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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A MARCHA DAS VADIAS E A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

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Movimento em prol das mulheres ou contra as mulheres?

A MARCHA DAS VADIAS E A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
 
Artigo NÃO é recomendado para menores de 18 anos. Neste artigo, destacam-se: cenas fortes, atentado violento ao pudor, nudismo e palavras de baixo calão que ofendem e denigrem a fé cristã entre outras religiões, frases de ódio ditas pela marcha das vadias entre outras imagens e frases ofensivas. Recomendamos cautela.
A "Marcha das vadias" não passa de um movimento para as "mulheres" lutarem por promiscuidade, vem chocando e ofendendo pessoas. Enquanto o Papa pregava a fé, a tolerância, o respeito e o amor propriamente dito, estas "mulheres" destruíram a imagem de Nossa Senhora, simularam sexo com o crucifixo e hostilizaram os cristãos.
Mulher não é mercadoria, mas esta marcha propõe, em forma de dicotomia, exatamente isso. Que a mulher seja vista como uma mercadoria em que você possa fazer sexo, sumir no dia seguinte que elas dão conta do “recado”. Se engravidar, ela aborta, se for contaminada com AIDS, hoje mesmo ela contaminará alguém, afinal, o corpo é delas e elas o usam da forma que bem entendem, inclusive contaminando pessoas com doenças sexualmente transmissíveis. A senhora gostaria que seu filho se relacionasse com uma “mulher” dessa? Que esta mulher nua da imagem fosse sua nora? Ou que a sua filha seja amiga de uma “mulher” que se porta de forma vergonhosa, manchando a imagem da verdadeira mulher?
 
Elas denigrem e mancham a imagem das mulheres. Uma mulher como eu, como à senhora, como a sua esposa, filha, irmã, etc..., batalhadoras, guerreiras, trabalhadoras... Que acordamos cedo, cuidamos dos nossos filhos (e as casadas, de seus maridos), vamos trabalhar, estudar, ajudar no orçamento doméstico, mantemos uma postura diante da vida e da sociedade, sermos chamadas de “vadias” por um bando de “mulheres” ensandecidas que desvirtuaram completamente o movimento feminista?! Querem ser igualadas a estas “mulheres”?
Mulheres entre aspas, pois estas não são MULHERES. Mulher se dá ao respeito, tem postura, não faz manifestação NUA, expondo filhos e familiares e, muito menos admite em hipótese alguma ser chamada de “vadia”, mesmo sendo um trocadilho com o linguajar masculino usado referindo-se as mulheres que fazem sexo indiscriminado.
Um movimento que impõem intolerância, inverdades como “aborto natural também pode virar crime” para convencer pessoas a serem a favor do aborto, onde estas mulheres se relacionam sem proteção e acham que o maior problema é a gravidez, sem se preocupar com a disseminação da AIDS entre outras doenças sexualmente transmissíveis.
Um movimento recheado de promiscuidade, inverdades, intolerância, ódio e atentando violento ao pudor.
 Esta imagem, por exemplo, um manifestante contra a igreja Católica, introduz uma cruz na cavidade anal. Sim senhores, é um homem, introduzindo em seu ânus, um crucifixo, por uma “mulher”.
 
Esta faz menção a Virgem Maria, demonstrando total desprezo ao significado da Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo.
Mulheres cheias de ódios e ensandecidas, cansadas de suas vidas vazias e fúteis.
Frases como: “O seu fundamentalismo bate na minha xoxota gostosa e volta pra você”, “O útero é meu e faço quantos abortos eu quiser”, “a buceta é minha e eu dou pra quem eu quiser”, “Meu gozo é uma delicia”, “Eu adoro gozar gostoso”, “Eu toco uma siririca (masturbação feminina)“ entre outras frases de baixo calão, ofensivas e amorais.
Isso não é uma manifestação digna e muito menos luta por um ideal concreto. Luta, pela única e exclusiva ideia de liberar o aborto. Apenas pelo direito de matar bebês quantas vezes assim o desejarem com O NOSSO DINHEIRO. Sim, elas querem que isso seja feito pela rede pública. Não passa a ideia e muito menos é cogitada a ideia do uso de métodos contraceptivos tais como: preservativo masculino, preservativo feminino, pílulas anticoncepcionais, DIU, injeção de hormônio, pílula do dia seguinte entre outras formas de prevenção. Elas apenas desejam o aborto e o sexo promíscuo e indiscriminado.
Sexo promíscuo e indiscriminado já é pratico há muito tempo no Brasil. Não só neste Pais, mas em muitos outros, onde a liberdade sexual vem sendo confundida com libertinagem sexual.
Pedem respeito dizendo que mulheres não são glúteos e seios, mas saem nuas, segurando cartazes com os seguintes dizeres: “A porra da buceta é minha e eu dou pra quem eu quiser”.
 
