Novo endereço do nosso site

Novo endereço do nosso site
Feminismo Diabolico

sábado, 30 de novembro de 2013

Travesti muito linda e gostosa - Domino Presley

 Visitem o nosso site de travestis: 
www.amamostravestis.tumblr.com 
Clique na foto abaixo para ver a linda Travesti Domino Presley nua:




Galera, todas as travestis que eu encontrei na internet são mil vezes mais bonitas, gostosas e femininas do que as Feministas bagulhão que a gente encontra aqui no Brasil. Quando a gente pensa que não tem jeito de ter uma travesti mais linda e mais gostosa, a gente encontra uma Domino Presley. Essa tremenda gata das fotos abaixo é uma das travestis mais lindas do mundo. O nome dela é Domino Presley. Os homens são tão mais competentes do que as mulheres, que até quando o desafio é se tornar uma mulher gostosa, linda e bonita, nós homens damos de goleada nas mulheres. Pegue qualquer feminista bagulhão do Brasil e ela não chega nem aos pés da beleza e da gostosura de uma Domino Presley.
Visitem o nosso site de travestis: 
www.amamostravestis.tumblr.com

Livro GRÁTIS - Desobediência Civil: Henry David Thoreau



Feminista não sabe o que é a proporção áurea

Pessoal, vejam só o que uma feminista publicou no twitter dela hoje. Ela está se referindo a este post do nosso site: http://feminismodiabolico.blogspot.com.br/2013/11/femen-feministas-brasileiras-sao-muito.html
Essa feminista simplesmente não sabe que existe uma proporção chamada de proporção áurea, que foi descoberta pelos antigos egípcios e que era usada pelos gregos e renascentistas para fazer belissimas obras de arte de pintura, escultura, arquitetura e música. É triste ver alguém rindo da gente por pura ignorância. Bastaria a ela fazer uma simples pesquisa na internet sobre a proporção áurea e a sequencia de fibonacci para que ela entendesse de uma vez por todas que a beleza é uma proporção matemática e não um padrã cultural histórico.
Pesquisem na internet sobre a proporção áurea e o número de fibonacci e vocês vão ver que a beleza é uma proporção matemática universal e não uma questão de opinião pessoal ou cultural, como você erroneamente sempre acreditou na sua vida.Beethoven compôs a belissima nona sinfonia estando completamente surdo. Mas mesmo ele nunca tendo ouvido a sua composição, ele sabia que todos que a ouvissem achariam a música bela, porque Beethoven compõs a nona sinfonia usando a proporção áurea: 1.618.
Aprenda mais sobre isso visitando os seguintes links:

http://minilua.com/incrivel-proporcao-aurea-1/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Propor%C3%A7%C3%A3o_%C3%A1urea

http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_de_Fibonaccihttp://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_de_Fibonacci

Até o Pato Donald sabe que existe a proporção áurea.






O que o feminismo está fazendo com as crianças





Ai esta a consequência do feminismo. É isso que o feminismo quer, é isso que o feminismo faz com as crianças. Nós temos que mandar o feminismo e as feministas para as profundezas do inferno, para o esgoto da história, ao lado dos nazistas e dos comunistas. O Feminismo é a ideologia mais podre, suja e depravada que já surgiu na história do mundo. Nem os nazistas e nem os comunistas desceram tão baixo como as feministas. Até os nazistas respeitavam as suas crianças, até a URSS respeitava e protegia as suas crianças. Mas essas malditas cadelas feministas estão fazendo isso com as crianças brasileiras.
E isso é só o começo das atrocidades que as feministas planejam fazer contra as crianças. As feministas estão defendendo o infanticidio, o direito da mãe matar o próprio filho DEPOIS que a criança nasceu. O feminismo está defendendo a legalização da pedofilia no Brasil, através do Estatudo da Diversidade Sexual da Marta Suplicy do PT. Na Holanda já existe uma associação de pedófilos, que tenta legalizar a pedofilia lá também.
Os homens do Brasil tem o DEVER de usar todas as suas forças para combater o feminismo em todas as frentes possíveis. Se você homem, não quer combater o feminismo para lutar pelos seus direitos de homem, então combata o feminismo para lutar pelos direitos das crianças. Vejam só as atrocidades que essas malditas feministas já estão fazendo com as crianças brasileiras. Eu vi uma noticia que nos EUA vários casais de lésbicas adotam meninos de 5 anos de idade e os submetem a tratamentos hormonais para transformá-los em travestis, fazem lavagem cerebral nos meninos para convencê-los de que eles querem ser meninas e mulheres e mal chegam aos doze anos aquelas lésbicas dos infernos pagam cirurgias de mudança de sexo nos meninos, cortando fora os pênis deles, retirando os testítulos deles, submetendo-os a perigosos e cancerígenos tratamentos hormonais com hormônios femininos, tudo para satisfazerem seus fetiches sádicos de feministas que odeiam os homens. Durante muitos anos da minha vida eu acreditava nas críticas que se fazia contra a Inquisição católica e a caça às bruxas. Mas, hoje, vendo as monstras que a mulher moderna se transformou graças ao feminismo, não consigo mais condenar a Igreja Católica e nem a Santa Inquisição.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Alain Soral - Feminismo, uma ideologia a serviço do sistema?



O feminismo depende muito mais dos homens do que das mulheres para se manter

O feminismo depende muito mais dos homens do que das mulheres para se manter
Posted on 28 de outubro de 2013




CDC/FITZ

O feminismo depende muito mais dos homens do que das mulheres para se manter

Muitas mulheres veem o feminismo como um deus, uma salvação que as salvou do “machismo opressor cometido contra elas durante todos esses séculos”. Elas veem o feminismo como a arma usada para vencer o homem machista e sua opressão, trazendo independência feminina. Mas, o feminismo depende mais de quem? Dos homens ou das mulheres? Nesse texto vou mandar uma real que incomodará muitas feministas: O FEMINISMO DEPENDE MUITO MAIS DOS HOMENS DO QUE DAS MULHERES PARA SE MANTER. Analisemos alguns aspectos sobre feminismo e homens, vejam como o 1° depende do 2°:

1- O FEMINISMO DEPENDE DOS HOMENS CULTURALMENTE

Quando o feminismo bate de frente com o “homem machista”, ele perde, as feministas perceberam isso. Por isso, como driblar o “homem machista”? Transformando o homem machista, num homem frágil, sentimental, sem iniciativa, nada competitivo e que esteja disposto a tomar o discurso de igualdade de gênero praticado pelo feminismo. O feminismo faz isso através de reengenharia social, condenando o “homem machista” como agressor e estuprador e tentando fazer as pessoas acreditar quer o homem “bom e moderno” não é machista. Dessa maneira o feminismo consegue espaço, por que os homens se omitem. Por que o feminismo não avança em países árabes? Por que os homens muçulmanos não estão dispostos a ceder, não querem largar seus valores e tradicionalismo. Portanto, o feminismo depende que os homens tomem determinada postura, para que depois, ele consiga mudar a postura das mulheres.

2- O FEMINISMO DEPENDE DOS HOMENS FINANCEIRAMENTE

Quem sustenta as várias e imprestáveis ONG’s feministas que existem mundo afora? Esse dinheiro é dado pelo governo, mas o governo não é a fonte desse dinheiro. A fonte desse dinheiro é o homem que paga a grande maioria dos impostos. Os homens pagam mais impostos pois recebem, em média, mais e tem mais empresas do que as mulheres . A Suécia tem um imposto apenas para homens. O femen é mantido por empresários homens multimilionários. Ou seja, farra feminista mantida com o seu suado dinheiro.

3- O FEMINISMO DEPENDE DOS HOMENS POLITICAMENTE

Quem decide se esse dinheiro irá ou não para as ONG’s feministas? Políticos, em sua grande maioria homens. Quem cria secretarias de políticas para mulheres (que nada mais são do que um antro da ideologia feminista)? Políticos, políticos homens, em sua grande maioria. Muitas vezes, esses políticos “Homens” agem contra seu próprio sexo ao aprovarem leis de superproteção à mulher, como a lei Maria da Penha e a sua equivalente americana. Essas leis são usadas muito mais para punir homens do que para proteger mulheres. Sem a ajuda de políticos homens o feminismo não conseguiria nada.

4- O FEMINISMO DEPENDE DO HOMEM IDEOLOGICAMENTE

A base ideológica do movimento feminista foi criada por homens. Karl Marx escreveu sobre sua “luta de classes”, segundo ele o patrão era opressor do empregado. O feminismo adaptou isso à sua ideologia, mas agora a luta de classes ocorre por que o homem oprime a mulher. Sem isso, o feminismo não existiria. Mas, a base da ideologia é de quem? Um homem.

5-O FEMINISMO DEPENDE DOS HOMENS FISICAMENTE

Quem impede que as feministas não sejam espancadas ao ficarem com os peitos de fora, desrespeitando as pessoas na marcha das vadias? Policiais,que em sua grande maioria são homens. Mas as feministas têm outras fontes de proteção física, uma colega minha que estuda numa universidade federal, me disse algo interessante: Era organizado um grupo de “homens” feministas para proteger as feministas na marcha das vadias. Assim, elas tinham os seus guardas-costas feministas. Sem a ajuda desses homens, a marcha das vadias não aconteceria.
Portanto, sob todos os aspectos vistos até aqui, percebe-se que o feminismo depende muito mais dos homens do que das mulheres para se manter. Sem a ajuda dos homens, o feminismo não teria 5% da influência que tem hoje. Isso nos ensina uma lição: O FEMINISMO É A IDEOLOGIA MAIS HIPÓCRITA QUE EXISTE, ELE PREGA QUE AS MULHERES DEVEM SER INDEPENDENTES DO HOMEM, AO PASSO QUE ELE PRÓPRIO NÃO CONSEGUE SER INDEPENDENTE DOS HOMENS. O que é bom para as mulheres, deveria ser também bom para o feminismo. Por que o feminismo não rejeita toda essa ajuda e influência masculina? Ele sabe que se fizer isso, em 50 anos o feminismo acaba.

