Novo endereço do nosso site

Novo endereço do nosso site
Feminismo Diabolico

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Guerreiro da Real solta peido ao lado da Bruna Marquezine e ainda grava a reação dela

Imagine só você está ali de boa na torcida do jogo do brasil, quando de repente vc percebe que a gostosa Bruna Marquezine está do seu lado. O que você faz? Pede um autógrafo? Da uma cantada? Tira uma selfie? Este autêntico Guerreiro da Real, preferiu uma aproximação mais visceral e soltou um peido do lado da Bruna Marquezine! Veja a reação dela:



domingo, 29 de junho de 2014

Karen DeCrow, feminista que se tornou ativista por direitos dos homens

Karen DeCrow, feminista que se tornou ativista por direitos dos homens

June 16, 2014 By Aldir Gracindo 1 Comment



Dias atrás eu vi alguns textos interessantes sobre o falecimento de uma feminista que se tornou também ativista por Direitos dos Homens e Crianças. O artigo que mais me chamou a atenção foi o da Cathy Young, fonte de quase todas as informações a seguir.
Karen DeCrow era advogada, escritora, feminista, presidiu a maior organização feminista nos EUA, a National Organization for Women (NOW) de 1974 a 1977 e faleceu devido a um melanoma na última sexta-feira, aos 76 anos. DeCrow, uma grande defensora dos direitos das mulheres, no entanto era crítica dos rumos do feminismo contemporâneo, incluindo as ideias feministas sobre o que hoje chamam “cultura do estupro” e sobre a violência doméstica. Sendo sempre uma feminista, ela passou a ser também ativista por direitos dos homens.
Em 1981, DeCrow participou do conselho de defesa jurídica de Frank Serpico, ex-detetive em Nova Iorque e informante, num processo de paternidade. Serpico afirmava que a queixosa o tinha usado como “banco de sêmen” e o tinha enganado sobre estar tomando pílula anticoncepcional, quando conscientemente estava tentando conceber. Além disso, em vista de que com a legalização total do aborto lá, ele argumentava pelo mesmo direito constitucional que qualquer mulher lá, nos mesmos termos: não se tornar pai contra sua vontade.
DeCrow apoiou o caso de Serpico, como advogada autônoma e fundamentando-se em princípios feministas. “Da mesma forma que a Suprema Corte disse que as mulheres têm o direito de escolher ser ou não mães, os homens também devem ter esse direito,” disse ela ao The New York Times, considerando isso “o único posicionamento lógico feminista a se ter.”
Marjory D. Fields, então co-diretora da força tarefa contra violência doméstica do Governador Mario Cuomo e posteriormente juíza em Vara de Família, considerou as táticas de defesa no caso como “uma quase clássica apresentação anti-mulher: que as mulheres seduzem e prendem os homens em armadilhas com suas artimanhas femininas.” DeCrow não se intimidou. Numa carta ao Times em 1982, ela diria que, desde que os homens não têm poder legal para obrigar ou vetar um aborto, é justa consequência que eles não deveriam ter que pagar pela decisão unilateral de uma mulher de levar uma gravidez a termo: “Ou, colocando de outra forma, mulheres autônomas tomando decisões independentes sobre suas vidas não deveriam esperar que os homens financiem suas escolhas.”
DeCrow também defendeu os direitos dos homens como pais, argumentando a favor de uma “presunção relativa” de guarda compartilhada em caso de divórcio. Ela trabalhou com a Associação de Direitos dos Pais no Estado de Nova Iorque e participou da mesa diretora do Conselho pelos Direitos das Crianças, um grupo em defesa da guarda conjunta. Depois, ela também participou da coordenação do grupo Mulheres Líderes pela Guarda Compartilhada – ironicamente, uma de suas colegas então foi a proeminente conservadora Phyllis Schlafly, com quem DeCrow frequentemente debatia nas universidades nas décadas de 1980 e 1990. Este é um vídeo de uma fala dela (em inglês) no canal do grupo no Youtube:
Novamente, DeCrow se fundamentava na sua visão de feminista igualitária, argumentando que ter os homens mais envolvidos na parentalidade direta era essencial para que as mulheres alcançassem igualdade em outras atividades (conforme ela explicou em um discurso em 1982 no Congresso Nacional de Homens, reimpresso no periódico da filial da Greater Syracuse da N.O.W.). Muitas feministas endossaram a ideia de igualdade na liberação e responsabilidade parental, cuidado das crianças e atividades domésticas. Gloria Steinem certa vez disse que “as mulheres não serão iguais fora de casa enquanto os homens não forem iguais dentro de casa.” Mas poucas delas estavam dispostas dar o passo seguinte e contextualizar a guarda dos filhos em termos de direitos dos homens, ou se colocar, como feministas, do lado dos homens e contra mulheres que queriam a guarda unilateral.
DeCrow estava disposta a esse passo e dizer que muitas mães divorciadas, cujas vidas profissionais se beneficiariam da guarda conjunta se opunham irracionalmente a essa opção – não apenas pelo estigma social de serem vistas como mães ruins, mas por pura hostilidade em relação aos ex-maridos. Em uma coluna do Dia dos Pais em 1984, DeCrow descreveu uma conversa com uma cliente, uma mãe divorciada de três filhos que estava com problemas para cuidar das crianças por causa de um horário de trabalho incomum: “‘E o pai?’, eu perguntei. ‘Ele está disposto a estar com eles durante essas horas?’ ‘O pai deles?’, ela exclamou. ‘Isso é tudo que ele quer!’”
Para a maioria feminista, tudo isso é um eco de estereótipos misóginos que o “Patriarcado” nos inculcou sobre ex-esposas rancorosas. Para DeCrow, porém, não era questão “de gênero”, era uma questão humana. Em 1994, ela lamentou numa entrevista que “na guerra dos sexos, homens e mulheres irão até o fim do mundo de formas ilógicas, irracionais, para causar dor um no outro.” DeCrow via isso como um comportamento de homens e mulheres e da mesma forma ela era simpática à noção de que a violência doméstica não é uma via de mão única, noção abominada pela maioria feminista.
Nos anos 70 ela lutava contra leis sobre estupro que questionavam a castidade das mulheres vítimas. No início dos anos 90, ela aplaudiu a crítica que Katie Roiphe fez do “feminismo de crise de estupro” (hoje chamado “cultura do estupro”), The Morning After, que afrontava o “neopuritanismo” que pintava as mulheres como vítimas perpétuas dos homens predadores e recauchutava a mentalidade triste e arcaica que ensinava as jovens a negar tanto seu cérebro quanto sua sexualidade. DeCrow era intolerante à ideia de que ser alvejada por um assobio ou, ou som de chupada feito com a boca, fossem contabilizados como “opressão”.
Ela nunca abandonou a crença de que homens e mulheres eram muito mais parecidos do que diferentes.
As suas heresias foram além. DeCrow, que tinha iniciado sua jornada feminista lutando contra discriminações contra as mulheres no trabalho, prefaciou o livro de Por que os homens ganham mais, (de 2005, ainda sem tradução para o português) de Warren Farrell, que mostrava, como inúmeros outros estudos, que a diferença salarial entre homens e mulheres se devia em muito às escolhas diferentes que homens e mulheres fazem e ensinava às mulheres como ganhar o mesmo que os homens, se assim quisessem. DeCrow acreditava que entender esses padrões de comportamento poderia ajudar o avanço das mulheres. Mesmo com intenções puramente feministas, ela estava contrariando a visão partidária feminista apenas em colaborar com Farrell, ex-membro da diretoria da NOW em Nova Iorque quando ela foi presidente, mas que tinha sido excomungado do movimento feminista por defender a liberação também dos homens.
Embora nunca tenha rompido com a organização que presidiu, DeCrow estava cada vez mais distoante dela. Em meados dos anos 90, a NOW atacava o movimento por direitos dos pais, nomeando-o de “direita extremista”, afirmando que as mulheres eram as verdadeiras vítimas de preconceito nas Varas de Família, convocando protestos em 1996, considerando os ativistas por direitos dos pais como grupos de espancadores tentando manter as mulheres sob controle. Três anos depois, em uma resolução, a NOW oficialmente determinou que defenderia os interesses das mulheres nos divórcios e na guarda dos filhos, contra a influência “indevida” dos grupos de pais. A NOW até hoje se refere a guarda compartilhada de “partilha forçada”, etc. – o que lembra o posicionamento dos juízes devidamente treinados pelas secretarias feministas nos Tribunais de Justiça a considerar a guarda compartilhada uma “prioridade”, mas só se houver “harmonia” (ou seja, se a progenitora autorizar) e chegam a determinar visitas quinzenais e chamá-las mentirosamente de guarda compartilhada nos autos do processo. DeCrow, então presidente da filial da NOW na Greater Syracuse, evitou contrariar essas decisões. Em 2000, ela diria a Cathy Young que ouviu sobre a resolução, mas não a tinha lido e não poderia comentar.
Ela se recusava a aceitar determinismo biológico ou convenções sociais (“Patriarcado”) como destino. Definitivamente uma feminista, mas seria vista por muitos hoje como uma relíquia do “feminismo unissex” dos anos 70, na sua visão de homens e mulheres como muito mais parecidos do que diferentes. Em um ensaio para o Chicago Tribune em 1994, sobre o livro Fire with Fire, de Naomi Wolf, ela propunha “tirar o gênero do debate de gênero” e focar no Humano, questionando se os homens realmente têm mais poder sobre suas vidas do que as mulheres: “Wolf é exata e acerta no alvo quando escreve que as mulheres devem sair da autoimagem de fragilidade para uma outra, de força. Mas se nós falharmos em ver o que nos salta aos olhos – que os homens têm fragilidades como nós – estaremos fazendo sempre metade da corrida.”
Cathy Young comenta que conheceu DeCrow in 1994, quando as duas apareceram numa coleção de entrevistas sobre o lado dos homens em questões de gênero, Good will towards men, (em português seria “Boa vontade para com os homens”) de Jack Kammer, se reencontraram em outros eventos, e Young lembra uma história contada por DeCrow sobre a repetição irrefletida de meios tradicionais de agir:
Segundo Young, DeCrow descreveu certa vez que, quando se casou e passou a cozinhar, DeCrow sempre cortava a carne antes de colocar para assar no forno. Certa vez, seu marido lhe perguntou por que ela recortava a carne assim. Ela o fazia porque era como a mãe dela fazia e ela simplesmente achava que esse era o jeito certo de fazer. A mãe dela, por sua vez, também não sabia por que, tinha aprendido com a avó. A explicação da avó para o mistério foi interessante: “Porque o nosso forno era tão pequeno que esse era o único jeito da carne caber dentro dele!”
Para Cathy, isso representava bem o jeito bem-humorado, leve, de Karen DeCrow, como a visão dela dos papéis tradicionais: não como um sistema malévolo criado para oprimir, mas como formas de agir que são capazes de sobreviver à sua utilidade prática.
Em 14 de junho, o A Voice for Men publicou a seguinte nota de Warren Farrell em reconhecimento a DeCrow:
Karen DeCrow e eu fomos amigos por mais de 40 anos. No início da década de 70, quando ela era Presidente da NOW (National Organization for Women) e eu participava da mesa diretora de filial de Nova Iorque, ela me pediu para liderar a Força Tarefa da NOW sobre a Mística Masculina. Quando outros protestaram contra minha expansão da liberação para incluir os homens, a Karen me apoiou.
Karen e eu trabalhamos juntos quando eu organizei a ala masculina na Greve de Mulheres por Igualdade em Washington. Ela valorizava os homens como auxiliares, mas também entendia que nós tínhamos nosso próprio trabalho a fazer – não como opressores pedindo perdão, mas como outros humanos usando camisas de forças paralelas.
No início dos anos 70, Gloria Steinem, Betty Friedan, Karen e eu muitas vezes dizíamos: “O que o mundo precisa é de mais mulheres no trabalho e mais pais em casa.” Esse era o posicionamento da N.O.W. até 1973, mais ou menos. Porém, quando os divórcios aumentaram, a NOW começou a ouvir de mães que elas estavam saindo da organização porque, como normalmente se ouvia reclamarem, “Eu sei o que é melhor para o meu filho; Eu sei o que ela ou ele precisa. Se eu não quero o pai envolvido, é por alguma razão – ou ele é um mau pai ou nós tivemos uma má experiência e eu preciso levar meus filhos embora e começar uma vida nova, só isso.”
A N.O.W. ficou presa entre apoiar a igualdade e arriscar sua base de apoio. Escolheu não arriscar a base. Gloria e Betty, mesmo não mudando de posicionamento no discurso, fizeram vistas grossas enquanto a NOW intensificou seus esforços para retratar os homens como os abandonadores ou egoístas (“eles só querem o dinheiro”) ou com tendência à violência. Karen foi a única líder feminista que não apenas falava diferente disso, mas concordou em falar em conferências para os pais. A coragem de Karen marginalizou-a da liderança feminista e dos milhões de dólares em palestras que, de outra forma, ela teria obtido.
Eu sabia o que Karen estava passando, porque eu segui a mesma estrada que ela. Enquanto a minha separação foi clara, Karen tentou caminhar na corda bamba entre a integridade e manter suas colegas e amigas feministas.
Quando ela concordou, em 2005, em escrever o prefácio para Por que os homens ganham mais: a espantosa verdade por trás da diferença salarial – e o que as mulheres podem fazer sobre isso, ela me contou algumas de suas preocupações de toda a vida com a perda do apoio feminista. Não era só a perda dos pagamentos pelas palestras. Era o isolamento. Era o desejo de liderar, mas ser afastada pelas lideranças feministas.
Enquanto Karen me falava daquilo, eu via o anjo e demônio lutando dentro dela. No caso do prefácio e em outros casos que eu testemunhei, Karen quase sempre escolheu o anjo da integridade.
Com a morte de Karen, falece uma feminista cuja liderança, se lhe fosse permitido guiar, teria permitido a milhões de crianças terem tido um pai para guia-las e amá-las.
Eu vi e vejo muita coisa sobre questões masculinas que nunca chegaram a ser disponibilizadas em português, online ou não. Essa história, com tudo que ela contém sobre política e gênero, e tudo que ela leva a pensar, é uma que eu achei relevante para nós aqui.

