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Feminismo Diabolico

segunda-feira, 31 de março de 2014

Governo do Amazonas não quer indenizar rapaz falsamente acusado de estupro, que contraiu AIDS na prisão


 “Heberson, eu sinto muito”

Heberson,

Nem sei como te dizer isso. Tateio pelas palavras certas há horas – elas me escapam. Claro que você já foi avisado e até leu no noticiário local, mas eu queria pedir desculpas.  O governo do Estado do Amazonas questionou o valor da sua indenização. É, eles acham R$ 170 mil um valor muito alto pelos quase três anos em que você passou na cadeia, acusado de um estupro que não cometeu. Querem pechinchar pelo vírus HIV que infectou o seu corpo após os abusos sofridos atrás das grades. Seu sofrimento está “caro demais” para os cofres públicos. Como se algum dinheiro no mundo pudesse apagar o que você viveu.
Até hoje, como naquele dia em que te entrevistei, sinto minhas tripas se revirarem. Lembro de você contando que tinha 23 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro na periferia de Manaus quando o crime aconteceu. Uma menina de nove anos, filha de vizinhos, havia sido arrastada para o quintal durante a noite e violentada. A família o acusou de tamanha brutalidade e a delegada expediu um mandado de prisão provisória para investigar o caso. Você, que não tinha antecedentes criminais. Você, que divergia completamente do retrato-falado. Você, que estava em outro lado da cidade naquele horário. Mas você é pobre, Heberson. Pobres são presas fáceis para “solucionar o caso” e atender o clamor popular. As vozes que te xingaram ainda ecoam?
“Eu morri quando me fizeram pagar pelo que não fiz”, você disse, me matando um pouco também sem saber. Em tese, por lei, você não poderia ficar mais de quatro meses aguardando julgamento na cadeia. Sua mãe, desesperada, pegou empréstimos para bancar advogados particulares. Mesmo sem comida em casa, a dor no estômago era por justiça. Não dava para contar com a escassa quantidade de defensores públicos no país (embora, depois, a doutora Ilmair Faria tenha salvo o seu destino). Enquanto ela se rebelava aqui fora, você se resignava com os constantes abusos sexuais de que era vítima. Alegar inocência sempre foi a sua única arma. De que forma lhe deram o diagnóstico de Aids?
Sabe, querido, eu gostaria de ter presenciado o parecer do juiz na audiência que demorou dois anos e sete meses para acontecer. Deve ter sido um discurso bonito. Juízes usam frases empoladas, especialmente para se desculpar em nome do Estado por um erro irreparável. Onde estava a sua cabeça no momento em que ele declarou que você estava “livre”? Porque eu me pergunto como alguém pode supor que liberta o outro de suas memórias, de suas dores, de sua desesperança, de uma doença incurável. Você continua preso. Tanto que passou anos sem conseguir emprego por causa do preconceito e perambulou pelas ruas sob o efeito de qualquer droga que anestesiasse a realidade. Livre para ser um morto-vivo.
Na sala do meu apartamento, há um troféu de direitos humanos que ganhei por trazer à tona sua história. Olho para ele e enxergo a minha impotência. E os ossos saltados da sua pele. Com vinte quilos a menos, as suas roupas parecem frouxas demais – quanto você perdeu além do peso corpóreo? Imagino se a Procuradoria Geral do Estado (PGE), que negou o pedido da sua indenização, sabe das suas constantes internações decorrentes da baixa imunidade. Será que alguém abriu a porta da sua geladeira e descobriu que, muitas vezes, você passa um dia inteiro tendo se alimentado de um único ovo? Ou será que eles se restringem a documentos e números?
Não consigo deixar de pensar que você foi estuprado de novo. Pelas canetas reluzentes de quem toma essas decisões descabidas. Você levou sete anos para ressuscitar a sua determinação e cobrar os seus direitos. Em parte, motivado pelo apoio das 23 mil pessoas que aderiram a uma campanha virtual pela sua história. Toda semana recebo mensagens de gente querendo saber sua situação, se oferecendo para pagar uma cesta básica ou dar assistência jurídica. Recentemente, um professor criou um grupo que mobilizou mais de mil cidadãos para ajudá-lo até com despesas de medicamentos. Minha última pergunta (eu, que não tenho respostas) é: O que mais nós podemos fazer por você, já que o Estado não faz?
Que o meu abraço atravesse a geografia entre São Paulo e Manaus.
Sinto muito, querido.
Nathalia Ziemkiewicz
UPDATE:
1. Heberson Oliveira começou a trabalhar como servente esta semana, depois da repercussão do caso! Ele abriu uma conta poupança porque MUITA GENTE quis ajudá-lo financeiramente. Aqui estão os dados bancários dele: 
Caixa Econômica Federal (Manaus/AM)
Agência: 2980 / Conta: 31087-1 / CPF 770.356.232.-72
2. Muito obrigada a todos que estão ajudando na repercussão do caso. Não consigo responder um a um, mas tenho lido todos os comentários.
3.  Em maio do ano passado, eu criei uma campanha virtual na Change. O link está no texto, quando cito as mais de 23 mil pessoas que aderiram. Basta clicar.
4. Heberson está solto, em casa. Ele não se droga mais e toma o coquetel. Recebe atendimento psicológico de uma voluntária. Ele está muito emocionado com o apoio geral e conseguiu emprego. Ainda precisa de ajuda com alimentação e remédios.  O professor de direitos humanos João Batista Nascimento  está à frente de um grupo, em Manaus, para dar suporte a Heberson e pressionar as autoridades.
5. Eu e o diretor de teatro Fábio Ock estamos com um projeto de documentário sobre a história de Heberson e a mobilização popular para ajudá-lo. Para contribuir e ter mais informações, acesse a nossa página no Catarse.
manaus
Manaus, agosto/2012 – Heberson Oliveira se encontra comigo e com sua defensora pública Ilmair Faria.

O terrorismo psicológico sobre estupro: feministas usam a pesquisa do Ipea e manipulam dados mais uma vez.

O texto abaixo foi retirado do site: Mulheres contra o Feminismo: http://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2014/03/31/terrorismo-psicologico-do-estupro-feministas-usam-a-pesquisa-do-ipea-e-manipulam-dados-est/

O terrorismo psicológico sobre estupro: feministas usam a pesquisa do Ipea e manipulam dados mais uma vez.