Fonte: http://avezdasmulheres.blog.com/2013/10/28/o-feminismo-depende-dos-homens/

Nosso comentário: Concordo com tudo o que está escrito no texto acima, exceto a última frase, na qual o autor prevê que sem ajuda masculina o feminismo acabaria em 50 anos. Eu tenho certeza absoluta que sem ajuda masculina o feminismo acabaria em 50 horas. Tudo o que precisamos fazer é convencer um pequeno número de homens a não apoiar o feminismo e o feminismo desmoronorá mais rápido que a URSS em 1991.

APLICATIVO LULU: a prova de que é a mulher quem vê o homem como um mero objeto!

APLICATIVO LULU: o ápice da desvalorização masculina, banalidade feminina e a prova extrema de que é a mulher quem vê o homem como um mero objeto!
Muitos devem saber mas para outros ainda pode ser uma novidade. Mas o fato é que um aplicativo novo chamado LULU está bombando entre as MULHERES.
Como este aplicativo funciona?
É um aplicativo para celular que se conecta automaticamente com o Facebook da menina. Lá, ela pode ver todos os HOMENS de seu Facebook e dar uma nota para ele de 0 a 10, dar uma hastag dentre outros.
Acontece que, como isso virou uma febre, várias meninas já o tem (prova de que são promíscuas, vadias e que adoram falar que homens as tratam como objeto quando na verdade, elas o fazem) as meninas do Facebook daquele mesmo contato (o Homem) darão uma nota para ele também. E assim, ele fica "avaliado" pelas meninas.
Acontece que, com esta popularidade, alguns homens estão sendo prejudicados por mera vingancinha feminina, como a matéria do O Globo destacou sobre este aplicativo.
O que era pra ser uma brincadeira, acabou virando mais uma das diversas armas que as mulheres tem, para tentar diminuir o homem, tentar rebaixá-lo e desmoralizá-lo, colocando-se por cima de uma situação fictícia criada a partir de um aplicativo completamente fútil. Não deixem que o Facebook de vocês seja alvo deste lixo. Vocês estão no LULU. É automático. Para sair dele, basta entrar no site:
http://company.onlulu.com/deactivate
e desative seu perfil. Fazendo isso, você está formalmente informando que não aceita quaisquer dados seu (fotos, comentários de terceiros e afins) estejam neste aplicativo.
Vamos começar de vez a acabar com esta porcaria. E se as vadias querem saber se um homem é bom ou ruim, que procurem conhecê-lo dignamente e de preferência não se sinta atraída por vagabundo como sempre fazem.

Via: O Semeador da Real

Toda mulher decente é contra o feminismo


O suicídio de adolescentes: o que anda por trás disso tudo?

Criando filhos Parte1: O suicídio de adolescentes: o que anda por trás disso tudo?

Publicado em novembro 29, 2013 by Mulheres contra o feminismo
Padrão





Estas duas imagens acima se referem ao que algumas pessoas postaram sobre casos de suicídio de adolescentes muito jovens que se mataram depois de terem imagens filmadas enquanto faziam sexo. Feministas colocaram a culpa nos homens, no machismo, na sociedade opressora, etc e etc como sempre fazem. E repetiram o que sempre repetem: “se os homens fazem isso, podemos fazer também”,etc, etc.
Estas meninas sucumbiram a pressão. Mas de onde nasce esta pressão? Do “capitalismo opressor cristianismo patriarcado”? Se o patriarcado machista opressor fez isso, tios, irmãos e pais destas meninas devem estar felizes, certo? Afinal, “todo homem estupra, mata, etc etc”. Aposto que nem tios, irmãos e pais querem isto para as suas filhas. O cristianismo santifica a mulher e sempre cita a mulher virtuosa. Qual família quer que seus filhos e filhas sofram? Ou aborte? Talvez famílias de pessoas doentes.
Logo, o que anda por trás disso tudo?

Vamos analizar os adolescentes de hoje;

1) Muitas vezes criados por casais separados ( e sofrem com isso pois todo filho e filha quer ver os pais juntos e felizes);
2) Tais casais separados muitas vezes tentam compensar com $ por terem pouco tempo para criar e educar os seus filhos;
3) Sem tempo para criar, cuidar, ensinar os filhos, estes não aprendem valores familiares e o simples CERTO X ERRADO ou sobre limites, boas escolhas;
4) Sem saber o que é certo e errado o adolescente sofre. Primeiro, por não saber como lidar com a tempestade emocional durante a puberdade. Segundo, ele precisa de ajuda encontrada na base de um modelo familiar e valores morais. Mas hoje ele não tem isso cada vez menos;
5) Ele pode crescer mimado, sem limites, sem quem o guie ou o alerte;
6) Neste meio tempo ele vai encontrar alguma turma que o apoie. Gangues, amigos que usam drogas, traficantes,etc ou “amiguinhas/amiguinhas camaradas” como feministas “modernas e poderosas” que adoram relativizar tudo quando na verdade ele precisaria de algo sem relativismos;
7) Nestas horas os adolescentes se viram contra os pais (que se detestam);
8) Movimentos como o feminismo se baseiam no mais completo relativismo moral. O movimento feminista- GLBT e afins apoia a filosofia “meu corpo, minhas regras para crianças e adolescentes”. O movimento feminista que apoia o precoce inicio da vida sexual. O movimento feminista que apoia funkeiras e funkeiros que acham “bonito e livre” crianças rebolarem ao som de funks com letras chulas;
9) Resumindo: sexualização precoce;
10) Neste meio tempo, os pais perderam o controle: a filha que leu estas “modernidades” que dar, distribuir, cantar funk e abortar quer ser “mulher forte e moderna”. O filho, quer ser o pegador MC Catra pois este pega mais mulheres ( MC Catra, parceiro musical da feminista Valesca possui muitas seguidoras). Tanto o garoto ou a garota deixaram de se espelhar em algum modelo exemplar. No relativismo, o ruim vira bom o bom vira ruim.
11) Sexo que é para ser algo feito POR PESSOAS COM RESPONSABILIDADE fica cada vez mais banalizado;
12) Aqui é o feminismo que prega a “liberdade da terra prometida”: frases como “dar e distribuir para quem quiser” (mas depois reclamando do parceiro/a com quem se deitou porque quis), “eu dou de primeira pois sou forte e moderna” (mesmo sem saber o que pensa ou o que valoriza a pessoa estranha que transe com esta “mulher moderna”), “transo com 100 em 20 dias” (querendo uma homenagem por isso??) e outros absurdos. O feminismo como sempre falamos cada vez mais nos transforma no tipo de homem que DEVERIAMOS EVITAR.
13) E as adolescentes devem se virar neste meio: sem valores, sem bons modelos, sem estrutura familiar e que cada vez mais a incentiva a ser MULHER QUANDO ELA DEVERIA SER MENINA. Suas escolhas são feitas baseadas no modelo feminista sem que ela saiba que possa sofrer muita pressão por isso e venha a explodir.
Tudo isso poderia ser resolvido com uma forte estrutura familiar, bons valores e senso comum. Sexo exige maturidade e responsabilidade. Mas quem as feministas culpam? Uma fantasia de um mundo paralelo aliada ao marxismo e utopias. E mais adolescentes caem nessa.
Imaginem um pai hoje dizendo para a filha de 16 anos (ou mais cedo hoje em dia) se focar nos estudos ao invés de “namoro” quando o feminismo prega que ela tem “diretos, meu corpo-minhas regras e vida sexual”? A figura paterna, materna ou quem quer que for vai ser taxada de “machista, conservadora, antiquada,etc”. E isso que as feministas dizem lutar contra a pedofilia. A ideologia feminista nasce do marxismo e este sempre quis atingir o modelo familiar sem se apegar as vidas que ficam pelo caminho para comprovar as suas teorias.
Uma leitora enviou este texto que se relaciona ao tema:
“ Gostaria de dar uma sugestao.
É absolutamente impressionante a intolerância e agressividade que as “feministas” das gerações Y , Z e X estão demonstrando. É natural que meninas e adolescentes tenham repulsa a meninos, toda menina costuma ter esse comportamento, mas não com tanta intensidade. Se deixarmos isso crescer, sem que ninguém oriente essas meninas no sentido real da vida, teremos verdadeiras monstras em muito pouco tempo. As feministas, ao invés de propor aborto, deveriam se voltar para o próprio movimento.
Estao proliferando na internet e aqui no facebook centenas de grupos e paginas que tem um profundo discurso de odio e intolerancia religiosa e aos homens em geral.
No discurso dessas meninas, homens sao seres deploraveis, nao dignos de convivencia e utilizam termos depreciativos como o “male tears” para classificar qualquer discurso masculino. Em algumas paginas, incentiva-se um comportamento de desonestidade e hostilidade masculina, que elas chamam de “friendzone”.
Muitos chamavam as mulheres feministas irresponsaveis de “feminazi”. Pois bem, jovens estao “curtindo” ser feminazis, reproduzindo um comportamento hostil.
Um exemplo de pagina no facebook com esse discurso, que faz alusao a animes japoneses. Foi a pagina mais “soft” que eu encontrei, ha outras paginas bem mais preocupantes, que usam tematica de horror e violencia grafica”.
Esta nova geração de feministas e simpatizantes que bebe no feminismo antigo possuem a mesma idade das garotas que se mataram. Elas ficaram cegas pelo feminismo do mesmo modo que homens idiotas ficam cegos ao defender movimentos de raiva e rancor. Agem sem pensar e quando pensam fogem da responsabilidade pois a sociedade permite com relativismos e leis de pura engenharia social. O estado cria e ensina no lugar dos pais. Ele que diz o certo e errado segundo “estudiosos”apoiados pelo movimento feminista. O feminismo cada vez mais atinge adolescentes imaturas que arrogantemente pensam serem superiores a tudo e sem os pais poderem atuar. Isso vale para meninas e meninos. A puberdade hoje transita para a vida adulta cada vez mais veloz sem os pais para alertar os filhos e filhas das armadilhas da vida. A liberdade virou muleta. Responsabilidade, pensar e senso comum viraram coisas antigas.
Infelizmente muitas pessoas jovens sofram com isso.

