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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Feminismo: muito além do aborto

Feminismo: muito além do aborto

Marcadores: aborto, comportamento, crise, família, feminismo, gay, hipocrisia, irresponsabilidade, responsabilidade, sexualidade, sociedade, vida


Para a maioria das pessoas, o feminismo é um movimento de libertação da mulher do lar que ganhou destaque nos anos 60, com mulheres queimando sutiãs em protesto, reivindicando o direito ao voto, o direito à livre escolha do que fazer com seu corpo e outros “direitos iguais”. No que tange ao direito do que fazer como próprio corpo está a questão do aborto, um tema que volta e meia vem à tona e divide opiniões – recentemente, até o Conselho Federal de Medicina publicou uma nota em defesa do aborto para casos além dos que são permitidos pela legislação brasileira, o que vemos como mais um passo para a aceitação da liberalização desta prática. Mas é somente nessas épocas que a maioria dos mortais se lembra do feminismo, vindo na cabeça deles a imagem daquelas mulheres hippies dos anos 60 e outros grupos de vagabundas fazendo algazarra seminuas na rua, sem, no entanto, perceberem como a filosofia do feminismo já está infestada na sociedade hoje em dia.
Para mostrar a você, de uma vez por todas, o quanto estamos numa sociedade feminista, iremos ilustrar brevemente no que consiste a filosofia por trás da questão do aborto - e que vale para todas as outras reivindicações feministas.
Abortar, no conceito geral da palavra, significa interromper alguma coisa que não está dando certo e pode levá-los a uma situação complicada. Por exemplo, os aviadores abortam a decolagem quando o avião apresenta alguma pane antes de sair do solo. Pois bem, abortar uma gravidez significa interrompê-la porque existe algo fora do lugar que levará os envolvidos a arcar com consequências sérias e duradouras. Mas, diferentemente de abortar uma decolagem por alguma coisa imprevisível que aconteceu durante o curso, a decisão de abortar uma gravidez vem de circunstâncias muito mais banais; vem da negligência de cuidados que, se seguidos, evitariam a gravidez em primeiro lugar.

Graças ao feminismo, não há mais nenhum controle sobre relações sexuais: a maioria das pessoas já acha que não precisa mais esperar estabelecer um relacionamento através do casamento para transar e que pode fazer isso quantas vezes quiser com quantos parceiros quiser, o que puxou uma demanda por métodos contraceptivos mais seguros e eficazes para acomodar essa irresponsabilidade sexual. A medicina obteve êxito nesse campo: hoje em dia temos inúmeros métodos de prevenção da “gravidez indesejada” que, se um casal lembrar de usá-los em todo ato sexual que praticam, a probabilidade de ocorrência é ZERO.
Só que nada disso impediu que mais gravidezes indesejadas ocorressem. Por quê? Porque a irresponsabilidade sexual é tão grande hoje em dia que muitas pessoas não se previnem, já que cresceram acostumadas a uma filosofia pregando que sempre haverá alguém para protegê-los das consequências de seu mau comportamento e sua irresponsabilidade; cresceram acostumadas a jogar os problemas para debaixo do tapete. E então chegamos na situação de dois adolescentes irresponsáveis se deparando com uma gravidez em seu frágil relacionamento, iniciado numa ficada na noite anterior. Os dois são pegos de surpresa, o rapaz dá pra trás e a moça finge que está num sonho. Resultado = nenhum dos dois assume a responsabilidade pelo relacionamento nem pela nova vida – que acaba virando o próprio problema.


Por isso o aborto é uma prática abominável – porque uma vida que mal começou a se desenvolver para ser uma nova pessoa de repente tem que absorver a responsabilidade de ambos os pais que deveriam cuidar dela; a prática do aborto solidifica a noção de que o problema é a vida que está para nascer e não a irresponsabilidade sexual de quem a gerou. Assim, o aborto representa apenas uma das faces do princípio da filosofia feminista de transferir a responsabilidade para os outros. Uma mulher dizendo “eu quero abortar porque não consegui segurar um cara engravidando dele” não é diferente de outra mulher que diz “eu quero me separar e pedir pensão porque percebi no fundo que só o dinheiro dele importava”. Claro, nenhuma mulher diz isso explicitamente pois todas são treinadas a mentir desde cedo.
Todo esse problema das pessoas procurando livrar o seu da reta transferindo responsabilidades para outras pessoas é fruto do condicionamento dado pela sociedade feminista, cuja única intenção é acomodar e normalizar pessoas e comportamentos problemáticos em um novo modelo social de padrão completamente insustentável e infantil. Homens também fazem isso; principalmente aqueles que são criados por mães solteiras, aprendem a agir igualzinho a elas: “Eu não sei do que você está falando”, “Eu estava brincando” e “Fulano me fez fazer aquilo” é constante em seu repertório de frases feitas para anular a própria culpa diante das coisas erradas que fazem.
Concluindo: o aborto, muito mais do que uma questão religiosa e moral, é uma questão de responsabilidade. Responsabilidade essa que a sociedade feminista se apressa em abolir do vocabulário: “Todo mundo é livre!”, repetem as mentes infantis dos intelectualóides mundo afora. E os ativistas da causa feminista estão na ativa, pressionado o governo, as organizações profissionais e o sistema jurídico para criar formas de acomodar mais e mais irresponsabilidades de uma sociedade errante em troca da aprovação popular; a nota do Conselho Federal de Medicina é só mais um reflexo dessa busca da sociedade em acomodar tais irresponsabilidades.
Ainda quer mais uma prova de que o feminismo está impregnado na sociedade num nível que você jamais ousou imaginar? Veja a força do ativismo gay hoje em dia. O que os gays defendem – a criminalização do livre pensamento e a busca em acomodar comportamentos anormais e problemáticos – é exatamente a mesma coisa que as feministas defendem. Eles inclusive fazem protesto juntos. A única diferença é que o feminismo encontrou bem menos resistência da sociedade para implementar políticas exclusivas em benefício a apenas uma parcela da sociedade e censurar opiniões críticas à vontade, com severas punições.
Pense bem nisto: o ativismo gay jamais teria a força que tem hoje se não tivesse havido o movimento feminista para pavimentar o caminho. Afinal, a sociedade jamais daria atenção ao que uma minoria composta majoritariamente de homens com comportamento de mulherzinha falasse, a menos que muitas pessoas nela já estivessem com os valores morais do avesso. O feminismo contribuiu para que isto ocorresse. Por isso, está na hora da sociedade acordar para os danos que o feminismo está causando. E já.

Fonte: http://manhood101br.blogspot.com.br/2013/03/feminismo-muito-alem-do-aborto.html

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