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Feminismo Diabolico

sábado, 1 de junho de 2013

O Feminismo é uma forma politizada de prostituição



O Feminismo é uma forma politizada de prostituição

As forças psíquicas que contribuem para o feminismo estão sempre por baixo da superfície da sociedade humana, então o feminismo facilmente emerge sob as condições certas. As mulheres usarão sua sexualidade para ter vantagens políticas quando a chance surgir, assim como o homem usa sua força política para ter acesso a mulheres se tiver a chance para isso. O feminismo simplesmente é uma forma politizada de prostituição, onde a mulher ganha favores e privilégios em massa por ser sexualmente desejável ao homem, e nada mais. É por isto que a cada ano que passa, as feministas podem sempre vir com a mentira espetacular que suas conquistas materiais são tão escassas porque os homens “não dão a elas a oportunidade” (leia-se dar a elas dinheiro e poder).
Num artigo intitulado “Breaking Bad Karma“, uma feminista judia que escreve para o site Jezebel critica de forma asquerosa a geração de seus avós, essencialmente os chamando de degenerados morais e doentes espirituais. Ela usa o seriado Breaking Bad para fazer uma comparação entre judeus e Walt, o protagonista que fabrica drogas:
Eu penso que se alguém alertou Hitler já que no evento do fracasso da solução final apenas alguns judeus realmente cumpriam o esteriótipo do Judenscheisse (já que cada grupo há alguns deles) que poderia ser propagado na raça judia – coniventes, indestrutíveis, e ladrões. Meus avós não se excluem desta suspeita. Durante um jantar familiar estávamos conversando sobre Terri Schiavo, meu pai exigiu que se ele ficasse em estado vegetativo, ele gostaria de ficar sendo tratado e mantido vivo indefinidamente. Hoje eu e ele estamos separados por várias outras questões que de alguma forma levam a mesma questão.
[...]
… Walt e Breaking Bad expressa uma de nossas mais inerentes falácias psicológicass: a habilidade de fazer várias coisas conscientemente repreensivas enquanto persistimos que somos os protagonistas o tempo inteiro. De guerras mundiais a partir corações, nos apegamos a idéia que a destruição causada a nós no passado é uma justificativa para a destruição que causaremos no futuro.
O que vai acima não é diferente da feminista anglo saxã que vomita bobagens cheias de ódio contra o “maligno patriarcado cristão”; você sabe, aquele que cuidou dela e construiu as intituições que ela usa para denunciar a sua maldade. Ou a feminista católica irlandesa Mary Daly, que se esforça ao máximo para denegrir seu povo e sua religião. Ou a feminista negra Oprah, que propaga um dos esteriótipos mais nojentos sobre o homem negro atualmente. Há tantos exemplos que seriam capazes de encher um livro falando sobre isto.
As feministas jamais ajudarão, somente tentarão denegrir ainda mais seu povo, não importa qual seja. É um impulso vergonhoso, mas tão comum que qualquer um que seja familiar a isto instantaneamente reconhece este padrão. A razão para tal comportamento é que a tribo demanda sacrifícios de suas mulheres que elas geralmente não estão dispostas a fazer. Sob qualquer forma de etnocentrismo, algo que sempre foi a norma humana, mulheres tem a obrigação de serem boas mães e esposas; não de matar seus filhos, dar para estranhos, se divertir às custas da comunidade, etc. Entretanto, muitas mulheres – especialmente feministas – tem um imenso ressentimento a isto. Então o que elas fazem? Naturalmente, elas jogam os valores de sua tribo no lixo num esforço de caçar uma justificativa para não cumprir suas obrigações. Quando feministas atacam o seu próprio povo, isto é apenas um meio de racionalizar sua desobediência e falta de lealdade. Elas não precisam que ninguém as convença a agir assim, porque é da natureza humana ser egoísta, e nenhuma mulher – nem mesmo as judias, são imunes a isso.
fonte: http://www.the-spearhead.com/2012/07/21/jewish-feminist-holocaust-survivors-judenscheiss/

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