Padrão
Sophia-Costa-enganada-Ipea
 IPEA pode querer causar por uma pesquista torta manipulada por feministas. Mas não nos engana não :)
No Brasil e em grande  parte do Ocidente (talvez mundo) estupro é tratado como um crime grave. Penas severas. E o estuprador sofre muito na cadeia. Os brasileiros têm horror de estupradores. Querem vê-los mortos ou presos para sempre. (Até os demais bandidos muitas vezes os condenam.) Qual familiar decente quer que a sua filha ou filho sejam estuprados? Nenhum.
Pois bem. Quem pensa assim ainda enxerga os fatos  e a realidade.  Mas as feministas para variar inventam das suas. Elas devem achar que somos burras,  completamente idiotas e que qualquer dado pode nos manipular. Se enganam e sempre postamos aqui para alertar sobre o terrorismo psicológico das teorias feministas sobre estupro, aborto e tudo o mais que feministas adoram usar para fazer vitimismo.
Todo mundo sabe que feministas adoram manipular dados para defender suas teses loucas. Dizem que milhares de mulheres morrem por fazerem aborto clandestino para assim defenderem o aborto (rsrsrsr mas nunca achamos os milhares de  túmulos rsrsrs).
Acontece mais uma vez.  O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) recentemente divulgou os resultados de uma pesquisa que mostra que a maioria dos entrevistados (quase 60%) acreditam que usar roupas comportadas pode ajudar a evitar estupros. Pronto. As feministas ficaram felizes para assim provar que “todo homem estupra raivosamente as esposas e filhas e a cultura do estupro existe”. As conclusões da pesquisa para o Ipea são de que vivemos em um “sistema social que subordina o feminino ao masculino”, e que “a violência parece exercer um papel fundamental”.
Gabriela Barcelos
É isso mesmo: em uma manobra fantasiosa e  ilógica, o Ipea distorceu a conclusão de que se vestir modestamente pode ser uma medida que ajuda a evitar estupros, e conseguiu colocar a culpa de tudo no “sistema patriarcal do homem branco capitalista machista”. Faltou dizer no final: somos feministas.
Este povo que defende idelogias e a tese da guerra entre classes possui uma mente psicopata e que nega fatos comuns. São “pensadores/as” e formadores/as de opiniões prontas incapazes de notar a realidade e usam de casos extremos para dizer que todo homem estupra, mulher contra o feminismo é  uma idiota mandada ao mesmo tempo que defendem regimes e leis que realmente nos violentam. Lembram do caso da feminista que foi estuprada e defendeu o estuprador??
Camila IPEA
Feministas e toda esta gente doida defendem sempre os falaciosos argumentos sociais. Tudo virou social e relativismo moral. Trata-se da velha síndrome de inocentar o bandido e culpar a sociedade,  gerar medo e tumlulto para vir algo “pronto e perfeito” para resolver tudo. Algo que o nosso governo e os militantes de esquerda (como as feministas) defendem tão veementemente. O fato real se demonstra mais simples. Estupradores existem desde que o mundo é mundo, e eles continuarão existindo por todo o futuro da humanidade. Eles sabem muito bem o que estão fazendo, sabem que é errado, mas não se importam. E, assim como quase todo criminoso, eles não se importam com seus direitos, eles não se importam se é ilegal ou errado e eles certamente não se importam se estuprar alguém vai destruir sua vida. Eles se importam apenas com o desejo doente em suas mentes, goste você ou não. E devemos lembra que igualmente existem ESTUPRADORAS QUE VIOLENTAM menores de idade de ambos os sexos. Mas como isto fere o feminismo, elas omitem tal fato.
Photo: A Patricia Grah também #NãoMereceSerEnganadaPeloIPEA, valeu Patricia *_*
Estas pessoas com seu discurso abstrato de “desigualdade”, “direitos humanos” ou “função social” culpam a “cultura de estupro”, e não o estuprador - da mesma forma em que culpam “as condições sociais”, e não assaltante, o assassino. Assim, todos os que não fazem parte de sua patota são automaticamente os piores vermes a rastejarem sobre este Vale de Lágrimas até prova em contrário – mesmo quando eles são as vítimas das maiores violências já perpetradas pelo ser humano. Por outro lado, se a/o psicopata for do lado desta turma, a realidade dos fatos desparece  e surge sempre uma desculpa: “era oprimido/a por ser pobre, rico, negro, azul, amarelo, cubano, isso… aquilo”.
Manchetes como “Maioria acredita que mulher tem responsabilidade em casos de estupro, diz Ipea” estão aí apenas para confundir e fazer terrorismo psicológico do estupro.
Thaís IPEA
Feministas como progressistas, por outro lado, só conclamam à responsabilidade individual por conivência – geralmente para culpar seus desafetos, para culpá-los encaixando-os à força na “cultura de estupro” mesmo que sejam odiadores de estupradores e para dizer que eles “protegem seus interesses” – como se o progressista fosse um monge tibetano que fez voto de pobreza, obediência e castidade, não tem desejo nenhum em relação ao mundo, sabe que todas as palavras são uma ilusão, é constituído de pura energia e se alimenta apenas de cores. Sem nenhum preconceito entre o azul e o marrom. Feministas defendem coisas como transar com pai, filho, filha, etc e acusar pessoas de estupro injustamente e todo um conjunto de teorias loucas.
E se ousarmos  ser contra transar com pai, filho, filha, etc e acusar pessoas de estupro injustamente? Mandadas, burras.
Lamentamos dizer que as feministas se enganam. Muitas outras mulheres são contra o fanatismo psicopata do movimenteo feminista e não irão cair nestas mentiras e nem nesta mentira da IPEA, puro terrorismo psicológico feminista.
Leiam mais no nosso facebook e aqui embaixo:
https://www.facebook.com/pages/Eu-n%C3%A3o-mere%C3%A7o-ser-enganada-pelo-IPEA/555532114561708
Excelente texto da Bruna aqui 

Fonte: http://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/2014/03/31/terrorismo-psicologico-do-estupro-feministas-usam-a-pesquisa-do-ipea-e-manipulam-dados-est/

domingo, 30 de março de 2014

Domino Presley é uma Catedral

A letra da música trata-se de uma paixão obcecada e não correspondida. A pessoa não enxerga nada ao seu redor, apenas a pessoa amada, por isso ela se refere ao deserto. Ela larga tudo em busca do amor, e acredita piamente que seu amor será correspondido, que a solidão que esta passando é temporária, que mesmo no silêncio seu amor será correspondido. Que seu coração não está ligado a nenhuma crença religiosa (ligado a razão, meu coração é secular), que a busca do amor vai ter um fim. Que se toda batalha pelo amor for em vão ela pede para que o seu amor lhe diga como voltar para a normalidade de sua vida.






Estudantes se revoltam com ocupação socialista na UFSC



A Amante Ideal

Domino Presley é a "mulher" dos meus sonhos:





sábado, 29 de março de 2014

Falsa acusação de estupro destruiu a vida de um britânico

Falsa acusação de estupro destruiu a vida de um britânico


Um homem que foi acusado falsamente de ter estuprado sua ex-namorada afirma que levará anos para reconstruir sua vida.

