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Feminismo Diabolico

sábado, 24 de agosto de 2013

Com a cruz ou contra a cruz

Quando, no memorável crepúsculo do dia mais célebre de todos os tempos, os inimigos de Jesus abandonaram o Calvário, o Crucificado não ficou sozinho.
Ali ficaram a Mãe de Jesus, as santas mulheres, João Evangelista, aos quais se foram reunindo todos os amigos da Vítima que pendia da Cruz. Era toda a Igreja. Sim. A Igreja, que se constituía então de pouquíssimos elementos, ali estava. A humanidade se dividia assim em duas partes: a que se comprimia ao redor do Crucifixo e a que se afastara do Crucifixo. Aí estão os dois campos bem definidos. O grupo pequenino, centralizado pela cruz, é todo de almas escolhidas, tementes a Deus, dedicadas à boa causa, penetradas de reconhecimento pelo inestimável benefício da Redenção...
O grupo dos que se distanciaram do Calvário, dos que fugiram do Crucificado - esse é a grande legião dos filhos do século. São os gozadores da vida, são os que oprimem o justo e o inocente e depois tripudiam sobre a desdita de suas vítimas. São os que cantam vitória em suas detestáveis empresas. São os que atiram chufas e impropérios sobre quanto há de mais sagrado e são aplaudidos como espíritos fortes e libertos de preconceitos. São os que se envergonham de Jesus Cristo e temem ser acoimados de crédulos.
Mas o pequenino grupo que se acha ao pé da Cruz vai crescendo, vai crescendo. Dentro de alguns séculos os amigos da Cruz se acham em todo o mundo. Não se querem afastar da Cruz bendita. Perseguições de todo o gênero procurarão dispersá-los: não conseguirão. Tentarão arrancar-lhes a Cruz, fazer desaparecer esse sinal sagrado da sociedade. Mas o que se dá é o inverso. Cresce o grupo dos adoradores do Crucificado. A Cruz se torna, cada vez mais, objeto de culto, estima e veneração. A área do Calvário se tornou pequenina para conter os adoradores da Divina Vítima. Nem a cidade de Jerusalém poderia contê-los. Quem prometeu que haveria de reinar, e precisamente desse trono de dores, cumpriu a sua palavra.
Continua a mesma distinção entre os dois grandes grupos em que se divide toda a humanidade - os que amam a cruz e os que odeiam a cruz. Não se acham mais separados em lugares diversos. Não. Hoje não existe mais separação local. Mas se distinguem muito bem. São às vezes dois irmãos que vivem sob o mesmo teto. Um é discípulo da Cruz. Tem-lhe grande amor. Não a traz arvorada como um estandarte, mas em sua alma. Pela mortificação cristã essa cruz se estampa nos seus atos, nos seus sentimentos, nas suas palavras. As lições da cruz são vividas por ele a todo instante. A gratidão lhe faz a alma ajoelhar-se frequentemente ao pé desse monumento da Redenção.
Tal não se dá com o outro filho da mesma casa, para quem a cruz continua a ser um instrumento infamante de suplicío. A cruz o apavora e lhe deixa n'alma uma sombra negra, que lhe é um estigma de ingratidão. Tudo faz por afastar do seu caminho a lembrança dessa cruz salvadora que o recrimina de contínuo, que lhe desperta remorsos, que lhe lembra as figuras tristissimas dos Pilatos, dos Herodes, dos Judeus...
Da cruz ele não conhece os frutos salutares: dela apenas conhece o peso e a sombra negra que o persegue.

Retirado do livro Abraçando a Cruz de Dom Antônio de Almeida Lustosa.

P.S: Percebem aqui a verdadeira origem do feminismo? O Feminismo nada mais é do que uma doutrina que prega que as mulheres não podem e não devem sofrer. A cruz de que nos fala o grande Lustosa é o sofrimento. A grande mensagem de Jesus Cristo é que todos os seres humanos precisam carregar seus sofrimentos, suas cruzes, assim como ele carregou a Dele. A mulher moderna não quer mais sofrer, não quer ser insultada, não quer vivenciar nenhum incômodo, mas quer jogar todas as cargas e dores da vida nas costas dos homens e das crianças. Para as mulheres só o prazer, a alegria a felicidade; para os homens só a dor, o sofrimento, a tristeza, a depressão, o suicídio e a morte. Morte também para os próprios filhos, através do aborto e do infanticidio que o feminismo defende. Para as mulheres o dinheiro, o emprego, as pensões alimenticias, o aborto, o sexo livre, a Marcha das Vadias, o nudismo, o lesbianismo, o prazer, o orgasmo múltiplo, o docinho e o gostoso da vida; mas para os homens e para as crianças só sobrará o resto, o amargor, o sofrimento, a dor que as mulheres não quiseram carregar e jogaram nas costas dos homens. Daí o ódio mortal do feminismo contra o Cristianismo. A inspiração diabólica do feminismo é tão evidente, que é inacreditável que tenhamos sempre que lembrar as pessoas de que feminismo e satanismo são uma mesma coisa: apenas a doutrina do mal.

 






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