Abraço forte,

Aldir.

Fonte: http://br.avoiceformen.com/recomendados/karen-decrow-a-feminista-que-se-tornou-ativista-por-direitos-dos-homens/

Feministas da UFRJ fazem perseguição ideológica a professor liberal

Feministas da UFRJ fazem perseguição ideológica a professor liberal


Feministas pela liberdade? Nem tanto…

Saibam mais sobre o caso: http://lucianoayan.com/2014/06/24/maria-clara-bubna-um-show-de-mau-caratismo-e-irracionalidade-de-mais-uma-fascista-da-extrema-esquerda/

Há algo novo no ar: cada vez mais professores e alunos saem da toca (ou do armário) e se assumem liberais nas universidades brasileiras. Aquilo que foi domínio da esquerda por décadas está ameaçado agora, pois mais e mais gente cria coragem de remar contra a maré vermelha e desafiar a doutrinação marxista. Naturalmente, há forte reação do lado de lá, não acostumado a conviver, de fato, com a pluralidade e diversidade.
Um caso recente ilustra bem isso. O diretor do Instituto Liberal, Bernardo Santoro, que dá aula na UERJ e na UFRJ, foi vítima de uma perseguição ideológica liderada por um grupelho feminista que, acima de tudo, demonstra total falta de senso de humor (marca registrada dos “revolucionários” e “fascistas do bem”). Abaixo, ele mesmo explica em maiores detalhes o que aconteceu:
Esclarecimento sobre o print apresentado pelo Coletivo de Mulheres da UFRJ:
Em primeiro lugar vou explicar como a história toda surgiu. Alguns alunos da graduação e da pós-graduação da UERJ, meus amigos, reclamaram que estavam sendo perseguidos pelo movimento feminista na UERJ pelo seu perfil conservador. Achando que essa reclamação era um exagero, fiz uma brincadeira com esses amigos dizendo que eles deviam agradecer pelo fato do feminismo ter existido, pois isso teria libertado o homem do sistema patriarcal também e criado um sistema que lhes favorecia muito. Essa clara brincadeira com amigos conservadores, fora do âmbito da UERJ e da UFRJ, foi deturpada de maneira sórdida pelo “Coletivo de Mulheres da UFRJ”, e seria vista como uma brincadeira se não fosse por esse parágrafo, escrito pelo Coletivo: “Bernardo é conhecido por citações pejorativas em sala de aula contra diversos movimentos sociais que buscam uma sociedade mais igualitária e recentemente tem intensificado seus ataques públicos contra as mulheres e o movimento feminista, em especial o das mulheres da faculdade de Direito da UERJ”.
Nunca, em momento nenhum, citei pejorativamente movimentos sociais ou ataquei mulheres e o movimento feminista, especialmente dentro da faculdade de Direito da UERJ ou da UFRJ. Pelo contrário, sou conhecido por minha defesa do contraditório e abertura democrática a todos os alunos. Pode perguntar a qualquer aluno marxista meu e ele atestará que a aula é marcada pela pluralidade e respeito ao pensamento diferente. Essa mentira foi feita, de acordo com pessoas que já se propuseram a testemunhar publicamente, pela aluna Maria Clara Bubna e jogada para o Coletivo da UFRJ, que a divulgou sem prévio esclarecimento.
Abro parênteses para falar dessa aluna. Desde o primeiro momento a aluna antipatizou comigo sem nenhum motivo que não fosse ideológico, e mesmo com toda a minha paciência, ela se recusava a ir às aulas. Contando com a aula de ontem, em todo o período foi apenas a terceira aula assistida por ela. Ela injuriava o professor constantemente seja ao vivo (com testemunhas), seja pela internet (com prints).
O auge das calúnias foi a alegação, pela internet, de que o meu contrato seria ilegal por conta de decisão judicial (que, diga-se, não abarca o contrato do professor), e sugerindo que houve favorecimento pessoal nessa contratação, o que põe em xeque a idoneidade de toda a Direção da Faculdade de Direito da UERJ, em especial o Vice-Diretor João Eduardo Pereira e o Coordenador da Graduação, Gustavo Siqueira, que foram membros da banca que aprovou o professor em concurso.
Destaco também que o grupo de esquerda vinculado a essa aluna acusou de discriminação contra mulheres o prof. Marcello Ciotola (com print – UERJ e UNESA) e o prof. Paulo Emílio de Macedo (sem print, pois foi apagado antes – UERJ e UFRJ), sem falar em nomes, pois eles são professores efetivos, e eu, um reles professor substituto.
No mesmo dia, extremamente aborrecido pelas calúnias levantadas contra ele e contra a Direção da Faculdade de Direito, declarei em sala que quem quisesse poderia não assistir as aulas e que eu aprovaria os alunos com nota mínima. Três alunas aceitaram, Maria Bubna e outras duas, em e-mail enviado a mim. Respondi, já de cabeça fria, que não poderia, por razões acadêmicas, aprová-las sem avaliação, motivo pelo qual daria um trabalho para as três alunas fazerem, e enviei o texto que é um resumo da matéria toda para esse trabalho, o que foi aceito. Inclusive, avisei que elas poderiam frequentar A AULA A QUALQUER MOMENTO E FAZER AS PROVAS AO INVÉS DO TRABALHO. Uma das alunas mudou de ideia e vai fazer as provas, o que foi motivo de muita alegria para mim. Esse mesmo rito de avaliação foi o utilizado para a aluna Malu Brito, que por problemas de deficiência auditiva, tinha dificuldades de acompanhar a aula. Eu, inclusive, me dispus a dar aulas particulares para ela fora do período de aula, mesmo sem ser pago para tal.
Quando fiquei sabendo que a aluna foi a responsável pela difamação feita pelo Coletivo de Mulheres da UFRJ, decidi processá-la criminalmente, por ser meu direito de cidadão contra o verdadeiro bullying feito pela aluna durante todo o tempo. Isto posto, procurei sim a aluna para discutir a possibilidade de desligamento da mesma da matéria, e nunca obtive retorno, mas nunca exigi, em momento nenhum, sua saída, e a aluna, inclusive, compareceu pela terceira vez no semestre na aula de segunda passada. Esse sentimento perpassa pelo mesmo motivo pelo qual juízes são suspeitos de julgar inimigos no processo civil (art. 135,I do CPC). E é isso que a aluna tem se mostrado perante mim: ser minha inimiga, mesmo sem nenhum motivo aparente, pois sempre fui condescendente com os atos levianos da aluna. Portanto, com essa ação, estava PROTEGENDO a aluna, e não o contrário, por entender que não há mais condições de se manter um relacionamento profissional ou acadêmico com a mesma.
Lembro, nesse ínterim, que a aluna ignorou por completo todas as repercussões que suas ações infundadas poderiam trazer para mim, que possuo uma esposa que não pode trabalhar porque precisa cuidar do noso filho, que é uma criança especial (autismo).
Vale ressaltar ainda que a totalidade de alunos meus na UFRJ foram em minha defesa em manifestação online e que estão averiguando a possibilidade de fazer um grande abaixo-assinado em minha defesa, mesmo já estando de férias.
Nesse tempo também recebi ligações de números privados que nada falavam, um evento acadêmico em que eu participaria criticando a reforma agrária foi cancelado por falta de segurança e continuam as ameaças a todo evento que participo, inclusive uma ameaça de invasão à minha defesa de dissertação de mestrado, nesta sexta, que terá segurança reforçada.
Por fim, destaco que tudo o que foi escrito aqui está amplamente documentado, com prints ou testemunhos, e será entregue à Direção das faculdades em questão ainda nessa semana para que as providências cabíveis sejam realizadas.
Na UFRJ o Centro Acadêmico de lá retirou as acusações após entrevistar mais de 30 alunas minhas e todas afirmarem que sou um ótimo professor e de caráter ilibado.
Meu único erro nessa história toda foi ter sido condescendente com ela o tempo todo. Quando ela me caluniou dizendo que meu contrato era ilegal e insinuaram que eu era não-concursado, eu deveria ter levado o caso para a direção imediatamente. Quando eu descobri que ela era a responsável pelo post difamatório do coletivo de mulheres da UFRJ, ao invés de amigavelmente tentar terminar o nosso vínculo, deveria ter entrado com um processo administrativo contra ela. Ao invés disso, ela usou a minha boa-vontade e minha compaixão contra mim.
Na UERJ, o Centro Acadêmico entrou com um pedido de sindicância e afastamento preventivo, que foi aceito. Eu fiz uma defesa que era interrompida o tempo inteiro pelo Diretor, e os chefes de departamento deixaram claramente sua antipatia por mim, por questõres políticas, e por isso pedi exoneração, mas mudei de ideia. Agora vou lutar e vou até o fim. Antes do evento, se ouvia pelo corredor coisas do tipo “é uma ótima oportunidade para mostrarmos que essa faculdade tem sim uma posição ideológica”.

