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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A farsa da cultura do estupro

Mais de 80% das denúncias de estupro SÃO FALSAS. Mas mesmo assim, 100% dos homens denunciados, são presos e têm suas vidas arruinadas. Essa é a maior vitória do Feminismo.







Ela confessou que mentiu, disse que não foi estuprada; mas vejam só o que aconteceu com o pastor, mesmo assim:

Pastor Marcos Pereira foi julgado por estupro e aguardará sentença da justiça – Confira
julho 1, 2013 Por (nome do autor) inforgospel.com · 39 Comentários
Arquivado em: Informações Gerais


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O líder da Igreja evangélica ADUD pastor Marcos Pereira esteve na tarde desta 2ª feira(01/07) em audiência na 2ª Vara Criminal de São João de Meriti respondendo por suposto estupro em 2006. A vitima confirmou as acusações e o caso vai para alegações finais e depois sentença. - Confira e comente…
O pastor Marcos Pereira na tarde deste dia 01/07 compareceu na audiência de instrução e julgamento do processo que responde por estupro de uma fiel da Igreja a qual é líder em São João do Miriti baixada fluminense/RJ. Segundo o Tribunal de Justiça do RJ informa o suposto crime ocorreu no ano de 2006.
O pastor foi preso no começo de maio/2013 quando foi denunciado pelo Ministério Publico por dois estupros, o qual uma das vitimas de estupro retirou a queixa contra o pastor na 1ª audiência dia 17/06/13 na 1ª Vara Criminal de São João de Meriti. Ele também é investigado por homicídio, associação ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.


Nas Varas de Família da capital, falsas denúncias de abuso sexual podem chegar a 80% dos registros



Thamyres Dias
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Enquanto muitas crianças vítimas de violência sexual sofrem sem conseguir denunciar o agressor — como aconteceu com a apresentadora Xuxa — dezenas de registros de falsos abusos chegam à Justiça anualmente. Nas 13 Varas de Família da capital, por exemplo, 80% das denúncias são falsas, afirma a psicóloga do TJ Glícia Barbosa de Mattos Brazil.
— Na maioria dos casos, a mãe está recém-separada e denuncia o pai para restringir as visitas — conta Glícia, responsável por entrevistar as famílias e as crianças para tentar descobrir a verdade.
A especialista explica que a invenção muitas vezes é discreta. O adulto denunciante vai convencendo a criança aos poucos de que a agressão realmente aconteceu. Mas, com as técnicas adequadas, a mentira é descoberta. O processo de entrevistas dura cerca de dois meses e envolve de cinco a oito entrevistas.
Na Vara da Infância e Adolescência de São Gonçalo, a realidade é parecida: cerca de 50% dos registros de abuso sexual são forjados, conta o psicólogo Lindomar Darós.
— Quando a criança é muito pequena, tem dificuldade para diferenciar a fantasia da realidade. Se repetem que sofreu o abuso, aquilo acaba virando uma verdade para ela — explica Darós, que também faz parte do Conselho Regional de Psicologia (CRP).
Essa "verdade" provoca tantos danos psicológicos à vítima quanto um abuso sexual verdadeiro, afirmam os especialistas. A criança pode crescer com baixa autoestima, ter dificuldades na escola e problemas de relacionamento.

Proteção para a criança

Quando X. foi acusada de ter abusado sexualmente do neto, em 2003, o convívio dela com a criança de três anos foi proibido judicialmente. Somente quando o menino completou sete anos - e X. foi inocentada -, ela voltou a recebe-lo em visitas de 15 em 15 dias. Os laços entre os dois, porém, nunca foram recuperados.
— Hoje, ele tem 12 anos e virou um menino arredio, sem amiguinhos. Quando vai ficar com o pai, não quer sair, não quer ir ao cinema, andar de bicicleta, nada — conta X.
Na história de X., a autora da falsa denúncia foi a própria mãe do menino, que continua com a guarda da criança. Em alguns casos, porém, o juíz pode determinar a inversão da guarda e até processar o falso denunciante, explica a promotora da Vara da Infância e Adolescência Patricia Pimentel Ramos.
— O caluniador pode ser processado, mas o ideal é que não seja completamente retirado do convívio da criança. Ela deve ser protegida e não punida pelo erro do adulto — defende Patricia.
O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê ainda multa de três a 20 salários mínimos e obrigação de realizar tratamento psicológico para quem faz uma falsa denúncia desse tipo.
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/nas-varas-de-familia-da-capital-falsas-denuncias-de-abuso-sexual-podem-chegar-80-dos-registros-5035713.html#ixzz2bmH44Pog


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