Woodhead acusou Joseph de estupro quando ele terminou um relacionamento que já durava 18 meses com ela
Paul Joseph diz que Kate Woodhead, 31 anos, que foi presa por 3 anos, o deixou sem nada quando ela o acusou de tê-la estuprado em sua casa, no Surrey.
Ele perdeu seu emprego como consultor de TI, sua casa e sua coleção de carros.
“Para mim, é como se alguém tivesse sua casa incendiada com tudo que é dele dentro dela. É praticamente o que aconteceu comigo.”, diz ele.
A Corte de Guilford Crown disse que Woodhead afirmou a polícia que Joseph, 39 anos, a drogou antes de estuprá-la em sua casa, perto de Wisley.
Depois ela roubou pertences dele no valor de 23,500 libras esterlinas, incluíndo um conjunto de som stereo e pinturas, e transferiou os documentos de seus carros esportivos e motocicletas para seu nome.
Maleta e laptop
Joseph afirmou que ela também trasferiu para o nome dela uma casa que rendia 4000 libras mensais em aluguel.
“Eu sai de casa apenas com a roupa do corpo quando a polícia veio me buscar logo após ela ter me acusado e depois disso nunca mais vi as minhas coisas, a não ser uma maleta e um laptop que usava para trabalhar,” ele disse.
A investigação do estupro foi cancelada quando a polícia começou a desconfiar que Woodhead inventou a história e ela foi acusada, mas até aí Joseph já tinha perdido seu emprego.
Woodhead nega que inventou a acusação de estupro, que roubou e fraudou mas mesmo assim foi culpada pelo juri.
‘Nunca o suficiente’
Joseph afirma que o período logo após ser preso foi muito difícil. Ele se sentiu isolado por causa que seus antigos colegas de trabalho sabiam das acusações e estavam preocupados com o resultado.
“Eu acho que 3 anos é uma boa pena, mas para mim nunca será o suficiente,” disse Joseph, que atualmente arrumou um novo emprego e se mudou para Kent.
“Está feito – acabou e agora tentarei trabalhar o mais duro possível para poder recuperar tudo que tinha.
Acredito que levará alguns anos, mas é tudo o que posso fazer.”

fonte: http://www.bbc.co.uk/news/uk-england-surrey-11676804


A culpa do estupro não é da mulher, mas a da confusão é da pesquisa do IPEA! Essa, sim, merece ser “atacada”!

A culpa do estupro não é da mulher, mas a da confusão é da pesquisa do IPEA! Essa, sim, merece ser “atacada”!


Se eu quisesse “provar” que o Brasil é um país tão “machista” que os homens realmente acreditam que o estupro é culpa da mulher, eu teria decerto perguntado a 3.810 brasileiros se concordam ou discordam de frases tão picaretas quanto as da pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA):
“Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.” - 65% dos entrevistados concordaram, total ou parcialmente.
“Se as mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros.” - 58,5%, idem.
Pronto. Os portais de notícias reproduziriam em letras garrafais o resultado do “Brasil medieval“, as feminazi ficariam escandalizadas, os “especialistas” viriam em seguida comentar que “as mulheres ainda são vistas como propriedade”, o lobby para novas políticas públicas iria aumentando e os políticos apareceriam para atender ao apelo geral com propostas de leis, sem que ninguém soubesse afinal se foram eles mesmos que me encomendaram a pesquisa com este objetivo, muito menos se os métodos usados condizem com a impressão resultante.
Não: não estou acusando ninguém de encomendar nada, embora desconfie de institutos de pesquisa econômica que investigam questões comportamentais. Só estou dizendo que esta seria a ordem artificial das coisas se eu quisesse manipular a opinião pública, sobretudo se contasse com agentes do meu grupo ideológico nas redações dos órgãos de mídia.
Quem lê as manchetes dos portais e, se tanto, as duas frases do IPEA em sequência fica obviamente com a impressão – e é ela que vale em matéria de opinião pública – de que os homens são muito malvados e culpam as mulheres pelo estupro. Acontece que a primeira frase não fala de estupro, mas genericamente de ataque; e a segunda relaciona um mau comportamento também genérico das mulheres à diminuição do índice de estupro. E tem mais um “pequeno” detalhe: 66% dos entrevistados eram mulheres! Não duvido que muito mais impiedosas com as “periguetes” do que os homens… (Ficha técnica da pesquisa no fim do post.)
Em todo caso, vamos lá: é feio dizer que uma mulher “merece ser atacada”? Sem dúvida. Mas que diabos é “ser atacada” para o cidadão comum no Brasil? “Atacar” como? Quase todo o palavreado nacional relativo a abordagens, conquistas e pegações consentidas é baseado em conceitos de guerra, de “caça” ou de futebol, tanto para homens (“os guerreiros”) quanto para mulheres, e nem por isso se está falando em encoxar, abusar, espancar ou estuprar.
Quantas vezes homens de bem não dizem aos amigos que “partiram para o ataque” com fulana, querendo dizer que apenas a abordaram de forma mais incisiva, mostrando o quanto querem ter com elas alguma relação? Quantos não estimulam os outros a deixar de lero-lero e “partir para o ataque”? Quantas mulheres não adoram ser “atacadas” neste sentido pelos homens?
“Atacar” mulher no Brasil não é necessariamente cometer crimes contra ela. Até “criticar alguém” é “atacar”. Quase todo homem ataca mulheres neste sentido. Se a pesquisa pretendesse esclarecer alguma coisa, teria definido a que tipo de “ataque” se refere (e não teria usado a palavra “merece”, que, entre tantos significados, tem até mesmo o de “atrair sobre si”; sem contar o vazio que gírias como “ninguém merece!” e “fulano merece!” lhe emprestaram).
Se, para 65% dos entrevistados, “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas“, como saber quantos entre eles julgaram que elas “merecem” ser criticadas, abordadas ou “cantadas” por isso? E, principalmente, quantos não exageraram o seu desapreço pelo suposto exibicionismo feminino – quiçá imaginando as filhas (ou as concorrentes, no caso das esposas) de bunda de fora – sem desejar com isso que elas fossem de fato violentadas? Em sentido literal, toda mulher no Brasil usa roupas que mostram o corpo de alguma forma, mas falar sobre o que mereceriam as “mulheres que usam roupas que mostram o corpo” induz o entrevistado a imaginar as mulheres mais vulgares e oferecidas e a repudiá-las em sua resposta. Agora: se a palavra “atacadas” fosse trocada por “espancadas” ou “estupradas”, é evidente que o resultado teria sido mais ameno.
Nada, porém, como deixar para falar de estupro na frase seguinte, mais vaga ainda, não é mesmo? Assim o efeito das duas causaria uma impressão geral de estupidez machista. Repito a dita-cuja: “Se as mulheres soubessem se comportar” (???), “haveria menos estupros.” No mesmo país em que compreender as causas sociais óbvias de um crime, como fez Rachel Sheherazade no caso dos justiceiros, é “incitação” e “apologia” a ele, como diz a comunista Jandira Feghali, do PCdoB (que nunca disse o mesmo dos comunistas), relacionar um mau comportamento vago de alguém à incidência do crime agora é o mesmo que atribuir-lhe a culpa.
Não faço ideia se o índice de estupros diminuiria se as mulheres vestissem burcas, mas é perfeitamente compreensível o raciocínio de que se elas não usassem roupas tão provocantes atrairiam menos a atenção dos estupradores, assim como, se os homens não passassem de Rolex ou de Ferrari em áreas perigosas, atrairiam menos a atenção de assaltantes. E nada disso seria culpá-los dos crimes que os demais cometeram. A frase do IPEA é vaga e induz os entrevistados a pensar na atração que mulheres desnudas despertam em potenciais estupradores e a especular que um cuidado maior diminuiria a incidência de estupros, o que em nada depõe contra o caráter desses entrevistados, muito menos comprova o seu “machismo”.
O uso indiscriminado da palavra responsabilidade por parte da mídia, misturando seus vários sentidos, também colabora, como de hábito, para a confusão geral. Se uma pessoa é supostamente irresponsável (no sentido de “descuidada”) por chamar a atenção de bandidos de alguma forma, isto tampouco a torna responsável (no sentido de “culpada”) pelo crime.
Manchetes como “Maioria acredita que mulher tem responsabilidade em casos de estupro, diz Ipea” estão aí apenas para confundir. Não foi com isto que a maioria concordou, e os pesquisadores do IPEA ainda têm a cara-de-pau de concluir que “O acesso dos homens aos corpos das mulheres é livre se elas não impuserem barreiras, como se comportar e se vestir ‘adequadamente’”. Nenhum homem disse que vai sair transando com as mulheres se elas não se comportarem ou se vestirem adequadamente, mas o IPEA veio com tudo para causar escândalo.
Se, em suposta compensação, 91% dos entrevistados concordaram, total ou parcialmente, que “homem que bate na esposa tem que ir para a cadeia”, não é tampouco porque os entrevistados toleram menos a “violência doméstica” do que as outras, mas porque esta é justamente a frase menos capciosa e portanto mais reveladora da pesquisa (os homens não devem ser tão malvados assim, não é mesmo?). “Bater na esposa” e “ir para cadeia” são expressões muito mais diretas e objetivas do que aquelas usadas nas frases anteriores.
De resto, a confusão em torno da “responsabilidade” pelo estupro já é muito maior no ambiente cultural do que sobre a “culpa” de um homem que bate na esposa; e o IPEA só fez confundir ainda mais – para não dizer manipular – a opinião pública em relação a primeira.

