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Feminismo Diabolico

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Nós precisamos de uma Associação Antifeminista

Muito bem. Todos nós concordamos que o feminismo não presta. O feminismo é errado em si mesmo e deve ser combatido e varrido da face da Terra. E agora? O que mais nós podemos fazer para combater o feminismo? Como nós devemos combater o feminismo? Qual é a maior fraqueza dos antifeministas brasileiros?
O principal problema do antifeminismo brasileiro e do masculinismo é que ele é composto por poucos homens e é 100% composto por PESSOAS FÍSICAS. Não existe NENHUMA PESSOA JURÍDICA defendendo o Direito dos Homens no Brasil. Ao contrário de alguns países de primeiro mundo, onde existem associações de Direitos dos Homens, os MRI (Men's Right Iniciative), aqui no Brasil não existe nenhuma ONG e nenhuma associação para defender os Direitos dos Homens e combater o feminismo. Já as feministas tem uma ONG em cada esquina desse país, fartamente financiadas com verba publica e de fundações abortistas internacionais. Nem chega a ser uma luta de Davi contra Golias; mas sim uma luta entre uma bomba atômica contra um arco e flecha. Nós, antifeministas, estamos armados apenas de arcos e flechas, tendo que lutar contra as armas nucleares feministas. Por enquanto nós não temos escolha, precisamos mesmo adotar puramente a estratégia de guerra de guerrilhas e o nosso objetivo atualmente é SOBREVIVER, porque qualquer coisinha que algum homem faça no Brasil, tipo um lunático que mata a namorada, isso poderia ser o bastante para liquidar de novo com o masculinismo brasileiro, como aconteceu há pouco tempo atrás. É uma luta dificil e desanimadora, porque muitos homens nos atacam, não nos compreendem, e estão com o cérebro completamente lavados pelas feministas. Nós não temos nenhum aliado praticamente. As religiões não estão do nosso lado. No máximo, nós podemos usar algumas delas para fazer propaganda antifeminista, mas elas nunca iriam ajudar especificamente os homens a lutarem pelos seus direitos. Eu digo e repito: Atualmente o nosso objetivo deve ser SOBREVIVER e manter a ideologia antifeminista viva na internet. E temos que primordialmente ir usando as técnicas de Guerra de Guerrilha, a Guerra Psicológica e o Marketing Viral para ir aumentando o nosso número. Tão logo nós tenhamos um pequeno núcleo de antifeministas convictos e bem instruídos, será o momento de criarmos ONGs ou Associações Antifeministas. Esse passo é indispensável para nós derrotarmos o feminismo. Nós jamais conseguiremos destruir o feminismo se nós não tivermos pessoas jurídicas bem financiadas e bem organizadas para nos ajudar no ataque contra as feministas. Essas associações precisam ser criadas o quanto antes. Elas são mais importantes do que um eventual partido masculinista, porque criar um Partido Político é de utilidade nula para nós neste momento. Além do mais, um partido político sempre deve visar o bem comum de todos os cidadãos e não de apenas uma categoria: não existe partido feminista por exemplo. Ora, se não existe um partido feminista, então por que alguns homens querem criar um partido masculinista? Isso é total falta de foco e ignorância da realidade. Nós precisamos criar uma ASSOCIAÇÃO, uma pessoa jurídica antifeminista, uma ONG que se dedique exclusivamente a combater o feminismo e a promover os direitos dos homens. Isso não é tão dificil, mas no nosso caso se torna um obstáculo porque nós estamos espalhados pelo Brasil e não estamos reunidos numa mesma cidade. Mesmo na nossa era da internet, nós não podemos criar eficazmente uma associação usando puramente os meios virtuais. O ideal é que haja um pequeno núcleo antifeminista em alguma capital de Estado do Brasil ou em alguma cidade populosa, com pelo menos 500 mil habitantes. A minha cidade é pequena, do interior e tem menos de 50 mil habitantes. Aqui eu não consigo reunir a massa crítica mínima necessária para criar uma associação antifeminista. É preciso de algum grupo de interessados em alguma cidade com pelo menos 500 mil habitantes. De preferência que seja em São Paulo ou Rio de Janeiro ou Belo Horizonte, porque são megalópoles com vários milhões de habitantes e uma palestra masculinista ou antifeminista que seja, poderia atrair um bom número de participantes. A cidade de São Paulo seria o lugar ideal para criar a primeira sede da nossa associação. A capital do meu Estado, Mato Grosso do Sul, a cidade de Campo Grande já tem tamanho suficiente para abrigar um movimento assim. Talvez Belo Horizonte em Minas Gerais possa ser outro local ou Cuiabá no Mato Grosso, a terra do Padre Paulo Ricardo também é um bom local. Curitiba no Paraná e Porto Alegre no Rio Grande do Sul também são opções válidas. Em qualquer uma dessas cidades onde um pequeno núcleo de pelo menos dez antifeministas se formar, ela já poderia criar uma pequena célula de guerra psicológica, informal, sem ser pessoa juridica e ir combatendo localmente, aumentando o número de simpatizantes da causa até atingirmos um número mínimo de pelo menos 30 pessoas, numa mesma cidade. Pessoas altamente engajadas e realmente dispostas a colaborar. E que também NÃO SEJAM MULHERES. É muito importante nós não aceitarmos a entrada de mulheres nas nossas futuras associações antifeministas, mesmo que sejam mulheres que se declarem antifeministas. Nós temos que aceitar apenas HOMENS nessas associações e nunca, em hipótese alguma nós poderemos permitir a entrada de mulheres nelas. Esse ponto é muito importante. Não sejam tolos e nem afobados. É preferivel nós não criarmos associação nenhuma do que criarmos uma associação que se contamine com a entrada de mulheres nela.

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