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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Feminismo só quer fugir do sofrimento

Existe um problema que é comum a todos os seres humanos, de todas as épocas e países: O problema do sofrimento. Todas as pessoas na Terra sentem algum tipo de dor, seja física ou moral. Por ser um problema tão universal, todos querem achar a solução para o problema da dor, fugindo ao sofrimento. Mas o terreno da nossa humanidade é tão fértil, que essa planta sempre brota, que a mão das feministas não cessa de arrancar. O renascer perene dessa angústia surpreende a mulher com aspectos novos, iludindo-lhe constantemente a vigilância. Elas conseguiram a igualdade com os homens no mundo do trabalho, conseguiram anticoncepcionais, direitos e privilégios especiais que o feminismo deu a elas. Em muitos países elas já legalizaram o aborto e em outros já legalizaram até o infanticidio, podendo matar seus próprios filhos, mesmo depois deles nascerem com vida. Mas ainda não está bom, elas sentem no íntimo que algo continua errado, porque elas continuam sofrendo e sentindo dor, solidão, angústia. Então, na sua infantilidade feminina, e no seu ódio irracional contra os homens elas concluíram que o sofrimento que elas sentem só pode ser culpa dos homens que sobraram. Coitados dos homens modernos. Eles se desdobram em mil, viram a si mesmos pelo avesso, correm feito desesperados para conseguir qualquer migalha de aprovação feminina; mas as mulheres modernas só os vêem como um macaco sujo, estuprador e repugnante. O amor é recompensado com o ódio feminista.
De fato, a melhor solução para qualquer tipo de sofrimento seria o que não só extinguisse esse mal, mas, em lugar dele, fizesse surgir um bem. É exatamente isso que realiza o pensamento iluminado pela fé. É algo admirável. A dor repugna à natureza; é a coisa mais comum que existe a aversão ao sofrimento. A fé, porém, consegue fazer calar a natureza diante da dor; consegue mais ainda: consegue que ela abrace a dor com alegria. Isso é muito superior ao que conseguiram os estóicos, e infinitamente melhor do que os insensibilizados pelos entorpecentes corporais ou morais. Não se trata de anestesiar a sensibilidade. Pode ser que, fisicamente, seja possivel tornar os tecidos menos sensíveis ao cansaço e à dor. Mas o que verdadeiramente importa é sofrer em paz, por amor de Deus, e não eliminar o sofrimento. Como alguém pode achar que a solução para o sofrimento está no que o feminismo acredita? Em jogar todas as dores e desgostos do mundo nas costas dos homens, ao mesmo tempo que embota, caleja, insensibiliza e embrutece a consciência das mulheres? É verdade que a consciência calejada, faz sofrer menos que a delicada, porém; é também um embrutecimento. Se a uma feminista de consciência embotada os remorsos não fazem sofrer, o desgosto e o desespero por vezes a tornam uma desgraçada. Não sofrer, porque a consciência já não registra o mal feito, não é gozar da paz, que não pode residir em um coração insensibilizado pela culpa. A paz supõe a boa consciência e não a consciência entorpecida, a consciência adormecida ou morta. E faltando a paz, que felicidade as feministas podem ter? Quando se ama e abraça o sofrimento, por espírito de fé, sente-se a compunção: a alma se penitencia.
As feministas que tentam repelir o sofrimento tem a ilusão de poder afastá-lo de suas vidas, mas elas só conseguem torná-la mais cruciante. Ao contrário, a mulher religiosa, de fé, que se conforma com seu sofrimento, por isso mesmo lhe diminui o peso.
As feministas acostumaram-se a fugir do sofrimento. Logo que se iniciava o combate tratavam de desertar. O namorado era bondoso e queria ter filhos? Elas tudo fazem para sabotar o relacionamento ou abortar a criança. Mas nessa fuga constante elas se tornaram insofridas, incapazes de enfrentar as realidades da vida. Uma idéia menos prazerosa aparece na frente delas, logo a repelem apavoradas. Uma dor incipiente era logo combatida com o maior empenho. O menor desconforto era evitado. As feministas que fogem do sofrimento e da dor são sempre infelizes, porque vivem sempre a fugir, ou a culpar homens inocentes, já que o sofrimento aparece espontaneamente na vida delas e de todos os seres humanos. A dor é como parte integrante do nosso ser, de modo que elas são fugitivas de si mesmas. 
Portanto, as mulheres não deveriam se esforçar tanto para evitar as provações, pois elas são inevitáveis. Talvez, o máximo que elas possam conseguir seja trocar uma dor, por outra; mas a troca em nada te aproveitará. Não ter filhos e abortá-los pode te dar uma folga financeira atual; mas ao mesmo tempo tornará tua vida vazia e sem significado. Não estamos falando que é proibido procurar alivio do sofrimento, nem mesmo que você não deveria evitar alguma dor. Mas não se deixe dominar pelo medo, nem pela preocupação de evitar todos os sofrimentos. O sofrimento é muito útil e você se tornará um ser humano completo apenas se você sofrer. Uma mulher que nunca sofre e só tem prazer, festas e baladas na vida, se torna uma tirana, uma assassina de bebês, uma feminista do Femen. O feminismo promete as mesmas mentiras que outras ideologias antes dele prometiam: Sigam o movimento, nos ajudem a destruir o inimigo (os homens) e depois disso todos nós seremos felizes. Onde está o paraíso nazista, ou o paraíso comunista que iludiu milhões de pessoas? Como alguém pode ser tão tola a ponto de acreditar que o Feminismo seria capaz de trazer felicidade para as mulheres?

terça-feira, 30 de julho de 2013

Por que a Marcha das Vadias odeia a Igreja Católica?

Por que a Marcha das Vadias odeia a Igreja Católica? Vejam o video abaixo e entendam quem está por detrás do movimento feminista e da Marcha das Vadias.

Marcha das Vadias contra o papa: a lógica “interna” do feminismo

Marcha das Vadias contra o papa: a lógica “interna” do feminismo
A manifestação da Marcha das Vadias contra o papa tem um objetivo claro: não enxergar quem é de fora do grupo como um ser humano com direitos.
por Flávio Morgenstern



Quando se discute idéias, a primeira precaução é procurar encontrar o termo preciso que diferencie as idéias, as intenções que as criam, os objetivos que visam, os meios utilizados, as conseqüências previstas e imprevistas de sua materialização e ainda as imagens que essas idéias deixarão na realidade.
É comum ignorar este rol de definições primárias e prolongar discussões que raramente conseguem alguma substancialidade maior do que a mera opinião. É a famosa equação de medir nossas idéias pelas intenções e medir as idéias do próximo pelas conseqüências.
Um tema que virou comum no fim da década passada foi o feminismo. A rigor, seria a defesa dos direitos das mulheres. Mas é preciso diferenciar intenções, o meio utilizado, o caminho que essas idéias buscam. Muitas outras idéias parecidas podem ser erroneamente misturadas aí.
Seria, por exemplo, natural chamar de feminista a Revolução Industrial, que multiplicou em 12 vezes o PIB per capita em menos de um século – a riqueza para as massas que permaneceu nulamente sem mudanças durante toda a História humana até então. As maiores afetadas foram as mulheres, que puderam ter mais filhos que deixaram de morrer pela drástica mortalidade infantil, e tiveram serviços cada vez mais leves com as novas máquinas. De uma população de 8,5 milhões, a Inglaterra saltou em um século para quase 36 milhões. Como não chamar de “feminista” algo que garantiu tantos direitos às mulheres, sobretudo o direito mais fundamental, de continuarem vivas e tendo continuidade?
Obviamente que ninguém chamaria uma revolução de maquinário de “feminista”, contudo. Com esse exemplo, fica óbvio que nem tudo o que defende os direitos das mulheres pode ser chamado de feminismo, e nem tudo o que chamamos de feminismo é simplesmente defesa desses direitos. Feminismo é uma busca por direitos específicos, através de um meio específico, com intenções específicas e objetivos específicos.
Dividir grupos humanos é uma tática coletivista já meio antiga. Os homens (ou melhor, os humanos) são categorizados por características escolhidas a dedo, e cria-se um discurso que enxerga sempre o próximo como uma ameaça, não um semelhante (a despeito de cores diferentes de pele, gêneros diferentes, orientações sexuais distintas, religiões adversas etc).
Toda ameaça massificada, onipresente e diversificada assim só pode ser combatida com leis draconianas contra o grupo tido como ameaçador e um poder de Estado policial cada vez mais capaz de invadir até as opiniões, crenças, palavras e pensamentos dos humanos postos em outro grupo (já se tem uma dica das intenções iniciais e conseqüências imprevistas do feminismo 2.0 a partir daí).
É exatamente o que faz a Marcha das Vadias.