Fonte: http://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2013/11/29/criando-filhos-parte1-o-suicidio-de-adolescentes-o-que-anda-por-tras-disso-tudo/

A feminista é o pior tipo de mulher[...],fuja da mulher feminista - Coluna do Jornal Zero Hora

David Coimbra: "Ego"
O hipócrita tem o freio da própria hipocrisia, se os outros não gostam, ele hesita
david.coimbra@zerohora.com.br

Desconfio de qualquer um que seja doutrinário. O acólito, o seguidor de doutrina, o radical de qualquer crença, partido, igreja ou ideal, esse é inevitavelmente um idiota. Impossível
ser radical sem ser idiota.
O radicalismo é um desvio de personalidade. Porque, ao radical, pouco importa no que ele acredita. O que importa é ele acreditar radicalmente em alguma coisa. O radicalismo é apenas um meio. Um instrumento em que ele exercita o seu egoísmo.
Assim a mulher feminista. É o pior tipo de mulher com quem conviver, porque ela justifica o seu egoísmo intelectualmente. A mulher feminista, quando faz o mal ao seu companheiro, alega estar sendo honesta com seus sentimentos. E sai pelo mundo de nariz erguido, repetindo com orgulho: sou uma mulher honesta! Sou uma mulher honesta!
Ora, ela foi honesta com os sentimentos DELA. E os dele? Uma pessoa que se preocupa só com os seus sentimentos e esquece o dos outros, o que é?
Egoísta. No caso da feminista, uma egoísta com discurso, cruzcredo.
Fuja da mulher feminista.
Também o político. Se você tiver de escolher entre um político idealista e um político hipócrita, quem você escolherá?
O idealista, claro.
Pois você fará má escolha. O hipócrita tem o freio da própria hipocrisia. Se os outros não gostam, ele hesita. Quer dizer: mesmo que seja por interesse, ele, de certa forma, se preocupa com o sentimento dos outros.
Já o idealista não vacilará em cometer os maiores desatinos e as maiores desumanidades em nome do seu ideal. Porque o ideal dele está acima de tudo, inclusive das pessoas. Seja que ideal for, na ponta direita ou na ponta esquerda. O importante é que ele tenha essa justificativa para o seu egoísmo. Ele passa por cima dos outros e ainda bate no peito: tive que fazer isso, porque era no que acreditava.
José Dirceu é um idealista. Ele não queria se locupletar com o mensalão. Nada disso. José Dirceu tinha um projeto de poder para o PT, e acreditava que aquele projeto salvaria o Brasil, assim como a feminista acredita estar sendo honesta quando coloca os sentimentos dos outros como subalternos aos seus.
É por isso que José Dirceu acredita, de fato, que é um preso político, que é um injustiçado. Porque seu ideal dava salvo-conduto para quaisquer de suas ações, o ideal transformava seu egoísmo em doutrina. Para Dirceu, o seu egoísmo era mais do que isso: era heroísmo.
Ah, mas às vezes os egoístas são desmascarados, e aí lhes aguarda a danação. Aos egoístas, e às egoístas, está reservada a maldição dos versos finais da composição imortal de Lupicínio, Vingança:

"Você há de rolar como as pedras
que rolam na estrada. Sem ter nunca
um cantinho de seu pra poder descansar".

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/11/david-coimbra-ego-4348993.html

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Feminismo e movimento gay agora defendem a pedofilia

Tão precisos como um relógio suiço, o movimento gay e o feminismo agora já estão publicando artigos na internet para condicionar a sociedade para aceitar a pedofilia, como fizeram com o movimento gay há alguns anos atrás. Vejam um trecho de um texto que encontrei hoje, num site, defendendo abertamente a pedofilia e prevendo que daqui a alguns anos essa prática abominável deixará de ser mal vista pela sociedade, assim como o homossexualismo deixou de ser mal visto:

O texto completo é abominável e impublicável. Tive que selecionar a parte mais soft do texto para tirar o print acima. Para quem tiver estômago para ler o texto completo em que esse jurista gay defende a legalização e a prática da pedofilia, o link é o seguinte: http://web.archive.org/web/20050313214946/http://www.paroutudo.com/colunas/denilson/041208_denilson_amandogarotos.htm

Serenata para as feministas que querem brigar comigo: "Pode vir quente que eu estou fervendo"

Serenata para as feministas que querem brigar comigo: "Pode vir quente que eu estou fervendo"

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Nós homens sempre ajudando os parceiros nas dificuldades!

Acredite se puder: Licença Paternidade é esmola feminista

Vocês sabiam que nos campos de concentração nazistas, os alemães davam de vez em quando pão mofado para os judeus comerem? Batatas bichadas também faziam parte do cardápio. De acordo com algumas feministas por aí, isso seria "prova" de que os nazistas cuidavam bem dos judeus e se preocupavam com o bem estar do povo judeu.
É esse mesmíssimo tipo de esmola que o feminismo está dando para os homens hoje em dia através da ridícula "licença paternidade". É até engraçado a gente refazer os passos da pseudo-"lógica" feminista. Segundo elas, como o feminismo defende uma semana a mais de licença paternidade, isso seria uma "prova" de que o feminismo também se preocupa com o bem-estar dos homens. Viram só, homens? O feminismo também se preocupa em dar algumas migalhas para vocês, então, do que é que vocês estão reclamando do feminismo? Come, passa, vai deitar. Vem aqui, que agora eu estou mandando, vem meu cachorrinho, a sua dona está chamando. Agora que as feminazis deram um osso para nós roermos: a licença paternidade, nós homens, não temos motivo algum para reclamar do feminismo, não é?
Sabem o que eu gostaria de dizer para as feministas quando elas falam dessa tal de "licença paternidade"? Já que vocês feministas acham que a licença paternidade é tão boa e tão gostosa assim, então façam um rolinho com ela e enfiem bem dentro da bunda de vocês, suas biscates do caralho, porque eu não sou mendigo, não aceito essas esmolas do feminismo. Nunca vou compactuar com o feminismo, nunca vou aceitar a existência do feminismo. A minha posição a respeito do feminismo é a mesmissima posição que o Estado de Israel tem a respeito do nazismo: Não aceitaremos nada que não seja a completa extinção e erradicação do feminismo da face da Terra. Não existe nazismo bom, nem nazismo aceitável, assim como não existe feminismo bom, nem feminismo aceitável. O único feminismo aceitável é o feminismo EXTINTO!! E tenho dito!

A pressão faz a diferença. O PL 5685/2009 - Estatuto do Homem

A pressão faz a diferença. O PL 5685/2009 - Estatuto do Homem

Temos o Estatuto do Homem (que cuida da saúde e protege o Homem da violência doméstica) aguardando votação na Câmara dos Deputados. Em Brasília é importante tudo que o povo coloca os olhares e acompanha de perto. Vou traduzir: é importante aquilo que tem pressão em cima.

O Estatuto do Homem é importante para nós. Temos que criar pressão.

Somente se cobrarmos ele vai se tornar real. Nesse momento, o que peço é que se cadastrem no site da Câmara dos Deputados para acompanhar esse Projeto de Lei, de nº 5685/2009 que Cria o Estatuto de Saúde e Segurança Doméstica e Familiar do Homem e dá outras providências.
O cadastro de acompanhamento de muita gente indica interesse popular, eles sabem. Outras formas de pressão também são bem-vindas.

Está aqui o link, faça a tua parte.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Não à violência contra a mulher. Já a contra o homem...

Violência contra a mulher

Nem ativista, nem político. Um ex-bbb de mal com a imprensa?

Nem ativista, nem político. Um ex-bbb de mal com a imprensa?

