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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Polícia investiga casal por quebra de imagens de santos em Marcha das Vadias no Rio

Polícia investiga casal por quebra de imagens de santos em Marcha das Vadias no Rio
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Júlio César Guimarães/UOL

O casal tirou as roupas, quebrou as imagens e ainda sentou na cabeça de uma delas

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a ação de um casal durante a Marcha das Vadias no último sábado (27), em Copacabana, zona sul do Rio, em que imagens de santos foram danificadas.

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Marcha das Vadias pelo Brasil e pelo mundo100 fotos 1 / 100
27.jul.2013 - Grupo protesta contra a Igreja Católica e em defesa do aborto, neste sábado (27), nos arredores da praia de Copacabana, durante a Jornada Mundial da Juventude AFP
Elas tiraram as roupas, quebraram as imagens e ainda sentaram na cabeça de uma delas. A marcha ocorreu durante a concentração de peregrinos para a 1ª missa da Jornada Mundial da Juventude com o papa Francisco. O caso é investigado pela 12ª DP (Copacabana).
A edição deste ano reuniu cerca de 1.500 pessoas na orla de Copacabana. As ativistas protestavam contra a política da Igreja Católica e reivindicavam o Estado laico. Durante a marcha houve, distribuição de camisinhas, mulheres se beijando e cartazes a favor do aborto.
A ação do casal que quebrou as imagens foi orquestrada e planejada pela liderança da Marcha das Vadias, pois basta olharmos para as fotos e vermos a imensa quantidade de crucifixos, objetos religiosos e estátuas de santas católicas que foram quebradas e profanadas na Marcha das Vadias para descartarmos desde já que se tratasse de um incidente isolado. Além do mais, nas fotos as participantes da Marcha das Vadias fizeram um cordão de isolamento em volta dos dois profanadores, aplaudindo e defendendo o ato de desrespeito religioso.





O artigo 6º da Constituição diz que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias".
O artigo 208 do Código Penal prevê pena de prisão de um mês a um ano, ou multa, para quem "vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso". 

Art. 233 - Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.
 

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