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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estatuto do Nascituro, aborto, estatísticas feministas manipuladas e a falta do bom exemplo.

Estatuto do Nascituro, aborto, estatísticas feministas manipuladas e a falta do bom exemplo.

Publicado em junho 11, 2013 by Mulheres contra o feminismo
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Por estes dias o debate sobre o aborto esquentou mais do que o esperado. E tudo por causa do estatuto do nascituro, um projeto de lei brasileiro de 2005 que garante o direito a vida do nascituro (feto). O assunto tenso voltou a tona pois foi aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, e segue para análise da análise da Comissão de Constituição e Justiça.
Bem, falar sobre o aborto é sempre complicado pois cada pessoa opina baseando-se em geral em alguma ideologia ou falta desta. O assunto é tenso em si mesmo. Iremos tentar usar de imparcialidade (como sempre).

-Assunto 1: Sobre o aborto:


As leis brasileiras em geral se demonstram bem imparciais sobre o aborto e nos casos que este é permitido, existe um motivo bem delineado. O Brasil nunca foi um lugar aonde o aborto se banalizou graças a outras mulheres e homens que lutaram contra o movimento feminista que justamente quer banalizar este ato. O aborto em caso de estupro e outros casos particulares já estão previstos na lei, que neste caso segue o senso comum e age de modo imparcial dentro dos limites da ética e respeito.
O movimento feminista patrocinado por sociedades com interesses por outro lado quer banalizar o aborto e mudar as leis atuais. Feministas e defensoras deste ato usam como justificativa a “liberdade e filosofia meu corpo, minhas regras”. Engraçado, elas nunca pensam na liberdade na hora de se prevenir ao engravidar, ainda mais com tantos meios que existem hoje. Se eu ou qualquer outra mulher nunca engravidamos porque elas também não conseguem? Ou quem não engravida tem algum poder a mais? Somos especiais?
O fato de haverem abortos clandestinos não legitima a luta pela legalização do aborto. É um argumento no mínimo sem fundamento. Então temos que legalizar TODOS os desvios sociais pois eles causam risco aos envolvidos. Assim, legalizem o crack para que os viciados tenham atendimento estatal com o dinheiro público. Afinal, ninguém tem culpa de nada nesse nosso país. Ninguém é capaz de assumir a responsabilidade pelos seus atos. É sempre culpa de outra pessoa ou de alguma entidade que talvez explique o caos social e moral da nossa sociedade com funks, Valescas, novelas, BBBs, futebol e feminismo.
Esse argumento de que “Eu defendo e sempre defenderei o direito de escolha de cada um. Eu jamais faria um aborto, mas não posso obrigar qualquer pessoa a pensar como eu ” é covarde e relativista de alguém com medo ao opinar. Aborto banalizado como quer o movimento feminista é uma injustiça e sempre lutaremos contra o que consideramos injusto. É como se nos falassem ” se acha errado matar, não mate, mas não impeça alguém de matar” ou coisas assim e justificar tudo com liberdade usar o corpo do jeito que quiser. Utopia e covardia de gente metida a intelectual.



Hoje, em pleno século 21, o aborto é usado sim como método anticoncepcional por jovens que vão engravidar nas festas “vivendo a vida louca”. Engravidam muitas vezes de jovens homens que compartilham a mesma filosofia. Se o aborto for legalizado, abortaremos milhões de fetos assim como os Estados Unidos hoje abortam e outros lugares tidos como “exemplo” neste quesito. Mas existiria somente este caminho ou existe uma outra alternativa que exige mais responsabilidade?
Ninguém fala do trauma de um aborto. Claro que existem aquelas “super mulheres feministas de internet” que se “se dizem frias como um homem” e negam arrependimentos pois fazer o aborto para elas é algo natural. Mas e a grande maioria? Acham certo banalizar um ato destes como quer o movimento feminista que se esconde na propaganda de “escolha e liberdade” quando convém. Se o aborto for legalizado, este ato cruel e traumatizante vai ser usado por razões nada terapêuticas. Se isso é ser pró-”escolha”
então todo mundo que despreza a vida está apenas exercendo uma “escolha”. Se tudo é permitido por escolha e uso do corpo, que acabemos com as leis e regras. A lei não deveria funcionar assim se realmente queremos um mundo melhor. Repetimos, existem outros caminhos.
Ficamos a imaginar o aborto legalizado no Brasil aonde existe carnaval, promiscuidade e outras coisas assim. O aborto seria como trocar roupa e seria usado como método de controle de natalidade sim. Na verdade, a mulher ou homem que defendem o aborto em prol da “liberdade e direito de escolha” não se garantem na hora de escolher uma parceira/o ou na hora de se responsabilizarem por seus atos usando alguns dos n meios para prevenir uma gravidez indesejada. Nestas horas se dizem a favor da liberdade e escolha por covardia ou incapacidade na hora da responsabilidade.
As gurus feministas também fingem não ver uma coisa embora saibam pois assim manobram as feministas cegas massa de manobra. O aborto como é pregado pelo movimento feminista possui origens racistas e veio com a desculpa maquiada de “controle de natalidade, liberdade, meu corpo minhas regras”. Falaremos mais sobre isso em um futuro post.

-Assunto 2: Estatísticas feministas….manipuladas.

