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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 24 de junho de 2013

A sabotagem do futuro dos homens pelo sistema educacional feminista

A sabotagem do futuro dos homens pelo sistema educacional feminista

Marcadores: crianças, escola, estudo, feminismo, fraude, ideologia, sabotagem


Gráfico mostra a % de homens e mulheres
graduados nos EUA ao longo dos anos.
Fonte: Depto. de Educação dos EUA.
Reproduzido em thenononsenseman.com
Cada vez mais se nota que os homens, hoje em dia, estão ficando para trás das mulheres em anos de estudo, e inclusive mulheres jovens já estão começando a ganhar salários melhores que eles por conta disso; para as feministas de plantão, a vantagem feminina, em vez de discriminação, é "uma conquista".
No entanto, uma pergunta fica no ar: por que e como será que os homens deixaram de ser maioria nas universidades em um espaço tão curto de tempo na história?
Uma nova pesquisa, que você verá abaixo, chegou para resolver esta questão. Agora está comprovado: O sistema educacional feminista e seus professores - mulheres em sua maioria - vem SABOTANDO o futuro dos homens desde cedo, na escola, ao dar-lhes de propósito notas mais baixas que as das meninas através de critérios escusos.


Estudo revela que eliminar professoras feministas acaba com o problema das notas baixas entre meninos

Por Hillary White, em 17/01/2013, LifeSiteNews.com

Será que a Revolução Sexual, e a ideologia feminista que a produz, tirou os homens do caminho da universidade sabotando-os no ensino básico desde o primário? Alguns escritores estão começando a ligar os pontos entre a mudança das práticas de ensino nas últimas décadas, de avaliações de conteúdo objetivo para a de habilidades "não cognitivas" e "emocionais", e a queda do desempenho escolar entre meninos.
Nos anos 70, críticos feministas reclamavam regularmente do sistema escolar favorecendo o "pensamento masculino". Fatos, datas, aprendizagem por repetição, e habilidades de matemática que eram vistas como "masculinas demais" para meninas. Nas décadas posteriores, feministas deram passos enormes pelo mundo ocidental, e a educação - particularmente no treinamento de professores - se transformou como consequência.
O que a maioria dos idealizadores de políticas governamentais e acadêmicos aceitam como um sucesso incalculável deixou para trás uma confusão, de como os novos e "mais justos" métodos de ensino resultaram em resultados ruins para os meninos, e em consequência, para os homens que se tornarão.
Um projeto de pesquisa de cinco anos, financiada pelos Departamentos de Educação e Justiça da Irlanda do Norte, anunciou ter encontrado "falhas sistemáticas" na forma que os estudantes são avaliados, deixando os meninos em desvantagem. Meninos de áreas pobres de Belfast e outras cidades são ainda mais vulneráveis ao baixo desempenho escolar e problemas de saúde.
Dr. Ken Harland e Sam McCready, da Universidade do Ulster, disseram que o problema esteve claro por "várias décadas", mas "era extremamente difícil equipes de pesquisa encontrarem estratégias específicas para revelar o baixo desempenho escolar dos meninos."
"Apesar dos professores entrevistados para este estudo reconhecerem a predominância de meninos com desempenho acadêmico menos, eles geralmente não levavam isto em consideração em termos de estilos de aprendizado e técnicas de ensino", disse.

O jornal The Belfast Telegraph citou um aluno que disse aos pesquisadores, "Os professores tinham que entender melhor o jeito que os meninos pensam e por que lees fazem algumas coisas. Eles estão por fora."

O problema do baixo desempenho escolar no ensino primário e secundário os perseguem até mais adiante em suas vidas. Pesquisas de 2006 monitoraram o declínio do desempenho acadêmico masculino no mesmo período da ascensão da ideologia feminista nos meios acadêmico e político.
A taxa de homens/mulheres graduados no ensino superior era de 1,6 em 1960, caiu para a paridade em 1980, e continuou a cair até 2003, quando haviam 135 mulheres para cada 100 homens se graduando na faculdade. Outro estudo encontrou que metade da diferença entre homens e mulheres sendo admitidos nas faculdades está ligada a notas mais baixas recebidas pelos homens no ensino médio*, particularmente entre homens negros.
O trabalho de um pesquisador americano pode oferecer pistas sobre o porque e como. O Professor Christopher Cornwell, da Universidade da Geórgia, revelou um sistema educacional altamente feminista que sistematicamente favorece meninas e põe meninos em desvantagem desde os primeiro dia de aula.
Ao examinar notas de provas e atividades de crianças do pré-ensino até a 5ª série, Cornwell encontrou meninos em todas as categorias raciais não sendo "comensuravelmente avaliados por seus professores" em nenhum aspecto, "como suas notas em avaliações poderiam previr."
A resposta está na forma que os professores, na maioria mulheres, avaliam os estudantes, sem nenhuma referência a avaliações objetivas. Os meninos são regularmente avaliados bem abaixo de seu desempenho acadêmico real.
Os meninos estão indo signifativamente mal nas notas, "apesar de mostrarem desempenho tão bom quanto o das meninas em testes de matemática, e significativamente melhor em testes de ciências."

