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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

As feministas merecem sofrer








 
As feministas julgam o sofrimento delas insuportável, porque se persuadiram de que os homens não sofrem como elas.
Muito útil seria se elas conhecessem o sofrimento dos homens, para que elas possam se comparar a nós. E muito talvez elas se envergonhariam, reconhecendo a própria covardia. Há pessoas humildes que sofrem, por certo, muito mais do que elas; sofrem, porém, com tanta humildade e paz, que nada revelam de extraordinário.
Com uma pequena contrariedade nas costas, ampliada enormemente pela fantasia insofrida, as feministas seguem reclamando, como se escalassem uma montanha. Quantos outros, com maiores dores do que elas, caminham conformados e alegres, a ponto de fazer crer que nada sofrem. Olhemos à nossa volta. Não encontraremos uma só pessoa que não sofra e bem poucas, talvez, que sofram menos do que nós. Se a dor é o quinhão de todos, se essa é a condição geral da humanidade, porque as feministas se lamentam tanto, quando todos os outros resignadamente aceitam seus sofrimentos? Encaremos a vida, a nossa existência pessoal, pelo lado bom. Você sofre porque é pobre? Considera que, em compensação, talvez tenhas saúde. Está doente? Mas tua enfermidade não é muito preferível a outras e outras? Sofres porque é caluniado? Outros, porém, mais inocentes talvez, sofreram piores calúnias. É uma grave injustiça o que te faz sofrer? Mas quantos sofrem injustamente! Hás de concluir que não és a única a sofrer, nem a mais atingida pela dor, mas talvez do número das menos torturadas.
Admira a naturalidade com que outros levam o próprio sofrimento, julgando-se merecedores das provações de Deus. Os pobres humildes, oprimidos muitas vezes por graves enfermidades, sem conforto de espécie alguma, costumam sofrer, com grande simplicidade, agruras cruéis. Mas acham natural que o sofrimento recaia sofre eles, porque se reconhecem merecedores do sofrimento. A idéia de revolta não lhes passa pela mente, porque nunca se julgaram com direito à exceção - todos sofrem. Se você sente ímpetos de se insurgir contra todo o sofrimento, é que te falta humildade bastante para te reconheceres culpada e digna de punição. A punição em quem se julga merecedora dela é muitas vezes desejada; é, ao menos aceita com resignação e calma. Examina algum caso concreto da sua vida. Por que razão sofreste tão mal aquele revés? Rebusca atentamente, que hás de encontrar, no fundo, o orgulho. Não quiseste reconhecer que essa provação se ajustava perfeitamente em ti. Tachaste de injusto esses sofrimento quando era justíssimo. Faltou então - naturalmente - o espírito de conformidade. A rebeldia de teu espírito produziu o desgosto, a repulsa. E quanto mais recalcitraste contra o aguilhão, mais pesado foi ficando o teu sofrimento. Convence-te de uma grande verdade: tudo quanto sofres é muito menos do que devias sofrer. Admira-te de seres tratada com tanta delicadeza pelo Senhor Supremo, quando teus pecados estão a clamar contra ti, junto à Justiça Eterna. A mão que te faz sofrer é detida pela Divina Bondade que se amerceia da tua fraqueza e reduz a bem pouca coisa o castigo que tanto mereceste. És uma grande devedora e não queres pagar quanto deves, apesar de te ser feita a cobrança com extraordinária redução. Não digas que é injusto o sofrimento que te oprime; injusta, profundamente injusta, é a tua acusação.






Denuncie a Marcha das Vadias no Ministério Publico do seu Estado:

Preparem-se para a próxima Marcha das Vadias

Código Penal:
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena - detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa."
Art. 233 - Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.
.......

Lei 7.716/89
Art. 1º
Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, RELIGIÃO ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Art. 20.
Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, RELIGIÃO ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97) Pena: reclusão de um a três anos e multa
.........

Constituição Federal:
Art.5º, inciso VI - É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias

Ar. 5º, inciso XVI -
todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;"

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