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Feminismo Diabolico

sábado, 29 de junho de 2013

O Senhor dos Anéis - A história do filme

Quando eu assisti pela primeira vez o filme "O Senhor dos Anéis" eu gostei tanto, achei um filme tão emocionante e bonito que eu assistia quase toda semana. Chegava sexta-feira, e para mim, toda sexta-feira era o dia do "Senhor dos Anéis", porque durante alguns meses eu assistia de novo e de novo. Eu comecei a ficar intrigado com isso quando eu assisti outros filmes históricos e de guerra, como o Gladiador, ou Tróia. Eu achei os filmes bons, bem feitos; mas eu não me sentia bem depois de assisti-los. E para mim isso era uma contradição, se há uns três meses eu assistia toda semana o Senhor dos Anéis, que era um filme que tinha lutas e guerras com espadas, então por que eu não assistia também toda semana o filme Tróia? Ou o Gladiador? Então isso despertou a minha curiosidade e eu comecei a pesquisar sobre o Senhor dos Anéis e descobri que o autor do livro, John Ronald Reuen Tolkien era um inglês, nascido na África do Sul; mas que teve o pai e a mãe mortos quando ainda era muito jovem, tornando-se órfão. Ele tinha todos os motivos do mundo para ser uma pessoa revoltada com o mundo; mas a mãe dele era muito católica e ensinou a religião para ele. E após a morte dela, ele passou a ser criado por um padre da Igreja Católica, que era um homem muito bom e sábio que ensinou bons principios para o jovem Tolkien. Mais tarde, ele se apaixonou por uma boa moça e se casaram e tiveram vários filhos, vivendo uma vida feliz e satisfeita. Tolkien se tornou professor Universitário, especialista em idiomas estrangeiros e inventou um idioma próprio, o Élfico. Mas ele achava que não bastava apenas criar um novo idioma, era necessário criar toda uma mitologia ao redor da nova lingua, então ele escreveu os livros da Saga do Senhor dos Anéis. Então eu pude entender por que a história do Senhor dos Anéis me fazia eu me sentir bem, apesar das constantes guerras e lutas com espadas, contra Orcs e forças do mal. Apesar de em nenhum momento a palavra Católico, ou Cristão, ou Cristo aparecer no filme, que inclusive não se passava na Terra, mas em um outro mundo, chamado Arda, os principios do bem e do catolicismo estavam impregnados na história do Senhor dos Anéis. Quanta diferença do profundo desespero e desesperança que as históricas clássicas do paganismo pré-cristão me faziam sentir, tais como a lenda da guerra de Tróia e do filme Gladiador. Nesses ultimos filmes, o mal, a hipocrisia e a trapaça venceram no final; mas no Senhor dos Anéis, o bem vence no final. Senhores, vamos recriar a Sociedade do Anel aqui e agora novamente, para juntos nós levarmos o anel do feminismo para ser destruído no fogo da Montanha da perdição. Vejam abaixo este belo video do Padre Paulo Ricardo, em que ele comenta a história do Senhor dos Anéis:

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