Após a 5ª série, a apreciação do aluno se torna uma questão da "apreciação subjetiva de um professor ao desempenho do aluno", se distanciando ainda mais das avaliações objetivas. Os professores, diz ele, tendem a avaliar os estudantes pelas suas habilidades não cognitivas e "socioemocionais". Isto tem um impacto significante sobre as notas dos garotos porque, enquanto as notas das provas são importantes, são as notas dadas pelos professores o que determina o futuro dele: alocação em classe, graduação na escola secundária e admissão na faculdade.
A eliminação do fator "não cognitivo [...] praticamente elimina a diferença de notas estimada em notas de leitura", descobriu Cornwell. Ele disse ter ficado "surpreso" com o fato de, apesar de os garotos superarem garotas em provas de matemática e ciências, as garotas superavam os garotos em notas dadas pelos professores.
Em ciências e conhecimentos gerais, como habilidades de matemática, os dados mostraram que meninos brancos entre o pré e a 5ª série têm notas "menores que a das meninas numa média de 0,11 e desvio padrão de 0,06, mesmo que as notas deles em provas sejam maiores." A disparidade continua e cresce até a 5ª série, com meninos e meninas recebendo notas similares, "mas a disparidade entre o desempenho em provas e as notas dadas por professores aumenta."
A disparidade entre os sexos no desempenho escolar supera e muito a disparidade entre grupos étnicos. Cornwell nota que "a diferença de notas de leitura entre meninos e meninas é 300% maior do que a diferença entre brancos e negros", e que a diferença entre meninos e meninas é mais ou menos 40% maior do que a diferença de notas entre brancos e negros.
"Do pré até a 5ª série", ele descobriu, "a metade mais alta da distribuição de notas de provas" entre os brancos é, em sua maior parte, preenchida por garotos, "enquanto nas notas distribuídas por professores não trazem prova correspondente de que os garotos estão superando as garotas."
Essas disparidades são "ainda mais acentuadas para crianças negras e hispânicas", com o "desalinho das notas dadas por professores com resultados de provas crescendo consistentemente à medida que os estudantes negros e hispânicos avançam na escola."

O estudo, ele disse, mostra que as "notas dadas por professores não estão alinhadas com as notas das provas, com maiores disparidades de gênero aparecendo nessas primeiras notas do que nas últimas". E a "disparidade de gênero" sempre favorece as meninas.
A pensadora americana Christina Hoff Sommers, autora do livro "The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men", escreveu que "a ideia que que a escola e a sociedade desfavorece meninas deu início a uma série de leis e políticas feitas com a intenção de reduzir a vantagem que os meninos têm e compensar o mal feito às meninas."
Sommers escreveu na The Atlantic, "Estas são coisas que se cobra a todo mundo saber. Mas não são verdade." Ela cita um incidente na TonY Scarsdale High School em Nova York na qual, numa conferência sobre desempenho escolar, um estudante garoto apresentou evidências de sua própria escola mostrando que, muito longe de estarem sendo pressionadas para baixo, as garotas estavam superando e muito os garotos.
Quando os professores checaram os dados do estudante, "eles encontraram pouca ou nenhuma diferença nas notas entre meninos e meninas em classes avançadas de estudos sociais, mas que em classes comuns as garotas estavam se saindo muito melhor." As revelações, contudo, não foram bem recebidas. Scarsdale é uma escola que aceitou plenamente a sabedoria de que meninas são sistematicamente privadas de educação, e esta crença levou sua comissão de igualdade de gênero a oferecer uma eletiva especial sênior sobre igualdade de gênero que continua a repetir a mensagem.
"Por que esta crença persiste, sendo sacramentada em leis e codificada em políticas educacionais e governamentais, apesar de provas contundentes desmentindo isto?" Sommers aponta para o trabalho de uma feminista acadêmica, Carol Gilligan, pioneira dos "estudos de gênero" na Universidade Harvard. As especulações de Gilligan deram início a uma verdadeira indústria de escritoras feministas, citando poucos e até mesmo nenhum dado concreto, lamentando a infelicidade das garotas "se afogando ou desaparecendo" no "mar da cultura ocidental".
"A maior parte das pesquisas publicadas por Gilligan, contudo", Sommers aponta, "consiste em anedotas baseadas em um pequeno número de entrevistas."




Carol Gilligan: licenciada para mentir
Sommers identificou os trabalhos de Gilligan e de suas seguidoras como "política disfarçada de ciência" e aponta que ela nunca publicou nenhum dado provando suas teses. Apesar de tudo, a ideia de que as meninas estão atrás dos meninos continua a encabeçar a discussão de praticamente todo tipo de política educacional, e isso não apenas nos Estados Unidos.

O alcance global do feminismo de esquerda norteamericano levou a mudanças similares e resultados similares em quase todas as nações do Ocidente.

* = Nos Estados Unidos e no Reino Unido, é comum estudantes serem admitidos nas universidades com base em seu desempenho acadêmico no ensino básico.

Comentário de Prof. Plum: Esta reportagem me faz lembrar de uma professora feminista de inglês que queria me reprovar simplesmente pelo fato dela não gostar de mim. Mas se você observar todos os dados puros, você poderia ver claramente que este artigo está falando da incompetência das professoras; eu havia entregue todas as lições e me dado bem nas provas. Não tinha como eu merecer objetivamente uma nota ruim. Mas eu tive que brigar com ela no fim do ano só para poder conseguir uma nota pra passar.

Comentário de Will Halford (Spirit): E me faz lembrar de uma professora que eu tive na 3ª série que me perseguiu durante quase metade do ano, enquanto ela deu aula pra mim. De uma hora para outra minhas notas despencaram, de elogios passei a receber broncas, por qualquer coisa (um mal comportamento qualquer típico de criança). Lembro como se fosse hoje do dia que ela me humilhou no meio de toda a sala, que ficou em silêncio, ouvindo ela me enfiar um sermão goela abaixo que terminou com um "segura o tchan". E eu, ingênuo, só pensava no que estava fazendo pra merecer todo aquele castigo, e lentamente comecei a sofrer em silêncio. Felizmente ela foi demitida no meio do ano.


Fonte: http://manhood101br.blogspot.com.br/2013/03/feminismo-na-escola.html

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