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Feminismo Diabolico

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Em fase de testes no Brasil, medicamento que previne HIV é alternativa a camisinha, acredita infectologista

Em fase de testes no Brasil, medicamento que previne HIV é alternativa a camisinha, acredita infectologista

Alciana Paulino, Gui Mohallem e Marcos Visnadi | Revista Geni | São Paulo - 07/01/2015 - 06h00
Remédio que reduz chances de contaminação pelo vírus em até 99% "precisa entrar no repertório do mesmo jeito que a pílula anticoncepcional entrou", diz Ricardo Vasconcelos, do projeto PrEP Brasil no Hospital das Clínicas da USP
Wikimedia Commons

Pílulas do antirretroviral Truvada, que está sendo testado como prevenção ao HIV no projeto PrEP Brasil
A poucas ruas do Hospital das Clínicas, em São Paulo, em um dia garoento do último novembro, fomos recebidos por Ricardo Vasconcelos e Chico, seu frenético cãozinho. Sem formalidades ou protocolos começamos a conhecer melhor o universo da prevenção através da profilaxia pré-exposição (PrEP). A PrEP é uma alternativa para nos protegermos do HIV antes de nos expormos a ele, tomando um medicamento.
O uso do antirretroviral Truvada em pacientes não infectados, já aprovado nos Estados Unidos e recomendado pela Organização Mundial da Saúde para populações de alta vulnerabilidade, está em fase de testes no Brasil. Com um comprimido por dia, todos os dias, já se sabe que o medicamento reduz significativamente (em até 99%) as chances de contaminação pelo HIV. A pesquisa agora é para entender como é a adesão ao tratamento dentro da nossa cultura e, a partir disso, avaliar como a estratégia deve ser incorporada às políticas públicas de prevenção.
Ricardo Vasconcelos é o coordenador do projeto no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A pesquisa é realizada em mais dois centros: na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e no Centro de Referência e Treinamento DST/aids de São Paulo. Numa conversa franca, conhecemos o projeto PrEP Brasil, uma estratégia de prevenção que leva em consideração o desejo humano, pois, na hora de prevenir, o tesão importa – e como importa!
Leia a seguir trechos da entrevista com Ricardo, em que rememoramos a importância dos movimentos sociais para a construção de políticas públicas e descobrimos as informações necessárias para quem quer colaborar com a pesquisa aqui no Brasil.
Por que você se interessou pela infectologia?
Antes da medicina, eu fiz outra faculdade, de farmácia, mas não gostava de não ter contato com pacientes. O que me atraiu na infectologia foi justamente o HIV, particularmente como os pacientes melhoram. O paciente chega quase morrendo na consulta, aí começa a tratar e, dali a alguns anos, ele chega e pergunta: “Posso correr a Maratona de Berlim?” ou “Posso ter um filho?”. “Me chamaram pra ser presidente da empresa, você acha que eu posso?” Pode, claro! Você faz a vida da pessoa continuar.
Dentro do universo do HIV, o que mais me atrai é a prevenção. Eu gosto de fazer que, quem não tem HIV, continue não tendo. O PrEP é o que existe de mais avançado nesse campo.
Quando você viu a possibilidade de trabalhar com esse tipo de prevenção?
Quando eu terminei a residência médica, o professor Esper Kallás me convidou para trabalhar num projeto que estava rolando, aqui em São Paulo, chamado iPrEx, que foi o trabalho que embasou tudo o que a gente conhece hoje em dia como profilaxia pré-exposição sexual. Eu entrei bem no final do projeto, mas achei lindo aquilo.
Os pacientes ficam me perguntando: “E a cura do HIV, quando vai ter?”. E eu respondo que o que a gente precisa não é exatamente de uma cura, porque quem já pegou HIV vive bem, quando faz o tratamento que a gente tem agora em 2014. É como eu falei: a pessoa vai correr a Maratona de Berlim, vai ser presidenta da empresa, vai ter filho e vai cuidando do HIV. Não tenho dúvida de que é melhor não ter o vírus, mas quem já pegou consegue viver com a doença sob controle. Por isso não acho que a cura deveria ser uma prioridade. Aliás, até pelo fato de ser uma doença sexualmente transmissível, curar não elimina o problema. Veja o caso da sífilis: desde que inventaram a penicilina, a gente consegue curar a sífilis. E a situação da doença, aqui em São Paulo, está descontrolada! Pesquisas indicam que um quarto dos gays da cidade têm marcadores, no exame de sangue, positivos pra sífilis. A pessoa trata e pega, trata e pega, trata e pega.