O alvo da vez foi a Igreja Católica, durante a visita do papa Francisco ao Brasil. No meio de um passeio da Jornada Mundial da Juventude, um grupo de manifestantes da Marcha das Vadias achou por bem “protestar” no meio do evento religioso (público e com todas as idades presentes), tirar a roupa e, como meio de manifestação, usando o termo mais científico possível, “evaginar” uma imagem de Nossa Senhora, a mesma santa católica chutada por um pastor da Igreja Universal na TV.
O objetivo declarado e o objetivo verdadeiro urgem serem distinguidos. Não se trata de uma “científica”, digamos, “encenação” contra a religião, contra símbolos ultrapassados, contra o machismo. O manifesto foi apenas ofensa gratuita, violência a qualquer senso ético e estético, atentado ao pudor e ultraje a culto. Se fosse mesmo apenas uma manifestação de ateísmo dawkiniano, poderíamos supor que a Marcha das Vadias teria como próximo ato fagocitar por algum orifício que caiba uma imagem da negra Iemanjá, no meio de algum culto de candomblé. Sabe-se que não será o caso.
A manifestação, ainda que as próprias manifestantes e apoiadores não saibam, visa dividir grupos que ontem sentavam-se na mesma mesa, para enxergá-los apenas como coletivos ameaçadores – pedindo proteção estatal contra aquele que deve ser excluído do futuro glorioso.
O feminismo (e muitos outros “-ismos” que parecem uma simples idéia aglutinadora) marca território fortalecendo o grupo interno, tratando todos os que são de fora do grupo não como seres humanos, mas como uma massa homogênea, anônima e bestial de inimigos que precisam ser silenciados, sabe-se lá por quais métodos (ou, no fim, sabe-se muito bem).
Se parte-se de alguma proto-ameaça real (o “machismo”, as 200 famílias “patriarcais” que ainda sobrevivem no país), trata-se todos os que não concordam com as suas intenções, métodos e objetivos como uma única ameaça comum.
Crianças, vovózinhas, mulheres pudicas, famílias felizes inteiras são encaradas não mais como um semelhante humano, mas como um grande poço de corrupção pior do que todos os Bórgias que não merece um pingo de respeito.
A imagem religiosa da santa e de Jesus na cruz que esses religiosos tanto respeitam são quebradas e usadas como objeto sexual e motivo de escárnio por homens e mulheres nus, no meio da rua, durante uma manifestação pacífica (esta sim pacífica, com 3 milhões de pessoas e nenhuma “minoria de vândalos”, quando o “gigante acordando” reuniu 2 milhões no país inteiro, contando repetições de pessoas).
O grupo defendido pelas feministas (um grupo que chamam de “as mulheres”, embora não tenham um pingo de respeito pela sensibilidade de milhares de mulheres presentes) é reforçado, e este grupo passa a inverter agente e paciente na análise histórica.

As feministas e progressistas dizem que lutam contra um “discurso de ódio”, tudo porque a Igreja considera pecado alguns comportamentos que elas querem praticar (e não deveriam se importar tanto, já que, via de regra, sequer no Inferno católico acreditam). Este é o “discurso de ódio” da Igreja, emoldurado no perdão e no “amai-vos uns aos outros” e no Filho de Deus que nasce de uma mulher virgem. Enquanto elas, que se consideram vítimas, são capazes de, diante de famílias que nunca fizeram mal algum a elas, desnudarem-se e enfiarem uma imagem considerada sagrada pelos espectadores nos seus órgãos sexuais. Nenhum “discurso de ódio” aí?
A platéia não apenas é ofendida: é algemada em suas palavras. Afinal, poderia-se chamar uma mulher que faz uma coisa dessas de “vadia”? Ela não se auto-denomina “vadia”? Não: o intuito é, justamente, impedir até mesmo que sejam ofendidas, pois tratar com desrespeito essas mulheres que não respeitam a si próprias seria “discurso de ódio”. Não se pode chamar uma mulher que entuba uma imagem sagrada durante um culto religioso de “vadia”, apenas elas podem assim se auto-nomear e xingar o público presente (sem nenhum “discurso de ódio” que os defensores desse progressismo consigam notar).
É o discurso de ódio contra o ódio verdadeiro. Tangível.
Vê-se, então, que o “feminismo” não é uma defesa das mulheres, é apenas a defesa do que algumas mulheres defendem como objetivo de todas as mulheres, por só reconhecerem como mulheres humanas aquelas que estão dentro do grupo. Quem estiver fora é apenas uma ameaça ou, na melhor das hipóteses, um estorvo a ser futuramente “ultrapassado”. Não é uma mulher a ter seus direitos defendidos.
Não apenas isso, é uma defesa por meios específicos (outros meios não são considerados “feminismo”). E com o fim específico de rachar a sociedade, enxergando apenas coletivos massificados – ou, para resumir, apenas o coletivo das mulheres “de dentro” e a pasta amorfa de obscurantismo das pessoas que ficam de fora. Ameaças a serem tratadas como uma colônia de baratas no sótão.

Não à toa, toda a discussão entre as feministas e os “conservadores” é, justamente, que as primeiras recusam-se a enxergar no interlocutor algum traço de humanidade, enquanto os últimos enxergam almas individuais. De como feministas encaram fetos até a forma como tratam tiazinhas carolas indo ver o papa, todo o discurso é bem próximo da escatologia apocalíptica: elas não enxergam nenhum humano como ser humano, a não ser elas próprias, sobretudo seus impulsos mais primitivos.
Afinal, o papa abraçou rabinos, monges budistas e pais-de-santo, defendeu a importância do Estado laico e do diálogo e disse que não cabe a ele julgar homossexuais. De quem foi a manifestação de ódio explícito?
O mesmo vale para outros progressismos: a luta contra o racismo, pelos direitos dos gays, minorias etc costuma partir de algo na realidade que precisa ser mudado, mas não é tratado como um ideal fixo: a uma mudança de vento, é permitido o racismo, usa-se do mesmo “discurso de ódio” homofóbico e por aí vai.
Cria-se a novilíngua que tudo inverte. Contra o “obscurantismo” de uma religião tradicionalista e baseada no pecado original, culpa-se o macho branco ocidental heterossexual por natureza, proíbe-se qualquer piada, qualquer aversão, qualquer opinião própria contra o rebanho, qualquer coisa que ofenda a hipersensibilidade alheia. Um ambiente bem mais opressivo do que a missa. Ou o confessionário.
O discurso é pregação de ódio, e justamente diz que é contra a “pregação de ódio”. A própria definição da psicopatia, que é rara nos cérebros, mas tão comum nas crenças.

A confusão fica clara quando uma das respeitáveis damas que enfiou a imagem da santa em sua sacrossantíssima explicou que preferiu cobrir o rosto para não sofrer represálias no trabalho. Por que se preocupar com o trabalho, tão capitalista, tão judaico-cristão, essa coisa que lhe dá tanta coisa que ela tanto quer, a ponto de ela ter medo de perder essa suposta exploração capital? E que tal depois levantar os cartazes “saia do meu corpo que não te pertence!”, como se fosse a religião que tivesse entrado em seu corpo a obrigando a tal, e não ela que tenha internalizado a sacralidade contra a opinião de todos os religiosos?
No fim da “encenação” da Marcha das Vadias, após quebra de cruzes e da imagem de Nossa Senhora, uma das respeitáveis moças nuas deitou outro ser humano nu com as pernas para o ar e, com uma camisinha, enfiou o que restou de um dos crucifixos em seu ânus. Essas feministas, que adoram encontrar ameaças abstratas (“o machismo! o patriarcalismo!”) em tudo, inventaram novas modalidades extremas de cagação de regra.



Resta aos defensores dos ideais progressistas, que não conhecem os perigos do coletivismo e da ação de massas, acreditar que essa exaltação foi um acidente de percurso, e não o próprio ápice do desconforto que, afinal, foi o objetivo da manifestação. Assim, até mesmo quando os coletivos fogem do controle, sempre se tem um bode expiatório, a última invenção da cultura brasileira: a “minoria de vândalos”.
Como bem definiu o filósofo Olavo de Carvalho, a Marcha das Vadias foi ótima. Libertou-nos de toda obrigação de tratá-las com respeito.
Diante do papa, é fácil perceber do que essas feministas andam precisando.