Proponho aos pesquisadores duas lindas afirmativas, com as quais concordo totalmente:

Pesquisas cujas frases induzem a determinadas respostas merecem ser atacadas.
Se as pesquisas soubessem se comportar haveria menos estupro mental no país.

Felipe Moura Brasil - http://www.veja.com/felipemourabrasil

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Ficha técnica da pesquisa do IPEA:

Características da população entrevistada (3810 pessoas)

A) Residentes no Sul ou Sudeste (sse): 56,7%
B) Residentes em áreas metropolitanas (metro): 29,1%
C) Pessoas jovens, 16 a 29 anos (jovem): 28,5%
D) Pessoas adultas, 30 a 59 anos: 52,4%
E) Pessoas idosas, 60 ou mais anos (idoso): 19,1%
F) Mulheres (fem): 66,5%
G) Brancos (branco): 38,7%
H) Católicos (cato): 65,7%
I) Evangélicos (evan): 24,7%
J) Demais religiões, ateus e sem religião: 9,6%
K) Menos que o ensino fundamental: 41,5%
L) Ensino fundamental (edufunda): 22,3%
M) Ensino médio (edumedia): 30,8%
N) Ensino superior (edusuper): 5,4%
O) Renda domiciliar per capita média: R$ 531,26

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/28/a-culpa-do-estupro-nao-e-da-mulher-mas-a-da-confusao-e-da-pesquisa-do-ipea-essa-sim-merece-ser-atacada/ 







Domino Presley tem olhos sexy



Saibam a verdade sobre a farsa da Cultura do Estupro











quarta-feira, 26 de março de 2014

Domino Presley é uma Pretty Women



Quem tem medo de ser machista?

Quem tem medo de ser machista?

As palavras em qualquer língua vão com o tempo adquirindo significados diferentes, às vezes até antagônicos. “Bizarro” tanto pode ser gentil e nobre, como esquisito e extravagante. O mesmo adjetivo pode ser ofensivo ou elogioso, depende do contexto.
O dicionário diz que malicioso é quem tem malícia, mas o filósofo Matias Aires ensina que quem tem malícia descobre o mal para evitá-lo e o malicioso o antevê para exercê-lo. O indivíduo malicioso é um mau-caráter e o que tem malícia, virtuoso e esperto.
Machista é ofensivo. Feminista elogioso. O primeiro, conforme o entendimento das mulheres refere-se aos homens que oprimem as mulheres. O segundo diz respeito às mulheres, segunda as mesmas, que se defendem da opressão. Por muitos anos as feministas mais exaltadas nos xingavam de machistas acrescentando diversos outros adjetivos que reforçavam o primeiro.
Os tempos mudaram. As mulheres foram além do que queriam, assumindo responsabilidades e obrigações que não estavam presentes nas primeiras reivindicações de igualdade. Parece que hoje elas não gostam mais do termo feminista e não tem nenhuma razão para chamar os homens de machistas.
Com o fim dessa geração de “machistas” e a ascensão das “feministas”, está na hora de devolvermos aos termos os significados lógicos: feministas serão as que defendem as fêmeas, e machistas, os machos.
Isto vai demorar algum tempo e nós os “machos” deveremos gastar o latim para popularizar essas palavras até que se dispam completamente das conotações de bom e mau que hoje carregam.
Claro que quando conseguirmos essa revolução semântica estaremos (ou já estamos) todos dominados, porque a vida mostra que elas tem um enorme poder de recuperação. Foram criadas para ser “ajudadoras do homem”, como ensina a bíblia, mas não se conformaram com esse segundo lugar. Em uma fantástica corrida de recuperação, pois largaram muito atrás, já alcançaram o pelotão dos homens. Passar é questão de segundos.
Aqui entra o meu plano para escaparmos da opressão. Vamos transformar o termo “feminista” em um xingamento, como elas fizeram conosco usando o “machista”. Cada um deve assumir o compromisso de xingar de “feminista” a companheira toda vez que ela abusar da dominação.
Assim quando, tomando uma cervejinha no sofá, ela mandá-lo ao mercado comprar um tira-gosto, fale entre dentes “sua feminista”. Se, lá do computador ela gritar: esqueceu da hora da mamadeira do neném? Não se intimide e retruque com firmeza “opressora, feminista”. Pode varrer a casa e lavar a louça, mas não o faça sem protesto: “feminista, chauvinista, marvada”(sic).
Podem ter certeza que vai dar certo, só precisa de coragem. Coisa que sobra aos homens. Eu como sei que “brincadeira de macaco é perto do pau” vou esperar um pouco até os mais destemidos experimentarem.

Enquanto isso vou fazendo as tarefas domésticas e comprando tira-gosto, sem reclamação.

