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Feminismo Diabolico

sábado, 28 de setembro de 2013

Fracasso total na Marcha das Vadias de Ribeirão Preto

Marcha das Vadias’ vai às ruas de Ribeirão por legalização do aborto
Manifestantes defenderam liberdade sexual e protestaram contra abuso.
Parte do público repudiou ação, mas trajeto foi feito sem conflitos, diz grupo.

Rodolfo Tiengo Do G1 Ribeirão e Franca

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Bella de Castilho protestou por legalização do aborto na 'Marcha das Vadias' (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)

Um grupo de aproximadamente 50 manifestantes, segundo estimativa da Polícia Militar, participou neste sábado (28) em Ribeirão Preto (SP) da “Marcha das Vadias”, defendendo a liberdade sexual feminina, a legalização do aborto e políticas públicas de combate à violência contra a mulher. A data para o protesto - que surgiu no Canadá - foi escolhida para coincidir com o Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização e Legalização do Aborto. Segundo as integrantes do protesto, o percurso pelas ruas do centro da cidade chegou a ser repudiado por parte do público, mas não registrou ocorrências de agressão.
Mobilizadas pela Frente Feminista de Ribeirão Preto e por outras organizações sociais, as participantes se concentraram em frente ao Theatro Pedro II a partir das 10h, com cartazes e corpos pintados com mensagens de protesto. Além de manifestantes com lingerie à mostra, o protesto teve participação de homens usando saias e crianças - filhas de integrantes do ato.
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Foram repudiados o preconceito sexual e a atual legislação que regulamenta o aborto para casos específicos, como para mulheres que engravidaram vítimas de abuso sexual. “O Brasil não tem uma legalização completa sobre o aborto. Abrange só mulheres que foram estupradas, com bebês anencéfalos e mulheres que correm risco de vida. A gente quer a descriminalização do aborto. Isso também é uma tomada de liberdade da compreensão de que a mulher é dona do seu corpo”, afirmou a professora de história Helena Ferreira, de 24 anos, integrante da Frente Feminista de Ribeirão.
Ela confirmou que este foi o primeiro protesto da Frente Feminina na cidade. A polêmica em torno do aborto e os problemas relacionados à violência contra a mulher também são observados em Ribeirão, afirma a professora, que periodicamente se reúne com outras adeptas da “Frente” para discutir questões de interesse feminino. “Em Ribeirão Preto há discriminação com relação aos médicos que fazem o aborto, considerados assassinos.”

Manifestantes pintaram o corpo em protesto em Ribeirão Preto (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)

A marcha seguiu pelas principais ruas do Centro e passou pela Catedral Metropolitana de Ribeirão Preto, local escolhido, segundo as manifestantes, para simbolizar a opressão religiosa contra a mulher em questões controversas como o aborto. “Isso não significa que a gente está falando para as pessoas não terem religião, mas elas podem sim saber que aquilo que a religião dela fala pode oprimir ou não, e contestar”, disse Helena.
Segundo a estudante de geografia Bella de Castilho, de 25 anos, também integrante da Frente Feminista, o ato vem sendo articulado desde junho e cumpriu seu objetivo, mesmo com a baixa adesão de manifestantes neste sábado. “O interesse nem é atrair tanta gente, e sim construir qualitativamente a ‘Marcha das Vadias’ e mandar uma mensagem para Ribeirão Preto”, afirmou.
Além da passeata, a “Marcha das Vadias” em Ribeirão teve programação cultural com apresentações musicais e de teatro gratuitas durante este sábado.
Origem do protesto
A Marcha das Vadias teve origem no Canadá com o nome ‘SlutWalk’. Começou em Toronto, quando alunos de uma universidade resolveram protestar depois que um policial sugeriu que as estudantes deveriam evitar se vestir como “vagabundas” para não serem vítimas de abuso sexual ou estupro.
'Marcha das Vadias' se concentrou em frente ao Theatro Pedro II (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)
Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/09/marcha-das-vadias-vai-ruas-de-ribeirao-por-legalizacao-do-aborto.html


Nosso comentário: Observem nas fotos que as feministas não estão mais peladas na rua, não estão mais depredando os simbolos religiosos, como fizeram na Marcha das Vadias do Rio de Janeiro. E por que elas ficaram mais "comportadas"? Porque nós metemos processos judiciais e criminais contra elas pelas putarias que elas fizeram na Marcha das Vadias do Rio de Janeiro. Agora, as feministas ficaram com medo de serem presas, porque agora, nós alertamos a Igreja Católica sobre as leis que existem para proteger a fé religiosa. Porque nós alertamos a sociedade que mulheres andando peladas na rua é CRIME de atentado ao pudor. Ou seja, nós demos um banho de sistema Patriarcal em cima das feministas, o sistema Patriarcal que elas tanto criticam e que criou o sistema judiciário, o sistema penitenciário, as religiões, o Estado. Nós homens sabemos como corrigir maus comportamentos, como o comportamento dos estupradores e das feministas: Basta punir o criminoso. Se nós tivessemos ficado tentado argumentar com as feministas, ofendendo e xingando elas, ai sim é que aquelas depravadas teriam feito mais putarias ainda nas Marchas das Vadias. Mas eu aprendi uma coisa na minha vida: Não adianta a gente chegar para um javali e dizer: "Amanse Senhor Javali, fique bonzinho que a paz desse Zôo só depende do amigo". Bestas selvagens como os javalis e as feministas não se intimidam com ladainhas ou pedidos verbais. Temos que aplicar a lei contra elas e ponto final. Como dizia o grande Imperador Romano Julio Cesar: Dura lex, Sed lex "A lei é dura, mas é a lei".
E outra: as feministas ainda foram hostilizadas pela própria população de Ribeirão Preto. Até as mulheres brasileiras não querem mais ser identificadas com as Marchas das Vadias. Foi um fracasso total. Segundo elas mesmas não tinha nem 50 feministas nessa Marcha das Vadias de Ribeirão Preto.
Compare agora com a Jornada Mundial da Juventude da Igreja Católica no Rio de Janeiro: 2,5 milhões de pessoas.

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