Tags: Bernardo Santoro, feminismo, UFRJ

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/feministas-da-ufrj-fazem-perseguicao-ideologica-a-professor-liberal/

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Feminista arranca escroto de filho pequeno e cola com Super Bonder

Mãe arranca escroto de filho pequeno e cola com Super Bonder

Puxão deixou uma ferida de 4 cm, que só foi tratada quando o pai da criança chegou em casa e encontrou seu filho chorando

Jennifer Vargas, 34 anos, teria tido um ataque de raiva e arrancado, com as mãos, o saco escrotal de seu filho Foto: Twitter
Uma mulher foi condenada a passar dois anos na prisão após arrancar parte dos órgãos genitais do seu filho de seis anos de idade, no Texas, EUA. As informações são do Huffington Post.
Segundo a publicação, Jennifer Vargas, 34 anos, teria tido um ataque de raiva e arrancado, com as mãos, o saco escrotal de seu filho. Depois, ela teria limpado a ferida com álcool e tentado colar a região com uma cola do estilo Super Bonder.
O puxão deixou uma ferida de 4 cm, que só foi tratada quando o pai da criança chegou em casa e encontrou seu filho chorando. O homem levou o menino ao hospital e ele passou por uma cirurgia.Vargas foi presa e passa por um processo de divórcio do marido, após o ocorrido. O menino já está recuperado e passa bem.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/mae-arranca-escroto-de-filho-pequeno-e-cola-com-super-bonder,4572e4d0074d6410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html 


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Patricia Jordane nua na Playboy

Como nós estamos em ritmo de Copa do Mundo e como a minha arqui-inimiga Lologra Kaganovich anda publicando muitos posts sobre a Copa do Mundo, eu também decidi começar a publicar posts relacionados à Copa do Mundo. Portanto, aqui vai as fotos de uma gostosa que o Neymar anda dando uns pega: Clique na foto abaixo ou no link para ver todas as fotos da Patricia Jordane nua na Playboy: http://amamosmulherpelada.blogspot.com.br/2014/06/patricia-jordane-nua-na-playboy.html

http://amamosmulherpelada.blogspot.com.br/2014/06/patricia-jordane-nua-na-playboy.html
Clique na foto para ver ela nua
A moça é um filezinho galera:

http://amamosmulherpelada.blogspot.com.br/2014/06/patricia-jordane-nua-na-playboy.html
Só agora eu me interessei pela Copa do Mundo...

domingo, 22 de junho de 2014

Como diminuir o valor de mercado da beleza feminina

É muito importante nós implantarmos no subconsciente das mulheres que elas são feias e indesejáveis para os homens. Infelizmente os homens fazem tudo errado com as mulheres, inflando o ego delas, ao invés de menosprezá-las. É preciso implantar em todas as mulheres a idéia de inferioridade. E isso não será muito dificil, basta seguirmos algumas regras muito simples. Se a mulher é feia e gorda, nós temos que enfatizar para ela a feiura e a gordura dela e o fato de que ela não é atraente. Se a mulher for bonita e gostosa, nós temos que menosprezar a inteligência e o caráter dela, além de menosprezar também a beleza feminina dela de duas formas: primeiro, dizendo que existem muitas travestis que são mais bonitas e femininas do que ela. Segundo, dizendo que nós achamos mais bonito o corpo de uma mulher musculosa.  É preciso sermos falsos e astuciosos como os gatos e começarmos a mandar mensagens contraditórias para as mulheres. Se a mulher é muito bonita e feminina; mas for uma metida feminista, então nós devemos dizer que nós preferimos o corpo de uma mulher musculosa fisiculturista, ou então nós devemos ressaltar que a maioria das travestis são mais bonitas e femininas do que elas. Isso não será dificil de conseguir, porque é uma idéia que tem uma certa lógica, já que o corpo musculoso de fato é bonito e atraente, por estar próximo da proporção áurea. No entanto, o corpo feminino natural da mulher é bonito naturalmente; mas ela precisa acreditar que ela NÃO É BONITA. É muito importante nós nunca elogiarmos a beleza fisica das mulheres, porque isso aumenta a auto-estima delas e infla o ego delas como um balão. É por isso que as cantadas são contraproducentes, porque elas inflam o ego das mulheres bonitas. As feministas já estão até nos ajudando nesse processo de demolição da auto-estima das mulheres bonitas, fazendo aquelas campanhas para banir as cantadas. E olha, nós temos mesmo que parar de dar cantadas nas mulheres. Nós temos apenas que criticar e ridicularizar as mulheres, para fazer elas se sentirem inferiores e inadequadas.
Isso é usar uma famosa lei econômica para combater o feminismo: http://contrafeminismo.wordpress.com/2013/11/07/como-usar-a-lei-da-demanda-agregada-para-combater-o-feminismo/

