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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O poder de REAPRENDER a Falar e de Jogar Fora Toda “Culpa” por ser Homem




Antes da leitura deste artigo, veja esse rápido documentário.
Posso começar dizendo que o gênero masculino tem sido constantemente associado a fatos negativos, o que serve apenas para esculachar o próprio gênero, vinculá-lo a crimes, menosprezá-lo, mas raramente é vinculado a algum fato positivo, uma honra ou elogio.
Isso cria e reforça a imagem no inconsciente do nosso cérebro de que o gênero masculino é mal, é defeituoso, é menor, é desprezível.
É preciso mudar isso.
Diga a si mesmo “sou homem e homens têm qualidades, logo eu TENHO QUALIDADES justamente por ser homem”.
E isso é uma grande verdade, pode dizer a si e acreditar, elimine qualquer culpa incutida, eis que as ideias contrárias alardeadas insistentemente se impregnam no inconsciente, geram culpas.
Sim. Querendo ou não é a memória inconsciente que faz o cérebro ter um conjunto muito grande de impressões e reações. Isso impacta nossas percepções e relações, como as pessoas nos veem e como vemos os demais, homens ou mulheres.
Como nós assimilamos o que ouvimos ou por qualquer outra forma sabemos, acabamos por repetir isso a outras pessoas e impregnando elas com essa mesma ideia.
Digamos que aumentamos esse estrago espalhando para toda sociedade essa ideia de culpa, impregnando o inconsciente geral que depois volta para nos impregnar ainda mais.
Mais especificamente, espalhamos para o grupo que nos cerca, nos prejudicando diretamente com um conceito negativo do gênero que nos inclui.
É um ciclo-vicioso. Temos que parar com isso.
Temos JOGAR FORA A IMPREGNAÇÃO DE CULPA e utilizar adequadamente as informações QUANDO AS REPASSAMOS AOS OUTROS.
Quero dizer que não basta mais saber ouvir, é preciso saber passar à frente da maneira correta tudo que envolve o gênero, ou seja, temos que ser críticos na hora de falar e escrever.
Ao narrar uma notícia, um fato do cotidiano, um acontecimento, é preciso prestar muita atenção.
Saber utilizar as palavras e a força delas favoravelmente, de um jeito que passe a formar um conceito no inconsciente das pessoas favorável ao gênero masculino. Isso vale para todos os assuntos.
Quando repassamos uma informação do mesmo modo que a recebemos, estamos a trabalho dessa opinião ou da modificação social de quem a emitiu, passamos a ser formadores de opinião. No momento que aceitamos o que eles falam nasce o que pode ser chamado de politicamente correto.
Portanto, politicamente correto nada mais é que um considerável número de pessoas defendendo, aceitando ou tendo em si incutida uma opinião como certa, mesmo que essa opinião esteja completamente errada.
Que tal mudarmos o que é politicamente correto para ser algo favorável a nós? Ou, em outras palavras, que tal melhorarmos a nossa imagem.
Quando for falar/escrever a respeito de um roubo prefira dizer “deu no noticiário que duas pessoas roubaram”. Jamais diga dois homens, porque insere o gênero masculino como responsável (e, ele definitivamente não o é).
Isso não se limita a palavra homem, abrange a todas as ações, histórias, notícias, informações, humor, fatos cotidianos que indicam o gênero, conscientizar AS DISCRIMINAÇÕES sofridas pelo gênero masculino, as falsas acusações e desqualificação embutida do movimento que tenta desqualificar o gênero masculino.
Com toda normalidade da vida, ao falar ou escrever para um grupo, como cidadão, profissional, amigo, familiar, qualquer pessoa pode fazer seu gênero ser visto positivamente e melhor avaliado.
Não é preciso corrigir a fala de ninguém. Basta utilizar a maneira correta ao colocar a sua opinião ou repasse da informação que e já estará fazendo algo muito positivo e impregnando na mente das pessoas.
Ao falar algo nobre realizado por homens, evite expressões indeterminadas, neutras, como “três pessoas a socorreram”. Enfatize o gênero para que ocorra a associação no inconsciente e o gênero masculino possa se beneficiar dessa memória positiva.
A regra de ouro é DESCONECTAR todas as palavras que possam menosprezar ou condenar o gênero masculino, utilizando expressões sem gênero para ASSOCIAÇÕES NEGATIVAS. Enfim, acabar com a culpa de gênero.
Mas também é preciso ENFATIZAR as coisas POSITIVAS, para CONECTÁ-LAS no inconsciente geral.
Do jeito que tudo caminha ser homem será sinônimo de ilegalidade para a lei e de culpa para o inconsciente coletivo, um absurdo total.
Um pouco de atenção por um mês nas falas e escritas e ficará tão natural que nem mesmo será necessário um esforço para um bom emprego das palavras corretas para cada situação.
Compreenda melhor a força das CONEXÕES ensinadas na consagrada obra de Émile Coué, intitulada O Domínio de Si Mesmo Pela Autossugestão Consciente. Acredito que essa obra também possa ser de alguma utilidade para superar as paixões e para várias outras aplicações nas temáticas masculinistas.

Fonte: http://masculinismoedireitosiguais.blogspot.com.br/2013/09/o-poder-de-reaprender-falar-e-jogar.html

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