Por Marco Feliciano

Nem ativista, nem político. Um ex-bbb de mal com a imprensa?
A fala do deputado sindical – aquele que milita em causa própria – chega a soar como pachouchada, daquelas que nem em programas de humor obsceno se pronúncia. Mas é típico do palerma falar tolices. É do tipo que não suporta a democracia, que não suporta a verdade. Eis aí. Por isso, busca impor o que chama de “direitos”, ultrapassando todos os limites, rejeitando o debate político e buscando aprovar projetos por debaixo dos panos. O que se vê no caso deste cidadão é um dislate terrível. Mas vamos ao ponto.
Na quarta-feira, 20, dois projetos foram aprovados na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Criou-se, no entanto, a farsa, repetida na imprensa sindical de que os projetos são uma tentativa de retirar direitos conquistados pelos homossexuais. Um imbecil chegou a dizer que o colegiado está dominado pela bancada evangélica. Mas está lá, quem deseja estar. E que direito os homossexuais conquistaram? O que vimos foi um órgão de fiscalização judicial legislando de forma escancaradamente inconstitucional.
Ora, caros leitores, a decisão do ministro Joaquim Barbosa, através do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento, é ridícula. A resolução visa dar efetividade à decisão tomada em maio de 2011 pelo Supremo Tribunal Federal, que liberou a união estável homoafetiva.
Os dois textos aprovados na CDHM tratam justamente destes dois acontecimentos. Um dos projetos, de autoria do deputado André Zacharow (PMDB-PR) propõe anular a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu, ignorando a Constituição, a união civil homossexual e submeter o assunto a um plebiscito com a seguinte pergunta: “Você é a favor ou contra a união civil entre pessoas do mesmo sexo?”.
Reitero: o STF não legalizou, apenas reconheceu, por conta e risco, a união civil entre homossexuais. E os bucéfalos sindicais podem desistir, pois não há regulamentação sobre este tema e não cabe ao Supremo legalizar. Cabe ao Congresso fazer. E se o Congresso decidir que a decisão deve ser tomada pelo povo, que é justamente quem o Congresso representa, o que há de mal nisso?
O outro é coisa correlata. Proposto pelo deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ), pretende anular através de decreto legislativo a resolução do CNJ. Se o STF não tem poder de criar uma lei, ou seja, de reconhecer um direito civil que não foi legislado, o CNJ não pode obrigar os cartórios a reconhecer o casamento gay. Não há lei para isso. O que torna a decisão de Joaquim Barbosa uma sandice sem precedentes.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) sabe bem disso. Tanto é assim que apresentou uma PEC alterando a redação do Parágrafo 3º do Artigo 226 da Constituição, que estabelece o seguinte: “§ 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”. Ainda que o Supremo tenha reconhecido, Wyllys sabe que existe a necessidade de legislar o tema. Mas chama de “armadilha” o que foi aprovado na CDHM debaixo da cobertura maciça da mídia e pede critério jornalístico. Isso mesmo! Jean Wyllys pedindo a imprensa sindical que tenha critérios? Não me faça rir. Enquanto afirma que busco espaço na imprensa usa a mesma para me atacar?
Wyllys não suporta o fato de não ter conseguido – através da força da mídia – me derrubar da presidência do colegiado. Ou: realmente acredita que as mentiras que foram plantadas na imprensa a meu respeito surtiram efeito? Pensou que os que me acusaram de racista e homofóbico destruíram a minha reputação? Pesquise um pouco, busque vídeos, veja as minhas redes sociais. Não represento uma classe sindical. Nem um ativismo nazista. Represento a família brasileira.
As taxativas que o sindicalismo gay tenta plantar a meu respeito só me fortalece. O deputado ativista sabe bem disso, por isso não quer falar sobre mim. Enquanto isso, eu sei bem o efeito que causo ao citá-lo: milhões de cristãos, católicos e evangélicos, leem suas citações “cristofóbicas”. Ou: o nobre pensa que comparar igreja e Comissão é uma postura inteligente?

Fonte: http://artigos.gospelprime.com.br/resposta-marco-feliciano-jean-wyllys/

Livro GRÁTIS: Catecismo contra o aborto


sábado, 23 de novembro de 2013

O destino do bebê que nasceu com 15 semanas prematuro (emocionante)

O destino do bebê que nasceu com 15 semanas prematuro (emocionante)

Nascido três meses e meio prematuro, bebê Ward Miles não teve o início mais fácil na vida, mas graças ao amor de seus pais e dedicação interminável de médicos e enfermeiros, o pequeno lutador conseguiu. Seu pai, Benjamin Miller que é um fotógrafo que trabalha sob o nome de Benjamin Scot, capturou primeiro ano de seu filho em um pequeno filme em movimento. O vídeo começa com nova mãe Lyndsey cautelosamente pegar seu filho, que pesa menos de 1,5lbs equivale por + ou - 700 grs, com 15 semanas de vida no Hospital Infantil Nationwide, em Columbus, Ohio. Com a ajuda das enfermeiras fios e equipamentos médicos móveis, Lyndsey facilita em uma cadeira e prende seu filho pequeno ao peito. Ela sorri para a câmera e, em seguida, a nova mãe torna-se oprimido pelo momento e explode em lágrimas.


Fonte: http://forcadaspalavrasfb.blogspot.com.br/2013/11/o-destino-do-bebe-que-nasceu-com-15.html?spref=fb

Nosso comentário: Esse bebê nasceu com apenas 15 semanas de gestação, que são somente 3 meses e 3 semanas de gestação, quando o normal seriam 9 meses de gestação. Mas, apesar do bebê ter nascido tão prematuro, ele sobreviveu e se desenvolveu, como podemos ver no video, o que significa que um feto de 3 meses e 3 semanas já é um ser humano completo. Mas mesmo assim as feministas conseguiram legalizar o aborto em vários países. Na Holanda, o aborto é permitido após as 24 semanas em comprovadas situações de dificuldade e falta de alternativas da mulher, decisão tomada entre a mulher e um médico. Mas, se um feto com 15 semanas que nasceu prematuro conseguiu sobreviver, então quer dizer que a partir pelo menos da 15ª semana, já se trata de um ser humano completo. E mesmo assim, a Holanda permite o aborto até a 24ª semana, se a mulher for uma feminista egoísta que não quer gastar dinheiro com fraldas e mamadeira, então a mulher pode sim matar o seu próprio filho, para economizar uns trocados. É por isso que agora o feminismo está defendendo o infanticidio: Porque o infanticidio já está legalizado nos países onde o aborto é permitido, já que abortar um bebê de 24 semanas é a mesma coisa que matar um bebê recém nascido. E depois as feministas vêem com um rosário de lágrimas tentando despertar a piedade dos homens sobre elas. Eu não consigo sentir dó de uma mulher feminista que faz um aborto ou que defende o aborto.

A verdade sobre violência contra a mulher



Mulheres tóxicas

Mulheres tóxicas
Vejam o link original (no final do texto) onde o autor tem lá bons vídeos.

Uma mulher é tóxica se ela abraçou o feminismo e vive de acordo com as crenças cardinais de total egoísmo e irresponsabilidade para as mulheres. As mulheres tóxicas não só são bastante comuns como não parece que sejam uma espécie em vias de se extinguir num futuro próximo. De facto, as mulheres tóxicas são em maior número que as mulheres não-tóxicas.
As mulheres tóxicas pensam que é moralmente correcto:
Usar o sistema legal sob controle feminista para roubar os bens do ex-marido após o divórcio;
Negar o acesso do pai aos seus próprios filhos se a mulher quiser;
Iniciar processos legais contra patrões e colegas se ela achar que esta a ser "oprimida";
Acusar um homem de violação se, após uma noite de intimidade, ele não a abraça pela manhã ou nunca mais volta a ligar;
Ter empregos como "bombeira" e polícia (ou militar) e receber o mesmo que os homens embora não tenham a mesma habilidade, força ou destreza, e nem corram os mesmos riscos que o homem corre.
Não é seguro um homem ficar sozinho com uma mulher tóxica e nem é seguro ele dar-lhe boleia até a sua casa ou fazer-lhe qualquer tipo de um elogio - as falsas acusações de violação ou assédio sexual estão prontas a serem lançadas por mulheres que sofram uma de uma vasta gama de problemas de personalidade.
Se um homem espera evitar problemas legais e financeiros, ele nunca deve sair em encontros românticos, ficar perto, contratar ou interagir com mulheres tóxicas.
Mulheres tóxicas na sociedade.
Se tu és um homem a viver na Europa ou nos EUA, ou em qualquer outro lugar onde o feminismo já tenha infectado as mulheres locais (Brasil, etc), então tu és um homem a viver entre milhões de mulheres tóxicas. Estas mulheres não são um bocado tóxicas: elas são tóxicas até ao extremo. Elas são tão tóxicas que apenas o gesto de estar ao lado delas é prejudicial para a saúde do homem.
O feminismo, e a sua disseminada adopção por parte da maior parte das mulheres ocidentais, gerou uma mentalidade feminina monstruosa que aflige todos à sua volta. Esta mentalidade "primeiro eu", "quero tudo", "sou melhor que tu" é uma atitude que estas mulheres abraçaram tendo pleno conhecimento (ou ignorância imperdoável) do mal que isso causa às pessoas à sua volta - em especial aos homens.
Quão tóxica é esta mulher?

Feministas são tóxicas se te casas com elas.

Antigamente o casamento não só era algo de importante como também era a base da sociedade, e, de facto, de toda a civilização. De uma forma ou outra, e atravessando culturas e divisões históricas, a definição formal de família - que implicava a união entre um homem e uma mulher - teve um propósito vital em incentivar o homem, proteger a mulher e gerar crianças.
Nos dias que correm, no entanto, o casamento é um contrato totalmente desigual onde o homem foi sobrecarregado com responsabilidades financeiras em relação à mulher, ao mesmo tempo que, à mulher, nada foi imposto, requerido ou restrito.

Com um divórcio sem responsabilidades, a mulher é livre para escolher abandonar o casamento (e em 90% dos casos é ela que inicia o divórcio) desde que ela assim o sinta, tendo como conforto a certeza de que o ex-marido vai ser obrigado a pagar o estilo de vida a que ela se acostumou. No entanto, não há qualquer tipo de provisão nesse sentido para o estilo de vida do homem - aparentemente é moralmente aceitável ele experimentar um decréscimo acentuado no seu estilo de vida devido ao facto dele estar a financiar as escolhas da sua ex-esposa.
As mulheres tornaram-se tão tóxicas, especialmente as mulheres americanas, que elas se aperceberam que estão a ser de modo incremental rejeitadas em favor de mulheres não-ocidentais. Mas em vez de levarem esse facto como um aviso ao seu nível tóxico, elas (as mulheres ocidentais) tentam impedir os homens de buscarem mulheres não insuladas pelo feminismo.
Se um homem não tomar cuidados extremos em escolher uma mulher que EXPLICITAMENTE renuncia o feminismo - e uma mulher em que ele possa depositar confiança - o casamento não é viável para o homem ocidental. A mulher tóxica tem muitas opções, muitas armas e muitas agências - incluindo o governo - que tem interesse em encorajá-la em abandonar o marido e destruí-lo no processo.