A coisa é muito simples na verdade. Basta fazermos as mulheres acreditarem que nós preferimos mulheres como as do video abaixo:

sábado, 21 de junho de 2014

Site da Marcha das Vadias saiu do ar

Pessoal, o maior site de apoio às Marchas das Vadias: www.marchadasvadias.org saiu do ar e o dominio está à venda. Eu fiz tantas propagandas do meu site Feminismo Diabolico nos comentários daquele site da Marcha das Vadias...
Some-se a isso, todas as outras fubecas que as feministas levaram nos ultimos meses: Pagu Funk: vou cortar a sua pica, Putinhas aborteiras, Xereca Satanik e nós temos a clara indicação de que as feministas estão RECUANDO pela primeira vez em décadas. Ou seja, elas não estão mais na OFENSIVA. Agora, elas estão concentradas em fazer controle de danos, em minimizar os estragos na imagem do feminismo perante a opinião publica. Mas não se enganem, as feministas são idênticas aos demônios: elas nunca desistem de fazer o mal e se elas não estão nos atacando agora, é porque elas estão reagrupando as forças para tentar entender o que é que foi que aconteceu e o que é que deu errado no plano delas. Mas não se preocupem, porque elas são muito burras e elas jamais vão entender realmente o que aconteceu e nem o que está acontecendo hoje em dia. E podem estar certos de que elas vão tomar a pior decisão possivel a partir de agora, porque como elas são mulheres psicopatas, elas nunca se baseiam na realidade e na experiência para tomar as decisões; mas sim em coisas irracionais tais como a Astrologia ou o site da Feminista Lola.
Se as feministas desistirem agora das Marchas das Vadias foi apenas porque elas cansaram de levar tantas fubecas. Mas as feministas são como galinhas na beira da rodovia: de todas as direções possiveis para correr, elas escolhem justamente a pior de todas. Portanto, nós devemos estar preparados para enfrentar novas Marchas das Vadias neste ano, porque a burrice feminista é infinita e elas com certeza vão continuar caminhando na direção do precipicio A nossa tarefa é incentivá-las a ir na direção do abismo, para que nós possamos reunir ainda mais provas, fotos, videos e materiais contra elas. Portanto, quanto mais Marcha das Vadias elas fizerem, mais elas vão minar a própria reputação perante a opinião publica e mais fácil será o contra-ataque do Masculinismo. A queda do Feminismo é inevitável e é apenas uma questão de tempo:

Lizzi Benites, ex-panicat Piu Piu, nua na Sexy


Lizzi Benites, ex-panicat Piu Piu, nua na Sexy


Uma das mais belas panicats de todos os tempos. Ao menos essa é a opinião da equipe de redação do blog Nossa Musa e acreditamos que também seja a mesma de nossos leitores. Essas fotos para a Sexy comprovam essa teoria. Cliquem em qualquer uma das duas fotos para ir na galeria e ver todas as fotos dela nua. http://amamosmulherpelada.blogspot.com/2014/06/lizzi-benites-ex-panicat-piu-piu-nua-na.html
http://amamosmulherpelada.blogspot.com/2014/06/lizzi-benites-ex-panicat-piu-piu-nua-na.html

Dani Bolina nua na Sexy de abril de 2014


http://amamosmulherpelada.blogspot.com/2014/06/dani-bolina-nua-na-sexy-de-abril-de-2014.html

Amamos mulher pelada
Clique na foto para ver a galeria com todas as fotos de Dani Bolina nua

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A feminista hibrida é um passo necessário no caminho da mulher antifeminista

Alguns daqueles caras da Real inventaram uma expressão para rotular mulheres antifeministas: "Feminista Hibrida". Eles chamam de feminista hibrida algumas mulheres que tem idéias antifeministas, mas elas também tem algumas idéias feministas. Em outras palavras: eles exigem uma mulher PERFEITA, que não existe no mundo Real, ou então eles a chamam de feminista hibrida. É por isso que eu detesto esse movimento da Real tanto quanto eu detesto o feminismo. Ambos são farinha do mesmo saco, ambos são movimentos de fanatismo. Eles só ficam criticando as mulheres e o comportamento das mulheres. Eles não criticam o feminismo; mas sim as mulheres. Foi por isso que eu fui expulso de todos os fóruns daqueles psicopatas da Real: porque eu dizia a eles para pararem de criticar as mulheres e começarem a criticar o feminismo, porque o problema está no feminismo e não nas mulheres.
Nós não devemos querer uma mulher perfeita, mesmo porque é impossível nós alcançarmos a perfeição aqui neste planeta. Esses psicopatas da Real falam das mulheres como se fosse possível para elas serem perfeitas, santas, gostosas e submissas ao mesmo tempo.
Mas isso é uma ILUSÃO, o mesmo tipo de ilusão que as feministas têm de querer transformar o mundo num lugar perfeito. Os psicopatas da Real querem transformar as mulheres numa criatura perfeita, senão eles não vão amá-las. Ora, isso é exigir demais. Nós só temos que exigir das mulheres  que elas sejam antifeministas. E NADA MAIS. Não importa se elas são burras, se são biscatinhas, se são safadas e se têm todos os defeitos do mundo. Se a mulher for antifeminista, então ela merece ser nossa amiga e aliada e, se houver afinidade, até ser amada pelos homens.
Não gosto da expressão feminista hibrida. Eu acho que se a feminista está com algumas idéias antifeministas, isso é ótimo, porque a maioria delas acredita cegamente e de forma fanática em tudo o que o feminismo diz. Se a feminista tem algumas idéias antifeministas apenas; mas ela continua sendo feminista, mesmo assim, nós não devemos criticá-la, porque essa pequena semente de antifeminismo na cabeça dela, a impedirá de se tornar uma fanática e isso por si só já será uma vitória do antifeminismo. E, se a mulher admite que o feminismo tem algumas falhas, isso significa que nós poderemos convencê-la depois de que o feminismo tem outras falhas. Então, a feminista hibrida de hoje, poderá se tornar a antifeminista radical de amanhã. Portanto, não critiquem as mulheres que criticam o feminismo, mesmo que elas sejam um pouco feministas. O problema daqueles caras da Real é que eles querem uma mulher perfeita e idealizada que NÃO EXISTE no mundo real. Uma mulher 100% antifeminista, 100% decente, 100% santinha e 100% gostosa não existe no mundo real. Se a mulher já for 70% antifeminista e apenas 30% feminista, isso já está ótimo, porque se não fosse assim, ela seria 100% feminista.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

PRÍNCIPE EXALTA O BRASIL



PRÍNCIPE EXALTA O BRASIL

"Eu gostaria de começar combatendo a ideia que nós temos, hoje, do Brasil: de um País emergente, de um País para o futuro, de um País de Terceiro Mundo. O Brasil não é um País de Terceiro Mundo! Na época do Império, foi um País de Primeiro Mundo. E tem essa vocação de País de Primeiro Mundo. Um País riquíssimo, com um povo muito inteligente, um povo bom, crédulo, de boa índole. Muitas vezes, acredita até demais, pela boa índole. Um povo muito criativo."
– Sua Alteza Real Príncipe Dom Antonio do Brasil, terceiro na Linha de Sucessão ao Trono Imperial Brasileiro.
Apenas um Imperador poderá, verdadeiramente, a grandeza do Brasil e a maravilha que é o bom povo brasileiro. O Soberano permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros, como um pai justo e bondoso, na construção de um Império que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade.

Por que o PT ganhou todas as eleições nos últimos 10 anos



Por que o PT ganhou todas as eleições nos últimos 10 anos


Publicado em 22-Jan-2013


Uma comparação simples entre os governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Lula/Dilma Rousseff (PT), em torno de uma dúzia ou pouco mais de pontos - não precisa mais que isto - mostra o quanto é diferente o jeito de governar dos tucanos e dos petistas. A comparação em cima dos resultados obtidos por um e por outro prova, também, o quanto é sem sentido e se dá em cima de razões meramente políticas a insistência dos tucanos em dizer que os governos Lula, principalmente no campo econômico, foram continuidade dos dois mandatos do presidente FHC.

1) Taxa de inflação (IPCA):

FHC (1995-2002) - 100,6;
Lula (2003-2010) - 50,3%;


2) Taxa de Desemprego (IBGE):

FHC (Dezembro de 2002) - 10,5%;
Dilma (Dezenbro de 2011) - 4,7%;


3) Taxa Selic (Banco Central):

FHC (Dezembro de 2002) - 25% a.a.;
Dilma (Agosto de 2012) - 7,5% a.a.;


4) Salário Mínimo (IBGE):

FHC (Dezembro de 2002) - R$ 200 (US$ 56);
Dilma (Agosto de 2012) - R$ 622 (US$ 306);

5) Investimentos Públicos (Banco Central):

FHC (2002) - 1,5% do PIB;
Lula (2010) - 2,9% do PIB;


6) Dívida Pública Líquida (Banco Central):

FHC (Dezembro de 2002) - 51,5% do PIB;
Dilma (Julho de 2012) - 34,9% do PIB.

7) Reservas Internacionais Líquidas (Banco Central):

FHC (Dezembro de 2002) - US$ 16 bilhões;
Dilma (Agosto de 2012) - US$ 372 bilhões;

8) PIB (Banco Central):

FHC (2002) - US$ 459 bilhões (2º da América Latina e 15º do mundo);
Dilma (2012) - US$ 2,4 Trilhões (1º da América Latina, 2º das Américas e 6º do mundo);

9) Exportações (Banco Central):

FHC (2002) - US$ 60 bilhões;
Dilma (2012) - US$ 256 bilhões;

10) Empregos Formais (Caged-Ministério do Trabalho):

FHC (1995-2002) - 5 milhões;
Lula-Dilma (2003-2011) - 17 milhões;

11) Escolas Técnicas Federais (MEC):

FHC - 11;
Lula - 224;

12) Universidades Federais (MEC):

FHC - 1;
Lula - 14;

13) ProUni (MEC):

FHC - Não existia;
Lula-Dilma - 1 milhão de estudantes beneficiados;


14) Crescimento Econômico:

FHC (1995-2002) - 2,3% a.a.;
Lula (2003-2010) - 4,6% a.a..


15) Balança Comercial (Banco Central):

FHC (1995-2002) - Déficit de US$ 8,7 bilhões;
Lula-Dilma (2003-2011) - Superávit de US$ 290 bilhões

domingo, 15 de junho de 2014

Vagabunda da UNB vai depor na justiça e "protesta" (adivinhem como):

Alunos depõem à Justiça por invasão à reitoria da UnB; estudante fica nua
2º mandado de reintegração de posse pôs fim à ocupação de cinco dias.
Grupo pedia não punição de oito alunos por 'catracaços' em 2013.