Fonte: http://www.implicante.org/artigos/marcha-das-vadias-contra-o-papa-a-logica-interna-do-feminismo/

Horóscopo Feminista

Horóscopo Feminista


ÁRIES - 21/03 a 20/04
Você é metida a honesta, sincera e se acha uma lider natural. O problema é que você faz tudo ao contrário e não consegue influenciar ninguém. Você gosta de chegar em um determinado lugar e "botar pra quebrar". Isso faz de você uma ignorante completa. Na verdade, você arruma confusão em todo lugar que passa, simplesmente porque você quer fazer as coisas do seu jeito nem que seja na base da porrada. O que você quer mesmo é o poder. Você quer chegar ao poder nem que tenha que foder com todos os homens à sua volta. A sorte dos outros signos do zodíaco é que você nunca consegue chegar ao poder. Falta inteligência! As profissões típicas da ariana: Puta, Maria Chuteira, Biscate profissional

TOURO- 21/04 a 20/05
Você é materialista e trabalha como uma condenada. As mulheres dos outros signos do zodíaco pensam que você é uma pão-dura, cabeça-dura, mão-de-vaca e estão certas. Além disso, você é uma teimosa desgraçada que faz só burrada na vida e continua fazendo, fazendo, fazendo... Você deve estar se perguntando...??
Por que eu trabalho tanto e só me fodo.??? A resposta é simples: Sua
cabeça-dura não deixa você enxergar um palmo além do seu nariz. Por isso
que você trabalha como uma condenada e nunca consegue subir na vida. Só leva
fumo, e graças a sua teimosia idiota, continua levando, levando, levando...

Profissões típicas da tourina: Faxineira, doméstica, catadora de papelão

GÊMEOS- 21/05 a 20/06
Você é uma falsa "duas caras" ,fofoqueira, mentirosa e uma grande
cara-de-pau. Você não é confiável. É sinistra. No trabalho, faz amizade com
todos como se fosse a melhor amiga e depois entrega todo
mundo para o chefe. Você é tão safada que ninguém desconfia de você. Você
gosta mesmo é de foder os outros, especialmente se for um homem ou uma mulher bonita, e depois ficar rindo da cara deles.
Você é uma galinha. Não tem nenhum conceito de moral e tem caráter duvidoso.
Além disso, todos consideram você uma canalha mal-resolvida.
Geminianas costumam ter muito sucesso para chifrar, e também no incesto, na
prostituição e na cafetinagem.

Profissões típicas da geminiana: Atriz (se for bonita), feminista militante, politica, prostituta

CÂNCER - 21/06 a 21/07
Você é uma chorona desgraçada. Os outros signos do zodíaco são obrigados
ficar agüentando você reclamar da sua vida. Você se acha solidária e
compreensiva com os problemas das outras pessoas, o que faz de você uma
baba-ovo puxa-saco. O que você quer mesmo é ficar "bem na fita". Você só
quer saber de se dar bem, custe o que custar, e acaba sempre ficando numa
boa, apesar de não valer nada. É na verdade uma canalha com
cara de santa. Quando pressionada você faz chantagem emocional. Chora e faz
da sua vida a pior de todas. Por isso, os outros signos do zodíaco nunca
desconfiam de você. E o pior é que todos gostam de você.

Profissões típicas da cenceriana: Cabeleireira, Manicure/Pedicure, Animadora
de Auditório


LEÃO - 22/07 a 22/08
Você se acha o máximo, uma líder natural. Isso é que você acha. Os outros
signos do zodíaco acham você uma idiota. A sua prepotência é insuportável
para os outros signos do zodíaco e até para você mesma. Você não passa de
uma baba-ovo, puxa-saco incompetente querendo se promover a todo custo. Quer
ter "status", ser a "rainha da cocada preta", mesmo sabendo que não tem
condição alguma de ser. Você quer ser a atenção
de todos. Como não tem inteligência nem sempre consegue. Daí a sua
agressividade. Gosta de botar todo mundo pra trabalhar pra você, enquanto
você mesma fica reclamando da vida sem fazer nada.

Profissões típicas do leonino: Sequestradoras, Diretoras, Ditadoras
emergentes.


VIRGEM - 23/08 a 22/09
Você é metida a perfeccionista, observadora e detalhista. Gosta de analisar
e gerenciar tudo. Essa sua maldita mania faz de você uma burocrata
insuportável. Você é uma bitolada e não tem nenhuma imaginação ou
criatividade. Gosta mesmo é de tomar conta da vida dos outros. Critica os
outros, "mete o pau" , mas não enxerga o próprio rabo.
Quando as pessoas dos outros signos do zodíaco preenchem aquele maldito
formulário de quinze vias carbonadas, de cinco cores diferentes, que devem
ser batidos à máquina, elas não tem dúvida... Só pode ser uma virginiana que
fez.

Profissões típicas da virginiana: Funcionária Pública, Montadora de
quebra-cabeças, Contadora de Clips.


LIBRA - 23/09 a 22/10
Você se acha equilibrada, idealista e justa. Parece sentir a necessidade de
>>proteger os outros e lutar contra as injustiças.
Na verdade, você pensa mesmo somente em si. Você é uma engomadinha metida.
Gosta de coisas sofisticadas e de alto nível, mas não passa de uma ignorante
desinformada. Nas conversas, quer falar sobre coisas de alto nível
intelectual como literatura e arte, e dificilmente entra em assuntos
polêmicos. Quer ser politicamente correta. Na realidade você é uma grande
"fazedora de média" puxa-saco baba-ovo. Isso esconde sua verdadeira cara.
Dessa forma, os outros signos do zodíaco nunca saberão seu real interesse,
que é foder os outros, principalmente se forem homens ou mulheres bonitas. Afinal, você é uma teimosa, ignorante e ambiciosa.

Profissões típicas do libriano: Advogada do diabo, Gerente de casa de
tolerância, Pastora Evangélica.


ESCORPIÃO - 23/10 a 21/11 Você é a pior de todas. Você é desconfiada,
vingativa, obsessiva, rancorosa, vagabunda, fria, cruel, anti-ética, sem
caráter, traidora, orgulhosa, pessimista, racista, egoísta, materialista,
falsa, maliciosa, mentirosa, invejosa, cínica, ignorante, fofoqueira e
traiçoeira. Você é uma canalha completa. Só ama sua mãe e a si mesma. Aliás,
algumas de vocês não amam nem a mãe.
Você é imprestável e deveria ter vergonha de ter nascido. Escorpianas são
tiranas por natureza. São
ótimas militantes feministas do Femen. Seu único objetivo na Terra é foder os homens. E você tem um orgasmo quando consegue isso. Pelo bem dos outros
signos do zodíaco, as escorpianas deveriam ser todas exterminadas.

Profissões típicas dos escorpianos: Carrasca, Militante do Femen, Serial Killer.

SAGITÁRIO - 22/11 a 21/12
Você é uma otimista e tem uma forte tendência em confiar na sorte. Isso é
bom para você, já que é imprudente, irresponsável, limitada e não possui
nenhum talento. Como não tem competência, sempre arruma uma forma de se
desculpar de suas burradas na vida. E sempre põe a culpa nos homens. Mas na
verdade você que é incompetente mesmo. Você é uma teimosa, ambiciosa e
metidinha. Na verdade, você é uma idiota fracassada. Além do mais, seu
conceito de ética e moral é limitado. Você é uma puxa-saco, galinha e gosta
mesmo é de sacanagem. Quando consegue alguma coisa na ! vida é sempre de
forma obscura.

Profissões típicas do sargitariano: Atriz pornô, Advogada do Diabo,
Bicheira.


CAPRICÓRNIO - 22/12 a 20/01
Você é metida a séria, conservadora e politicamente correta. Na verdade você
é uma materialista, falsa, ambiciosa e safada. Você tem uma tendência de ser
enrustida em tudo. Grandes lésbicas foram capricornianas. Você é fria,
não tem emoções e freqüentemente dorme enquanto está trepando. Você quer
manter as aparências. Quando encontra um "amigo", abraça, deseja tudo de
bom... mas na primeira oportunidade que tem executa a sangue frio. No fundo
você gosta mesmo é de foder os homens. Você nunca joga limpo e sua frieza
faz de você uma sanguinária completa. Mas que impo! rta? Se a grana está
entrando...
ótimo!

