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Feminismo Diabolico

sexta-feira, 14 de junho de 2013

As esquerdistas feministas vão morrer sozinhas

As esquerdistas feministas vão morrer sozinhas
Publicado em 25 de novembro de 2012 por Esquerdopatia


A mulher feminista moderna não engravida e não tem filhos, pois sua prioridade é sua carreira profissional. Ela quer praticar a liberdade sexual e ser promíscua, tendo vários parceiros sem compromisso, pois tem os mesmos direitos que os homens (elas partem do princípio que todos os homens são promíscuos). A mulher feminista moderna é agressiva e compete por postos de liderança, cargos de chefia, quer mandar e liderar, pois tem os mesmos direitos que os homens.
A mulher feminista moderna fica escandalizada quando vê outras mulheres que, diferentemente dela, se casaram e são submissas aos maridos, pois não aceita a autoridade patriarcal. Afinal, segundo as feministas, os homens são opressores e as mulheres são sempre as pobres vítimas, certo?
A mulher moderna é militante de esquerda e defende ferrenhamente o feminismo, o gaysismo, o esquerdismo, a liberação sexual. Combate os valores “ultrapassados”, tais como a Igreja Católica, a família tradicional patriarcal, o matrimônio, etc.
Algumas delas são ou acabam virando sapatões, coisa bastante comum entre feministas e esquerdistas militantes. Transformam-se verdadeiras caricaturas, machorras medonhas, usando cabelo curto, com trejeitos de homem, usando roupas de homem e se relacionando sexualmente com outras mulheres. Não sei se conseguem achar a felicidade neste tipo de relacionamento, pois como ser feliz quando se vai contra a natureza feminina, ainda que apenas um resquício, que vive dentro dela? Como ser feliz como sapatão se, a todo momento, tem que defender seu direito de ser diferente?
As demais mulheres esquerdistas, que não decidiram usar coturno, cabelos curtos e andar como um macho, entretanto, acabam percebendo tarde demais que deixaram passar a oportunidade de se casar, ter filhos, maridos, família, pois tomaram como objetivo primordial na vida ser independente, bem sucedida e … sozinha! O verdadeiro objetivo principal de toda mulher normal, que é se casar, ter filhos, ter marido e ser feliz foi relegado para depois, um “depois” que nunca vai chegar, pois já passou.
Fazendo estas escolhas, privaram-se de momentos únicos, que só quem tem família sabe como é. Deixaram de acompanhar seus filhos crescendo, deixaram de amar e serem amadas, sentirem-se pertencentes a um núcleo formado por pessoas tão próximas que são o refúgio das atribulações, o conforto nas horas difíceis e a companhia preferida nas horas alegres. Apesar de nem todas as famílias tradicionais serem um mar de rosas, jamais saberão como seriam as suas, pois o momento passou, perderam a oportunidade, seus úteros são agora são áridos e inférteis, mesmo com todos os avanços da medicina moderna.


Os homens que as mulheres esquerdistas modernas sonhavam se casar naquele futuro que nunca chegou são homens de sucesso, “modernos”, progressistas, que tem a mente “aberta”, que são a favor do feminismo, dos “novos valores”, assim como elas. Infelizmente, há uma péssima notícia para as feministas: estes homens querem mulheres que são justamente o oposto da mulher esquerdista feminista. Estes homens desejam mulheres submissas, tradicionais, recatadas, reservadas, voltadas para a família, femininas, conservadoras. A mulher moderna pode queimar sutiã em praça pública, desfilar na “marcha das vadias”, defender o aborto, defender o fim da família tradicional, ser contra Deus e o mundo, ser esquerdista e feminista o quanto quiser, desde que não seja sua esposa.
O prêmio de consolação, ou seja, “o que sobrou” para algumas destas feministas esquerdistas é acabar casando com um bunda mole que aceite ser seu capacho e se submeta às suas vontades. Esse pobre imbecil vai ter uma existência miserável, sendo um saco de pancadas, um serviçal submisso a serviço da “rainha”, que por sua vez sempre vai nutrir um profundo descontentamento e desprezo por esse seu pseudo-homem.
Porém, num cenário mais amplo, o que se percebe hoje é que há uma geração inteira de mulheres que condenaram a si mesmas à tristeza, à solidão, à falta de filhos, à falta de marido, à falta de um lar, à falta daquilo que toda mulher deseja no seu âmago: ter sua família. Elas compraram o “peixe podre” vendido pelas feministas e pela esquerda. Essas mulheres têm hoje em dia idades que variam entre trinta e cinquenta anos. Moram sozinhas, tentam desesperadamente cobrir o vazio de terem desperdiçado suas vidas perseguindo objetivos sem importância e agora passam a vida gastando o seu dinheiro com roupas, festas, bebedeiras, sexo sem compromisso. Mal conseguem disfarçar a inveja que tem das mulheres casadas e com filhos, e tentam se justificar dizendo que não tem nada como a liberdade e que filhos só dão trabalho.
Finalmente conseguiram independência financeira e se sustentam com seu próprio dinheiro, o que é excelente. Porém, dar à vida esta única dimensão, focada na carreira e no dinheiro leva somente a um vazio interior. Dinheiro este que agora gastam tentando substituir o vazio da alma, dinheiro que gastam na academia, nos cosméticos e nos cirurgiões plásticos, tentando manter a beleza que insiste em desaparecer, cada vez mais desesperadamente rápida, com o passar de cada ano. Dinheiro que gastam no psicólogo ou psiquiatra, com antidepressivos, mas que não fazem a tristeza e o vazio passar. É triste.

Fonte: http://esquerdopatia.wordpress.com/2012/11/25/as-esquerdistas-feministas-vao-morrer-sozinhas/

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