As mulheres são tóxicas se tiveres relações sexuais com elas.

Com a histeria injustificada em torno das violações que ocorrem nos encontros, ou violações sob efeito do álcool ou drogas, e mesmo violações entre conjugues, as mulheres estão sempre prontas a acusar os homens de violação quando se encontram na inconfortável posição de ter dormido com um homem e depois arrependerem-se pela manhã.

As mulheres são tóxicas se as contrata-as.

Contratar uma mulher com idade para conceber filhos não faz sentido para as pequenas empresas. Para além de elas poderem ter que se ausentar para ter os filhos, as mulheres no local de trabalho no geral são um risco e um peso para o patrão e para os colegas de trabalho.
A presença de mulheres no local de trabalho abre uma avenida de potenciais problemas que não existem com os homens:* Alegações de assédio sexual
* Queixas em relação às diferenças salariais
* Ausências maternais
* Queixas em torno de "oportunidades iguais"
* "Alturas do mês".

As mulheres são tóxicas se lhes dás boleia a casa ou se partilhas um elevador com elas.

As falsas acusações de violação ou assédio sexual são bastante comuns em países como a Inglaterra. Isto é tanto assim que várias normas tem que ser seguidas para governar a interacção entre os homens e as mulheres. De um modo ostensivo, estas regras foram feitas para proteger as mulheres dos predadores masculinos (com todos os homens a serem inseridos neste grupo).
No entanto, apesar da misandria inerente a estas regras, elas ajudam os homens mais do que ajudam as mulheres uma vez que, embora os assédio reais e as violações sejam raras, as falsas acusações contra os homens são comuns.
Aconselha-se aos homens que se mantenham bem longe das mulheres tóxicas (feministas) e certifiquem-se que nunca se encontram sozinhos com elas em lugar algum.

As mulheres são tóxicas se tiveres filhos com elas.

Mães tóxicas não só estão totalmente à vontade para negar direitos de visita a pais sem custódia, como também possuem o total apoio do sistema de justiça - supostamente "no melhor interesse da criança".
As mulheres são também livres de acusar falsamente o homem de violência doméstica ou abuso sexual de modo a que a lei previna o marido de ver os filhos - e ela fique com a custódia.
Quando as mentiras das mulheres tóxicas são descobertas, os tribunais raramente punem as mulheres (supostamente como forma de "defender os interessas da criança").

As mulheres são tóxicas se discordas com elas.

Se um homem não está de acordo com as crenças cardinais do feminismo - pior, se ele chega a trazer a lume um ponto que não está de acordo com "os direitos da mulher" - ele é logo catalogado de "misógino". Desta forma, todas as opiniões masculinas feitas auto-defesa dos ataques feministas são suprimidas ao serem categorizadas de "ataques à mulher".
Por exemplo, se uma feminista declara que as mulheres são "o motor da sociedade", e tu lhe apontas para o facto de todas as grandes descobertas científicas e tecnológicas da Humanidade terem sido feitas por homens, apesar do que tu dizes ser uma constatação óbvia e historicamente correcta, a feminista pode considerar isso "um ataque às mulheres".
As mulheres são tóxicas se tu trabalhas com elas.
Devido aos seus receios de serem vítimas de falsas acusações de assédio, muitos (muitos!) homens que trabalham em sítios como a City de Londres nunca entram num elevador se a única pessoa lá presente é uma mulher. Mesmo homens poderosos e donos de grande companhias vivem com um medo constante das acusações das empregas.
Será que as mulheres vão mudar? Haverá luz no fundo do túnel?
Não, não há. Tal como as coisas estão actualmente, e devido às vantagens que essa ideologia lhes dá sobre os homens, não há incentivos para que as mulheres abandonem o feminismo. Apesar das supostas vantagens serem detrimentais para as mulheres - bem como para os homens e para as famílias - elas sabem bem para as mulheres e como tal, não há esperança em elas renunciarem essa ideologia.
O egoísmo das mulheres tóxicas simplesmente é demasiado extremo para elas se aperceberem da armadilha que o feminismo cavou para todos nós. Elas caíram na cantiga da sereia do feminismo e elas não só pensam que são as "escolhidas" como acreditam que são inerentemente superiores aos homens.
Elas ficam felizes quando roubam os bens do ex-marido e impedem-no de ter contacto com os filhos -- elas realmente pensam que isto é uma vitória para elas. Elas nem se apercebem dos estragos que o seu egoísmo causa nos seus próprios filhos ao privá-los da presença fundamental do pai.
Mulheres tóxicas não só gostam de sistemas de quotas (em inglês, "affirmative action" = acção afirmativa) que negam empregos a homens mais qualificados, como ficam contentes quando podem iniciar processos legais contra os patrões por qualquer que seja a razão. Elas consideram isso como "dar poder às mulheres".
Devido ao seu egoísmo, elas não se apercebem do mal que tal atitude está a causar à economia ocidental.
Os homens e os rapazes são tratados como inferiores às mulheres e às meninas quando, de facto, o mundo depende do homem duma forma que não depende da mulher. Como diz o ditado, "o homem constrói, as mulher decora". Ao porem de parte os homens e os rapazes - na verdade ao oprimirem-nos - a sociedade ocidental caminha para a auto-destruição (exactamente o que os marxistas querem).
As mulheres são muito mais consumidoras do que geradoras de riquezas, e elas dependem mais do homem do que o homem depende das mulheres. Se as mulheres deixassem de existir amanhã de manhã, os homens provavelmente inventariam úteros artificiais e prosseguiriam com a vida.
No entanto, se todos os homens morressem hoje, a civilização iniciaria o processo de extinção mal a primeira lâmpada se fundisse.
As mulheres tóxicas são a norma e não a excepção no ocidente. Se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:

1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.
2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem se ela tiver consumido álcool.
3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma feminista, vai pelas escadas. Nunca dês boleia a feministas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.
4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.
5) Se tens uma empresa, não contrates uma feminista em idade para ter filhos (20-35). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão.
6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.

Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.pt/2011/10/mulheres-toxicas.html