Profissões típicas do capricorniano: Banqueira, Agiota, Traficante.


AQUÁRIO - 21/01 a 19/02
Você provavelmente não é desse planeta. Tem uma mente inventiva e dirigida
para o progresso. Você mente e comete os mesmos erros repetidamente porque
é imbecil e teimosa. Você adora ser a "do contra". Pensa que tem opinião
formada sobre tudo. Na verdade, você é egoísta e gosta mesmo é de aparecer.
Mesmo que esteja entre um milhão de pessoas, você quer ser a diferente.
Você nunca segue os padrões. Isso faz de você uma metida nojenta. Você se
acha a moderninha. Acha que está a frente dos outros signos do zodíaco.Você
não tem nenhuma moral.Tem grande chance de ser garota de programa.

Profissões típicas do aquariano: Sindicalista, Estilista ou as duas coisas
ao mesmo tempo.


PEIXES - 20/02 a 20/03 > Você pensa que todo mundo é cabeça de bagre e só
você é a esperta. Se acha a mulher mais inteligente do zodíaco. Você tem a
maldita mania de achar que os outros signos do zodíaco precisam de sua
ajuda. Na verdade, você se acha superior e considera os outros signos do
zodíaco idiotas. Adora reprimir tudo e todos, impaciente, mal-educada e
fica dando conselhos fúteis aos outros. O que você faz mesmo é foder os homens que seguem seus conselhos idiotas. Você não passa de uma
desorganizada, não tem praticidade alguma e não sabe nem em que planeta
vive. Quando alguém te questiona, você recorre ao misticismo, uma vez que
sua inteligência é limitada. Piscinianas são ótimas macumbeiras ou sacerdotisas wicca. Na
verdade, você que é o cabeça de bagre.

Profissões típicas da pisciniana: Stripper, Vendedora de
enciclopédia, cartomante

Viva as mulheres, abaixo o feminismo

Viva as mulheres, abaixo o feminismo
Ser contra o feminismo não quer dizer ser a favor do machismo
por Redação

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Foto: Eduardo Haak

Por Eduardo Haak

Volta e meia implico com os ingênuos arroubos feministas de uma amiga de longa data. Outro dia ela estava soltando foguetes porque, pela primeira vez na história, uma mulher levou o Oscar de direção – Kathryn Bigelow, pelo filme “Guerra ao Terror” (aliás, Kathryn por acaso é uma vampira e se banha diariamente em sangue de donzelas para estar com aquele inacreditável shape aos 58 anos?). Dei um pouco de corda a essa amiga e então ela veio com aquele papo: uma mulher vencer é importante para nós, mostra que nós podemos também etc, etc. Contestei o que ela disse em termos simpaticamente debochados, aí minha amiga me chamou de machista. Retruquei, dizendo que o fato de eu ser antifeminista não quer dizer que eu seja machista, muito pelo contrário. Aí ela resolveu partir pra ignorância mesmo e ameaçou me bloquear no MSN, dizendo: “Você é realmente incapaz de entender o que nós, mulheres, sentimos”.
“Nós, as mulheres”, “nós, as mulheres”, nós, nós, nós. O que está implícito nesse “nós” é que as mulheres formam um grupo coeso unido pela experiência comum do desfavorecimento, que as mulheres são uma minoria oprimida pelos valores sociais vigentes, que ainda consideram o homem um ser superior. E que o fato da bela Kathryn Bigelow ter levado o prêmio de melhor diretor tem um grande significado político, pois desafia esses tais valores que sempre deram imerecida proeminência e destaque às criaturas do sexo masculino. Pois é, a política, por lidar com o que a espécie humana tem de mais primário, acaba simplificando tudo, reduzindo tudo a esquemas elementares do tipo “homem, portanto opressor, portanto inimigo”, “mulher, portanto oprimida, portanto amiga”. Como costuma dizer aquele cara, Eduardo Haak, política é coisa de gentalha. E essa querida amiga está longe, muito longe de poder ser definida com um substantivo torpe como esse. É uma mulher inteligente, eventualmente até mesmo brilhante. Se não fosse o caso, não me daria ao trabalho de gastar minha preciosa ironia com ela. O que eu quero deixar muito claro com esse falatório todo é que, se há algo que a vitória de Kathryn Bigelow prova, é que o gênio e o talento sempre formaram uma classe aristocrática indiferente a gêneros sexuais, mulheres ou homens. Mulheres de gênio e talento sempre tiveram a projeção merecida, vide Cleópatra, Madame Curie, Dercy Gonçalves, Margareth Thatcher, Eva, Indira Ghandi, Benazir Bhutto, Elisabeth II, Joana D´Arc, Martha Argerich, Daphne Du Maurier, Pina Bausch, Meredith Monk, Cacilda Becker, Katherine Mansfield. E que tentar transformar um triunfo individual – de Kathryn Bigelow – numa suposta vitória política de uma coletividade – de “nós, as mulheres” – é uma operação fraudulenta.
E, no fundo, também cruel, pois dá a entender a qualquer pobre-coitada que ela pode reivindicar um papel de grande destaque no mundo pelo simples fato de ter uma grande quantidade de estrógeno e progesterona circulando nas veias. (E sempre haverá pessoas prontinhas para estimular e explorar essas criaturas iludidas, dizendo, por exemplo, a qualquer desequilibrada que se junta a uma “associação de escritoras” e que se põe a rabiscar frases soltas num papel que ela é, sem sombra de dúvida, uma sucessora da Virginia Woolf.) Sim, o feminismo, além de primário e mentiroso, também é altamente cruel.


Fonte: http://www.itodas.com.br/amor-e-sexo/viva-as-mulheres-abaixo-o-feminismo/

Lógica Feminista

As feministas são incapazes de raciocinar com lógica. Todas as argumentações das feministas são facilmente desmontadas usando a lógica racional. Elas usam de mentiras, falácias, falsos silogismos, ameaças, truques de retórica, trapaças verbais, chantagem emocional etc, etc para fazerem prevalecer seus pontos de vista supremacistas sobre os homens.
Mas uma das trapaças mais usadas pelas feministas é o raciocinio indutivo. Na dedução o raciocínio parte do geral e/ou unviersal para o particular, na indução vai do particular para o geral. Um exemplo de Dedução: de "todos os homens são mortais" (uma afirmação de caráter geral), podemos deduzir que "Sócrates é mortal" (uma afirmação particular).
Um exemplo de Indução: quando percebemos que "João morreu", "Maria morreu", "Pedro morreu", e todos os outros seres humandos morreram (ou seja de várias constatações individuais), podemos concluir que "todos os seres humanos são mortais" (afirmação geral).
Em geral, embora isso não seja tão certo quanto parece, a indução é o processo mais natural das ciências empiricas. Por isso um pouco mais sobre ela:
Chama-se Indução ou Conclusão indutiva a passagem de um conjunto finito de casos para um conjunto maior, eventualmente infinito, de casos. Ou: da constatação de casos singulares para a afirmação de uma lei geral. O método indutivo consiste na obervação de casos particulares para o estabelecimento de hipóteses de caráter geral.
Conclusões Indutivas são perigosas, pois generalizações de premissas verdadeiras podem levar a uma falsa conclusão. O primeiro a perceber o caráter incerto de conclusãos indutivas foi Aristoteles, mas o primeiro a formulá-lo de forma mais precisa foi David Hume (1711-1776).

