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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A Repugnante Coluna de um Repórter Misândrico

A Repugnante Coluna de um Repórter Misândrico

Por Charlton Heslich Hauer

O repórter e colunista, Fábio Linjardi, do Jornal O Diário, de Maringá-PR, publicou uma coluna mais do que lamentável. Antes de ler seu artigo, quero prevenir a todos que o que vocês irão ver é algo totalmente abominável e repugnante. Sempre houve preconceito, discriminação e o ódio contra os homens por parte da mídia. Mas o que antes era uma perseguição velada e subliminar, agora passou a ser explícita. Uma perseguição aos homens apenas pelo fato de terem nascido homens. Vamos ao deplorável texto:

‘Masculinismo’ é coisa de frouxo
Tremenda frescura esse tal de “masculismo”, versão para “homem”, entre aspas mesmo, do feminismo. O masculinismo foi lançado, dizem, por um grupo de caras que se cansaram de ser objetos, nossa, ui! Cabei de ler isso em uma matéria do Estadão.
Quando você ouvir um cara falando que “homem sofre”, ignore. É falta de homem na vida do autor da queixa, sem dúvidas.
Não é homofobia. Só não venha me dizer que homem é vítima de preconceito, que aí o papo é outro.
Homem é a pior desgraça da Terra. Somos nós que gostamos de dominar e ver o sangue espirrando. Nem é por maldade, é a natureza. Por isso quase todo marmanjo se exalta com as porradas no futebol e sorri satisfeito ao ver alguém perder os dentes no UFC.
Sim, deu emergência, navio afundando, é mulher e criança na frente. Porque espírito ruim igual o do homem não vai faltar nunca no planeta. Preservemos o que pode perpetuar a espécie, porque se dependesse de nós, homens, terminaria tudo em guerra – fim imbecil, mas divertido à beça.
Foi um dos textos mais preconceituosos e misândricos que eu já vi na vida. Infelizmente, o canal de comunicação O Diário é totalmente conivente com esse tipo de hediondo expediente antimasculino, pois, se assim não fosse, já teria demitido o repórter/colunista, ou, no mínimo, teria exigido que ele se retratasse. Como é um típico crime de ódio e preconceito contra sexo (ou “gênero”), praticado via internet, aqueles que se sentirem prejudicados podem denunciar a página à Polícia Federal clicando no site http://denuncia.pf.gov.br/, em seguida, clicando no link Crimes de Ódio. Lá você coloca a URL do texto e faz um comentário a respeito pedindo providências.
O que mais me chamou a atenção no autor não foi a sua rasa, preconceituosa e alienada visão sobre o que seja Masculinismo. O que mais me preocupou foi o seu ódio e sua profunda hostilidade para com os homens, ratificados através de frases completamente assombrosas, misândricas e odiosas, como:
Quando você ouvir um cara falando que “homem sofre”, ignore. É falta de homem na vida do autor da queixa, sem dúvidas.
Só não venha me dizer que homem é vítima de preconceito,
Homem é a pior desgraça da Terra. Somos nós que gostamos de dominar e ver o sangue espirrando.
se dependesse de nós, homens, terminaria tudo em guerra
Toda pessoa, por mais alienada que seja, consegue perceber que o sofrimento é uma constante na vida do ser humano. A dor é inerente a todo ser humano. Mas o Fábio Linjardi realmente crê que os homens são o sexo imune à dor e ao sofrimento. E o repórter ainda zomba disso. Ele diz não ter dúvidas de que qualquer sofrimento dos homens é algo mentiroso, e que, além disso, qualquer indício nesse sentido, na verdade, seja uma falta de homem na vida desses homens. Sua frase maldosa deixa muitas coisas nas entrelinhas. Como os homens heterossexuais não se identificam com a orientação sexual dos homossexuais, a sua tentativa é de causar um constrangimento nos homens. Tudo isso com o objetivo de cooptar os homens a não reclamar de nada, não pedir ajuda, não suplicar e aceitar toda e qualquer discriminação passivamente. Seu “maquiavelismo” é digno de um “óscar feminista”. Quando ele usa o imperativo para que se ignore o sofrimento dos homens, ele está pedindo que ajamos assim diante de todo e qualquer sofrimento das crianças, adolescentes, adultos e idosos do sexo masculino. O que ele diz é de uma falta de sensibilidade tão grande que chega a nos causar asco.
Em seguida, ele, completamente alheio à realidade, nega que haja qualquer tipo de preconceito ou discriminação contra os Homens e Meninos. Ele não vê que o próprio texto dele é só mais uma prova de que existem inúmeros preconceitos e discriminações generalizadas a todos os homens. Eu, visando uma possível conscientização do próprio autor, expus lá em sua coluna, por meio de comentários, algumas evidências de que os homens são discriminados e que são vitimados por preconceitos. Vejamos:
Dos 50.000 assassinatos por ano no Brasil, mais de 90% dos vitimados são homens, ou seja, morrem assassinados por ano mais de 45.000 homens. Homens são as maiores vítimas de câncer (77%). Desses 77%, 85% são fatais. Infelizmente, de forma absurdamente desproporcional e discriminatória, os Governos investem enormemente mais em propaganda, planejamento, pesquisa e tratamento dos cânceres femininos, como o de mama, por exemplo.