Playboy Especial - Capa: Nicole Bahls nua e pelada

A história de Rebecca Walker e da sua mãe feminista

A história de Rebecca Walker e da sua mãe feminista

Reverenciada como uma feminista e escritora que desbravou o caminho para outras, Alice Walker tocou as vidas duma geração de mulheres.
Defensora dos direitos das mulheres, ela alegou sempre que a maternidade é uma forma de servidão. No entanto, há uma mulher não se deixou convencer pelas crenças da Alice: a sua filha Rebecca, hoje com 38 anos.
Nas linhas que se seguem, e num texto de 2008, Rebecca descreve como foi crescer sendo filha dum ícone cultural e o porquê dela se sentir abençoada por ser o tipo de mulher que Alice, na altura com 64 anos, despreza: uma mãe.
Há alguns dias atrás, enquanto eu aspirava a casa, o meu filho entrou pelo quarto a dentro. "Mãe, mãe, deixa-me ajudar-te," disse ele. As suas pequenas mãos agarravam-se aos meus joelhos e os seus enormes olhos castanhos olhavam para mim. Fui sobrepujada por uma enorme onda de felicidade.
Adoro a forma como a sua cabeça descansa na curvatura do meu pescoço. Adora a forma como a sua cara entra num estado de concentração propositada quando o ajudo a aprender o alfabeto. Mas, acima de tudo, eu simplesmente adoro ouvir a sua voz dizer "Mãe, mãe." Isto traz-me a lembrança o quão abençoada sou.
A verdade dos factos é que eu quase perdia a oportunidade de ser mãe graças à educação que recebi por parte da minha mãe - uma feminista fanática. Ela era da opinião que a maternidade é a pior coisa que pode acontecer a uma mulher.
A minha mãe ensinou-me que os filhos escravizam a mulher. Eu cresci a acreditar que as crianças eram mós amarradas à volta do teu pescoço, e para mim a ideia da maternidade poder tornar uma mulher mais feliz era um conto de fadas.
O que eu descobri é que ser mãe tem sido a experiência mas recompensadora da minha vida. Longe de me "escravizar", o meu filho Tenzin - com 3 anos e meio de idade - abriu o meu mundo. O meu único arrependimento é o de ter descoberto a alegria da maternidade tão tarde. Há dois anos que tento ter um segundo filho mas até agora, não tive sorte.
Fui criada para acreditar que as mulheres precisavam dos homens tal como um peixe precisava duma bicicleta. No entanto, como eu firmemente acreditava que as crianças precisam de dois pais, a hipótese de criar o meu filho Tenzin sem o meu parceiro, Glen, de 52 anos, era aterradora. Como filha de pais divorciados, eu estava plenamente ciente das consequências dolorosas de ser criada nestas circunstâncias.
O feminismo tem muito que responder ao denegrir os homens e ao encorajar as mulheres a buscar a independência, independentemente dos custos para a sua família.
Os princípios feministas da minha mãe coloriam todos os aspectos da minha vida. Enquanto criança, eu nem tinha permissão para brincar com bonecas ou brinquedos de peluche - não fosse isso despertar em mim os instintos maternais. Martelaram-me a cabeça com noção de que, ser mãe, educar crianças e gerir uma casa era uma forma de escravatura. Ter uma carreira profissional, viajar pelo mundo e ser independente eram as coisas que realmente importavam para a minha mãe.
Amo muito a minha mãe mas não a vejo e nem falo com ela desde que engravidei. Ele nunca viu o meu filho - o seu único neto. O meu crime? Atrever-me a questionar a sua ideologia.
Que seja.
A minha mãe é venerada por mulheres um pouco por todo o mundo - e é bem provável que até haja santuários em sua honra - mas acho que chegou a hora de perfurar o mito e revelar como foi crescer como uma filha da revolução feminista.
Origens.
Os meus pais apaixonaram-se no Mississippi durante a era dos movimentos civis. O meu pai [Mel Leventhal], era um brilhante advogado filho duma família judia que havia fugido do Holocausto. A minha mãe era a empobrecida oitava filha de meeiros da Geórgia. Quando eles se casaram, uniões interraciais eram ainda proibidas em alguns estados.
A minha infância foi feliz, embora os meus pais estivessem terrivelmente ocupados e eu tivesse sido encorajada a crescer rapidamente. Eu tinha apenas um ano quando me mandaram para o infantário. Disseram-me que eles até me obrigaram a andar pela rua até chegar a escola.
Quando eu tinha 8 anos, os meus pais divorciaram-se. A partir desse momento, a minha vida ficou dividida entre dois mundos - a comunidade conservadora, tradicional, abastada e suburbana de Nova Iorque, donde provinha o meu pai, e a comunidade multirracial e avant garde californiana, donde a minha mãe se encontrava inserida. Eu passava dois anos com cada um deles - uma forma bizarra de fazer as coisas.
Ironicamente, a minha mãe vê-se como alguém muito maternal. Acreditando que as mulheres são oprimidas, a minha mãe lutou pelos seus direitos um pouco por todo o mundo, chegando a criar organizações que visavam ajudar as mulheres africanas abandonadas - oferecendo-se a ela mesmo como figura materna.
Mas embora ela tenha tomado conta de filhas por todo o mundo, e seja imensamente reverenciada publicamente pelos seus serviços, a minha infância conta um história muito diferente. Em termos das suas prioridades, eu estava num ponto muito baixo; eu encontrava-me depois do emprego, integridade política, auto-realização, amizades, vida espiritual, fama e viagens.
A minha mãe fazia sempre o que queria - por exemplo, viajar para a Grécia durante dois meses, deixando-me com familiares quando eu era adolescente. Isto é independência ou puro egoísmo?
Eu tinha 16 anos quando descobri o agora-famoso poema que ela escreveu comparando-me a várias calamidades que atingiram e paralisaram a vida de muitas escritoras. A Virginia Woolf era uma doente mental e as [irmãs] Brontes morreram prematuramente. A minha mãe deu-me à luz - eu, uma "deliciosa distracção" mas mesmo assim uma calamidade. Na altura considerei isso um choque enorme e algo muito irritante.
Segundo a estridente ideologia feminista dos anos 70, as mulheres eram primeiramente irmãs, e como tal a minha mãe resolveu olhar para mim como uma irmã e não como uma filha. A partir dos meus 13 anos, comecei a passar dias seguidos sozinha enquanto a minha mãe se retirava para o seu estúdio de escrita - a cerca de 100 milhas do local onde eu estava [+/- 160 quilómetros]. Eu ficava com dinheiro para comprar as rejeições e vivia à base de "fast food".
Irmãs juntas.
Uma vizinha, não muito mais velha do que eu, foi comissionada para tomar conta de mim. Nunca me queixei. Eu pensava que a minha função era proteger a minha mãe e nunca lhe distrair da escrita. Nunca me passou pela cabeça que eu precisava do seu tempo e da sua atenção. Quando eu era espancada na escola - acusada de ser snob por ter uma pele mais clara que as minhas colegas negras - eu dizia sempre à minha mãe que estava tudo bem, que eu tinha vencido a luta. Eu não queria preocupá-la.
A verdade é que eu sentia-me sozinha, e, com o conhecimento da minha mãe, comecei a ter relações sexuais aos 13 anos. Acho que isso foi um alívio para a minha mãe uma vez que eu passaria a ser menos exigente em termos de atenção. Para além disso, ela era de opinião que ser sexualmente activa era uma forma de ganhar poder uma vez que isso significava que eu estava no controle do meu corpo.
Hoje em dia, não entendo o porquê dela ter sido tão permissiva. Eu nem sequer quero que o meu filho tenha uma encontro romântico de brincadeira, quanto mais começar a dormir por aí mal termine o preparatório.
Uma boa mãe é atenciosa, estabelece limites e torna o mundo mais seguro para a sua criança. Mas a minha mãe não fez nada disto.

Embora eu estivesse a tomar a pílula - algo que eu havia arranjado aquando da minha visita ao médico - engravidei aos 14 anos. Eu mesmo organizei o aborto.
Hoje, quando penso nisso, estremeço. Eu era apenas uma menina. Não me lembro da minha mãe ficar chocada ou zangada. Ela tentou dar-me apoio, acompanhando-me com o seu namorado.
Embora eu acredite que fazer o aborto foi a decisão correcta para a altura [ed: não foi. Matar um bebé inocente nunca é uma "decisão correcta"] , o que veio depois assombrou-me durante décadas. O que havia acontecido comeu a minha auto-confiança e, até dar à luz o Tenzin, vivia aterrorizada ante a perspectiva de nunca vir a ser capaz de ter um filho devido ao que eu tinha feito à criança que eu destruí.
Quando as feministas dizem que o aborto não acarreta consequências, elas estão erradas.
Durante a minha infância eu estava muito confusa uma vez que, embora eu estivesse a ser "alimentada" com a mensagem feminista, eu ansiava ser uma mãe tradicional. A segunda mulher do meu pai. Judy, era uma mulher caseira, amorosa e maternal com os seus 5 filhos. Havia sempre comida no frigorífico e ela fazia todas as coisas que a minha mão não fazia - tais como ir aos eventos escolares, tirar um número infindável de fotografias, e, sempre que podia, dizer aos filhos o quão maravilhosos eles eram.

A minha mãe era exactamente o contrário. Ela nunca ia aos eventos escolares, nunca me comprava roupa, e nem chegou a ajudar-me a comprar o meu primeiro sutiã - uma amiga foi paga para ir às compras comigo. Quando eu precisava de ajuda com os trabalhos de casa, eu pedia à mãe do meu namorado.
Movimentar-me entre as duas casas era terrível. Quando estava em casa do meu pai, eu sentia-me cuidada, mas se dissesse isso à minha mãe - que me tinha divertido na casa da Judy - ela sentia-se desolada, fazendo-me sentir que eu estava a escolher esta mulher branca e privilegiada no lugar dela. Fizeram-me sentir que eu tinha que colocar uma conjunto de ideias acima das outras.
Quando fiz 20 anos, e senti o desejo de ser mãe, fiquei confusa. Podia sentir o tic-tac do meu relógio biológico mas sentia também que, se eu o ouvisse, estaria a trair a minha mãe e tudo o que ela me havia ensinado. Tentei abafar o mais que podia esses sentimentos mas durante os dez anos que se seguiram, esses desejos apenas se tornaram mais fortes.
Quando, há 5 anos atrás, conheci o Glen (professor) num seminário, sabia que havia encontrado o homem com quem queria ter um filho. Gentil, terno e imensamente apoiante, ele é - tal como eu sabia que seria - um pai maravilhoso.
Embora soubesse o que a minha sentia em relação aos bebés, eu ainda ansiava que, quando lhe dissesse que estava grávida, ela ficaria contente comigo.
"Mãe, estou grávida"
Em vez disso, quando, numa manhã primaveril de 2004, e enquanto me encontrava a tomar conta duma das suas casas, lhe liguei e lhe dei a novidade - e lhe disse que não poderia estar mais feliz - ela ficou silenciosa por alguns instantes. Tudo o que ela podia dizer é que estava chocada. Depois disso, ela pediu-me para verificar o seu jardim.
Eu baixei o telefone e chorei. De modo deliberado ela havia suspendido a sua aprovação com a clara intenção e me magoar. Que mãe amorosa faz uma coisa dessas?
Mas o pior veio depois. Ela ficou ressentida quando eu disse numa entrevista que os meus pais não me protegiam ou olhavam por mim. Ela enviou-me um e-mail, ameaçando destruir a minha reputação como escritora. Nem poderia acreditar que ela poderia ser tão perniciosa, especialmente durante a altura em que eu me encontrava grávida.
Devastada, pedi-lhe que pedisse desculpa e reconhecesse o quanto ela me havia magoado - através dos anos - com a sua negligência, e por não me ter dado carinho e afeição devido a coisas que eu não conseguia controlar - o facto de ser de raça mista, o facto de ter um pai rico, branco e profissional, e pelo facto de ter nascido.
Mas ela não recuou. Em disso, escreveu-me uma carta dizendo que há anos que a nossa relação estava a ser inconsequente e que ela já não tinha interesse em ser minha mãe. Ela chegou até a assinar a carta com o seu nome em vez de "Mãe".
Isto aconteceu um mês antes do aniversario de Tenzin, em Dezembro de 2004; desde então, nunca mais tive qualquer contacto com a minha mãe. Ela nem se quer entrou em contacto comigo quando ele foi levado de urgência para a unidade de cuidados especiais para os bebés depois dele ter nascido com dificuldades de respiração.
Desde então, fiquei a saber que a minha mãe retirou-me do seu testamento em favor dum dos meus primos. Sinto-me terrivelmente triste; a minha mãe está a perder uma oportunidade única de estar perto da sua família. Mas mesmo assim, estou aliviada.
Ao contrário de outras mães, a minha nunca demonstrou qualquer tipo de orgulho pelas minhas conquistas. Ela teve sempre uma espírito de competição que causou a que ela me minasse sempre que podia.
Quando entrei na Universidade de Yale - um grande feito - ela perguntou o porquê de eu querer obter uma educação num bastião masculino. Sempre que eu publicava algo, ela queria escrever a sua versão, eclipsando a minha. Quando escrevi as minhas memórias, "Black, White and Jewish", a minha mãe insistiu em publicar a sua versão. Ela tem grande dificuldade em sair da ribalta, o que não deixa de ser irónico se consideramos isso à luz da sua posição de que todas as mulheres são irmãs e como tal deveriam apoiar-se mutuamente.
Presente.
Já se passaram quase 4 anos desde que tive o meu último contacto com a minha mãe. Talvez seja melhor assim - tanto para a minha auto-protecção mas também para o bem estar do meu filho. Fiz tudo o que era possível para ser uma filha leal e amorosa mas já não posso ter esta relação venenosa a destruir-me a minha vida.
Sei que muitas mulheres encontram-se chocadas com a minha visão. Elas esperam que a filha de Alice Walker transmita uma mensagem diferente. Sim, o feminismo sem dúvida que forneceu às mulheres mais oportunidades [ed: não, não forneceu. O feminismo apenas disse à mulher que a única opção que conta é sair de casa]. Ajudou a abrir mais portas para nós nas escolas, nas universidades e nos locais de emprego. Mas o que dizer dos problemas que causou à minha geração?