Para Humes, a formulação do problema acentua o caráter temporal das induções: De afirmações sobre o passado e o presente não podem ser deduzidas prognoses absolutamente seguras sobre o futuro. Ou seja, mesmo que todos os cisnes até hoje observados sejam/tenham sido brancos, não se pode afirmar com absoluta convicção que todos os cisnes sempre serão brancos. Um exemplo mais humorístico oferece Bertrand Russell: um peru que todas as manhãs recebia ração estaria errado ao supor que no dia 24 de dezembro também receberia ração: neste dia ele foi para a panela.
No entanto, apesar de todas as falhas do raciocinio indutivo, é justamente esse tipo de raciocinio que as feministas mais usam para defender seus pontos de vista irracionais. Prestem bem atenção em como as feministas agem. Quando elas são confrontadas com um assunto sério, como o da Marcha das Vadias destruindo símbolos religiosos, elas simplesmente não respondem nenhum questionamento sobre isso, mas mudam de assunto. A tática preferida delas é pegar o testemunho na forma de uma carta, de alguma mulher que sofreu muito no casamento, ou que foi muito infeliz ao lado de um homem. Elas destrincham páginas e mais páginas do rosário de lágrimas que é a vida da pobre mulher ao lado do marido mau e machista. Ela conta como as lágrimas rolavam dos seus olhos, escorriam pela face e caiam no chão. Uma verdadeira tempestade em copo dágua. Mas, exatamente como toda novela mexicana com finais felizes, toda carta de testemunho feminista termina com a mulher se divorciando do marido-machista-mau e então todos os problemas dela se resolveram como milagre. Ela nunca foi tão feliz quanto depois de ter dado o chute na bunda do marido. Esses testemunhos são tão parecidos entre si, que até parecem ser inventados. Mas mesmo que sejam reais, o fato é que o testemunho em si é uma trapaça para defender os pontos de vista feministas. Porque o que hipoteticamente deu certo para uma feminista que chutou o marido; não dará certo para outra mulher que leia aquele relato. Talvez, uma mulher bonita, com trinta e poucos anos possa até se separar do marido e conseguir se casar de novo com um homem bonito e bem sucedido. Mas a verdade é que quanto mais o tempo passa para a mulher, mais dificil será para ela encontrar um bom partido para se casar. Se a mulher for feia e gorda então, o mais certo é que ela se separe do marido professor e depois não consiga mais se casar nem com o lixeiro desdentado.










Outra coisa que me intriga nesses relatos da esposa-vitima-coitadinha é que ela namorou com o cara, ficou noiva e depois se casou e não percebeu que o cara era um crápula durante todo esse tempo. Só depois do homem ter assinado o contrato de casamento e ter se prendido juridicamente à mulher, sendo legalmente obrigado a pagar a ela uma pensão alimenticia em caso de divórcio, só depois disso, a mulher percebeu a canoa furada que era o casamento que ela embarcou.
Mais uma caracteristica interessante das feministas é que, ao contrário do ânus, elas consideram o casamento como uma via de mão única, onde só importa o que a mulher sente e deseja. Se o homem está infeliz no casamento, se o homem se sente oprimido pela esposa, isso não tem a menor relevância para as feministas, afinal, só importa o que ELA sente.
Essa é a estratégia do sentimentalismo sobrepujando a razão. Um caso particular de alguma mulher, se transforma na regra geral que as feministas querem que todas as mulheres sigam: Sempre se divorcie do seu marido machista. O pior disso tudo, é que as mulheres têm uma inclinação para acreditar em qualquer baboseira sentimentalista e irracional. Basta vermos o sucesso que as revistas sobre astrologia e previsões dos signos têm entre elas. Astrologia é uma farsa, não é real. Como alguém pode acreditar que o movimento de uma estrela a milhões de anos-luz de distância da Terra vai influenciar de algum modo o seu namoro ou casamento aqui? Isso é tão ridiculo, mas as mulheres são atraídas por essas falsas idéias chamativas, assim como a mariposa é atraída para a luz, mesmo que isso signifique a sua morte. Só posso atribuir a isso o sucesso que uma ideologia tão ridicula, irracional e comprovadamente falsa como o feminismo, faz entre elas.

Uma boa notícia da Rússia: russos fazem agenda gay retroceder em seu país

Uma boa notícia da Rússia: russos fazem agenda gay retroceder em seu país
Dr. Scott Lively
Boas notícias envolvendo a frente de batalha homossexual são uma raridade hoje, e até mesmo quando conseguimos uma boa notícia, a vitória é geralmente na forma de uma demora no avanço de uma meta homossexual particular em vez de uma derrota clara da agenda deles.

O que é mais raro de tudo é uma notícia mostrando que a agenda homossexual realmente teve de retroceder. Mas nesta semana, recebemos essa boa notícia sobre a Rússia, que acabou de aprovar uma lei que criminaliza a propaganda homossexual nessa nação. Parece que a maioria de nós não recebeu essa notícia, pois a cobertura foi de fraca a quase invisível, pelo fato de que os grandes meios de comunicação não estão ainda conseguindo imaginar um jeito de manobrar isso para a vantagem dos ativistas gays (mas fique de olho nas muitas notícias que virão sobre ativistas “inocentes” — isto é, provocadores profissionais estrangeiros — sendo “brutalmente” reprimidos pelas autoridades russas — embora jamais mencionem uma única palavra sobre como as políticas públicas da Rússia preservam a sociedade com base na família e evitem a violenta desintegração moral que está ocorrendo no Ocidente.)
Francamente, fiquei sabendo da notícia só quando um canal de TV da Rússia telefonou para mim pedindo minha opinião. A equipe do canal viajou ontem de tarde para fazer a entrevista comigo e me deu os detalhes. Eles fizeram contato comigo por causa de uma reportagem da Associated Press em que eu havia sido entrevistado antes do final da aprovação da lei. Ao que parece, o presidente Putin sancionou a lei em 1 de julho.
Estou muito contente com as vitórias, que foram poucas, em meus 25 anos de ministério nas linhas de frente nesse campo de batalha. Por isso, é uma satisfação enorme eu ter desempenhado um papel, ainda que pequeno, na promulgação dessa lei. A proibição de propaganda homossexual foi uma das poucas políticas específicas que defendi em minha turnê em 50 cidades da ex-União Soviética nos anos de 2006 e 2007. O que é fascinante é que a primeira versão dessa lei em nível local foi na cidade de São Petersburgo, onde divulguei minha Carta ao Povo Russo em outubro de 2007 quase que no fim da turnê. (A Carta ao Povo Russo está neste artigo: A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos.)
Aqui nos Estados Unidos não seria possível aprovar tal lei hoje, por causa da Primeira Emenda da Constituição que vem sendo interpretada de forma torcida em décadas recentes pelo Supremo Tribunal dos EUA. Os Fundadores dos Estados Unidos não teriam tal problema, mas “liberdade de expressão” hoje significa discurso pró-homossexualismo (bem como tais “importantes” formas de expressão como strip-tease e pornografia infantil), mas discursos que denunciam os muitos perigos da homossexualidade não têm mais proteção constitucional em muitos casos desde o surgimento das chamadas leis de orientação sexual que definem as citações bíblicas contrárias ao homossexualismo e semelhantes discursos “preconceituosos” como discriminação ilegal. Quem teria imaginado que os russos se tornariam campeões mundiais dos valores da família (falando de forma relativa) enquanto os EUA emporcalhariam sua própria constituição para normalizar a perversão sexual?
Acabei de ficar sabendo que o Congresso Mundial de Famílias realizará sua próxima conferência internacional (WFCVIII) em Moscou no próximo ano. Estou me preparando para estar lá.
Gostaria de aproveitar a oportunidade dessa viagem para sugerir jeitos de utilizarmos as políticas públicas russas como referência e promover campanhas para que os outros países adotem essas políticas.
Em honra do que os russos têm feito decidi finalmente publicar nossa versão em russo do livro “The Pink Swastika” (Suástica Rosa) em nosso site.
Enviarei também uma carta de agradecimento e congratulação ao presidente Putin, junto com um exemplar em inglês do meu livro Suástica Rosa.
Encorajo você a divulgar esta notícia sobre esse importante e encorajador acontecimento pró-família.
O Dr. Scott Lively é autor do famoso livro “The Pink Swastika,” que denuncia o homossexualismo da cúpla nazista.
Traduzido por Julio Severo de carta do Dr. Scott Lively enviada a Julio Severo em 6 de julho de 2013.
Nota de Julio Severo: Aproveitando o exemplo do Dr. Lively, por que não fazemos contato com a Embaixada da Federação Russa em Brasília para expressar nosso agradecimento e congratulação pela corajosa lei russa contra a propaganda homossexual que o presidente Vladimir Putin assinou em 1 de julho? Veja como fazer contato com Embaixada Russa:
Por telefone: (61) 3223 3094 ou 3223 4094
Por email: embaixada.russia@gmail.com
Se você mora em Brasília, você poderia pessoalmente visitar a embaixada para lhes dar os parabéns. O endereço da embaixada é: Avenida das Nações, SES, Q.801, Lote A, Brasília, DF.
Expediente: de segunda a sexta-feira
Horário: de 8h30min a 13h e de 15h a 17h30min
Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Mulheres cultas e trabalhadoras ameaçadas por serem contra o feminismo e suas mentiras.