Homens são os maiores vitimados por suicídio. Possuem menor expectativa de vida. A maioria esmagadora dos mendigos e dos sem-teto são homens. Homens são, verdadeiramente, os maiores vitimados por violência doméstica. São minoria nas escolas e universidades. São os maiores vitimados por mortes no serviço. Contribuem mais com a previdência, se aposentam depois, morrem antes, e usufruem menos. Sofrem mais preconceito e discriminação dos Governos e dos políticos (que só agem em benefício das mulheres e em detrimentos dos homens). São os únicos obrigados a se alistarem para as Forças Armadas. São discriminados e mais severamente tratados pelo sistema legal. São retratados com discriminação e ódio pela mídia, como exemplos, além do texto dele: quando um homem se comporta mal, a mídia sempre trata o homem como agressor, por exemplo: “dois homens assaltam uma loja...” ou, por exemplo, “um homem mata...”. Mas quando o homem á a vítima, a mídia retrata o homem como uma profissão, como: “um funcionário da empresa tal é assassinado pela mulher...” ou “um policial morre em confronto com...”. Nas telenovelas, desenhos animados, homens são sempre tratados com preconceito e discriminação, etc.
Homens são os principais vitimados por alienação parental. São os principais vitimados por abandono familiar. Enfim, eu poderia ficar aqui falando dias e dias sobre as eternas discriminações e sobre o ETERNO DESDÉM QUE A VIDA DE TODOS OS HOMENS SOFRE POR PARTE DE TODA A SOCIEDADE. Homens sempre foram obrigados (até hoje) aos trabalhos mais desumanos e insanos. Em toda a história da humanidade, a vida do homem sempre foi descartável. Foi considerada como de menor valor que a da mulher (vide o histórico lema “mulheres e crianças, primeiro”).
Talvez com isso ele perceba que há mais evidências do que o suficiente para entender que, não só os homens são discriminados, como são OS MAIS discriminados.
Talvez para ele isso não seja suficiente. Talvez sua misandria esteja mesmo arraigada. Talvez seja esse o motivo de ele ainda ter a coragem de fazer esse comentário (em meio a tantos outros criticando o texto dele):
“Tá dando acesso! Massa!”
Quando o autor diz isso, é como se ele estivesse querendo dizer: “que se danem os homens. Que sejam até assassinados. Se as pessoas estiverem acessando minha coluna, e eu estiver ganhando fama, apoio das mulheres, ou mesmo não sendo criticado por elas, em face de sua omissão, é o que importa”.
Ele, talvez num lapso de arrependimento, tentou minimizar a situação desdenhando-a, respondendo a alguns comentários dessa forma:
“quanto drama” ou “você não tem humor”.
É como se ele quisesse que os judeus também desdenhassem e levassem pelo lado jocoso a idéia das nazistas e dos nazistas de terem os judeus como escória.
E as frases que mais causaram tristeza, sobretudo porque foram ditas por alguém do próprio sexo masculino, foram as seguintes:
Homem é a pior desgraça da Terra. Somos nós que gostamos de dominar e ver o sangue espirrando.
se dependesse de nós, homens, terminaria tudo em guerra
Quanta generalização burra, injusta e repugnante. Eu fico imaginando se ele, em vez de dizer que “homem é a pior desgraça da terra”, tivesse dito “mulher é a pior desgraça da Terra”, ou “negro é a pior desgraça da Terra”, ou “gay é a pior desgraça da Terra”. Com certeza, se ele tivesse dito qualquer uma dessas coisas, teria sido demitido, de imediato, e já teria sido preso.
O que ele diz é justamente semelhante ao que os nazistas diziam dos judeus, já décadas antes do holocausto.
Ele não consegue entender que textos como esse, só fomentam mais ódio contra os homens e mais desdém à vida deles. Alimentam a hostilidade contra eles. Não consegue perceber que essa retratação desumana só incentiva o poder público a agir mais dura e injustamente contra todos os homens.
Uma pessoa que diz que “Homem é a pior desgraça da Terra”, demonstra que não gosta nem do próprio pai, nem de um filho (se o tiver) e nem de si mesmo.
Eu lamento profundamente… profuuunndamente que ele tenha se enveredado por esse caminho — o do ódio contra os homens e o de vender seu próprio sexo em troca de… sabe lá o que. Aí eu me pergunto, por quê? Por que motivo ele faz um texto como esses, culpando todo um sexo por tudo? Será que é uma exigência de sua redatora-chefe feminista? Será que é para conseguir aplauso das mulheres? Será que ele está ganhando dinheiro de organizações feministas? Será que é porque ele esteja tão alienado pela própria mídia, a mesma mídia que nunca faz uma retratação mais verdadeira e mais sensível dos homens, mas sim, só trabalha retratando os homens, diariamente, de forma desumanizante? Será que a misandria já está tão generalizada e arraigada na sociedade, a ponto das pessoas terem que demonstrar mais misandria para se tornarem mais “iguais” às outras? Enfim...

Fonte: http://maringa.odiario.com/blogs/linjardi/2012/05/07/masculinismo-e-coisa-de-frouxo/

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