A gente deveria ter uma maneira de fazer com que quem não tem o HIV não pegue. Uma vacina seria algo lindo, mas ainda estamos longe disso. Então como a gente faz? Manda a pessoa usar camisinha? Claro! Mas é todo mundo que consegue usar a camisinha 100% das vezes, do começo ao fim da vida sexual? Não. Que bom que tem muita gente que consegue. A gente tem, no Brasil, 700 mil pessoas com HIV, e não 40 milhões de pessoas, por causa da camisinha. O Brasil bate recordes de distribuição da camisinha. Mas e quem não consegue fazer a prevenção desse jeito?
Até aparecer o PrEP, a pessoa chegava no serviço de saúde e falava: “Eu não consigo usar camisinha. Não sinto tesão, não consigo gozar” ou mesmo “Tenho tesão em transar sem camisinha, é um fetiche”. E o tesão importa! Então, o que a gente tinha pra oferecer pra essa pessoa? Nada. Agora a gente consegue dar outras estratégias de prevenção.
Desde quando existem essas outras estratégias?
A PrEP está regulamentada apenas nos Estados Unidos. A pessoa chega no infectologista e diz: “Eu quero fazer a PrEP”. Aí ela faz um exame, para ver se já não tem HIV, e, se não tiver, o médico dá uma receita, a pessoa compra o remédio e começa a tomar. Aí ela volta periodicamente, tanto para fazer o aconselhamento de sua prevenção quanto para fazer a retestagem de HIV. Desde 2012, quando foi publicado o trabalho do iPrEx, o FDA, que é a Anvisa deles, regulamentou o uso de PrEP.
Nenhum outro país fez isso, mas existe a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para que populações-chave, que têm mais risco de se infectarem pelo HIV, dentre elas os homens que fazem sexo com homens (HSH) – é assim que a gente chama dentro da epidemiologia, não chamamos de gays -, travestis e transexuais, a OMS recomendou que os países do mundo todo avaliassem o uso de PrEP nessas populações. E foi aí que surgiu o PrEP Brasil, ele é um programa-piloto. O Ministério da Saúde precisa de informações sobre como seria a implementação, a aceitação da estratégia, a adesão das pessoas ao tratamento.
Então, por exemplo, se, depois de um ano acompanhando os 500 voluntários do PrEP Brasil, a gente descobrir que deu tudo errado. Ou seja, dos 500, só 200 chegaram até o final, e esses não voltavam na consulta, não tomavam os remédios direito e ficavam com a falsa ideia de que estava protegidos, mesmo tomando de maneira inadequada. Aí eles se expunham ainda mais vezes e acabaram se infectando em maior número. Se a gente chega com esse resultado pro Ministério da Saúde, ele decide: no Brasil isso não vai dar certo, não vamos implementar isso aqui.
Cenário dois: deu certíssimo. Dos 500 voluntários, 496 chegaram até o final, não houve nenhuma soroconversão, os quatro que não chegaram até o fim foi porque mudaram de cidade e não puderam continuar no programa… O ministério vai dizer: vamos usar essa estratégia.
A incidência de infecção entre HSH é de 4 a cada 100 pessoas por ano. Só distribuindo camisinha, é esse o cenário que a gente tem. Será que conseguimos diminuir isso?
Em que fase o projeto está agora?
Na fase de recrutamento. Tem aproximadamente cem voluntários no Rio e cem em São Paulo. A meta é 500 voluntários, que a gente vai acompanhar individualmente por um ano e entregar esses dados pro Ministério da Saúde. Eu, como entusiasta da PrEP, torço para que dê certo, que aconteça o cenário dois.
Qual o histórico do HIV no Brasil? Você pode contar um pouco pra gente?
O HIV aparece na década de 80, um período de muitas transformações – Diretas Já, Constituinte… Primeiro apareceu nos Estados Unidos, naquelas pessoas que eram classificadas como os quatro Hs: homossexuais, dependentes de heroína, haitianos e hemofílicos.
Prostitutas não?
Não, primeiro foram esses quatro Hs. Hoje em dia, as prostitutas são um grupo que nos preocupa bastante. Em termos de incidência do HIV, em primeiro lugar vêm os HSH e as travestis, em segundo vêm as prostitutas.
Esses eram chamados “grupos de risco”. Hoje a gente sabe que tratar a epidemia dessa maneira é extremamente segregativo, porque tem gay que não tem HIV, tem hétero que tem; tem gay que não tem comportamento de vulnerabilidade, tem hétero que tem.