Mulheres cultas e trabalhadoras ameaçadas por serem contra o feminismo e suas mentiras.

Publicado em abril 2, 2013 by Mulheres contra o feminismo
Padrão

Algumas pessoas desconhecem que existem outras mulheres que lutam ativamente contra o feminismo. Sim, este raivoso movimento que mente nos representar possui outras mulheres contra ele. Existe esta falsa propaganda feminista na sociedade como se toda mulher devesser ser feminista, pois de algum modo devemos algo a ele e isto é coisa de mulher”moderna” pois o feminismo “promete o futuro”. Esta pressão é muita usada por feministas que deixam a entender serem as “verdadeiras defensoras” da verdade sobre serem mulheres e o papel da mulher na sociedade segundo as feministas. Tudo é propaganda feminista. Uma mentirosa propaganda. Este post tem o objetivo de enfatizar que existem MUITAS outras mulheres contra o feminismo e que nunca devemos nada a ele. Estas outras mulheres foram ameaçadas como também fomos e também foram censuradas pelos movimentos feministas. Liberdade, respeito, igualdade? Puras mentiras feministas da ditatura feminista hoje existente no Brasil. O movimento feminista é uma ditadura que censura e condena quem discorde delas. Todas as outras mulheres abaixo aqui sofreram com isso também.


Erin Pizzey: trabalhadora social inglesa que possui um tradicional abrigo para homens e mulheres que sofrem de abusos domésticos. Erin é uma ex-feminista e decidiu abandonar as feministas por notar a verdade escondida embaixo dos movimentos feministas que usavam de falsa propaganda como “amor, igualdade, paz, liberdade etc” e outras mentiras do mito paz e amor para outros fins. Erin descobriu que mulheres abusam de homens e violentam homens fisicamente ou psicologicamente semelhante a homens que maltratam mulheres. Isto na época foi algo novo que fugia do conto feminista que homens sempre maltratam mulheres. Erin descobriu que ambos os sexos podem ser violentos e podem gerar crianças violentas em um ciclo vicioso o que é perigoso para todos. Erin quis falar a verdade mas foi censurada pelo movimento feminista que era feliz com a verdade oculta, pois neste ciclo vicioso a estrutura familiar era arruinada, tendo o homem sempre como culpado. Além disso, o movimento feminista lucrava com esta mentira por desviar incentivos financeiros do governo para fins feministas, sempre tendo o homem como culpado. Casos de injustiça eram considerados justiça por politacamente correto. Por falar a verdade, Erin sofreu ameaças de morte por parte das feministas, teve o seu cachorro morto e precisou mudar de continente por motivos de segurança.


Esther Margareta Katzen, mais conhecida como Esther Vilar: escritora, mais conhecida pelo seu livro de 1971, O Homem Domado, e suas continuações, que argumentam, ao contrário da retórica feminista e dos direitos femininos, que as mulheres em culturas industrializadas não são oprimidas, e que ao invés disso exploram um sistema bem estabelecido de manipulação dos homens. Nele, ela alega que as mulheres não são oprimidas pelos homens, mas os controlam em um relacionamento que é vantajoso à elas mas no qual a maioria dos homens não tomam ciência.

Debateu com gurus feministas que a ofenderam sem refutar os seus argumentos. Pelas as controvérsias em torno do livro sofreu ameaças de morte de grupos feministas.

Algumas das estratégias descritas no livro e usadas pelas mulheres segundo a autora são: atrair homens com sexo, usando estratégias de sedução; Usar o elogio para controlar homens administrando-o com cuidado; Usar chantagem emocional como meio de controlar os homens; Uso de amor e romance como um pretexto para disfarçar suas intenções e motivos reais.


Michele Elliott- Mestre em psicologia, autora, professora e trabalhadora social especializada em crianças. Em 1992, Elliott publicou seu livro “Abuso Sexual de Crianças Feminino, o último tabu “, o primeiro livro a abordar a questão do abuso sexual por mulheres. O livro foi bem recebido pelos profissionais e organizações. Mike Lew descreveu como” um trabalho importante e desafiador “, ajudando a” forjar uma nova compreensão das questões “. Doody anual afirmou que era” um livro extremamente valioso para todos os profissionais, e isso aumenta muito o estado atual do conhecimento, ou a falta que conhecimento, que pode ter uma profunda influência sobre o desenvolvimento da sobrevivência e recuperação “.

Trabalho de Elliott em expor a questão da pedofilia feminina também resultou na hostilidade de feministas que quiserem censurar o livro como fizerem com outros casos de mulheres que falavam a verdade contra a “verdade feminista”. Ao divulgar Abuso Sexual de Crianças Feminino Elliott organizou uma conferência em Londres sobre o abuso sexual por mulheres e sofreu ameaças. Depois de publicar o livro Elliott foi sujeita a um “dilúvio” de mensagens de ódio das feministas.


Christina Hoff. Christina Hoff Sommers é uma autora americana e ex-professora de filosofia que é conhecida por sua crítica do feminismo do final do século 20, e seus escritos sobre o feminismo na cultura americana contemporânea. Seus livros mais discutidos sãoWho Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women e The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men. Christina fala sobre a desinformação muitas vezes proposital sobre a violência doméstica contra a mulher, a raiva de feministas contra homens, violência doméstica contra os homens/ meninos e sobre dados manipulados pela mídia feminista.


Karen Straughan (Girl Writes That). Vlogueira e blogueira que desmascara as feministas e os dogmas feministas como “cultura do estupro”, “homens ganham mais”, “homens isso, aquilo”, “mulheres sempre foram vítimas do sistema”, etc. Ela questiona o mundo visto pelas feministas e os reais motivos do movimento feminista. Também sofre ameças por partes das feministas que em geral sempre repetem a mesma conversa.



Suzanne Wenker é vice-presidente do Centro de Política Casamento e autora de quatro livros, incluindo How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage) (February 2013), The War on Men (February 2013, eBook only), The Flipside of Feminism (2011), and 7 Myths of Working Mothers (2004).

Suzanne é uma colaboradora freqüente do Fox News.com e tem escrito extensivamente sobre política, educação de filhos, e a influência do feminismo na sociedade americana. Seu trabalho foi publicado no New York Post, St. Louis Post-Dispatch, Parents.com, Human Events, National Review Online, e CNSnews.com. Além disso, Suzanne apareceu no ABC, CNN, FOX, C-Span, e outros canais, bem como de programas de rádio de todo o país.

Seu primeiro livro, 7 Myths of Working Mothers, argumenta que as crianças e carreiras exigentes são incompatíveis. O Flipside of feminism, lançado em 2011, é uma conta explosiva dos danos deixados na esteira do movimento feminista. Seu original de e-book, The war on men, é um olhar, concisa autoritária no mito da igualdade de gênero. E seu mais recente lançamento, How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage), lança um olhar duro para a revolução sexual e incentiva as mulheres a rejeitar o roteiro cultural têm sido vendidos sobre o amor, o sexo, os homens eo casamento.


Ayn Rand.Nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, de origem judaico-russa , em 1905, Ayn Rand deixou seu país, ao completar 21 anos de idade, rumo aos Estados Unidos, supostamente para visitar parentes, mas, de fato, com a intenção de por lá ficar. Na terra natal, com a revolução russa e a vitória final dos comunistas, sua família de classe-média, que fugira para a Criméia, teve seus bens confiscados e ficou na miséria. Mesmo assim, de volta a Petrogrado, Alissa conseguiu se formar, em 1924, em Filosofia e História na universidade local e, no ano seguinte, 1925, logrou obter permissão para visitar parentes nos EUA, a terra da liberdade, como aprendera nas aulas de história ainda no secundário. Nunca mais retornou. Foi escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa origem, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de “A Nascente” e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por “Vontade Indômita”) e Atlas Shrugged (“A Revolta de Atlas” no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand emigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.

Talyta Caravalho. Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP. Escreveu um texto interessante na Folha de SP (que publicamos aqui no nosso blog) sobre o feminismo no contexto atual e se transformou imediatamente em um alvo por parte das feministas. Feminstas além de repetirem a mesma conversa marxista cultural e a atacarem pessoalmente com argumentos antigos fizeram campanhas contra Talyta. Uma amostra de censura ditatorial feminista.