*RENATO DE PAIVA PEREIRA - escritor e empresário

renato@hotelgranodara.com.br

Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=448693 

Meus comentários: O texto do Renato de Paiva está corretissimo. É isso mesmo que devemos fazer. A única coisa que eu ressalto é que agora, no começo, nós temos que rotular as feministas com uma palavra unanimemente pejorativa: FEMINAZI. Assim como as feministas fizeram conosco, ao nos rotular de "Mascus". Com o tempo, vai ser constrangedor para qualquer mulher se dizer feminista, porque ela ficará com medo de ser chamada de FEMINAZI. 
































Chame as feministas de FEMINAZIS

domingo, 23 de março de 2014

A Homofobia do Movimento Gay.

Laurindo Neto Comenta sobre a deturpação do conceito de Homofobia que é realizado pelo movimento gay, também comenta sobre a ditadura gay que se instalou no país.




sexta-feira, 21 de março de 2014

A mulher moderna é uma tecnologia obsoleta?

As mulheres e o feminismo deitam e rolam na sociedade moderna porque elas tem um produto ou serviço que os homens querem muito: SEXO. Todo o movimento feminista é baseado nessa chantagem, nessa prostituição coletiva, na qual as mulheres dizem para os homens: nos dê isso e aquilo, nos dê tal coisa; caso contrário nós pararemos de fazer sexo com vocês. Essa é a chantagem fundamental que as feministas usam e é só porque os homens querem fazer sexo com elas, que elas conseguiram todo o poder e privilégios que elas desfrutam na sociedade. No fundo, é disso que se trata, todos os outros penduricalhos de manipulações emocionais, chantagens legais, mascaram essa dinâmica, que na maioria das vezes, permanece secreta.
Algumas pessoas argumentariam dizendo que a função sagrada e insubstituivel da mulher é a procriação, terem filhos e perpetuar a espécie. Mas, a mulher moderna, cegada pelo feminismo, se esterilizou e não quer mais ter filhos. Ou seja, a mulher moderna é inútil até para fins de procriação.
Poderiam então argumentar que a mulher moderna é necessária como força de trabalho; mas até isso é falso, porque a mulher moderna está trabalhando porque é uma enxerida e não porque ela era necessária. A civilização sobreviveu por milhares de anos somente com o trabalho dos homens, sem o esforço das mulheres
No entanto, a Lei da natureza e da adaptação, que fez os homens se adaptarem para viver nos mais hostis ambientes: desde as remotas calotas polares até o vácuo do espaço cósmico, está fazendo os homens começarem a buscar substitutos tecnológicos para o sexo com as mulheres. Estamos até buscando substitutos tecnológicos para a procriação, para não dependermos mais das mulheres nem para isso.  As travestis, que tem aparência feminina, parecem mulheres, tem corpos de mulheres, dão o mesmo prazer que qualquer mulher daria; mas com duas vantagens: primeira: não engravidam. segunda: só querem sexo e putaria, sem a frescura do sentimentalismo.
As feministas não percebem a própria obsolescência no nível consciente de suas mentes; mas apenas no nivel inconsciente, como uma espécie de intuição. É esse sentimento de que os gays e as travestis irão tornar a mulher obsoleta para os homens, que move as feministas a bajularem e a se rastejarem para qualquer movimento LGBT. Elas lambem as solas dos sapatos dos gays, porque no fundo, elas sabem que os gays e as travestis vão torná-las tão antiquadas, quanto fitas K-7 na era do MP3. Portanto, a bajulação que elas fazem com o movimento gay e com os gays e travestis é isso mesmo: uma bajulação, ou seja, é insincera, egoísta, porque ela não quer o bem dos gays; mas elas querem ficar amigas dos gays, porque tem medo do que os gays podem fazer com o valor sexual delas. Em outras palavras: elas tratam bem os gays, porque visam apenas o próprio interesse delas!
Outras tecnologias também estão sendo pesquisadas, como por exemplo o desenvolvimento de andróides ginóides e Reall Doll:
Love Dolls - Bonecas no lugar de mulheres
 http://shar.es/RChES
A castidade e o celibato são outras soluções tecnológicas para esse problema. É fundamental para os homens, se libertarem da necessidade do sexo com as mulheres feministas. Só assim os homens vão recuperar o poder sobre as suas vidas. Se você não quiser virar gay e nem quer fazer sexo com travestis, então pelo menos escolha uma mulher que NÃO SEJA FEMINISTA. Mas haja o que houver, NÃO FAÇA SEXO COM MULHERES FEMINISTAS. NÃO SEJA AMIGO DE FEMINISTAS. NÃO DÊ ESMOLAS PARA FEMINISTAS. NÃO NAMORE FEMINISTAS E NUNCA SE CASE COM UMA FEMINISTA.
É muito importante também para os homens, não deixar que mulher nenhuma manipule seus sentimentos. Todo homem deve ser senhor e mestre de suas emoções. A partir do momento que um homem permite que uma mulher decida o que ele vai sentir, sua liberdade e sua humanidade acabaram e ele se tornou um escravo de uma mulher. As feministas também atuam tentando manipular as emoções dos homens e das mulheres. Nos homens, as feministas procuram gerar a culpa e a compaixão pelas mulheres. Portanto, você homem deve estar atento sobre si mesmo e jamais permita surgir dentro de si a culpa ou a compaixão por uma mulher. 

Domino Presley é uma Pretty Woman






Evolução tecnológica







sábado, 15 de março de 2014

Feministas; NÃO MINTAM: a "cultura de estupro" é uma FARSA

Expondo a virulência, a mendacidade demoníaca de feministas e seu ataque perverso ao masculino.
A partir de 50:13 passo a responder diretamente ao vídeo das psicopatas.
Tomei o restante do vídeo para reduzir todas as alegações feministas a PÓ.
Vale lembrar que isso é um video response; que qualquer um confira a palhaçada criminosa das megeras aqui: https://www.youtube.com/watch?v=uh6SU...
Aviso para toda a corja esquerdopata: não adianta querer tentar me censurar como fizeram com o Pizzaria Brasil porque meus vídeos estão devidamente SALVOS e recomendo a todo o pessoal que acompanha que salvem o vídeo também.
Nada vai se perder. :)

Uma nova perspectiva para as mães

A coisa mais triste na vida das Feministas é que elas nunca vão ouvir de um filho o que as mães do video abaixo ouviram: 




quinta-feira, 13 de março de 2014

Debulhando mais uma Feminista Convencional

 

Travesti loira gostosa nua


Ela é linda, feminina, gostosa e é… um homem!!
http://travestipelada.blogspot.com.br/2014/03/travesti-loira-gostosa-nua.html

Incapaz de pagar a pensão alimenticia, ex-marido se oferece como “escravo” da ex-esposa

Oferecido como um "escravo" do seu ex-parceiro incapaz de pagar a pensão

Alejandro Emilio Sánchez Vázquez tem que dar a sua ex-esposa € 1600 e diz que não tem renda e que os tribunais têm rejeitado vários apelos para "solicitar a alteração das medidas."

ep, sevilla | Atualização 2014/03/09 - 13:36

Ação

Um homem que passou três anos e meio de desempregados foi oferecido como um "escravo" de sua ex-esposa ser incapaz de lidar com a pensão mensal de 1.600 euros, o que, por ordem judicial, é obrigado a pagar como um alimento de pensão filhos menores do casamento e de pensão alimentícia em relação a sua ex-mulher, que também foi atribuída a custódia das hastes.