Colocam e expõem crianças em mais tenra idade neste pseudo-protesto, banalizando a imagem da mulher e, mostrando para estas crianças que mulheres são objetos sexuais e assassinas de bebês. Ensinam a estas crianças que ter Deus (Jesus, Alá... Enfim, como quiserem) em seus corações e seguir uma vida moralmente regrada, se respeitando e respeitando os outros é errado e feio. Mostram que o legal é o sexo, a nudez, a violência, a intolerância e, claro, o assassinato de bebês.
 
Esta menininha esta sem blusa (sendo exposta a nudez sem “vergonha”, tendo uma consciência que é normal e bonito se expor de uma forma tão agressiva), com os dizeres: “Liberdade é o meu futuro”.
Esta garotinha segura um cartaz escrito: Meu corpinho, minhas regrinhas, desde já e sempre e, nas coxas, a palavra PUTA.
Elas caracterizaram uma criança tão pequena como dona de seu corpo, com discernimento sexual e, o rótulo de PUTA.
Novamente: “Liberdade é o meu futuro”.
Esse pseudo-protesto é uma imensa contradição por si só. As feministas do movimento não lutam por um ensino melhor, por condições de trabalho melhor para as mulheres... Pelo fim do assédio sexual e moral no trabalho, faculdade, transportes públicos, vias públicas, estágios, etc... Elas lutam pela legalização do aborto, o direito de expor seus corpos nus em vias públicas sem serem questionadas ou incomodadas, ressaltando que homens andam sem camisetas (elas só esqueceram que homens não possuem seios. Seios que culturalmente são símbolo da feminilidade e aleitamento materno, portanto não é de bom tom expô-los como se fossem objetos a venda em uma vitrine qualquer). Lutam contra qualquer tipo de consciência religiosa, lembrando que:
“A Constituição Brasileira garante o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” (artigo 5.o, inciso VI).
“Manifestante” quebra a imagem de Nossa Senhora
Uma “manifestação” como essa é um ato de agressão aos princípios e crenças pessoais, que devem ser respeitados. Portanto independente da Igreja (Católica, Evangélica, ou outras…) é algo extremamente agressivo e desrespeitoso.
Esta leva em seu corpo nu o desenho de um terço católico onde a cruz esta próxima a púbis, com os dizeres em seu peito nu: “Basta de Rosários”.
Hostilizaram os jovens do movimento da juventude, agrediram verbalmente e visualmente idosos, jovens, adultos e crianças.
 

Estas “mulheres” PODEM E DEVEM SER PROCESSADAS. Atentado violento ao pudor, agressão verbal, hostilização e repreensão contra pessoas que, garantidos pela lei, estavam cultuando e exercendo a sua fé.
Elas protestam por protestar, não se trata de uma questão de princípios ou de defesa de causas sociais. Trata-se de um movimento, com a finalidade de fazer tumulto, baderna, falta de respeito, apelação e preconceitos respaldados pelo nome de “protesto”.