Kelly Mac. Blogueira que é contra o feminismo por ele atualmente ser praticamente anti-homem. O blog dela é awomanagainstfeminism.blogspot.com



Camille Paglia. Outra mulher dissidente do movimento feminista, Camille faz profundos questionamentos sobre o movimento que diz nos representar. Ela possui uma célebre fase sobre a marcha das vadias: ““Não se chame de vadia a não ser que você esteja preparada para viver e se defender como tal”. Ela também foi entrevistada pela revista ÉPOCA aonde quem quiser pode ler a entrevista aqui. Segundo ela a biologia supera ideologia e isso é uma coisa que bate de frente com a ideologia da seita feminista.

Gertrud von Le Fort. Famosa escritora alemã de romances, poemas e ensaios. Estudou teologia e filosofia. Nasceu em 1876 e faleceu em 1971. Teve a sua face em selos postais como uma homenagem da Alemanha ao seu trabalho.

Feminismo e o homem descartável

O video abaixo dessa mulher, desmascara totalmente o movimento feminista. O Feminismo é um movimento errado, falso, mentiroso, hipócrita e que busca alcançar o poder absoluto para as lésbicas feministas. Só uma mulher muito burra acredita nas falácias e mentiras feministas. Mulheres inteligentes, pensam como a mulher do video abaixo:

Feminismo destruindo a vida de um homem por causa de $13 dólares

Feminismo destuindo a vida de um homem inocente por causa de $13,00 dólares
Vejam só esse video onde três mulheres pegam um táxi e depois de chegarem no destino, para não pagar $13,00 dólares ao taxista, elas saem do carro e gritam para os transeuntes que o taxista tentou estuprá-las e chamam a policia para prender o taxista. A única coisa que salvou esse homem de passar o resto da vida atrás das grades, foi a câmera escondida que filmou toda a armação das mulheres feministas e desmascarou a mentira delas. No Brasil mais de 80% das acusações de estupro SÃO FALSAS. Pensem nos milhares de homens que tiveram suas vidas arruinadas por causa de falsas acusações de estupro das feministas. Vejam nesse video os monstros que as mulheres estão se transformando graças ao feminismo. Para essas mulheres do video abaixo, economizar quatro dólares e cinquenta centavos é mais importante e para isso elas não pensam duas vezes em arruinar a vida de um homem inocente e fazê-lo passar o resto da vida atrás das grades. Percebam que NENHUMA DAS MULHERES defende o taxista e logo depois da primeira começar o escândalo, as outras duas a seguem na farsa para não pagar os $13,00 dólares ao taxista. E mostre esse video para uma feminista e ela ainda vai tentar provar que a vítima desse video, foram as mulheres!!

domingo, 28 de julho de 2013

Slut Shaming: Feministas ficam nuas em lugares publicos

Vejam só outra pobre mulher vítima do patriarcado. A coitadinha está sendo julgada em um tribunal, por algum crime, que certamente ela é inocente, afinal, segundo as feministas, as mulheres SEMPRE SÃO INOCENTES. Então, sem mais nem menos, ela deixa o casaco que vestia cair no chão e fica completamente nua, na frente do juiz, e de todas as pessoas que assistiam o julgamento. Instantes depois os guardas chegam perto dela e pedem que ela se vista de novo, então a mulher enlouquece e começa a xingar os policiais. Ai está o resultado do feminismo: Mulheres totalmente selvagens e fora de controle. E depois, somos nós homens que estamos oprimindo as mulheres e impedindo que elas se expressem livremente.




Vejam só o que essa feminista do video abaixo fez. Ela tirou toda a roupa, ficou completamente nua e começou a passear pela cidade. Pegou ônibus, metrô, andou pela cidade inteira COMPLETAMENTE NUA, na frente de crianças, pessoas idosas e quaisquer um, sem se importar com nada. Ai está a próxima reivindicação do movimento feminista, depois da Marcha das Vadias. Nenhum policial a prendeu; apesar dela estar cometendo o crime de atentado ao pudor. Onde já se viu andar pelada no meio da rua? As ruas das cidades são lugares públicos, onde estão até crianças de quatro, cinco anos de idade. Agora, o feminismo quer exigir que nossos filhos e filhas vejam mulheres vulgares e depravadas andando peladas no meio da rua. Quando é que alguém vai dar um BASTA!!! Nessas feministas?




Mas vocês sabem o que as feministas responderam quando as questionamos sobre os videos acima? As feministas inventaram uma nova palavra:

Slut-shaming
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Slut shaming (ou slut-shaming) é definido como o ato de induzir uma mulher se sentir culpada ou inferior devido a prática de certos comportamentos sexuais que desviam de expectativas tradicionais de seu gênero.1 2 Estes comportamentos incluem, dependendo da cultura, ter um grande número de parceiros sexuais, ter relações sexuais fora do casamento, ter relações sexuais casuais, agir ou se vestir de uma maneira que é considerado excessivamente sexual. Isso geralmente é feito através de xingamentos, bem como de outras formas mais discretas ou disfarçadas. Entre os diversos insultos, pode-se encontrar os termos "vadia", "puta", "biscate", "oferecida", etc. O slut-shaming atua de forma a policiar e restringir a sexualidade feminina e sua expressão, definindo os limites do comportamento sexual aceitável.3


Ou seja: Me desculpem feministas, eu fiz vocês se sentirem culpadas mostrando esses videos? E aqueles outros videos mostrando as feministas enfiando estátuas da Virgem Maria dentro do ânus, no meio da rua, em publico, na Marcha das Vadias, também foi muita opressão da minha parte criticar as feministas de fazerem aquilo no meio da rua. Jamais critique uma feminista ou o feminismo, porque qualquer coisa que as feministas fazem, é certo, e qualquer crítica ao comportamento feminista, é um slut-shaming, uma forma de restringir a sexualidade feminina, de envergonhar as pobres mulheres feministas. Mas vocês feministas já estão vacinadas e prevenidas contra essa minha tática do patriarcado, não? Afinal, vocês se treinaram a vida toda para serem umas sem-vergonha, então, de que vai adiantar o slut-shaming? Mas na verdade, eu tenho que confessar uma coisa para as feministas. Eu sou contra o slut-shaming também. O slut-shaming poderia fazer as feministas se tornarem moderadas, poderia trazer bom senso ao feminismo e, com isso, o feminismo iria sobreviver mais tempo do que merece. Mas eu não quero que o feminismo sobreviva. Eu não quero que o feminismo se torne moderado, nem quero que as feministas tenham bom senso ou se tornem moderadas. Isso seria o mesmo que tentar dialogar com um javali e pedir para ele ficar mansinho. Não, o meu interesse é que o feminismo se degenere, se torne ridículo e histriônico, como as suas líderes. O feminismo é como o Nazismo, não merece sobreviver.  Eu acho que as feministas precisam mostrar ao mundo e à humanidade toda a sem-vergonhice que caracteriza o feminismo. A Marcha das Vadias é a maior prova que eu estou certo ao criticar o feminismo e vocês feministas estão organizando outras Marchas das Vadias, andando peladas em várias cidades, só fazendo propaganda do acerto de cada critica que eu fiz e faço ao feminismo. 
O padre Jesuíta Espanhol Baltasar Gracián escreveu certa vez, que "o inimigo é mais útil ao sábio, do que o amigo ao tolo."
A Marcha das Vadias está sendo muito útil para eu provar todas as minhas teses anti-feministas. Eu sei e tenho certeza de que a Marcha das Vadias é o caminho certeiro para a destruição do feminismo. Portanto, eu incentivo mesmo as feministas a irem cada vez mais na direção do abismo da obscenidade da Marcha das Vadias. E não tenho o menor receito de revelar essa minha conspiração aqui, porque eu conheço muito bem as feministas e sei que mesmo que suas líderes leiam o que escrevi, ainda assim elas jamais vão parar com sua marcha rumo ao abismo. Muitos generais tentaram colocar bom senso e juízo na cabeça do Hitler e tentaram convencê-lo a não atacar a URSS; mas o Hitler era um fanático, como as feministas e caminhou na direção do abismo, mesmo diante de sábios conselhos de moderação. 
O Feminismo está com os dias contados. A grande pergunta não "Se" o Feminismo será derrotado ou não; mas sim "Quando" nós conseguiremos varrer o feminismo da face da Terra. Se me permitem um pequeno exercicio de futurologia, eu acredito que em menos de 20 anos nós varreremos o feminismo da face do Brasil e em menos de 40 anos teremos destruído o feminismo em todo o planeta. E isso numa estimativa muito conservadora, porque sinceramente, eu creio que vai levar muito menos tempo do que isso para exterminarmos com o feminismo da face da Terra.