A vítima, Alejandro Emilio Sánchez Vázquez, relatou que seu "calvário" começou em 2008, quando o Tribunal de Primeira Instância e Instrução Coria emitiu sentença de divórcio em que estabeleceu que a parte afetada para pagar pensão alimentícia para tal para seus filhos e a hipoteca sobre a casa da família.

De acordo com o julgamento, então, e mais tarde confirmada pelo Tribunal Provincial, a razão para o estabelecimento de tal pensão alimentícia "é mesmo com base na presunção de poder econômico" pelo administrador articulação afetada, porque "como indicado no ato de julgamento é uma sociedade que representa outro e, como tal, a data em que começam os problemas conjugais conselheiro, ele manteve sua família em um alto padrão de vida. "

O recorrente explicou que em seu tempo foi dedicada à venda de casas, após o divórcio foi acordado ", em crise de habitação completo", que condenou-o ao desemprego por três anos e meio desde que ele recuperados sua casa, tudo isso enquanto seu ex-parceiro, sim trabalhando atualmente ", mantém a sua chalet uso exclusivo é enriquecedor e consiste em naufrágio e empobrecimento de mim."

Atualmente, "Eu estou vivendo com minha mãe" e receber apoio financeiro "do meu parceiro atual", à qual se acrescenta, "Eu sou superado com todos os sites, casa, contas, empréstimo pessoal ...", uma "provação" por "muitos pais estão indo doentes e suicídio."

"Eu não durmo, eu não posso reconstruir a minha vida, porque eu não posso emprestar, devido a atrasos de pagamento, eu olho para o processo penal salário inexeqüível 1600 €, e eu não tenho renda", frisou, notando que "em meu desespero, eu Ofereço-me para ser um escravo para minha ex-esposa. "

Os afetados lamentou que "não adianta ir ao tribunal para solicitar a alteração das medidas acordadas" em sua época como "demitido" seus escritos "com base em recursos anteriores", embora não haja documentação fornecida para as causas "mostra que eu não posso pagar esses montantes."

Ele afirmou que já levantou medidas de modificação de duas demandas, uma vez que entende que a prova documental "em desacordo com a afirmação" na sentença de divórcio e prova que "praticamente não tem renda e é ajudado a seu apoio financeiro para sua mãe. "

"No entanto, o órgão jurisdicional que têm capacidade económica para suportar o pagamento mensal" da pensão estabelecida e "suspeitas e indícios de prosperidade econômica nos dias de a bolha imobiliária de idade está descarregada, quando entendemos que deve ser tido em consideração a situação real atual ".

A vítima, que também pediu a Audiencia Provincial de Sevilla estabelecer uma acordos de custódia conjunta em relação aos filhos menores do casal, que também tem um relatório favorável do Tribunal equipe psicossocial-Família, acrescentou que enquanto ele "creditado com a documentação pública estadual, nada prova que desmente contrário."

Fonte: http://www.diariodesevilla.es/article/sevilla/1725674/se/ofrece/como/esclavo/su/ex/pareja/no/poder/pagarle/la/pension.html

Professor acusado de estupro é inocentado e agora quer Justiça


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terça-feira, 11 de março de 2014

Como usar as leis, a moral e a religião contra o feminismo

Eu sou o The Pretender do Antifeminismo




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Ideologia de Gênero na educação? Não! Obrigado!

Mais uma vez lhe escrevo para tratar do tema da Ideologia de Gênero. Parece até exagero, mas não insistiria tanto no assunto se não fosse algo tão grave. O tema retornou no Congresso Federal. Desta vez é na Câmara dos Deputados que querem aprovar a introdução dessa ideologia no Plano Nacional de Educação.

Assine a petição para enviar a deputados da Comissão Especial (responsável pela aprovação do projeto) um e-mail pedindo a não inclusão da Ideologia de Gênero no PNE:

http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Por que o assunto é tão grave? Porque, como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da "luta contra o preconceito", mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família. 

Além disso, a palavra "gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra "sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: "O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo "gênero" e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.

Caro Leitor, assine a petição e divulgue-a para o maior número possível de pessoas:

http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Se a Ideologia de Gênero for inserida oficialmente em nosso ordenamento jurídico haverá, entre outras consequências, até mesmo o risco da discriminação reversa. Aqueles que não concordarem com os seus pressupostos serão perseguidos e silenciados, além de serem rotulados como "homofóbicos" e intolerantes. O problema com essa ideologia não está de modo algum nesse plano, mas sim em seus pressupostos, os quais inclusive contrariam a opinião de boa parte do movimento LGBT, que diz que as pessoas nascem homossexuais. Ora, se elas nascem assim, por que ensinar nas escolas que elas podem mudar de gênero quando bem entenderem? 

Diante disso tudo, não podemos ficar inertes. Assine a petição e divulgue-a para os seus familiares, amigos e contatos.

Obrigado pelo apoio.

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO

domingo, 9 de março de 2014

Assista GRÁTIS Two and a half men


Assista GRÁTIS o seriado Two and a Half Men no nosso outro site: www.feminismodiabolico.com.br
Gostou de assistir? Então saiba que existe um programinha GRÁTIS: O Super Tela,  que te permite assistir todos os canais das TV por assinatura DE GRAÇA. Além disso, ele tem todos os canais pornôs, incluindo o canal brasileirinhas, passando putaria 24 horas por dia sem parar e DE GRAÇA.
Clique na imagem abaixo para baixar o Super Tela:
Assista TV por assinatura e canais pornôs de GRAÇA

Marcha das Vadias faz panfletagem vitimista em Pernambuco

Marcha das Vadias provoca reflexão em panfletagem


Publicação: 08/03/2014 11:52 Atualização:

O Movimento Marcha das Vadias realizou panfletagem durante a manhã deste sábado na avenida Boa Viagem, no bairro do Pina. O grupo buscava promover a reflexão por parte das pessoas que circulavam no calçadão, principalmente das mulheres, de que os ganhos são reais, mas a luta ainda tem um caminho longo para as mulheres. A escolha deste 8 de março é estratégica para a realização do ato, já que é o dia internacional da mulher.