Manifestações deste nível deixam clara a sua mensagem, de que tudo podem, em nome de um pseudo-protesto, pois estão acima da lei, mesmo quando
proclamam sobre assassinatos e estupros de que são vítimas, as “vadias” se esquecem que os verdadeiros estupradores e assassinos não se comovem com palavras de ordem e sim, têm seus instintos aguçados por seus corpos que as próprias expõem e pela revolta de tais atos. PORÉM, EM NENHUM MOMENTO ELAS SE COLOCAM CONTRA A PEDOFILIA E O ABUSO FISÍCO E PSICOLOGICO DE CRIANÇAS.
Jovens universitárias — protegidas por familiares e amigos — expõem os seios em praças públicas, dizendo que adora gozar, mostrando uma nudez ostensiva, como se fora um bem de uso público, falando: “Meu corpo, minhas roupas curtas e minha nudez não é um convite ao sexo”. Essa atitude incentiva SIM o estupro e a banalização feminina, incentivando os homens a nos verem como objetos sexuais. De fato, as “vadias” não induzem, com sua atitude, o estupro de si mesmas, mas, sem dúvida, contribuem para transformar a mulher em objeto e, ao fazê-lo, reforçam nos machos brutais a convicção de que mulher é mesmo para ser usada. Porém estes homens não terão acesso às protegidas “vadias” das marchas — suas vítimas serão quase sempre as infelizes mulheres de periferia, que acordam as 04:00 da manhã, embaixo de sol e chuva para trabalhar por um salário mínimo. A marcha das vadias passam a falsa impressão de liberdade feminina, levando jovens garotas, sem muito discernimento a aderirem um movimento falso e agressivo, sem fundamento e ideais.
Elas ainda têm a cara de pau e a falta de discernimento de pedir respeito. Respeite para ser respeitado. O movimento feminista vai muito além de pedir a liberação do aborto, sexo sem compromisso e promiscuo. O movimento feminista caracteriza a luta das mulheres por direitos iguais, tais como: Salário condizente, o direito ao acesso á cultura e educação, o direito a voto, entre outros garantidos em cláusula pétria na Constituição Federal. Nos mulheres NÃO queremos que estupradores saiam impunes, que maridos, namorados e/ou companheiro nos espanquem e saiam livre, que nossas crianças não sejam objetos sexuais e “saco de pancadas” e que o agressor seja responsabilizado e exemplarmente punido... Queremos que estes crimes sejam tidos como HEDIONDOS. Queremos o direito de sustentar os nossos filhos com dignidade e tranquilidade sem ser alvo de preconceito da sociedade. Queremos o direito de exercer profissões ditas como exclusivas do homem, com a equiparação salarial. Queremos ganhar de acordo com a nossa função desempenhada e não de acordo com o nosso sexo. Nos não queremos ser contratadas pela nossa aparência e sim pela nossa capacidade. Nos não queremos ser vistas como símbolo sexual e sim como seres humanos, dotadas de direitos, inteligência e necessidades.
O movimento feminista, desde que surgiu a marcha das vadias, que ao meu ver, suas participantes são realmente vadias, pois mulher que é mulher, é guerreira, trabalha, estuda, paga suas contas e não saem por ai, mostrando o corpo, aceitando ser chamada de "vadia" e hostilizando a fé dos outros, perdeu a sua essência, sendo banalizada e ridicularizada por  tais participantes.
Lutar pelo direito ao aborto é muito fácil depois que se nasceu. Se cuidar e se prevenir, ninguém quer... Matar uma vida, ai sim! Normal...
Essas pseudo-mulheres não tem um ideal concreto para lutar, a não ser pedindo respeito ao direito do sexo promiscuo (Como se isso já não fosse super comum) ainda se dão ao direito de hostilizar as pessoas...
É preciso resgatar a real essência do movimento feminista, para não saírem expondo seus corpos, envergonhando sua família e seus filhos.
Triste, lamentável e desprezível.
Esse tipo de "mulher" não representa a população feminina que não tem tempo para essa palhaçada, pois estas estão estudando, trabalhando e lutando pelos direitos igualitários e por um futuro melhor para si e seus filhos.
 
Lutar contra o preconceito contra a mulher já é por si uma luta desgastante ainda mais quando umas quantas desocupadas que não se valorizam fazem tudo para denegrir aquela que é a imagem da mulher de verdade.
Essas “mulheres” e essa marcha não me representam. Representam você?
Eu sou a favor do movimento: “Mulheres Dignas”. E você?
 
TEXTO DA COLUNISTA CAMILA ABDO


3 comentários :

  1. Mulher parcialmente feminista pra mim também é feminista. Comparando mulher de verdade com mulher vivendo como homem (no mercado de trabalho buscando o próprio sustento, em vez de deixar isso pro marido e cuidar da casa), mulher de verdade não se sente indigna em depender de um homem. O feminismo não está perdendo a sua essência, ele está se revelando! Tudo começa com uma carinha feliz! Quanto mais esse movimento tem liberdade de se expressar, mais profundamente ele mostra sua verdadeira essência!

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  2. As as mulheres na verdade sempre lutaram foi contra o machismo de homens pobres e betas,mais sempre aceitaram normalmente a dominação machista de homens ricos e cafajestes,por isso que as feministas lutam contra a religião porque o machismo religioso é exercido principalmente por homens betas,deveriam fazer um post falando sobre isso.

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  3. As as mulheres na verdade sempre lutaram foi contra o machismo de homens pobres e betas,mais sempre aceitaram normalmente a dominação machista de homens ricos e cafajestes,por isso que as feministas lutam contra a religião porque o machismo religioso é exercido principalmente por homens betas,deveriam fazer um post falando sobre isso.

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