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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Feminismo só quer fugir do sofrimento

Existe um problema que é comum a todos os seres humanos, de todas as épocas e países: O problema do sofrimento. Todas as pessoas na Terra sentem algum tipo de dor, seja física ou moral. Por ser um problema tão universal, todos querem achar a solução para o problema da dor, fugindo ao sofrimento. Mas o terreno da nossa humanidade é tão fértil, que essa planta sempre brota, que a mão das feministas não cessa de arrancar. O renascer perene dessa angústia surpreende a mulher com aspectos novos, iludindo-lhe constantemente a vigilância. Elas conseguiram a igualdade com os homens no mundo do trabalho, conseguiram anticoncepcionais, direitos e privilégios especiais que o feminismo deu a elas. Em muitos países elas já legalizaram o aborto e em outros já legalizaram até o infanticidio, podendo matar seus próprios filhos, mesmo depois deles nascerem com vida. Mas ainda não está bom, elas sentem no íntimo que algo continua errado, porque elas continuam sofrendo e sentindo dor, solidão, angústia. Então, na sua infantilidade feminina, e no seu ódio irracional contra os homens elas concluíram que o sofrimento que elas sentem só pode ser culpa dos homens que sobraram. Coitados dos homens modernos. Eles se desdobram em mil, viram a si mesmos pelo avesso, correm feito desesperados para conseguir qualquer migalha de aprovação feminina; mas as mulheres modernas só os vêem como um macaco sujo, estuprador e repugnante. O amor é recompensado com o ódio feminista.
De fato, a melhor solução para qualquer tipo de sofrimento seria o que não só extinguisse esse mal, mas, em lugar dele, fizesse surgir um bem. É exatamente isso que realiza o pensamento iluminado pela fé. É algo admirável. A dor repugna à natureza; é a coisa mais comum que existe a aversão ao sofrimento. A fé, porém, consegue fazer calar a natureza diante da dor; consegue mais ainda: consegue que ela abrace a dor com alegria. Isso é muito superior ao que conseguiram os estóicos, e infinitamente melhor do que os insensibilizados pelos entorpecentes corporais ou morais. Não se trata de anestesiar a sensibilidade. Pode ser que, fisicamente, seja possivel tornar os tecidos menos sensíveis ao cansaço e à dor. Mas o que verdadeiramente importa é sofrer em paz, por amor de Deus, e não eliminar o sofrimento. Como alguém pode achar que a solução para o sofrimento está no que o feminismo acredita? Em jogar todas as dores e desgostos do mundo nas costas dos homens, ao mesmo tempo que embota, caleja, insensibiliza e embrutece a consciência das mulheres? É verdade que a consciência calejada, faz sofrer menos que a delicada, porém; é também um embrutecimento. Se a uma feminista de consciência embotada os remorsos não fazem sofrer, o desgosto e o desespero por vezes a tornam uma desgraçada. Não sofrer, porque a consciência já não registra o mal feito, não é gozar da paz, que não pode residir em um coração insensibilizado pela culpa. A paz supõe a boa consciência e não a consciência entorpecida, a consciência adormecida ou morta. E faltando a paz, que felicidade as feministas podem ter? Quando se ama e abraça o sofrimento, por espírito de fé, sente-se a compunção: a alma se penitencia.
As feministas que tentam repelir o sofrimento tem a ilusão de poder afastá-lo de suas vidas, mas elas só conseguem torná-la mais cruciante. Ao contrário, a mulher religiosa, de fé, que se conforma com seu sofrimento, por isso mesmo lhe diminui o peso.
As feministas acostumaram-se a fugir do sofrimento. Logo que se iniciava o combate tratavam de desertar. O namorado era bondoso e queria ter filhos? Elas tudo fazem para sabotar o relacionamento ou abortar a criança. Mas nessa fuga constante elas se tornaram insofridas, incapazes de enfrentar as realidades da vida. Uma idéia menos prazerosa aparece na frente delas, logo a repelem apavoradas. Uma dor incipiente era logo combatida com o maior empenho. O menor desconforto era evitado. As feministas que fogem do sofrimento e da dor são sempre infelizes, porque vivem sempre a fugir, ou a culpar homens inocentes, já que o sofrimento aparece espontaneamente na vida delas e de todos os seres humanos. A dor é como parte integrante do nosso ser, de modo que elas são fugitivas de si mesmas. 
Portanto, as mulheres não deveriam se esforçar tanto para evitar as provações, pois elas são inevitáveis. Talvez, o máximo que elas possam conseguir seja trocar uma dor, por outra; mas a troca em nada te aproveitará. Não ter filhos e abortá-los pode te dar uma folga financeira atual; mas ao mesmo tempo tornará tua vida vazia e sem significado. Não estamos falando que é proibido procurar alivio do sofrimento, nem mesmo que você não deveria evitar alguma dor. Mas não se deixe dominar pelo medo, nem pela preocupação de evitar todos os sofrimentos. O sofrimento é muito útil e você se tornará um ser humano completo apenas se você sofrer. Uma mulher que nunca sofre e só tem prazer, festas e baladas na vida, se torna uma tirana, uma assassina de bebês, uma feminista do Femen. O feminismo promete as mesmas mentiras que outras ideologias antes dele prometiam: Sigam o movimento, nos ajudem a destruir o inimigo (os homens) e depois disso todos nós seremos felizes. Onde está o paraíso nazista, ou o paraíso comunista que iludiu milhões de pessoas? Como alguém pode ser tão tola a ponto de acreditar que o Feminismo seria capaz de trazer felicidade para as mulheres?

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