MOVIMENTO

O Movimento Slutwalk surgiu no Canadá, no início de 2011. Na época, diversos casos de abuso sexual em mulheres da Universidade de Toronto levou um policial a dizer que 'as mulheres evitassem se vestir como vadias para não serem vítimas'. A tal frase levou milhares de mulheres às ruas de todo o mundo protestarem contra a crença de que 'as mulheres pedem para ser estupradas'.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/03/08/interna_vidaurbana,493009/marcha-das-vadias-provoca-reflexao-em-panfletagem.shtml

Meus comentários: Sabem, eu estou ficando com um tal nojo das mulheres, que nem tenho palavras para descrever a repugnância que sinto por elas. Elas estão erradas, elas já são privilegiadas na sociedade; mas elas são tão EGOÍSTAS que elas querem tirar até os mínimos resquicios de direitos que os homens tem. Elas são nossas INIMIGAS. Nós não podemos dar trégua nenhuma para as feministas, nós precisamos atacar o feminismo até que ele seja varrido da face da Terra.

quinta-feira, 6 de março de 2014

As musculosas nuas

Clique na foto abaixo para ver algumas fotos de mulheres musculosas peladas:

Playboy da linda Nicole "Coco" Austin nua

 

A divisão Global sobre homossexualidade

 

A divisão Global sobre homossexualidade

Maior aceitação em mais países seculares e afluentes

Visão global

2013-Homossexualidade-05 Como os Estados Unidos e outros países lidam com a questão do casamento homossexual, uma nova pesquisa do Pew Research Center encontra enorme variação por região sobre a questão mais ampla sobre se a homossexualidade deve ser aceita ou rejeitada pela sociedade.

A pesquisa de públicos em 39 países encontra ampla aceitação da homossexualidade na América do Norte, a União Europeia, e grande parte da América Latina, mas também generalizada rejeição nas nações de maioria muçulmana e na África, bem como em partes da Ásia e na Rússia. Parecer sobre a aceitação da homossexualidade é dividido em Israel, Polônia e Bolívia.

Atitudes sobre a homossexualidade tem sido bastante estável nos últimos anos, exceto na Coreia do Sul, Estados Unidos e Canadá, onde a percentagem dizendo homossexualidade deve ser aceita pela sociedade cresceu em pelo menos dez pontos percentuais desde 2007. Estas são algumas das principais conclusões de um novo estudo da Pew Research Center conduzido em 39 países entre os 37.653 entrevistados de 2 março - 1 maio de 2013. 1

O estudo também constata que a aceitação da homossexualidade é particularmente difundida em países onde a religião é menos central na vida das pessoas. Estes também estão entre os países mais ricos do mundo. Em contraste, nos países mais pobres com altos níveis de religiosidade, poucos acreditam homossexualidade deve ser aceita pela sociedade.

A idade também é um fator em vários países, com os inquiridos mais jovens, oferecendo vistas muito mais tolerantes do que os mais velhos. E, embora as diferenças de gênero não são predominantes, nos países onde eles estão, as mulheres são sempre mais aceitação da homossexualidade do que os homens.

Onde a homossexualidade é mais aceita

2013-Homossexualidade-04 A visão de que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade é predominante na maioria dos países da União Europeia pesquisados. Cerca de três quartos ou mais em Espanha (88%), Alemanha (87%), República Checa (80%), França (77%), Grã-Bretanha (76%) e Itália (74%) compartilham este ponto de vista, como fazer mais do que a metade na Grécia (53%). A Polónia é o único país da UE onde pesquisou vistas são mista, 42% dizem que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade e 46% acreditam que deve ser rejeitada.

Os canadenses, que já expressaram opiniões tolerantes em 2007, agora estão ainda mais propensos a dizer que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade, 80% dizem que este, em comparação com 70% há seis anos. Visto não são tão positivas em os EUA, onde a maioria menor (60%) acredita que a homossexualidade deve ser aceita. Mas os americanos são muito mais tolerante hoje do que eram em 2007, quando 49% disseram que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade e 41% disseram que deveria ser rejeitado.

Opiniões sobre o homossexualismo também são positivos em partes da América Latina. Na Argentina, o primeiro país da região a legalizar o casamento gay em 2010, cerca de três quartos (74%) dizem que a homossexualidade deve ser aceita, pois não maiorias claras no Chile (68%), México (61%) e Brasil (60 %), cerca de metade dos venezuelanos (51%) também expressam aceitação. Em contraste, 62% dos salvadorenhos dizer homossexualidade deve ser rejeitada pela sociedade, assim como quase a metade na Bolívia (49%).

Na região da Ásia / Pacífico, onde as opiniões de homossexualidade são em sua maioria negativa, mais de sete em cada dez na Austrália (79%) e Filipinas (73%) dizem que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade, 54% no Japão concordam.

Onde a homossexualidade é rejeitado

Publics na África e em países predominantemente muçulmanos permanecem entre os menos aceitação da homossexualidade. Na África sub-saariana, pelo menos, nove em cada dez na Nigéria (98%), Senegal (96%), Gana (96%), Uganda (96%) e Quênia (90%) acreditam que a homossexualidade não deve ser aceito por sociedade. Mesmo na África do Sul, onde, ao contrário de muitos outros países africanos, os atos homossexuais são legais e discriminação baseada na orientação sexual é inconstitucional, 61% dizem que a homossexualidade não deve ser aceito pela sociedade, enquanto apenas 32% dizem que deve ser aceite.

Maiorias esmagadoras nos países predominantemente muçulmanos entrevistados também dizem que a homossexualidade deve ser rejeitado, incluindo 97% na Jordânia, 95% no Egito, 94% na Tunísia, 93% nos territórios palestinos, 93% na Indonésia, 87% no Paquistão, 86% na Malásia, 80% no Líbano e 78% na Turquia.

Em outros lugares, as maiorias na Coréia do Sul (59%) e China (57%) também dizem homossexualidade não deve ser aceito pela sociedade, 39% e 21%, respectivamente, dizem que deve ser aceite. Visualizações da Coreia do Sul, embora ainda negativo, mudaram consideravelmente desde 2007, quando 77% disseram que a homossexualidade deve ser rejeitada e 18% disseram que deve ser aceito pela sociedade.

Religiosidade e Vistas de homossexualidade

Há uma forte relação entre religiosidade e opiniões sobre a homossexualidade de um país. 2 Há muito menos aceitação da homossexualidade nos países onde a religião é central para a vida das pessoas - medidos por se considerar a religião é muito importante, se eles acreditam que é necessário acreditar em Deus para ser moral, e se eles rezam pelo menos uma vez por dia.

2013-Homossexualidade-03

Há algumas exceções notáveis, no entanto. Por exemplo, a Rússia ea China recebem baixos escores na escala de religiosidade, que sugerem níveis mais elevados de tolerância para a homossexualidade. No entanto, apenas 16% dos russos e 21% dos chineses dizem homossexualidade deve ser aceita pela sociedade. Por outro lado, os brasileiros e filipinos são consideravelmente mais tolerante com a homossexualidade do que níveis relativamente altos de religiosidade de seus países poderia sugerir.

Em Israel, onde a vista de homossexualidade são misturados, os judeus seculares são mais de duas vezes mais chances do que aqueles que se descrevem como tradicional, religioso ou ultra-ortodoxo de dizer a homossexualidade deve ser aceita (61% vs 26%), apenas 2% dos muçulmanos israelenses partilham desta opinião.