Depois, começaram a falar em “comportamento de risco”: transar sem camisinha é um comportamento que faz você ter risco de contrair o vírus. Mas hoje em dia a gente fala em “vulnerabilidade”. Por que a pessoa transa sem camisinha? Um caminhoneiro, por exemplo, que viaja pelo Brasil e transa com um monte de gente, mas tem uma esposa que mora no interior de São Paulo e que só transa com ele. Ela, que só transa com ele, tem uma vulnerabilidade enorme. A gente pode falar pra ela: só transe com o seu marido usando camisinha. Mas qual o poder de negociação que ela tem?
O governo lidou com o HIV, em cada período, de maneiras diferentes. Na década de 80, o que se fazia basicamente era tratar as doenças oportunistas que apareciam por causa da queda da imunidade. A gente tratava e tratava até que alguma doença levava o paciente. Era muito triste ser um profissional que trabalhava com o HIV, naquela época. Acho que eu não teria escolhido ser infectologista nos anos 80.
A partir dos anos 90, quando aumenta o número de antirretrovirais disponíveis, tem uma melhora do tratamento. Em 1997 a gente consegue controlar o vírus, então, quem viveu até esse ano, está vivo até hoje, desde que tenha feito direitinho o tratamento nesse período todo. Também é em 1997 que aparece o programa nacional de distribuição de antirretroviral, e é aí que o Brasil vira vanguardista no mundo, sendo o primeiro país a oferecer, nessa escala, um tratamento completamente custeado pelo serviço de saúde. Com certeza esse é outro motivo por que a gente não tem 40 milhões de infectados, e sim 700 mil. A pessoa que trata direitinho o HIV transmite muito menos.
Teve a quebra das patentes, que foi algo muito bonito. Um laboratório que inventa um antirretroviral novo gasta um dinheirão pra fazer isso, e existe uma proteção, pelas leis mundiais de comércio, de garantia de exclusividade de venda por parte desse laboratório, por um determinado período de tempo. O que aconteceu aqui foi que o Ministério da Saúde não tinha como pagar o dinheiro que esses laboratório pediam. O que o ministério falou foi: tem brasileiros precisando dessa medicação, nós não temos dinheiro pra comprar de vocês, então vamos, sim, começar a fabricar esse remédio. Foi lindo!
A que se deveu essa coragem, em termos de política pública?
Desde o começo do HIV, existe uma mobilização civil, por parte dos pacientes, muito grande. Tem gente que pergunta: “Por que existe um programa nacional de HIV e não um de lúpus?”. Existe um monte de gente com lúpus, mas a organização da população afetada tem a ver com isso. Tem gente que diz que tem a ver também com o fato de que as primeiras pessoas afetadas pela epidemia eram pessoas que viajavam para a Europa, os Estados Unidos, havia vários artistas, e isso trouxe uma mobilização grande.
E, inegavelmente, tem um pouco de bandeira política. Nos anos 2000, o tratamento do HIV no Brasil dava muito certo e era uma propaganda política muito positiva. Era uma época de muito otimismo, porque se saiu de uma situação em que os pacientes morriam por causa da doença para outra, em que eles continuavam vivos. Todo mundo queria colar o seu nome a esse sucesso, era uma boa propaganda política.
Passada essa fase, da quebra das patentes, a gente entrou numa época de estagnação. Hoje em dia, existe um monte de coisas disponíveis para tratamento, fora do Brasil, que não chegam aqui. Tanto remédios com menos efeitos colaterais quanto coformulações, remédios juntos num mesmo comprimido. Aqui, há anos estamos ensaiando disponibilizar um tratamento que é só de um comprimido, uma vez por dia. Em outros países, esse tratamento já está disponível há dez anos, já é considerado velho.
O que aconteceu? Acho que, já que pararam de morrer rios de pessoas por causa do HIV, não é uma coisa que sai na capa do jornal todo dia, deixou de ser uma propaganda política boa. E, já que o remédio velho funciona, não tem coragem política pra quebrar as patentes dos remédios novos.
Carla Ornelas / SECOM Governo da Bahia
Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/39061/em+fase+de+testes+no+brasil+medicamento+que+previne+hiv+e+alternativa+a+camisinha+acredita+infectologista.shtml
Meus comentários: Enquanto esse medicamento não estiver disponivel, eu recomendo que se faça sexo com as travestis apenas usando camisinhas.