E as crianças?

A facilidade com que as pessoas se divorciam hoje em dia não leva em conta o efeito que isso tem nas crianças [Em Portugal, a maior parte dos divórcios - 80% - é iniciado pelas mulheres]. Isso faz parte do trabalho incompleto do feminismo.
Há também a questão de não se ter filhos. Mesmo nos dias que correm, eu encontro mulheres na casa dos 30 que são ambivalentes na questão da família. Elas dizem coisas do tipo:
Eu gostaria de ter uma criança. Se acontecer, aconteceu.Eu digo-lhes logo:
Vai para casa e começa a tratar disso porque a tua janela de oportunidade é reduzida.[Vêr este texto]
E eu sei o quão reduzida essa janela é.
Para além disso, eu deparo-me com mulheres na casa dos 40, devastadas por terem passado duas décadas a trabalhar para o doutoramento, ou para um lugar numa firma de advocacia, apenas para descobrirem que já não têm oportunidade de fazer uma família. Graças ao movimento feminista, elas ignoraram os seus relógios biológicas, perderam a oportunidade e encontram-se agora desoladas.
O feminismo traiu uma geração inteira de mulheres e condenou-as a uma vida sem filhos. Isto é devastador. Mas em vez de assumirem a sua responsabilidade em torno deste facto, as líderes do movimento das mulheres cerram fileiras contra qualquer pessoa que se atreva a questioná-las - como eu vim a descobrir.
Não quero magoar a minha mãe, mas não posso ficar calada. Acho que o feminismo é uma experiência e como experiência que é, ela tem que ser avaliada pelos resultados. Depois dos resultados avaliados, toma-se nota dos erros e fazem-se alterações.
Espero que um dia eu e a minha mãe nos reconciliemos. O meu filho Tenzin merece ter uma avó. Mas eu estou bastante aliviada pelo facto do meu ponto de vista não estar distorcido pelo ponto de vista da minha mãe.
Sou dona de mim mesmo e vim a descobrir o que realmente importa: uma família feliz.



Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.pt/2012/06/historia-de-rebecca-walker-e-da-sua-mae.html

Feministas defendem morte de bebês depois do nascimento

Feministas defendem morte de bebês depois do nascimento

Publicidade

DE SÃO PAULO

A publicação de um artigo controverso a favor da morte de bebês após o nascimento colocou os nomes dos acadêmicos Francesca Minerva e Alberto Giubilini em evidência mundial.
Os dois assinam o texto na revista médica "British Medical Journal". Nele, defendem que os médicos deveriam ter o direito de matar recém-nascidos não desejados pelas mães ou que apresentassem algum problema de saúde.
A reação foi imediata. Francesca, que é pesquisadora associada à Universidade Oxford e desenvolve seus estudos no Centro para Bioética Humana da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), recebeu ameaças de morte desde que o artigo veio à tona, assinado em coautoria com Alberto Giubilini, do
Departamento de Filosofia da Universidade de Milão (Itália).
O artigo é intitulado "After-Birth Abortion: Why Should the Baby Live?" ("Aborto Pós-Nascimento: Por que o Bebê Deve Viver?", em tradução livre).
A morte de um feto e de um recém-nascido, defendem os autores do artigo, se justifica por eles "serem certamente seres humanos e pessoas em potencial", mas nenhum é uma "pessoa" no sentido de ter o "direito moral à vida."

Segundo o texto, não há diferenças entre matar um bebê que acabou de nascer e a prática do aborto.
A dupla diz ainda que os pais deveriam ter a opção de escolher se querem seu bebê morto, citando como exemplo que somente 64% dos casos de síndrome de Down na Europa são diagnosticados em testes de pré-natal.
Uma vez que essa criança nasça, não há "escolha para os pais a não ser mantê-la", escreveram.
Depois das ameaças de morte e mensagens raivosas, Francesca deu uma entrevista a um site. Ela disse que o assunto é "puramente acadêmico, uma discussão teórica" e não uma proposta de lei, e gostaria de explicar isso.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1056316-academicos-defendem-morte-de-bebes-depois-do-nascimento.shtml

Nosso comentário: Ai está. Eu sempre falei que se nós não colocarmos limites e freios nas feministas, a civilização será destruída e se tornará um veradeiro pesadelo a vida na Terra. Elas pedem a mão e se nós damos a mão, elas exigem o braço e a perna. Agora, nem o aborto mais é suficiente, elas querem matar os bebês recém nascidos e não serem punidas por isso, decerto ganhando até uma medalha por tal atrocidade.

Transexual é candidata à Miss Bumbum Brasil

Transexual é candidata à Miss Bumbum Brasil

Amanda Sampaio é a primeira transexual a participar do concurso Miss Bumbum
A baiana Amanda Sampaio, 29 anos, é uma das candidatas ao concurso Miss Bumbum Brasil 2012. É a primeira vez que uma transexual participa de um concurso como esse, mas sua presença na competição já trouxe muitas polêmicas, como o protesto feito por suas conterrâneas.
Mabele Lourenço, uma das integrantes do protesto em Salvador conversou com o G1, "Não acho coerente e também não acho justo. Uma vez que é um concurso feminino e como ela é 'trans', ela não nasceu mulher, ela não pode participar. Tudo isso é uma questão genética. Acho que mulher é mulher e trans é trans". O organizador do concurso Cacau Oliver não vê problema em uma transexual participar do concurso, "Ela preencheu todos os requisitos. Legalmente ela é mulher, tem documentação e já fez a cirurgia. O outro requisito importante é que o bumbum dela seja natural, por isso, ela foi escolhida para representar o estado em que nasceu", afirmou.
A primeira fase do concurso já teve resultado e a baiana ficou em vigésimo quarto lugar, caso não melhore a posição no ranking das quinze mais votadas ela ficará fora da fase final, em novembro. Em primeiro lugar está Isis Gomes do Rio Grande do Sul, em segundo Andressa Urach de Santa Catarina e em terceiro Aline Bernardes do Mato Grosso.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A guerra final contra o feminismo



Watch A Guerra Final contra o Feminismo in Activism & Non-Profit | View More Free Videos Online at Veoh.com

Padre Paulo Ricardo detona com feminismo, gayzismo e comunismo de uma só vez



Esse clipe deixa toda feminista traumatizada e faz elas terem uns chiliques

Clipe de música que contém imagens altamente traumatizantes para as feministas. Não tem uma feminista que assista esse video e não tenha um chilique depois.

PLC 122: o projeto de destruição da família



As doutrinas perversas do demônio

O demônio tem uma doutrina mentirosa, que opõe à doutrina de Cristo. Em sua introdução ao Tratado sobre os anjos, de São Tomás de Aquino, comenta o Pe. Aureliano Martínez: "O demônio tem suas doutrinas perversas, às quais o Apóstolo chama espírito do erro e ensinamentos do demônio (1Tim 4, 1), com as quais como deus deste mundo, cega a inteligência dos homens e das mulheres para que não brilhe nelas a luz do Evangelho (2Cor4,4); doutrinas que propala mediante falsos apóstolos e operários enganadores que se disfarçam em apóstolos do Feminismo, do Gayzismo ou do comunismo; e não é de espantar, pois o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz (2 Cor 11, 13-14), tentando os fiéis de incontinência (1Cor 7, 5) e de ira (Ef 4,27)".
Foi por essa razão que o Divino Salvador definiu o demônio como aquele "que não permaneceu na verdade; porque a verdade não está nele; quando ele diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (Jo 8,44).
Por meio dessa ação de persuasão o demônio procura na tentação, não apenas induzir-nos a cometer este ou aquele pecado, mas afastar-nos completamente de Deus.
Mas como reconhecer uma doutrina do mal, uma ideologia inspirada no demônio? Eu descobri uma regra simples e infalível para desmascararmos qualquer ideologia do mal. Basta fazermos dois passos: Primeiro, temos que identificar se se trata de uma religião ou de uma ideologia ou movimento ideológico. Tanto as religiões como os movimentos ideológicos terminam com o sufixo ISMO: Ex: Catolicismo, Protestantismo, Budismo. Mas, apenas os movimentos ideológicos, que são os movimentos de fanatismo, são nefastos e demoníacos em si mesmos: Ex: FascISMO, ComunISMO, SocialISMO, NazISMO, IntegralISMO, FeminISMO. A diferença entre uma religião e um movimento de fanatismo, é que a religião tem como finalidade Religar - Religare - Religião, reunir o homem e a mulher com o seu criador e, portanto, é benéfica para a sociedade. Já o movimento de fanatismo, tem o objetivo de conquistar o poder absoluto para o grupinho que o comanda, aqui neste mundo. Os movimentos de fanatismo pregam que podem reformar este mundo material que vivemos e, através de sua ideologia, criar uma espécie de paraíso terrestre aqui no mundo. A religião nunca promete o paraíso aqui nessa vida terrena; mas somente no absoluto, na vida depois da morte. Essa é a diferença entre a religiao e os movimentos de fanatismo. Portanto, as religiões, apesar de terminarem com o sufixo ISMO, elas não são ruins para a humanidade; ao contrário, são boas e construtivas. Já os movimentos ideológicos de fanatismo, que terminam com o sufixo ISMO, todos são nefastos e prejudiciais para a humanidade: Ex: NazISMO, ComunISMO, SocialISMO, FascISMO, IntegralISMO, FeminISMO, etc, etc. Percebem aqui a semelhança entre eles? Para saber mais sobre esse assunto, cliquem nos links e vejam o meu antigo posto sobre isso: http://feminismodiabolico.blogspot.com.br/2013/06/feminismo-e-o-sufixo-ismo.html
Outro post meu sobre esse assunto: http://feminismodiabolico.blogspot.com.br/2013/10/feminismo-e-o-sufixo-ismo.html