Ricardo Moreira Do G1 DF


Estudante fica nua durante protesto na sala do reitor da
UnB (Foto: Ricardo Moreira/G1)

Cinco estudantes identificados como líderes da invasão à reitoria da Universidade de Brasília foram convocados pela 9ª Vara Federal a prestar esclarecimentos em até 15 dias úteis sobre a ocupação ao prédio, que durou cinco dias e terminou após determinação judicial. Uma delas, Jaqueline Cardoso, de 22 anos, chegou a tirar a roupa enquanto aguardava a chegada do reitor Ivan Camargo. Ela disse que tomou a decisão porque ficou indignada com a postura do administrador, que em todos os momentos pedia que o grupo retirasse o capuz.
“A gente não é baderneiro. Tocaram o terror, que polícia ia entrar, que ia prender. Hoje foi a mesma coisa", disse Jaqueline. "Mostre a desgraça para a UnB, para a Brasília, o Brasil inteiro, do que é ser líder estudantil na UnB. Estamos fedidos, nus e outros lá embaixo, encapuzados sendo chamados de fuzileiros, black blocs e nazistas."
Os estudantes protestavam contra a punição de oito alunos suspeitos de pular as catracas do restaurante universitário em 2013 e liberar a entrada de outras pessoas, gerando um prejuízo de R$ 29 mil. O reitor assinou nesta noite um documento em que se comprometia a reabrir as investigações sobre o caso, conduzidas pelo Conselho de Administração da UnB. Ele não quis conversar com a imprensa e deixou o local bastante emocionado.


Reitor da UnB, Ivan Camargo, assina documento (Foto: Ricardo Moreira/G1)

Os cinco estudantes vão receber assistência da Defensoria Pública da União, já que são de baixa renda. Graduanda em ciências sociais, Jaqueline está há cinco anos na UnB e mora em Samambaia.
Funcionários da UnB afirmaram que o elevador utilizado pelo reitor foi quebrado durante a ocupação dos estudantes. Eles também disseram que uma porta de vidro que dá acesso à área externa do gabinete do reitor e duas lâmpadas foram danificadas. O grupo nega e diz que os prejuízos foram causados pelos próprios servidores.
Lâmpadas da reitoria da UnB que foram danificadas durante a ocupação (Foto: Ricardo Moreira/G1)

Os estudantes desocuparam o prédio na noite desta terça-feira, depois que a juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura expediu novo mandado de reintegração de posse e autorizou o uso de força policial para retirá-los. Eles estavam mascarados e desceram as rampas acompanhados de duas oficiais de Justiça. Havia cerca de 40 alunos no local.
Mais cedo, os estudantes, representantes da reitoria e defensores públicos da União negociaram a desocupação do prédio. O reitor Ivan Camargo propôs a reavaliação do processo administrativo e sugeriu que os estudantes sejam defendidos por defensores públicos. Durante a tarde, o grupo votou pela liberação do espaço, desde que o reitor assinasse a extinção das ações.
Além disso, a água e a luz da reitoria foram restabelecidos depois que o grupo cedeu e liberou a rampa de acesso a parte dos decanatos.
Nesta segunda-feira (9), estudantes e servidores realizaram uma manifestação musical a favor da democracia e contra ações violentas dentro da instituição. O encontro foi organizado via redes sociais, depois que o professor Roberto Ellery questionou a postura dos alunos que ocupam a reitoria.
Mascarados fechando o acesso à reitoria da Universidade de Brasília (Foto: Isabella Formiga/G1)

A invasão ocorreu por volta das 16h de quinta, depois da reunião com Conselho de Administração, que decidiu responsabilizar os alunos pelo “catracaço” e por depredações ocorridas em festas no campus. Insatisfeitos com o resultado do encontro, cerca de 60 estudantes ocuparam o prédio e bloquearam a entrada com cadeiras.
Identificando-se como ligados a cursos de humanas e usando máscaras, eles também picharam e tamparam as câmeras de segurança com papéis, virando os equipamentos na direção da parede. Várias faixas foram espalhadas pelo local, indicando que o grupo pretende não liberar o acesso.
Câmera tampada com papel e virada para a parede, na
reitoria da Universidade de Brasília
(Foto: Isabella Formiga/G1)

O reitor, Ivan Camargo, disse que foi “extremamente hostilizado” pelo grupo no dia. Ele conta que tentou conversar com os estudantes, como solicitado por eles, mas que foi “absolutamente agredido verbalmente” durante a tentativa de negociação. Segundo Camargo, o grupo entrou na sala dele e quebrou várias portas. “Não há apoio nenhum, ninguém apoia isso. Meia dúzia de encapuzados fascistas tentando tomar conta da universidade. Estamos em uma posição muito tranquila de resistência. A gente precisa se opor, mas a gente não pode se opor usando as armas deles, que são a violência. A gente não quer a presença de polícia. A gente quer usar música. A gente precisa de arte, cultura, academia e ciência”, disse o reitor na ocasião.
Sem se identificar, um dos manifestantes classificou a fala de Camargo como "ridícula". "Essa é realmente a visão dele dos alunos de classe media baixa dessa universidade."
Outra jovem disse que a ocupação ocorre em resposta à decisão de culpar os oitos estudantes envolvidos no catracaço. "É uma perseguição porque tem galera que nem está aqui", afirmou.
A gente decidiu que não queria a criminalização desses estudantes, mas queria a responsabilização deles, e que obviamente essa responsabilização poderia ser dada em vários níveis, inclusive no ressarcimento ao patrimônio público. Foi uma decisão colegiada. A gente tinha acabado de tomar essa decisão, e aí os estudantes invadem o gabinete do reitor quebrando portas, enfim."
Andréa Maranhão, diretora do Instituto de Biologia
"A galera pulou a catraca reivindicando coisas, foi um ato de protesto, e eles estão cobrando R$ 29 mil de alunos específicos. Mas não faz sentido, não teve depredação, foi uma coisa que não aconteceu. Nem aqui está acontecendo. O reitor diz que é guerra civil aqui, mas não está rolando depredação, a gente quebrou só a porta de vidro na hora de entrar, mais nada", completou a garota.
De acordo com a UnB, cerca de cem servidores ficaram sem acesso às suas salas e o trabalho da reitoria estava parado. A instituição aguardava o cumprimento da reintegração de posse, que deveria ocorrer até a noite de domingo.
Diretora do Instituto de Biologia e membro do conselho, Andréa Maranhão disse que a situação estava impedindo que a folha de pagamento dos servidores fosse rodada. "A gente decidiu que não queria a criminalização desses estudantes, mas queria a responsabilização deles, e que obviamente essa responsabilização poderia ser dada em vários níveis, inclusive no ressarcimento ao patrimônio público. Foi uma decisão colegiada. A gente tinha acabado de tomar essa decisão, e aí os estudantes invadem o gabinete do reitor quebrando portas, enfim.”
Professores e estudantes realizam protesto com música contra ocupação da reitoria da Universidade de Brasília (Foto: Isabella Formiga/G1)
O Diretório Central dos Estudante divulgou nota em apoio à manifestação. "Trata-se de um processo administrativo de reparação de danos e responsabilização. Não é um processo judicial civil ou penal, como vem sendo dito. Convém lembrar que todos os envolvidos no processo têm direito a ampla defesa e contraditório", disse o diretório em nota.

‘Catracaço’
Estudantes contrários à privatização do restaurante universitário promoveram quatro “catracaços” em 2013, pulando as roletas de acesso ao refeitório e liberando a entrada de outros colegas. De acordo com o reitor Ivan Camargo, nunca houve intenção de privatizar o estabelecimento e sim de mantê-lo terceirizado, sem custos a mais para os alunos. Ele afirma que os prejuízos com os protestos chegaram a R$ 29,3 mil.
Trecho de texto do professor Roberto Ellery, contra invasão à reitoria da UnB (Foto: Facebook/Reprodução)

Na última reunião do Conselho de Administração, os membros informaram que oito estudantes foram identificados por participar dos movimentos. A Procuradoria Jurídica da UnB chegou a informar que no caso havia incidência do artigo 157 do Código Penal (roubo), com pena de prisão entre 4 e 10 anos. A reitoria optou por manter o processo apenas na via administrativa, requerendo a restituição do dinheiro para ressarcimento dos anos. 
Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/06/alunos-depoem-justica-por-invasao-reitoria-da-unb-estudante-fica-nua.html

Feministas fazem outra Marcha das Vadias no centro de Aracaju

Sou uma vagabunda
Só travesti feia e fracassada adere a movimentos como o transfeminismo.
Marcha das Vadias toma as ruas do centro de Aracaju
Marcha se concentrou na Praça da Catedral Metropolitana

Marcha das Vadias se concentrou na Catedral Metropolitana (Fotos: Portal Infonet)

Na manhã deste sábado, 14, diversas mulheres, transexuais e homens marcharam pelo centro de Aracaju até a praça Fausto Cardoso, em protesto às opressões sofridas pelas mulheres e para afirmar que as mulheres devem ter liberdade sobre o seu corpo para expressar seus desejos e vontades.
A Marcha das Vadias, que está em sua terceira edição em Aracaju, se concentrou na Praça da Catedral Metropolitana. Para a militante da Marcha, Lays Vanessa, o movimento vem crescendo a cada ano. “Ajudei a organizar a primeira Marcha e hoje vejo o quanto ela vem aumentando. Isso é bom porque percebemos que novas pessoas estão se inserindo neste debate essencial que combate o patriarcado e o machismo presentes em nossa sociedade”, revela. A estudante e integrante do Coletivo de Mulheres, Raiana Cristina, diz que estava participando pela primeira vez da Marcha. “Vemos em nosso estado uma grande quantidade de mortes de mulheres de forma brutal. Este é o feminicídio que está presente e que é necessário combatê-lo”, coloca.
Lays Vanessa diz que movimento cresce a cada ano