Rayka Vieira, de Goiás , é eleita a Miss Mundo T-Girl 2015

Rayka Vieira, de Goiás , é eleita a Miss Mundo T-Girl 2015
Marcadores: Beleza, MUNDO das MISSES

Concurso para eleger  a Travesti/Transexual mais bonita da rede social aconteceu na quinta-feira, 29 de janeiro, data comemorativa do dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais.


Foto: Pedro Prestes
A Miss Mundo T-Girl 2015 é  Rayka Vieira Santos , natural de Anápolis uma cidade típica do estado de Goias. Ela foi coroada nessa quinta-feira, 29, data que se comemora a Visibilidade de Travestis e Transexuais no Brasil, durante a 2ª edição do evento, que preza eleger a mais bela travesti/transexual da rede social do facebook. Rayka ganhou uma coroa e uma faixa e irá representar o grupo Mundo T-Girl por um ano.
Galeria: Veja fotos e cobertura completa do concurso Miss Mundo T-Girl 2015
Marina Luísa Almeida despediu de seu reinado e Rayka Vieira trinfa agora com a faixa e a coroa, e agradece pela oportunidade em disputar esse título com muitas companheiras lindas, "Obrigada de coração meninas, foi muito importante concorrer, senti aquele friozinho na barriga todo esse tempo, obrigada ao publico que confiaram em mim, às juradas, e parabéns a todas lindas e a nós transexuais e travestis, porque hoje é o nosso dia." Disse Rayka
Coroa projetada especialmente a vencedora

Faixa criada pelo Mago das Faixas, Antonio Carlos Lima

Acompanhe a passo todo o reinado da Miss Mundo T-Girl 2015 (Breve)


Fonte: http://mundot-girl.blogspot.com.br/2015/01/rayka-vieira-de-goias-e-eleita-miss.html










Blogspot vai excluir blogues com conteúdo adulto


Há alguns dias atrás, eu recebi um e-mail do google, dizendo que eu tenho 30 dias para excluir todas as postagens com fotos e videos de mulher pelada e de travestis peladas dos meus sites, porque o blogspot vai proibir blogs com conteúdo adulto.
Eu tenho outros três sites que tem conteúdo exclusivamente adulto e que estão hospedados no blogger: www.amamostravestis.com.br 
amamosmulherpelada.blogspot.com.br
musculosasnuas.blogspot.com.br
Então, isso significa que eu vou ter que excluir os três blogs acima e tirá-los do ar. Este meu site, Feminismo Diabólico, só vai continuar no ar, se eu retirar todas as postagens contendo fotos e videos de mulher pelada ou de travestis peladas. É por isso que eu já retirei todas essas postagens do ar.
Sinceramente, eu não tenho palavras para expressar o quanto eu estou desapontado com o Google. Não há segurança nenhuma e nem estabilidade nenhuma nos produtos e serviços do Google. Eles já excluiram diversos serviços anteriormente, inclusive o Orkut, que era uma rede social muito útil e muitissimo usada no Brasil.
Agora, o Google vai excluir do blogspot todos os conteúdos adultos. O meu site ainda é classificado como tema adulto por causa de algumas coisas que eu escrevo, mas a partir de hoje, não tem mais nenhuma foto e nenhum video de mulher pelada e nem de travestis peladas nos meus sites. Eu acho que eu consegui tirar todas as putarias do meu site, mas, se porventura algum de vocês ainda verem alguma mulher pelada ou alguma travesti mostrando a piroca aqui no meu site, por favor, comentem na referida postagem para que eu possa retirá-la do ar, senão o google vai tirar o meu site todo do ar.
Os outros sites que eu tenho, não sei o que vou fazer com eles, porque eu gostava do sistema do blogspot: era fácil. O worpdress é super complicado. Eu já gastei pequenas fortunas comprando hospedagem e dominios do wordpress e não consigo usar nada porque não consigo entender aquilo lá e nem fazer funcionar aquelas drogas. O meu site Amamos Travestis estava ficando super legal; mas agora o blogspot cortou o meu barato.
Já estou farto dessas hospedagens gratuitas e do google. Já estou farto de ver o trabalho de anos a fio ser jogado no lixo pelo google num piscar de olhos.
O problema é que as hospedagens pagas são muito complicadas. Eu pago R$ 200 reais e não consigo colocar os sites no ar porque simplesmente eu não consigo entender aquela porra de wp-config que aquelas instalações wordpress falam.
Mas um dos meus lemas é: se tudo o que você tem é um limão, então faça uma limonada. Na minha vida, eu sempre tive que aprender a usar as desvantagens e as minhas fraquezas a meu favor. Então, eu sempre procuro ver o lado bom das desgraças que acontecem comigo. E, raciocinando dessa forma, eu descobri um lado bom disso tudo: agora, o meu site não tem mais nenhuma foto e nenhum video de mulher pelada e nem de travesti pelada, o que significa que agora, eu vou poder fazer parcerias com vários outros tipos de sites, como sites religiosos, católicos, evangélicos e até com aqueles psicopatas da Real.
Na verdade, foram as fotos de travestis do meu site que provocaram a desavença entre eu e aqueles pombos enxadristas da Real. Agora, a principal objeção deles contra o meu site, foi por água abaixo. Não vai mais ser vergonhoso ou constrangedor para eles fazerem parceria ou divulgarem o meu site agora.
Se aqueles tapados não tivessem me combatido desde 2013, e se eles tivessem seguido as minhas idéias, o feminismo já poderia estar muito mais danificado do que está.
Agora, as feministas estão nos contra-atacando, se fazendo de vitimas como de costume. E isso está acontecendo por que? Por culpa daqueles fóruns e chans daqueles imbecis da Real, que deram combustível para as feminazis gordas e psicopatas denegrirem o masculinismo.
Nós não podemos dar pretexto nenhum para as feministas. Vocês precisam parar de bancar os machões com aquelas gordas psicóticas. Fiquem longe delas, esqueçam que aquelas lunáticas existem. Não adianta nada ficar ameaçando as feministas. Com isso, você só está fortalecendo as feministas. É isso que as feministas querem: que vocês ameacem elas, para elas poderem falar mal de nós. Não dêem esse gostinho para as feministas. Parem de falar com aquelas psicopatas. Não prejudiquem a vida de vocês ou o masculinismo por causa de uma mulher gorda e escrota que mora nos cafundós do Judas. Nem uma mulher bonita valeria isso, quanto menos ainda uma gorda repugnante.
Não há luz sem sombras, meus amigos. Não há o bem, sem o mal. Não há Tese, sem Antítese. Nós estamos do lado do bem, da Igreja, de Deus, do que é correto e justo. Mas nós somente poderemos mostrar para a sociedade a nossa superioridade, se nós pudermos nos comparar com alguém que é infinitamente inferior a nós: as feministas. Elas defendem Pagu Funk: vou cortar a sua pica, Putinhas aborteiras, Xerecas Sataniks. Elas combatem a Igreja Católica e defendem o aborto e o infanticidio. Nós precisamos das feministas vivas, saudáveis e tagarelando cada vez mais, para que elas irritem e ofendam mais alguém, além dos inúmeros grupos que elas já ofenderam. Deixem que elas mintam sobre nós. Se nós respeitarmos a lei, a moral, a cortesia, os bons costumes e a ética, não há nada o que temer. Nós vamos conseguir reverter contra elas mesmas as falsas acusações que elas andaram fazendo contra nós. Vamos deixar elas demonizarem os humoristas, assim como elas fizeram com Jesus e com a Igreja. Pensem bem na consequencia disso para a opinião publica: Se as feministas atacam e criticam até um humorista inofensivo como o Danilo Gentili, então será que os ataques que as feministas fazem contra os masculinistas também não são falsos e desproporcionais? É isso que surge na cabeça das pessoas, quando o povo vê as histerias feministas por qualquer coisinha. Não se enganem, nem as feministas acreditam mais nas líderes delas e a cada dia que passa, cada vez menos pessoas levam as feministas a sério.
Mas eu estou puto da vida é com o Google e com o blogspot. Eu tive que tirar todas as fotos da travesti Domino Presley e todas as musiquinhas que eu tinha feito pra ela.


