endoutrinação das crianças nas escolas.
  3. Métodos a longo prazo. Essa estratégia da ênfase é no ensino das crianças, estudantes e em universidades, principalmente federais. O foco aqui é mudar o cerne do ser humano, mudar o subconsciente humano, mudar o senso comum, por isso  atuar nas crianças, estudantes e universidades, cujos professores as vezes sem saber simpatizam também com o marxismo cultural.  Simplificando, lavar cérebros e doutrinar estudantes exaltando idéias marxistas que combatam os valos ocidentais. Os relativismos surgem aqui e os valores invertidos também. O Brasil mostrou-se um terreno fértil pela cultural brasileira em si possuir simpatia por este tipo de idéais aonde o errado é certo e o certo é errado.
  4. Desconstrucionismo. A desconstrução de um texto (ou de um fato histórico) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por outro que se pretende com uma sedutora propaganda. Desconstruir um texto, uma sociedade, um grupo, uma identidade com a promessa de algo melhor para uma sociedade “perfeita”. Marxistas culturais adoram distorcer o sentido e tirar a objetividade dos argumentos. Isto atrapalha o oponente em um debate.
  5. Patrulha de idéias e politicamente correto. O patrulhamento que censura idéias ou pessoas que opinam contra quem é “correto” e que luta por alguma justificativa de passado que influi no presente. Uso de propaganda, falácias e ofensas do grupo politicamente correto para com o outro grupo como forma de censurar e demonizar pessoas ao invés de ver os fatos. Um exemplo disso é criar uma  “dívida histórica” sobre casos reais ou fantasiosos de injustiças entre pessoas e grupos existentes no passado  que hoje tornam a ser abertos para novos grupos se vingarem de certa forma ” politicamente correta” perpetuando assim mais injustiças. Imaginem se toda pessoa devesse responder por atitudes de seus antepassados?
  6. Revolução cultural, com o objetivo de mudar o senso comum da humanidade sobre o que é certo ou errado, relativismos e falta de objetividade o que bate de frente com as diretrizes de quase TODAS as religiões, que em geral possuem boas idéias e valores.
  7. Teoria Crítica da Sociedade cuja intenção é criticar a cultura ocidental. O Ocidente visto como mal e antiquado e os valores que formaram o Ocidente, os valores judaico- cristãos como “errados, injustos”. A promessa de uma mudança para uma sociedade progressita que é sempre superior a tradicional sociedade atual com seus valores “reaças”.  Gostariamos de lembrar que “progressista” e “retrógrado” não são sinônimos de “certo” e “errado”.
  8. O argumento falacioso da falsa dicotomia: Nesta estratégia muito usada por marxistas culturais que é uma forma de censura quando é conveniente, eles ameaçam o oponente com uma falsa dicotomia perante um grande grupo. Ao apresentar uma falsa dicotomia  em ser A ou B como (quando na verdade o assunto pode envolver outras escolhas)  eles tentam calar o oponente se este/esta for inocente nesta estratégia. Assim, o grupo marxista cultural pode falar o que quiser, atacando o oponente ou falando sobre o futuro progressita. Na verdade marxistas não tem qualquer plano para o futuro, eles adiam a solução dos problemas eternamente para o futuro, desse modo não precisam se comprometer pois nem eles acreditam realmente no que dizem. Isto na verdade é um conjunto de sofismas, retórica e demagogia.
  9. Consciência de classe. Lutar como classe, somente pela e para a classe, priorizando o modo coletivo perdendo a individualidade. Por isso o forte apelo coletivo como lutar por ser mulher, por ser isso ou aquilo. E o engraçado é que estes movimentos forçam uma igualdade baseada em utopia e embora digam respeitar a diversidade, na verdade não o fazem.
  10. Nomear o modelo tradicional da nossa sociedade com valores, deveres e responsabilidades como “antiquado, conservador, ultrapassado, etc”. Isto é um ataque usado para censurar e calar o oponente.
  11. Tudo isso transforma-se em uma sedutora propaganda que pode ser vista na TV, internet, universidades e tudo aonde existe cultura. Esta ideologia luta pela sociedade “perfeita marxista” (que na verdade nunca existiu).
  12. Mentir que feministas representam as mulheres, grupos GLBT representam os gays e racialistas representam os negros ou qualquer outra grupo. Justificar a revolta presente com o passado (mesmo que isso seja mentira muitas vezes). Censurar e patrulhar idéias, pensamentos e debates de mulheres, homossexuais, negros e outros que discordem destes movimentos politicamente corretos e que dizem lutar por “respeito, liberdade, igualdade, paz e harmonia”.
13.  Arquivado em Uncategorized | 10 Comentários
14.  abr24