Sexo e Idade e Vistas de homossexualidade

2013-Homossexualidade-02 Na maioria dos países pesquisados, vista para a homossexualidade não diferem significativamente entre homens e mulheres. Mas, nos países onde existe uma diferença entre os sexos, as mulheres são muito mais propensas que os homens a dizer a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade.

No Japão, Venezuela e Grécia, onde as mulheres cerca de seis em cada dez dizem que a homossexualidade deve ser aceita (61% no Japão e 59% na Venezuela e Grécia), menos da metade dos homens partilham este ponto de vista (47%, 44% e 47 %, respectivamente). Cerca de metade das mulheres em Israel (48%) expressam opiniões positivas sobre a homossexualidade, em comparação com apenas 31% dos homens. E, enquanto a maioria dos homens e mulheres na Grã-Bretanha, Chile, França e os EUA dizem que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade, as mulheres são mais propensas que os homens a oferecer este ponto de vista, pelo menos, dez pontos percentuais.

2013-Homossexualidade-01 Em muitos países, vistas de homossexualidade também variar entre os grupos etários, com os inquiridos mais jovens consistentemente mais prováveis ​​do que os mais velhos para dizer a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade. As diferenças de idade são particularmente evidentes na Coreia do Sul, Japão e Brasil, onde os menores de 30 são mais aceitação do que aquelas idades 30-49, que, por sua vez, são mais receptivos do que aqueles com 50 anos e mais velhos.

Por exemplo, no Japão, 83% dos menores de 30 dizer a homossexualidade deve ser aceita, em comparação com 71% dos 30-49 anos de idade e apenas 39% das pessoas de 50 anos ou mais. Da mesma forma, 71% dos sul-coreanos na faixa etária mais jovem oferecem opiniões positivas sobre a homossexualidade, mas apenas cerca de metade dos 30-49 anos de idade (48%) e 16% das pessoas de 50 anos ou mais tarefas. No Brasil, cerca de três quartos das pessoas mais jovens do que 30 (74%) dizem que a homossexualidade deve ser aceita, em comparação com 60% daqueles na categoria média e 46% das pessoas de 50 anos ou mais.

Na UE, as maiorias sólidas aos grupos etários, na Grã-Bretanha, França, Alemanha, Espanha, Itália e República Checa expressar opiniões positivas sobre a homossexualidade, embora os italianos e checos idades 50 e mais velhos são consideravelmente menos provável do que pessoas mais jovens desses países para dizer homossexualidade deve ser aceite. Pelo menos oito em cada dez italianos com idade inferior a 30 (86%) e idades 30-49 (80%) partilham desta opinião, em comparação com 67% daqueles com 50 anos e mais velhos. Na República Checa, 84% daquelas idades 18-29 e 87% dos 30-49 dizer homossexualidade deve ser aceita, enquanto que 72% desses com idades entre 50 e mais velhos concordam.

Na Grécia, onde a aceitação da homossexualidade não é tão prevalente como na maioria dos países da UE analisados, as maiorias de 18-29 anos de idade (66%) e 30-49 anos de idade (62%) dizem que a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade , muito menos os gregos com idades entre 50 e mais velhos (40%) partilham desta opinião.

Pessoas com idades entre 50 anos ou mais em os EUA, Canadá, Argentina, Bolívia e Chile também são menos prováveis ​​do que aqueles nos dois grupos etários mais jovens a dizer a homossexualidade deve ser aceita pela sociedade, apesar de pelo menos metade dos 50 anos ou mais em todos, mas a Bolívia estão aceitando, inclusive 75% no Canadá. Em os EUA, 70% daquelas idades 18-29 e 64% daquelas idades 30-49 estão aceitando a homossexualidade, em comparação com cerca de metade dos americanos com idades entre 50 e mais velhos (52%). Na Bolívia, no entanto, 53% dos 18-29 anos de idade e 43% dos 30-49 anos de idade dizem que a homossexualidade deve ser aceita, mas apenas 27% das pessoas no grupo mais velho share esta opinião.

Mexicanos e chineses idades 18-29 são mais propensos do que os de cada um dos outros dois grupos etários para oferecer opiniões positivas sobre a homossexualidade, mas não há diferença significativa entre os pontos de vista dos 30-49 anos de idade e os 50 anos ou mais. E na Rússia, El Salvador e Venezuela, os menores de 30 são mais tolerantes com a homossexualidade do que são aqueles com 50 anos ou mais, enquanto que os pontos de vista aquelas idades 30-49 não variam consideravelmente daqueles nos grupos mais jovens e os mais velhos.

Nos países predominantemente muçulmanos pesquisados, bem como em seis países da África Subsariana, as maiorias sólidas aos grupos etários, partilho da opinião de que a homossexualidade deve ser rejeitada pela sociedade. No Líbano, no entanto, há um pouco mais aceitação entre os entrevistados mais jovens, 27% dos libaneses menos de 30 anos dizem que a homossexualidade deve ser aceita, em comparação com 17% dos 30-49 anos de idade e 10% das pessoas de 50 anos ou mais.

  1. Resultados para a Índia não são relatados devido a preocupações com a administração da pesquisa no campo.
  2. Religiosidade é medida usando um índice de três itens que vão 0-3, com "3" representa a posição mais religioso. Os entrevistados foram codificados como "1", se eles acreditam que a fé em Deus é necessário para a moralidade; "1" se eles dizem que a religião é muito importante em suas vidas, e "1" se eles rezam pelo menos uma vez por dia. A pontuação média para cada país é utilizado nesta análise.

Fonte: http://www.pewglobal.org/2013/06/04/the-global-divide-on-homosexuality/

Situações absurdas que a Lei Maria da Penha gera


A Lei Maria da Penha é uma lei sexista e injusta, que precisa ser revogada o quanto antes. De acordo com essa lei, a mulher PODE agredir e até matar um homem. Mas os homens NÃO PODEM SE DEFENDER JAMAIS. Nós devemos lutar contra todas essas leis sexistas que visam criar castas prilegiadas, tais como mulheres bandidas que agridem os homens e ficam impunes. Temos que desmascarar a podridrão do sexismo e do feminismo descarado dessa lei, que cria castas especiais de cidadãos, acima da lei, acima da ordem jurídica, que merecem presunção de inocência em todas as circunstâncias e que, dada a natureza de mentirosas patológica de todas as mulheres, elas estão se aproveitando dessa lei para agir como verdadeiras Feminazis, prendendo desafetos por qualquer coisinha, como na Gestapo.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Dani Sperle aparece nua na Sapucaí para montar fantasia

 

Essa é mais uma das pobres mulheres oprimidas pelo Patriarcado Machista que não deixa ela se vestir como quer:

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Já imaginaram o que as mulheres estarão fazendo quando o feminismo finalmente tiver derrotado o maldito Patriarcado Machista Opressor?

Playboy da Ex-Globeleza Aline Prado nua

 

Clique na foto para ver todas as fotos da linda Ex-Globeleza Aline Prado nua:

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