Eu tinha criado também um outro site, para fabricar travestis em massa: www.amamostravestis.com.br mas, como ele também estava hospedado no google, eu vou ter que tirar ele do ar.
E justo agora, que eu tinha comprado um dominio próprio para aquele site. Ele estava ficando muito legal, com muitas fotos, videos e dicas para as travestis e para os T-Lovers. O meu transmasculinismo também estava sendo bem divulgado, graças àquele meu site. Vocês não fazem idéia de como é fácil convencer as travestis sobre absolutamente qualquer idéia. A minha teoria sobre as travestis estava correta: elas são muito empáticas e simpáticas mesmo e a maioria delas quer apenas que as pessoas gostem delas e as aceitem.
Enfim, eu comecei a procurar outras plataformas para colocar o meu site e criei um site com a maioria das postagens do meu primeiro site: www.amamostravestis.tumblr.com
Eu consegui migrar o meu blog para o tumblr, mas não consegui passar os meus videos, com as musiquinhas da Travesti Domino Presley, que era o mais legal, na minha opinião.
Mas eu achei outra plataforma de blogs e já recriei outro blog de travestis e acho que este vai ser o meu novo site principal: www.amamostravestis.blog.com
A única razão pela qual eu ainda mantinha este blog www.feminismodiabolico.org como o meu blog principal é porque aqui eu podia postar de vez em quando os memes das travestis peladas ou as musiquinhas com a Domino Presley mostrando a piroca dela.
Mas agora, como eu não vou mais poder colocar putarias aqui neste site, então eu acho que não vou mais atualizar este site www.feminismodiabolico.org
Não vou tirar este site do ar, mas não vejo mais motivo para ficar atualizando este site aqui, já que eu não posso mais postar as putarias com as travestis. Eu acho que esta vai ser a minha ultima postagem neste site aqui, eu espero, porque a outra plataforma, do meu outro site: www.feminismodiabolico.com é muito melhor do que essa. Eu só ainda usava este site aqui por causa das putarias que de vez em quando eu postava, e que eu não podia postar lá no wordpress, porque eles não aceitam putarias nos sites deles. Mas agora, que o Google proibiu mulher pelada e travestis peladas nos blogs deles, eu não tenho mais motivação e nem interesse nenhum em continuar atualizando este site feminismo diabolico.
Não sei se vou continuar atualizando este site ou se só vou me focar agora no meu outro site: www.feminismodiabolico.com
A minha vontade é nunca mais usar nenhum serviço do Google. Primeiro, eles excluiram o Orkut. E agora, me fizeram essa sacanagem no blogspot.
O ruim é que eu já estava acostumado a mexer nessa porra de blogspot e eu já sabia todos os truques para colocar gadgets, videos, livros incorporados. As outras plataformas não são tão fáceis de usar assim. Eu até tentei aprender a usar aquelas plataformas de blogs profissionais, mas é um negócio muito complicado. Eu só perdi tempo e dinheiro e não consegui colocar nenhum site no ar.
Eu gostei bastante da plataforma do www.blog.com e acho que o meu site de travestis principal, para eu divulgar o meu transmasculinismo vai ser mesmo o www.amamostravestis.blog.com
Eu já comecei lá, com algumas postagens. Vai ser dureza ter que começar tudo do zero de novo, porque o meu outro site de travestis existia desde 2013. Ele já era até relativamente conhecido naquele meio; mas agora, vou ter que recomeçar tudo do zero. Que saco!
Mas o dominio: www.amamostravestis.com.br é meu e eu vou poder redirecioná-lo para qualquer site que eu queira. Atualmente, eu redirecionei este dominio para o meu site do tumblr: www.amamostravestis.tumblr,com
Mais pra frente, eu vou redirecionar para o meu novo site: www.amamostravestis.blog.com porque essa plataforma é muito melhor, melhor até do que a do blogspot.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Universitário larga tudo para viver um grande amor com uma transex