15.  A lei Maria da Penha, a justiça de Bárbara Lopes, violência doméstica e igualdade. Brasil: um país de todos?

17.  Padrão
18. 
19.  Feministas muito falam de lutar pela igualdade e justiça. Outras dizem que a lei Maria da Penha também foi criada para defender homens como afirma no nosso facebook a feminista Bárbara Lopes (que ainda trabalha no meio policial). Pois bem. Isto é uma mentira feminista das grandes. Mas as feministas cegas que repetem as mesmas coisa sempre parecem não saberem isso por serem massa de manobra burra e barata. E ficamos imaginando o que pensa a feminista Bárbara Lopes sobre justiça e igualdade no lugar aonde trabalha visto que ela é parcial em um trabalho que exige imparcialidade.
20.  frase da Ministra (feminista) Iriny Lopez expliqua como funciona a igualdade feminista que luta por “justiça, igualdade” nas frases lindas como “Brasil: um país de todos”. Ela foi foi relatora da lei na Câmara dos Deputados.
21.  Palavras ditas pela Ministra Iriny Lopez, unha e carne com a PresidenteE/A/O Dilma: “….A lei é clara, trata de gênero. A Lei Maria da Penha é para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização da lei Maria da Penha para homens…..
22.  Ao mesmo tempo possuimos a  Constituição que afirma:
23.  Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza(…):
24.  I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.
25.  Sendo imparciais : Agressão é agressão, independente se é de homem pra mulher ou o contrário. Esses casos deveriam ser bem investigados e tratados igualmente como diz a Constituição. Criar mais leis é jogar dinheiro fora, aumentar a burocracia, injustiças e diferenças. Que fique bem claro, ninguém aqui é a favor da violência doméstica, que pode ser usada de muitos modos e por ambos os  gêneros e também entre pessoas do mesmo gênero. Outro ponto importante é que quem quer ser tratado com igualdade não aceita privilégios.
26.  Mas como o feminismo é marxista cultural podemos notar que o ´bem maior´ é sempre uma ótima justificativa para se ignorar a Constituição. A verdade é que a famosa ” luta pela igualdade feminista” é uma propaganda e motivo para elas gritarem, mesmo sem provavelmente nunca terem acreditado nisso. E isso serve o objetivo de grupos marxistas culturais, que é separar homens e mulheres por leis politicamente corretas que podem criar injustiças ao mesmo tempo que negam uma lei imparcial é o que querem os marxistas culturais. Por isso segregar em nome de um “mundo melhor”. Leiam mais sobre o marxismo cultural, violência doméstica  e Erin Pizzey, que também foi ameaçada por feministas.
27.  A idéia feminista de proteger os fracos dos fortes é errada; quando seria mais eficiente proteger as vítimas dos agressores. Muitas vezes a vítima é forte e o agressor é fraco. Adicione uma sociedade que adora o vitimismo e detesta investigar a fundo a verdade e possuimos casos de injustiça que geram mais revolta e raiva.  Mas é isso o que elas querem. Além disso, feministas tem a triste mania de confundir direitos com JUSTIÇA.
28.  E aqui fica a pergunta: como feministas lutam por igualdade e contra o sexismo se o que mais querem é fugir da igualdade e criar leis sexistas? Isto explique porque devemos cuidar dos nossos filhos, principalmente se forem meninos afinal como dizem as feministas “podem ser estupradores em potencial”. Além do mais hoje é comum vermos meninas de 12, 13 anos lendo sobre feministas e se transformando em garotas revoltadas com a vida. Infelizmente pura massa de manobra barata. Como sempre dissemos e copiando Erin Pizzey, o feminismo é um movimento terrorista e não é bom para ninguém.
29.  Embora a lei tenha um bom objetivo mas sendo imparciais como sempre, devemos dizer que ela sozinha é injusta. Ou cria-se uma lei similar para os homens ou muda-se a lei como foi escrita. Deixamos este vídeo imparcial e bem legal que talvez explique melhor sobre falsas dicotomias e sobre o que seria justo:

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