O movimento feminista adora fazer terrorismo mental e assustar através da cultura do medo e coletivismo. Confiar em dados feministas é como confiar em palavras ditas de uma pessoa criminosa com a mente doente. Uma destas estratégias é de manipular os dados e afirmar que milhares de mulheres morrem por fazer aborto ou qualquer outro assunto referido ao feminismo. Uma feminista afirmou no nosso facebook que 90% das mulheres do Brasil morrem por fazer aborto. E usam de estratégia similar ao falar que somos estupradas a toda hora. Lembram daquela feminista que disse que 2/3 das mulheres sofrem estupro que postamos sobre a perereca brasileira e o pinto rosa?
Na verdade os dados feministas surgem da mentira. Sabemos que outras mulheres sofrem estupro e fazem aborto, mas olhem os dados feminista que FOGEM da realidade e sejam talvez resultado de viver em um mundo paralelo. Perguntamos:

- Aonde se encontram os corpos destas milhares de mulheres que morreram ou morrem por causa de aborto?

-90 % das mulheres do Brasil morrem por fazer aborto? Ou seja, 9 em cada 10, 90 em cada 100. Que mentira fora da realidade. Se isso fosse verdade o povo brasileiro seria extinto pois provavelmente não existiriam mulheres o suficiente para engravidar, procriar, etc mais brasileirinhos e brasileirinhas.

-O mesmo se aplica para os casos de estupro que existem mas estão longe de serem os dados que o movimento feminismo prega. 2 em cada 3 mulheres estupradas? Ou seja, 600 entre 900 mulheres foram estupradas. Se for assim, a maioria das mulheres foi estuprada e ninguém sabe, o que é novamente uma mentira. Mentira pura e terrorismo mental para nos assustar e nos jogar nos braços das feministas que assim engrossam as suas fileiras.

-Assunto 3: O estatuto do nascituro.

Tal projeto tem interesse de alguns e a revolta de outros e talvez seja mais um projeto politicamente correto que possui qualidades e defeitos. Sabemos que misturar o cruel ato de estupro com o cruel ato de um aborto é algo complicado.
Bem, o Estatuto do Nascituro na verdade não removeu nenhum direito, apenas incumbiu o estado de proteger a criança e a mãe caso esta queira levar a cabo a gravidez oriunda de estupro. É uma minoria de casos mas por algum motivo este grupo da minoria da minoria obteve a atenção dos nossos governantes agora. Como pouco convém as feministas (que querem o aborto como resposta para tudo), elas lutam contra este estatuto que tem a mistura de dois assuntos complicados: aborto x estupro.
Levar adiante ou não a gravidez de um estupro? A lei brasileira faz um bom tempo sabiamente permite o aborto no caso de estupro que é inclusive um crime hediondo. A gravidez este caso que pode gerar n problemas e traumas no futuro se levado adiante. Mas não passa pela cabeça das feministas (as mesmas que falam da liberdade de escolha) que talvez (apenas talvez) alguma mulher não queira abortar e por algum motivo queira levar adiante esta gravidez ou seja impedida por inúmeros revezes que culminarão com dificuldades emocionais e econômicas. O estado desta vez pensou neste grupo. Isso é bom ou ruim? Complicado de saber.
Existe também o caso do estuprador pagar a bolsa- estupro, afinal, o projeto prevê a chamada “bolsa estupro” para a mãe se a gravidez for decorrência de violência sexual e ela quiser continuar a gravidez. Caso o agressor seja identificado, ele deverá pagar essa pensão e ainda vai ser punido. Caso não seja identificado, será dever do estado pagar essa bolsa.Muita feminista-marxista cultural vai falar do machismo e patriarcado aqui e a liberdade de escolha. Pois bem, o projeto salienta a escolha de querer continuar a gravidez (casos raros mas que aqui foram lembrados). Aqui mais uma vez se o patriarcado fosse de verdade, ninguém se importaria com uma mulher sendo estuprada ou no filho gerado por este estupro.

-Assunto 4: a falta da teoria do bom exemplo, que é gera isso tudo.

Alguém liga a TV, abre uma revista, jornal ou assiste “intelectuais” como Caetano e outros opinarem e o que podemos perceber? Coincidência ou não, os enredos das novelas ou que os outros meios deixam a entender é : defesa de vagabundos/criminosos, defesa de piriguetes, vamos ser bandidos, vamos ser vulgares, marcha da maconha, use drogas, aborte, seja a Valesca, seja o MC Catra, BBBs, trair é legal, ninguém pode julgar ninguém, promiscuidade é coisa boa e afins. Na última novela um dos personagens mais cativantes, para alguns, era a tragédia do”Pescoço”. Atriz que interpreta piriguete/ prostituta é vista como forte, moderna, emancipada. A nudez se banalizou.
Até hoje ainda nunca vimos um enredo sobre a realidade do país daqueles que somam: professoras que ensinam, enfermeiras que curam, policiais honestos, combate à corrupção, histórias de pessoas que ascenderam através do trabalho e etc. Ser bom é ruim e ser ruim é bom. O fruto disso que afasta filhos e pais, desune pessoas de bem é falta de limites, valores. A longo prazo o caos se instaura. O ser humano sem limites se transforma em um animal selvagem. E isso a longo prazo degrada a sociedade que foge da responsabilidade e justifica atos absurdos por ser covarde.
No final das contas, este estatuto possui alguma coisa boa e outros absurdos mas parece ser politicamente correto demais ao pensar na minoria da minoria de casos que raramente acontecem. Claro, deve-se ter algo pensado para casos assim mas é mais um descaso com o povo em certo aspecto e que as feministas adoram para justificar o aborto. Existem coisas mais urgentes e que precisamos mais que uma lei politicamente correta sobre o estupro e aborto. Se a segurança fosse valorizada, valores familiares fossem estimulados assim como o bom exemplo e se o estado nos ajudasse a educar nossas filhas e filhos melhor ao invés de deseducar, nada disso seria preciso.

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