Universitário larga tudo para viver um grande amor com uma transex 05/11/2013
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O estudante de educação física carioca Gustavo Benevides, de 20 anos, não se deixa influenciar pela opinião preconceituosa da sociedade. Apaixonado por Bruna Marx, de 33 anos, uma mulher que nasceu homem "transexual", assumiu o namoro para os pais e, por isso, teve de sair de casa. Mas garante que está feliz ao lado dela.
“Fui de mala e cuia para a casa dela porque não tinha para onde ir. Eu queria realmente assumi-la como minha mulher pois á amava muito. Meus amigos também se afastaram de mim. Eu, que sempre fui reservado, passei a ser uma das pessoas mais olhadas na rua por ter me casado com a Bruna. Mas disso eu não abro mão. Andamos de mãos dadas nas ruas, no shopping. As pessoas têm que nos respeitar, porque amar não é crime. Bruna é tudo na minha vida, é uma mulher dedicada, amorosa, carinhosa e faz de tudo pra me fazer feliz, em qualquer coisa que faço hoje, levo em consideração a minha mulher, pois sou muito realizado em tê-la como minha esposa e não a troco por mulher alguma. Deixei de fazer um intercâmbio em Portugal para ficar com ela”.
Gustavo apoiou transição de gênero de Bruna…
Bruna começou a tomar, há 1 ano, hormônios para adotar características femininas. A decisão, tomada com a ajuda de Gustavo, foi difícil, pois resultou em uma aposentadoria compulsória de seu emprego como servidor público. “Como não pretendo entrar na fila para mudança de sexo, eu tenho transtorno de identidade de gênero, e, por este motivo, vou precisar me afastar do trabalho”, explica Bruna, que no trabalho ainda precisa manter sua identidade masculina.
“Quando eu puder ser quem sou de verdade em horário integral, vou renascer para a vida. É só isso que falta para eu ser uma mulher completa”, desabafou Bruna.
Sobre Gustavo, Bruna diz que não acreditava que, um dia, fosse ter um relacionamento sério, e que ele é um grande companheiro. “Ele é a minha estabilidade emocional, o homem que eu sempre quis ter ao meu lado, faço o possível e impossível por ele, pois é o amor da minha vida. Quando sou atacada, mesmo que indiretamente, ele está sempre do meu lado para me amparar, me defender”. Hoje vivemos felizes, uma estabilidade de marido e mulher e isso é o que importa.
A cada dia que passa, surgem mais casais "hétero" com "trans" - as trans estão preenchendo o vazio que muito homem sentem de uma mulher em suas vidas, todo homem precisa de amor, carinho, compreensão, fidelidade, companheirismo e dedicação de uma mulher em sua vida... e isso eles encontram ao lado de uma mulher "trans", tudo o que precisam para viverem felizes e realizados sem olhar as diferenças eles se entregam a um amor que ninguém tem direito de julgar, um amor que só o casal e o tempo podem firmar ou separar tais laços de união.