Movimento Trans também participou da Marcha
“Para acabar com essas mortes é preciso lutar e ocupar as ruas, por isso que estamos aqui hoje. Só conseguiremos alguma coisa se formos para rua para manifestar”, acrescenta Raiana.
Já a estudante e transexual, Sofia Favero, conta que o movimento trans também participa da luta feminista. “A violência contra as mulheres é uma violência de gênero, por conta disso que estamos aqui para lutar pela liberdade. Sou mulher e sofro a opressão que todas elas sofrem”, diz.
Por Geilson Gomes e Aisla Vasconcelos

Fonte: http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=159566

Meus comentários: Notem que agora, as feministas estão conseguindo cooptar até mesmo algumas travestis para aderirem às suas sandices. Na verdade, as feministas estão querendo fazer um boicote total de sexo contra os homens. Elas querem escravizar os homens, negando o sexo a eles. E, como as travestis poderiam ser substitutas tecnológicas para as mulheres, já que os homens poderiam procurar uma travesti, na falta das mulheres, as feministas estão conseguindo estragar algumas travestis através do feminismo. Na verdade, o que elas querem é fazer os homens sofrerem com a falta de sexo, para assim subjugar os homens e colocá-los de joelhos diante delas. Infelizmente, os masculinistas brasileiros não percebem o imenso potencial que as travestis possuem como armas de guerra psicológica contra o feminismo. As feministas estão conseguindo cooptar as travestis para o lado delas e isso, no mínimo, vai fortalecer o feminismo. Então, percebem aqui a importância de nós conquistarmos as travestis para o nosso lado? No minimo, nós conseguiriamos fazer com que o feminismo e o movimento gay se enfraquecesse, se nós conquistásse-mos as travestis para o nosso lado. Mas, reconheço que talvez essa, seja uma missão impossível. Mas, pelo menos, nós temos que convencer as travestis a não apoiarem esses movimentos feministas e LGBT. Só o fato delas ficarem neutras nessa guerra, já será alguma ajuda que nós não poderemos abrir mão.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O Messias do Antifeminismo


Meu nome é Christoffer Yuri. Eu sou o Messias enviado por Deus para destruir o feminismo da face da Terra.



É através dos Escolhidos que Deus age e atua no mundo. Moisés foi o escolhido de Deus para trazer a liberdade aos judeus, do cativeiro no Egito. Jesus foi o escolhido de Deus para salvar a humanidade dos seus pecados. Gandhi foi o escolhido para trazer a independência e a liberdade para o povo da India. E eu sou o Escolhido de Deus para derrotar o feminismo. E eu SEI como derrotar o feminismo. É preciso que todos os homens do Brasil sigam o que eu recomendo nos meu sites e livros e parem de dar ouvidos para aqueles moleques da Real. Se vocês fizerem o que eu recomendo no meu site, o fim do feminismo será certo e inevitável.

Ser escolhido é como estar apaixonado. Ninguém pode dizer que você está, você simplesmente sabe que está. E não tem dúvida nenhuma. (Matrix)
 
 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Como combater o Feminismo





Broadcast live streaming video on Ustream

As diferenças entre o Masculinismo norte-americano e o Masculinismo brasileiro

Eu notei que existem algumas diferenças entre o masculinismo norte-americano e o masculinismo brasileiro. Nos dois movimentos, cada país tem vantagens e desvantagens próprias. Lá nos EUA o masculinismo está muito mais desenvolvido e organizado do que no Brasil. Existem várias associações, pessoas juridicas defendendo os direitos dos homens lá, ao passo que aqui no Brasil, até agora, não existe NENHUMA pessoa juridica defendendo os direitos dos homens. Outra diferença é que lá, como a renda per capita é mais alta, é mais fácil para o movimento de lá arrecadar dinheiro através de doações, o que facilita a manutenção e a expansão das associações masculinistas por lá. Por outro lado, a alta renda per capita norte-americana e o elevado padrão de vida que eles tem por lá, faz com que muitos homens não percebam os maleficios da sociedade ginocentrista que o feminismo criou, pois lá eles ganham tão bem, que eles não acham uma grande perda pagar pensão alimenticia para a ex-mulher para o resto da vida. Já aqui no Brasil, onde a maioria dos homens são pobres e ganham pouco, são muito mais dolorosas as injustiças feministas que recaem sobre nós. Desde a Indústria da pensão alimenticia, até as falsas acusações de estupro, passando pelas prisões por não pagamento das pensões alimenticias e do absoluto e total abandono e descaso por parte da sociedade, do Estado e até das religiões, os homens brasileiros sentem um impacto muito maior e mais doloroso das sandices e regalias feministas, o que equivale dizer que os homens brasileiros sofrem muito mais do que os norte-americanos e, por sermos pobres, nós estamos muito mais desamparados do que os masculinistas dos EUA. O desamparo dos masculinistas brasileiros é tão grande, que não existe NENHUM livro antifeminista sendo distribuido ou à venda no mercado brasileiro. Os meus livros antifeministas são os ÚNICOS livros antifeministas disponiveis no Brasil. Some-se a isso a enorme opressão feminista que recai sobre os masculinistas, associadas ao Leviatã Estatal de delegacias da mulher e outras sandices e fica óbvio que são as feministas a classe opressora no Brasil. A incrivel fraqueza do masculinismo no Brasil, nos leva a adotar a única estratégia possivel para o nosso caso: a estratégia de guerra de guerrilhas: o nosso objetivo deve ser SOBREVIVER, porque qualquer ocilação ou qualquer desequilibrio na Força, e o masculinismo brasileiro será completamente extinto. É por isso que nós, antifeministas e masculinistas brasileiros não podemos nos dar ao luxo de errar. Nós temos que estar 100% certos e 100% com a razão sempre. Precisamos sempre estar do lado da lei, da moral, dos bons costumes, da religião e do bem. Precisamos estar do lado de Deus e do lado do Cristianismo e sempre que possivel, apoiar o catolicismo e o protestantismo.
Os masculinistas norte-americanos, talvez por terem mais recursos financeiros e uma estrutura organizacional baseada em pessoas juridicas, estão adotando ataques de flanqueamento contra o feminismo, fazendo conferências em hotéis sobre os Direitos dos Homens, e tentando ocupar espaços na midia Mainstream dos EUA. Essa estratégia deles tem vantagens e desvantagens. Uma desvantagem óbvia é que, por serem uma organização visivel, eles são um alvo fácil para as feministas norte-americanas, que estão desesperadas para tentar aniquilar o movimento dos Direitos dos Homens dos EUA, tentando associar crimes isolados cometidos por psicopatas, com o masculinismo. Mas não é o fato deles serem uma Organização visivel que os torna vulneráveis a tais ataques feministas. Só o fato de existir uma idéia que tente concorrer com a ideologia dominante do feminismo no Mercado da Ideologia de Gêneros, já é motivo o bastante para as feministas tentarem destruir o movimento desde o seu nascimento e enquanto ele é fraco. No entanto, o surgimento de uma antítese ao feminismo é inevitável, haja vista a radicalização cada vez maior do feminismo contra os homens. Portanto, esses ataques feministas contra o Masculinismo, muito em breve farão com que o Masculinismo cresça de uma forma gigantesca nos EUA e no resto do mundo, porque a radicalização de qualquer Tese, e no caso da Tese feminista, obrigatoriamente fará surgir e se fortalecer uma Antítese contra ela, no caso, o Masculinismo. É preciso que tanto os masculinistas norte-americanos como os brasileiros usem estratégias adequadas para combater o feminismo. Temos que ser especialistas em Marketing de Guerra, Guerra de Guerrilhas, em Marketing Viral e em Guerra Psicológica. Estes são os campos chave que todo masculinista deve se concentrar em conhecer, porque os argumentos para refutar o feminismo são facilmente encontrados na internet. O dificil é saber qual a melhor estratégia para combater o feminismo. Aqui no Brasil pelo menos, levará alguns anos talvez até que nós tenhamos atingido uma massa critica minima de homens que, reunidos e associados, possam criar uma associação, uma ONG ou uma pessoa juridica masculinista ou antifeminista. Uma vantagem óbvia dos Masculinistas americanos é que eles não começaram do modo errado, tal como os Masculinistas brasileiros. Aqui no Brasil, o que mais destrói o Masculinismo é o monopólio daquele psicótico Movimento da Real, que nunca fez nem cócegas no feminismo e nunca fará o menor abalo no feminismo. Infelizmente, aqui no Brasil, muitos homens que estão com o sentimento de questionar o feminismo, são atraidos para aquele movimento da Real e, com isso, são totalmente neutralizados como antifeministas. É preciso que os homens no Brasil tenham uma clareza fora do comum: nós temos que saber que é impossível combater o feminismo com as dicas de auto-ajuda do movimento da Real. Aquilo lá não vai funcionar nunca. É preciso reunir os homens descontentes com o feminismo, numa tropa de Guerra Psicológica, organizada sob os moldes de uma Companhia militar Guerrilheira, fazendo incursões de propaganda antifeminista e de guerra psicológica para minar os alicerces do feminismo. Os homens brasileiros precisam parar com a obsessão em serem machos alfa, em querer o sucesso pessoal e financeiro, porque é muito dificil ganhar bem num país pobre como o Brasil e, para ganhar bem, o homem tem que se concentrar de um modo tão ferrenho na própria carreira, que ele nunca terá tempo, nem dinheiro e nem disposição para se dedicar a um movimento como o Masculinismo e como o Antifeminismo. Eu recomendo fortemente que os homens brasileiros sigam as recomendações que eu faço aqui no meu site Feminismo Diabólico, porque eu adotei a estratégia perfeita de combate contra o feminismo. É preciso astúcia para combater as feministas, porque elas são muito mau caráter. Nós temos que nos blindar antecipadamente de todas as possiveis acusações que elas costumam fazer contra os homens. E precisamos usar as táticas delas contra elas mesmas. Mas nós temos que ser absolutamente honestos com a opinião publica. Precisamos basear a nossa propaganda antifeminista na propaganda RACIONAL e não na propaganda EMOCIONAL que é como as feministas agem. O nosso objetivo deve ser alertar e esclarecer a opinião publica, os homens e as mulheres sobre a maldade intrinseca do feminismo e que todo cidadão de bem não deve apoiar o feminismo. Eu recomendo fortemente que vocês se inscrevam no meu Curso GRÁTIS de Guerra Psicológica contra o Feminismo: http://www.feminismodiabolico.org/2013/10/curso-gratis-guerra-psicologica-contra.html
Neste meu curso eu revelo todos os segredos da Guerra Psicológica contra o feminismo. Nele, vocês vão entender por que eu sempre posto fotos e videos de travestis no meu site, e vão entender por que isso é necessário para combater o movimento gay. Eu ensino avançadas técnicas de argumentação, convencimento e persuasão que poderão, literalmente, fazer com que vocês consigam até vender uma geladeira para um esquimó. Aprendam todos os segredos da Guerra Psicológica e saibam porque nós temos sempre que dizer a verdade e sempre usar a propaganda RACIONAL em detrimento da propaganda EMOCIONAL feminista. E o melhor é que esse meu curso é GRÁTIS!! Nem os Masculinistas dos MRA norte-americanos tem acesso a um material tão vasto e útil como este que eu disponibilizo de GRAÇA para vocês. Basta vocês se inscreverem no meu site. Mas este curso é PROIBIDO PARA MULHERES. Eu não aceito mulheres neste meu Curso de Guerra Psicológica contra o feminismo. Somente HOMENS poderão ter acesso ao curso.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Lana Del Rey dispara: "O feminismo não é um conceito interessante"