Ruiva e morena gostosas peladas

Você quer ver as duas beldades das fotos abaixo nuas e peladas? Então clique nas fotos para ir na galeria onde estão todas as fotos delas nuas.

http://transites.com.br/fotos-pornos-cinthya-marinho-14/

http://transites.com.br/fotos-pornos-pen-lope-19/

Quer dizer, agora vai ficar meio dificil para as feminazis me acusarem de "homofobia", não é?

O homem envelhece, a mulher apodrece


Ruiva nua muito gata e gostosa totalmente pelada

Quer ver a ruivinha muito gata da foto abaixo totalmente pelada em várias poses? Então clica na foto dela que você será direcionado para a galeria com todas as fotos dela nua.

http://transites.com.br/fotos-pornos-gabryelly-dumont-156/

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Comissão de Marco Feliciano aprova plebiscito sobre casamento gay

Comissão de Marco Feliciano aprova plebiscito sobre casamento gay
FOLHAPRESS 20/11/2013 14h14


Em sessão tranquila e esvaziada, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou, hoje, a realização de plebiscito para consultar a população sobre a realização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, e a suspensão da resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que abriu caminho para o casamento gay. As duas aprovações foram comandadas pelo presidente da comissão, deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP), e ocorreram em menos de 30 minutos e sem obstáculos. Na sequência, a comissão rejeitou um projeto de lei que pretende pacificar a oferta de benefícios previdenciários para o parceiro do mesmo sexo.
"Você é a favor ou contra a união civil (casamento) de pessoas do mesmo sexo?", diz a questão aprovada pela comissão para constar em um plebiscito.
Essa é a primeira aprovação que recebe o projeto de decreto legislativo que estabelece o plebiscito sobre o casamento gay, apresentado em 2011. O texto ainda precisa ser avaliado por outras duas comissões e pelo plenário da Casa, antes de ser encaminhado para análise do Senado. "Não há como fazer o necessário debate sobre o tema no Parlamento, hoje tomado pela radicalização das posições. A falta de uma norma sobre a questão gerou uma lacuna que tem levado o tema ao Poder Judiciário que, por sua vez, toma decisões que não passam por uma discussão mais ampla da sociedade", diz o deputado Marcos Rogério (PDT-RO), também evangélico, em seu relatório aprovado.
O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo já é realidade no país. Passou a ser realizado em decorrência do entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) de que deve ser reconhecida a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Pouco após a aprovação do plebiscito, a comissão aprovou outro projeto de decreto legislativo, dessa vez com o objetivo de suspender a validade da resolução do CNJ que estabeleceu, em 2013, o direito à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Na avaliação do relator da matéria, deputado Pastor Eurico (PSB-PE), a resolução extrapola a competência do CNJ e "avança sobre as prerrogativas" do Legislativo. O projeto também depende de aprovação de mais uma comissão e pelo plenário da Câmara, antes de ser encaminhado para avaliação do Senado. Enquanto a comissão de Feliciano avançava contra benefícios a pessoas do mesmo sexo, a Comissão de Direitos Humanos do Senado adiou, na manhã de hoje, a votação do polêmico projeto que pretende criminalizar a homofobia no país, com o argumento de que se quer buscar consenso com a bancada religiosa.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/comissao-de-marco-feliciano-aprova-plebiscito-sobre-casament_200025/

Gaystapo remove página esperança conservadora do facebook

Capelão Ricardo Ribeiro: É com pesar que hoje comunico a todos vocês, que embora tenha havido uma vitória momentânea sobre o PLC 122 ao ser o mesmo retirado de pauta apenas, além de eu ter sido bloqueado por 30 dias, nossa página Marco Feliciano e Bolsonaro Esperança Conservadora, também foi sacrificada no Altar da Covardia e Vingança Gayzista. Eles REMOVERAM DE VEZ NOSSA PÁGINA DO AR. Tal é o seu ódio a Democracia e a prova de que de fato, assumiram de vez serem Ditadores da Ideologia Analígna. Agradecemos a todos, especialmente a cada moderador (a) que deram toda sua atenção, capacidade intelectual, apologética e patriótica e que contribuiram para o enobrecimento da mesma durante todo este tempo que esteve no Ar.
Mesmo bloqueado, como sempre, não parei e usei muito o perfil de minha esposa que também foi penalizado. Usei o maior dos argumentos contra eles, seu próprio comportamento insâno ao fazer sexo nas ruas da California-USA, publicamente, nas cenas mais nefastas já vista na internet. O link remetia ao meu Blog que também está sob forte ataque e até o momento não sei de fato se permanecerá no ar. Se não, já sabem porque. Se ainda há alguma esperança de resgatar a página e alguém souber os passos, por favor, vamos a luta. Compartilhem. Enquanto isso, vamos estar lutando agora neste endereço também chamado ESPERANÇA CONSERVADORA, que preventiva e sabiamente foi criado por nossa irmã e amiga Anita Arns:
https://www.facebook.com/sociedadebonscostumes?ref=hl
Abraço a todos e, PELA PÁTRIA TUDO, SEM NOSSO DEUS, NADA!
Ricardo Ribeiro.

PL 122 - Conseguimos três grandes vitórias contra a ditadura gay

1ª VITÓRIA
Agora, nós precisamos usar esse tempo extra que ganhamos para fazer uma guerra de propaganda total contra esse projeto de ditadura gay: o PLC 122. Mas não só isso, nós também precisamos fazer cartazes, panfletos, divulgar e-mails, imagens no facebook mostrando ao provo brasileiros, especialmente para os católicos e evangélicos todos os políticos canalhas que apoiaram esse projeto de lei maldito e pedir para a população NUNCA MAIS VOTAREM NELES. Ainda não podemos abandonar a estratégia de guerra de guerrilhas contra o feminazismo e contra a gaystapo; mas a cada dia que passa, chega mais perto o momento em que já poderemos adotar uma guerra de flanqueamento contra o feminismo e contra o gayzismo. Do flanqueamento para a ofensiva será um pequeno passo.

2ª E 3ª VITÓRIAS:
Comissão de Feliciano aprova dois projetos contra homossexuais
Parlamentar ironizou eventuais críticas por conduzir votações deste tipo e alegou não ter medo do enfrentamento
20 de novembro de 2013 | 16h 20

Eduardo Bresciani - O Estado de S. Paulo

Brasília - A Comissão de Direitos Humanos, comandada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e dominada pela bancada evangélica, aprovou nesta quarta-feira, 20, dois projetos para tentar retirar direitos obtidos pelos homossexuais e rejeitou um terceiro que desejava garantir em lei outro direito. Todas as propostas serão submetidas ainda a outras comissões e ao plenário da Casa.


Andre Dusek/Estadão
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara atende demandas dos evangélicos
O primeiro projeto aprovado prevê um plebiscito para decidir sobre o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo. A proposta, de autoria de André Zacharow (PMDB-PR) e relatada por Marcos Rogério (PDT-RO), tem como efeito prático tentar derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que legalizou este tipo de união. A segunda proposta, na mesma linha, de autoria de Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e relatada por Pastor Eurico (PSB-PE), quer sustar por decreto legislativo a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obrigou cartórios de todo país a registrar casamentos de homossexuais. As duas propostas irão a outras comissões e a plenário.
O projeto rejeitado visava tonar lei que os companheiros homossexuais de servidores e beneficiários do INSS passariam a ser considerados dependentes destes, tendo direito, por exemplo, a receber pensão. O projeto é de autoria do ex-deputado Maurício Rands e teve parecer contrário oferecido por Pastor Eurico. Apesar da rejeição, ele segue para outras comissões e terá de ser votado em plenário.
Feliciano ironizou eventuais críticas que poderá receber por conduzir votações como esta. "Meu papel é simplesmente votar. Não tenho medo do enfrentamento, não tenho medo do que escreve a mídia, o jornal de hoje embrulha o peixe de amanhã", afirmou da cadeira de presidente da Comissão de Direitos Humanos.
O deputado foi alçado ao cargo em meio a protestos de grupos da área que o acusam de homofobia e racismo por declarações dadas antes de chegar ao cargo. Após meses de tumultos nas sessões, o deputado fez uma agenda voltada para audiências públicas para tentar esvaziar a agenda dos protestos. A opção por colocar a proposta em pauta deve-se à proximidade do fim do seu mandato como presidente e para cumprir o desejo da bancada evangélica de levar adiante suas posições neste colegiado
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,comissao-de-feliciano-aprova-dois-projetos-contra-homossexuais,1098767,0.htm

ShareThis

Veja também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...