Leonard Nimoy (1931-2015), o Sr. Spock de Jornada nas Estrelas morreu hoje nos Estados Unidos



Pessoal, hoje é um dia de luto. O ator Leonard Nimoy, que interpretava o Sr. Spock no seriado e nos filmes de Jornada nas estrelas faleceu hoje.
Eu sempre fui um grande fã dos filmes e séries de ficção cientifica e sem dúvida, a dinâmica daqueles filmes, aonde havia o confronto entre duas inteligências: os humanos X os alienigenas, ou os humanos X os robôs foi uma grande inspiração para mim, para que eu pudesse produzir muito material criativo para a nossa própria luta, contra a inteligência que quer nos destruir: as mulheres feministas.
Aqueles filmes e séries de ficção cientifica me fizeram ter a mentalidade adequada para ser um antifeminista muito eficiente. É preciso ver as mulheres feministas, como se elas fossem um alienígena predador, ou um robô exterminador do futuro, lutando contra nós. Você não pode lutar contra o exterminador do futuro ou contra o Alien: você só pode fugir dele e escapulir e é isso que eu faço com as feministas: eu fujo delas, porque eu tenho medo delas, como se elas fossem um alienigena predador me perseguindo. Isso pode ser uma fantasia, mas é a imaginação que nos fornece a infinita criatividade para bolar estratégias para lutarmos contra o feminismo.
A mentalidade de jornada nas estrelas e das séries de ficção me fizeram ter a idéia de usar as travestis como uma tecnologia substituta das mulheres. As travestis são as nossas Cylons. Lembram-se da número seis? A travesti Domino Presley é mais bonita do que a Tricia Helfer. Eu queria ter visto uma Battlestar Galactica tendo a travesti Domino Presley como a número Seis. Ela seria perfeita para o papel. Mas, como foi necessário escolher uma mulher biológica, a Tricia Helfer sem dúvida foi a melhor escolha. Nenhuma outra mulher teria sido melhor. Só a travesti Domino Presley teria dado uma Cylon melhor do que a Tricia Helfer. Eu acho que a Tricia Helfer é a única mulher que poderia competir em beleza com a travesti Domino Presley.
Mas, voltando à jornada nas Estrelas, sem dúvida, uma das cenas mais comoventes da história do cinema, foi o final de Jornada nas Estrelas II - A Ira de Khan, quando o Sr. Spock se sacrifica para salvar a nave e a tripulação, entrando no reator e se expondo a uma dose letal de radiação. Momentos antes de morrer, quando o Capitão Kirk pergunta para o Sr. Spock: Por que ele se sacrificou, o Sr. Spock responde: as necessidades de muitos sobrepujam as necessidades de poucos, ou de um. Toda vez que eu vejo essa cena ou que eu me lembro dela eu não consigo evitar: eu choro mesmo. E depois, no funeral do Sr. Spock, quando o Capitão Kirk diz que em todas as suas viagens, a alma do Sr. Spock foi a que ele achou a mais... humana! Isso foi muito comovente porque na franquia Jornada nas Estrelas, o Sr. Spock era um Vulcano, metade humano, metade vulcano, ou seja, ele não era humano, mas sim um alienigena. Em muitos episódios da série clássica e em muitas passagens dos filmes, havia o conflito entre a parte lógica, racional e vulcana do Sr. Spock e a parte emocional e humana dele.
Eu sempre tive um fraco por esse conflito universal, da criatura que é metade humana, metade máquina ou metade humana, metade alienigena. Não me surpreende que eu sinta uma atração tão grande pelas travestis. A travesti é a materialização no nosso mundo desse grande conflito universal, da criatura que é metade humana, metade máquina ou que é metade alienigena e metade humana e, por que não, da que é metade homem e metade mulher. Não consigo imaginar um conceito mais atraente e irresistivel do que esse.