Lana Del Rey dispara: "O feminismo não é um conceito interessante"
6/9/2014 4:32:32 PM Divulgação


Lana Del Rey recebe mais de 6 milhões para cantar em casamento de Kanye West
Lana Del Rey: Versão oficial de ?Once Upon a Dream? é divulgada

Lana del Rey não é uma mulher de meias palavras, logo não se importou em admitir que realmente não acha o feminismo um conceito interessante. A cantora que serve de inspiração com suas músicas para milhares de mulheres, revelou está mais interessada nas "possibilidades intergalácticas".
Em entrevista a revista "Fader", Lana falou: "Quando as pessoas falam de feminismo, eu fico, tipo, `ai, meu Deus`. Eu apenas não estou interessada. Minha ideia de uma verdadeira feminista é uma mulher que se sinta livre o bastante para fazer o que quer que ela queira".
Aproveitando o assunto, a cantora também foi questionada sobre as várias cenas em que um homem aparece segurando seu pescoço em alguns de seus clipes.
"Eu gosto de um amor mais `hardcore`", brincou.
Lana Del Rey está prestes a lançar seu mais novo álbum "Ultraviolence", no próximo dia 17. A cantora liberou a faixa homônima na última semana.

Fonte: http://revista.cifras.com.br/noticia/lana-del-rey-dispara-o-feminismo-nao-e-um-conceito-interessante_9525

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como usar as leis, a moral e a religião contra o feminismo




Broadcast live streaming video on Ustream

O Feminismo é do mal



Lana Del Rey: "Feminismo não é um conceito interessante"

Lana Del Rey: "Feminismo não é um conceito interessante"

Por Carol Souza 05/06/2014 14:49



Prestes a lançar um novo álbum, a cantora indie Lana Del Rey foi entrevistada para a edição de junho/julho da revista americada The Fader, porém deixando "Ultraviolence" de lado, seu próximo trabalho de estúdio, o destaque foi a polêmica declaração da bela sobre feminismo.
Questionada sobre as imagens das mulheres de suas canções, Lana acabou criando polêmica com sua resposta. "Para mim, o feminismo não é um conceito interessante. Interesso-me mais por coisas como SpaceX e Tesla [empresas de transporte espacial e veículos de alta performance dos EUA], sobre o que acontecerá com nossas possibilidades intergalácticas. Quando as pessoas chegam com feminismo eu fico tipo ‘meu Deus’. Minha ideia sobre uma verdadeira feminista é uma mulher que se sente livre o suficiente para fazer o que quiser", disse ela.
A declaração já repecurtiu em redes sociais, com fãs defendendo a cantora, acusando a imprensa de "distorcer" as palavras de Lana, enquanto que muitas críticas sobre o pensamento da bela sobre o assunto também foram divulgadas. Segundo páginas dedicadas à Lana na internet, a mídia reformulou o pensamento de Lana, "alegando que ela acha o movimento feminista 'entediante'".
Apesar da polêmica, "Ultraviolence" tem data de lançamento marcada para 16 de julho no Reino Unido, chegando após esta data aos fãs brasileiros.

Leia mais: http://www.diario24horas.com.br/noticia/30302-lana-del-rey-feminismo-nao-e-um-conceito-interessante#ixzz33st7AsIF



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Truque sujo Feminista: Endosso a quebra sistematizada de regras e leis

Endosso a quebra sistematizada de regras e leis

Por lucianohenrique on 12 de fevereiro de 2013 • ( 15 )



Última atualização: 12 de fevereiro de 2013 – [Índice de Propaganda]- [Página Principal]

Esta é uma técnica sofisticadíssima, que se baseia em implementar no público a percepção de que o objeto ou ideia vendido pelo propagandista está acima das regras e leis. Estas regras podem inclusive significar regras da linguagem ou da lógica.
Qual o objetivo? O objetivo é transmitir a noção de que o objeto/idéia propagandeado é tão especial que as regras e leis que existem atualmente não servem para julgá-lo. A mensagem a ser sub-comunicada é que se trata de algo muito especial.
Por exemplo: imagine um anunciante dizendo que existem os automóveis, e algo além que não pode ser classificado como apenas um automóvel. Este é o automóvel para o qual ele está fazendo a propaganda.
Mas é no debate político que isso é visto com um talento impressionante, e normalmente praticado com uma amoralidade absurda.
Recentemente tivemos o exemplo dos 72 marxistas culturais, alunos da USP, que foram denunciados por formação de quadrilha. A esquerda já protesta dizendo que eles não podem ser julgados como criminosos comuns, mesmo que tenham cometido crimes comuns, pois “são estudantes e militantes”. Enfim, as regras que valem para o ser humano normal não valem para eles. Esta é a mensagem que o propagandista quer sub-comunicar.
Outro exemplo fica na proteção que o governo brasileiro deu ao terrorista italiano Cesare Battisti. Mensagem sub-comunicada: ele não praticou crimes, mas sim “atos revolucionários”, portanto não pode ser julgado pela lei dos homens.
Mas nada é melhor como exemplo recente do que a auto-definição de Dilma Rousseff como “presidenta”. Mas esperem. Não existe “presidenta”, mas sim “presidente”, pois este é um termo neutro, que vale tanto para homens como mulheres. Mas não importa, pois a partir daí todos os partidários começaram a chamá-la de “presidenta”. Mensagem sub-comunicada: as regras do português são apenas para os pobres mortais, mas não para a atual presidente do Brasil.
Nesta técnica, é feito o endosso automático de todas essas quebras de regras e leis, como se de fato essas regras não valessem para os objetos ou idéias que estão sendo vendidos pelo propagandista. Nos exemplos citados, tanto os apoiadores de Dilma, como os demais jornalistas pró-PT e até mesmo toda a mídia pró-marxismo cultural estão endossando toda e qualquer encenação dos indivíduos em questão em suas ações para simular que as regras e leis que valem para os outros, não valem para eles. (Atenção: eles não afirmam isso taxativamente, mas agem como se assim fosse)
Lembre-se do motivo pelo qual os religiosos consideram que Deus não está submetido as mesmas regras que os homens. É por que ele é considerado acima do homem. Assim como nos filmes de super-heróis, por que não se vê problemas neles quebrarem várias regras? Por que também estão acima do ser-humano comum.
Portanto, não se deixem enganar achando que jornalistas e partidários, ao chamarem Dilma de “presidenta”, estão cometendo apenas um erro de português, mas sim uma técnica sofisticada de propaganda, que a esquerda domina com maestria.