Reajam contra a Marcha das Vadias.

ACONTECEU NA MARCHA DAS VADIAS
Uma das acções mais nojentas e de teor altamente polémico foi o facto das feministas terem usado a imagem da Virgem Maria como objecto sexual. (Irónico que um movimento que se diz "representar" e "defender" as mulheres desrespeite de tal forma uma das mulheres mais amadas da História da Humanidade, mas de certo que a ironia lhes passará ao lado).
Depois disto, e porque ainda era cedo para ir para casa, as feministas partiram imagens e cruzes
Por fim, uma das feministas agarrou no que sobrava duma cruz, colocou um preservativo sobre ele e enfiou-o no ânus do parceiro de encenação. Isto foi demais para alguns manifestantes (porque partir estátuas ainda era aceitável) e como tal, eles ficaram genuinamente chocados com tal nojeira feminista.
Uma das feministas presentes neste evento anti-Cristão afirmou que colocaria uma máscara para não ser reconhecida visto que receava represálias no emprego. Mas se o que ela estava a fazer era assim tão nobre, para quê recear represálias?

'' Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal ato assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho."
Marcha das Vadias: Enfiando estátua da Virgem Maria dentro do ânus, no meio da rua


Marcha das Vadias: Feminista ajuda a enfiar estátua da Virgem Maria no ânus do amigo feminista

Marcha das Vadias: Depois de quebrarem diversas imagens católicas, feminista enfia uma estátua da Virgem Maria dentro do ânus do amigo manifestante. ISSO É O FEMINISMO.





Marcha das Vadias destruindo símbolos religiosos cristãos.

sábado, 27 de julho de 2013

Ativistas homossexuais que são defensores públicos da pedofilia:

Ativistas homossexuais que são defensores públicos da pedofilia:

Peter Tatchell - Uma das lideranças mundiais pró-pedofilia. Esse senhor acha que com 14 anos qualquer criança está apta para ter relações sexuais e assumir as responsabilidades. A frente a ONG OutRage! ele trabalha para educar as crianças na vida sexual antes disso, isto é, com 9 anos. Dando aulas e exercícios sexuais para elas na escola e pré-escola! Amigos, o que ele pretende não é aula teórica (o que já seria um absurdo). Ele quer iniciá-las na prática do descobrimento sexual na escolinha. Digam-me se essa postura é aceitável em qualquer mundo possível.

Luiz Mott – É professor de antropologia na UFBa e fundador do grupo pró-homossexualidade mais poderoso do país, o GGB – Grupo Gay da Bahia. Como se pode ler no blog de Jael Saveli, em uma troca de emails entre ele e um senhor chamado Leo, Luiz Mott afirma que pedofilia e Diversidade Sexual são “perfeitamente” associáveis. Além disso, em um texto que revela seu desejo ilegal (Meu menino ideal) – já que a pedofilia é ilegal – o professor confessa seu desejo torpe de possuir menininhos.

Obviamente, não se pode – nem é desejo deste texto – afirmar que todo homossexual é pedófilo só porque alguns movimentos, em nome de todos, entra com leis e faz pressão às ocultas para que a pedofilia seja legalizada. É necessário, porém, reconhecer que onde há a tentativa de redução da maioridade sexual ou da extinção do crime da pedofilia se verificou que está um homossexual ativista.

Thomas Sowell acaba com feminista defensora do racialismo e das cotas

Como são as feministas

Como funciona o raciocinio feminista








Homossexualismo e a Ideologia Gay

Como as bruxas feministas manipulam o significado das palavras

Uma das trapaças mais comuns usadas pelo feminismo e pelas mulheres é redefinir o significado de palavras, invertendo seus valores e suas cargas negativas e positivas. O recente golpe feminista de redefinir a palavra "Vadia", através das Marchas das Vadias, para significar algo positivo e desejável é apenas mais um, de uma série de processos de perversões linguisticas e inversão de valores que as mulheres estão impondo à sociedade há décadas.
Uma das primeiras palavras que elas manipularam foi a palavra "machismo" e fizeram com que ela tivesse uma conotação negativa, quase o sinônimo de um palavrão, sendo usada apenas quando se quer ofender algum homem desafeto. Sociedade Patriarcal, saúde reprodutiva, questões de Gênero, vadias, dentre muitas outras, são palavras que as feministas usam, redefinindo seus significados, para tentar, dessa forma, anular qualquer oposição ao feminismo. Outra palavra que elas inventaram para destruir a oposição ao feminismo, é a palavra femismo, que elas dizem significar o movimento supremacista feminino e elas dizem para não confundir com o "feminismo", que é o movimento "bom" e justo segundo elas. No entanto, não existe a palavra "femismo" nos dicionários. Essa é só mais uma palavra que elas inventaram para manipular as pessoas. Outra palavra que elas usam é "Mascus" em um tom pejorativo, para se referir aos masculinistas, afinal, qualquer um que se oponha ao feminismo é um bosta, segundo as feministas, e merece ser xingado. Mas muitas vezes, as feministas não inventam uma palavra nova; mas elas pegam uma palavra que já existe e começam a usá-la com outro significado, para tentar forçar as pessoas a aceitar o novo ponto de vista. Assim, elas transformaram a palavra Patriarcal, machista, homem branco, em sinônimos de palavrão. E, em contrapartida, elas transformaram as palavras bruxa, vadia em sinônimo de elogio.
Recentemente, nós podemos nos lembrar da famosa escritora britânica J.K. Rowling, que redefiniu o significado de bruxaria, bruxos e bruxas, fazendo a sociedade acreditar que ser uma bruxa é algo positivo, bom e desejável. 
Vejam as imagens abaixo, sobre como era a imagem das bruxas ANTES da manipulação feminista da palavra:




Então o movimento feminista promoveu os livros de Harry Potter e a escritora J.K Rowling e conseguiu redefinir a imagem que a sociedade tinha das bruxas. Agora, quando as pessoas pensam em uma bruxa, a imagem que vêm à cabeça delas são as imagens abaixo:






 






Qual é a consequência dessas redefinições de significados das palavras? São muito profundas. Primeiro, que fazendo isso, as feministas pegaram o touro pelos chifres e conseguiram sufocar quaisquer questionamentos ao feminismo, antes mesmo deles terem sido elaborados, pois elas constantemente mudavam de forma e confundiam as pessoas, ora dizendo que o feminismo radical não era feminismo; mas femismo, ora rotulando os incipientes questionamentos como preconceito "machista", intimidando os homens de questionar os pressupostos feministas. E mesmo quando algum homem corajoso conseguia romper as barreiras, censuras e perseguições feministas e conseguia fazer alguma pequena critica ao feminismo, então as feministas adotavam o plano de contingência de redefinir o significado da palavra. Foi isso que o feminismo fez com a Marcha das Vadias. Um policial do Canadá, que já estava de saco cheio das ladainhas feministas, declarou que se as mulheres não quisessem ser estupradas, elas deveriam parar de se vestir como vadias. Foi só isso que ele disse, mas o movimento feminista jamais iria deixar uma critica passar sem punição, e então as feministas de todo o mundo organizaram várias "Marchas das Vadias" onde elas tentaram redefinir o significado da palavra Vadias, pois, se vadias fosse um elogio, elas poderiam pegar a declaração do policial canadense e transformá-la em um elogio ao feminismo. Percebem aqui a ditadura feminazi em ação? Vivemos um totalitarismo feminista que não admite a menor critica ao feminismo. Os homens não tem direito de criticar o feminismo. Os homens precisam abaixar a cabeça, se ajoelhar diante das mulheres e deixar elas cortarem fora nossas bolas, deixar elas nos cornearem, nos humilharem, nos roubarem, nos transformarem em gays e travestis e depois elas ainda querem que façamos operação para mudança de sexo, cortando fora os nossos pênis, nos transformando todos em gays ou em travestis. Em resumo, é isso que o movimento feminista defende. Quer dizer, o feminismo "moderado", porque o feminismo "radical", das seguidoras do Manifesto Scum da Valerie Solanas, pregam o extermínio de todos os homens da face da Terra. Ódio de gênero puro e do mais baixo nivel. Isso é que é o feminismo.

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