Fonte: http://lucianoayan.com/2013/02/12/tecnica-de-propaganda-endosso-a-quebra-sistematizada-de-regras-e-leis/

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Canal do Bufalo: De site antifeminista para site antisedução

Não sei se vocês repararam, mas dá nojo entrar no site do Canal do Bufalo hoje em dia: http://canal.bufalo.info/
90% dos artigos lá são para criticar os caras que ensinam a sedução. Ao invés do sujeito do Canal do Bufalo combater as feministas; ele prefere dedicar 90% do tempo e do espaço do site para criticar os homens que pesquisam e ensinam a sedução. Por que isso? Me parece que no fundo, o Canal do Bufalo deve querer a mesma coisa que as feministas: que homens e mulheres não gostem um do outro. Ele odeia mais os caras que ensinam a sedução do que as feministas. E surge uma dúvida: Esse ódio dele tem fundamentos? Ele realmente comprou algum livro sobre Sedução? E se decepciou com o livro? Ou ele nunca comprou livro nenhum de sedução e está se baseando em porra nenhuma para criticar a arte da sedução?
Por que como é que aquele cara do Canal do Bufalo sabe tanto sobre a “indústria da sedução”? Ou ele comprou todos os livros sobre sedução e se decepcionou, ou então ele não comprou nenhum livro sobre sedução e escreve sem conhecer de verdade o assunto. Nos dois casos, ele deveria ter mais humildade para escrever sobre o assunto. Porque se ele não comprou nenhum livro sobre sedução e fica criticando a arte sem conhecer, então ele não passa de um fanfarrão mentiroso. E, se ele comprou algum livro sobre sedução, leu e se decepcionou, então ele também alguma vez na vida tentou aprender algum truque para fazer as mulheres gostarem dele. Nos dois casos, ele deveria ter mais humildade antes de criticar quem tenta aprender sobre como fazer as pessoas gostarem umas das outras. Aliás, eu, se fosse ele, estudaria a sedução com afinco, porque a sedução não é util apenas para “pegar mulher”, mas também para fazer qualquer pessoa gostar de você. E olha, aquele cara do Canal do Bufalo precisa urgentemente aprender algum truque para fazer as pessoas gostarem dele, porque até eu, que sou o arquiinimigo da Feminista Lola digo que eu detesto aquele cara do Canal do Bufalo mais do que eu detesto a Lola!! O cara tem que ser muito mais repugnante do que uma fossa cheia de merda, para despertar em mim tamanha antipatia por ele, e mesmo assim, ele desperta!!
Eu tive poucos contatos com aqueles caras do Movimento da Real e, nas poucas vezes que me comuniquei com eles, eu posso dizer uma coisa sobre eles: Eu NÃO GOSTO DELES. Não dá para gostar daqueles caras do Movimento da Real. Eles são repulsivos e antisedutores natos. Eles repelem e desagradam até mais do que a Lola. É sério, às vezes eu fico decepcionado com a Lola, acho a Lola feia, misândrica, mas, mesmo quando a Lola desce o cacete em mim, mesmo assim eu nunca senti raiva da Lola. Mas daqueles caras da Real, eu sinto raiva deles. Que sujeitinhos mais asquerosos eles são. Aquele movimento da Real não é Masculinismo não e nem Antifeminismo. O Masculinismo e o Antifeminismo são movimentos do BEM; mas aquele movimento da Real é um movimento de psicopatas misóginos. As feministas e os psicopatas da Real se merecem uns aos outros.
Comparem aqueles sites do Movimento da Real com o meu site Feminismo Diabolico. Aqui eu detono mesmo com as feministas e escrevo argumentos contundentes e irrefutáveis contra o feminismo. Desmoralizo as feministas e faço-as parecer as psicopatas que elas são. Mas e aqueles sites da Real? Eles fazem os Masculinistas parecerem lunáticos, isso sim.
Se algum homem está interessado em aprender sobre sedução, no mínimo, ele é um homem que tem empatia o bastante para se preocupar com o que a mulher sente por ele. É louvável que alguém se esforce para que outra pessoa goste dele. As travestis se esforçam para serem bonitas e agradáveis e aqueles caras da Real não reconhecem o esforço das travestis e as ofendem, chamando-as de bicha, sem respeitar os sentimentos delas só porque elas cometeram o grande "crime" de querer que algum homem goste delas e as deseje. Sabem o que eu percebi? Aqueles caras da Real são IDÊNTICOS às feministas: eles não se importam com os sentimentos das outras pessoas, eles não se preocupam em agradar as outras pessoas, em fazer as outras pessoas gostarem deles. Eles só se preocupam com o que ELES sentem e FODA-SE o resto da humanidade. Não é exatamente esse o lema das Marchas das Vadias e das Putinhas aborteiras? Eles repelem e desagradam e ficam orgulhosos de si mesmos por serem tão antissociais assim. 
Pra mim é um contra senso aqueles caras da Real. Eles dizem que não se importam com as mulheres; mas eles frequentam sites e blogs que falam 90% do tempo, sobre... Mulheres!! Eu me importo com as mulheres. Eu quero que as mulheres gostem de novo dos homens, é por isso que eu combato o feminismo: porque o feminismo tenta fazer as mulheres ficarem com medo ou ódio dos homens. Eu acredito que o correto seria se as mulheres gostassem dos homens; e não odiassem os homens. Portanto, estudar a arte da sedução também é um passo importante na derrota do feminismo.


terça-feira, 3 de junho de 2014

O que é o transfeminismo? Por que as travestis devem rejeitar o transfeminismo?

O transfeminismo é um plano feminista para sabotar as travestis e torná-las repugnantes aos olhos dos homens. As mulheres são falsas e interesseiras e elas só tratam bem alguém por interesse próprio. Por que as mulheres feministas tratam bem as travestis? É porque elas querem sabotar as travestis, fazer com que as travestis se tornem psicopatas misândricas como elas e, assim, repugnem os homens. As feministas são como uma fábrica de fitas K-7: elas são OBSOLETAS para o sexo e elas estão tentando dinamitar e sabotar a fábrica de CDs (as travestis). As travestis substituem as mulheres no sexo e na fantasia sexual dos homens. Com isso, as travestis tornam as mulheres obsoletas, assim como os DVDs tornaram as fitas VHS obsoletas. Basta nós olharmos nas ruas das grandes cidades, onde as travestis estão tomando o mercado das mulheres prostitutas. Muitos homens não se interessam mais em procurar mulheres prostitutas. Eles saem nas ruas para procurar uma travesti para fazer programas. Muitos homens quando vão procurar pornografia na internet, não procuram mais fotos e videos de mulher pelada; mas fotos e videos de travestis peladas. As feministas já perceberam essa ameaça que as travestis representam para o plano delas de forçar uma escassez artifical de sexo e então as feministas traçaram um plano diabólico: elas se fingem de mui amigas das travestis, insuflam as travestis a imitarem elas em movimentos do tipo do transfeminismo, afinal, as travestis tem peitos e as mulheres tem peitos então o que funciona para as mulheres funcionaria para as travestis, correto? ERRADO!! Porque a mulher moderna pode se dar ao luxo de irritar os homens, já que elas tem a buceta do poder que dá a elas imunidade e proteção diante dos homens. Mas as travestis não tem buceta e se as travestis se comportarem como maníacas feministas, os homens vão perder a paciência com elas e vão ficar com raiva das travestis.
Se o caminho para as travestis seguirem não é o do transfeminismo e o da confrontação, então qual seria o caminho que as travestis devem seguir? Uma coisa muito melhor do que o transfeminismo para as travestis, seria elas se tornassem mais femininas e sedutoras. Elas deveriam aprender a SEDUZIR os homens e não a CONFRONTAR os homens, porque confrontação e guerra são os pontos fortes dos homens e é por isso que as feministas estão se afundando hoje em dia. O método correto para se dominar um homem não é através da CONFRONTAÇÃO; mas sim através da SEDUÇÃO e, por isso, as travestis precisam aprender a arte da sedução, que consiste em fazer os homens gostarem delas. E, no fundo não é isso que toda travesti quer? Que os homens gostem delas? As feministas não entendem a mente das travestis, porque as feministas são mulheres que nunca tiveram que se esforçar para que os homens gostassem delas. Elas só nasceram mulheres, com o rabo virado pra lua e todos os homens caem de joelhos diante delas. Já as travestis não. As travestis sabem que elas precisaram se esforçar e se sacrificar muito para ficarem com formas femininas e atrair o desejo dos homens por elas. As travestis passam anos e anos tomando injeções de hormônios femininos, fazendo dietas, cirurgias plásticas, implantes de silicone. As travestis, se arrumam todas, ficam glamourosas, ficam bonitas, femininas, tudo para fazer os homens gostarem delas e as desejarem. Então, num belo dia, a travesti conhece o transfeminismo e então ela começa a acreditar nas mentiras feministas e começa a implantar no próprio subconsciente a idéia de que os homens são maus, são machistas, são exploradores e as tratam mal. E é sabido que toda idéia que se implanta no subconsciente se manifesta no mundo real. Portanto, não tardará muito para a travesti, que até pouco tempo atrás era linda, gostosa, superfeminina, agradável e simpática, comece a hostilizar os homens, pare de se depilar, pare de fazer dietas, diminua as doses de hormônios femininos. Com isso, ela começa a se tornar mais feia e os homens começam a rejeitá-la, o que só reforça nela a crença de que as transfeministas estão certas em odiar os homens e cada vez mais a travesti se afunda no poço da misandria, da vingança e do ódio contra os homens, que, no fundo é um ódio contra ela mesma. Portanto, é muito importante para as travestis vigiarem as sementes das idéias que são plantadas no próprio subconsciente, porque se a travesti permitir que uma semente de transfeminismo, de misandria se implante em sua mente, essa idéia vai gerar manifestações negativas na vida da travesti, pois o subconsciente dela vai começar a fazer com que ela comece a repelir os homens; quando tudo o que ela mais queria era só atrair o desejo dos homens para ela. O caminho para as travestis vencerem a homofobia e a transfobia contra elas é se tornando compreensíveis, agradáveis, empáticas, super simpáticas, lindas e femininas. As travestis precisam fazer com que os homens GOSTEM delas. Só assim elas vão conseguir vencer a rejeição da sociedade contra elas. Se os homens GOSTAREM das travestis, se elas forem lindas, femininas, super simpáticas e gente finissima, quem é que iria querer ofendê-las? Agora, se a travesti começar a trilhar o caminho do transfeminismo, até eu vou começar a ficar puto da vida com elas.







ShareThis

Veja também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...