Leonard Nimoy teve a carreira marcada por seu papel como o lógico alienígena meio-humano, meio-vulcano Mr. Spock, de Jornada nas Estrelas/Star Trek, mas também atuou como diretor, roteirista, compositor, poeta e fotógrafo.
Nascido em Boston, em 1931, filho de pais judeus originários da Ucrânia, Nimoy começou a atuar ainda quando criança. Sua carreira profissional, iniciada na década de 1950, foi marcada por muitos filmes B e participação em vários seriados famosos do período, como Bonanza, Dragnet, Além da Imaginação, Os intocáveis, Quinta dimensão, Perry Mason, Gunsmoke, O Agente da U.N.C.L.E.e Agente 86.
Sua grande oportunidade veio em 1966, quando foi escolhido pelo criador deStar Trek, Gene Roddenberry, para viver o emblemático Mr. Spock — a princípio, um personagem coadjuvante, um alienígena de tom diabólico e misterioso.
Ator sensível, Nimoy logo percebeu que o personagem — que muitos colegas consideravam um risco para qualquer carreira séria — era uma dádiva. Dedicou-se a compor um personagem complexo e cheio de nuances psicológicas, que pouco tinha a ver com os arquétipos da ficção científica.
De simples coadjuvante, o Spock de Nimoy virou um dos protagonistas da série e ganhou uma legião de fãs. Pelo personagem, Nimoy recebeu três indicações ao Emmy, o Oscar da TV americana.

A linda travesti Sarina Valentina testa sua nova webcam

A Travesti Sarina Valentina é tão linda, tão bonita, tão gostosa, tão mimosa, tão feminina e sexy. Ela sempre usa cor de rosa. O video abaixo não tem muito a ver com combater o feminismo. A Sarina simplesmente fez esse video hoje e compartilhou no facebook. Eu não consigo evitar, eu fico meio bobo quando eu vejo uma travesti tão mimosa, tão feminina e tão cor de rosa assim como ela. Eu acho que as travestis são a maior prova da infinita engenhosidade e capacidade de adaptação dos homens. Imaginem só: um homem que é igualzinho a uma mulher, mais feminino, mais delicado, mais sedutor do que uma mulher. Essas travestis deveriam ser motivo de orgulho para nós, pois as trans são a solução para o mais insolúvel dos problemas: como os homens poderiam viver SEM as mulheres? Esse problema, que em qualquer época da história jamais sequer foi cogitado, hoje é algo não só possivel, como também é quase inevitável que os homens substituam as mulheres pelas travestis, no amor e no sexo. E, se pensarmos na questão do problema chinês, aonde existe mais de 30 milhões de homens a mais do que mulheres, nós poderemos entender o infinito potencial que a tecnologia das travestis tem de tornar as mulheres uma tecnologia OBSOLETA. Se eu conseguir convencer o governo chinês que a única solução para os 30 milhões de homens solteiros da China é transformar a metade deles em travestis, isso vai desencadear uma reação em cadeia em todo o mundo, que vai provocar uma desvalorização brutal das mulheres no mercado sexual e, consequentemente, o fim do feminismo no mundo todo. Quanto mais travestis existirem, mais independentes os homens serão das mulheres. É fundamental que nós atraiamos as travestis para o nosso lado, para o lado do bem, do masculinismo e do antifeminismo. Por isso, vocês nunca devem tratar mal as travestis e nem ofendê-las; mas tratá-las muito bem, como se elas fossem princesas. As travestis são a chave para dar aos homens o maior PODER da história: o da sedução feminina.



Clique na foto abaixo para ver a linda travesti Sarina Valentina nua:



Pensem bem em como as feministas são burras. Elas poderiam ter todo esse poder sobre os homens; mas elas preferem imitar os homens, se tornarem truculentas e asquerosas, como nós homens somos. Vamos adotar a mesma estratégia contra elas. Vamos imitar as mulheres, vamos nos tornar lindas, femininas e sedutoras e vamos ver se as feministas vão gostar dessa concorrência.

Quer virar uma travesti? Clique aqui:

Concurso elege a Miss transex 2013 – Prêmio: Vão cortar fora o pinto delas


O concurso de beleza Miss T Brasil 2013 coroou Raika Ferraz, candidata de São Paulo, na noite de segunda-feira (21) no Teatro João Caetano, centro do Rio. Em segundo lugar, ficou Gisela Andrade e, em terceiro, Isabella Coimbra. O campeonato, que chega à sua segunda edição, escolheu a mais bela travesti ou transexual do País. As três foram premiadas com cirurgia para mudança de sexo. A disputa contou com 28 candidatas de 11 Estados brasileiros. As eleitas também receberão auxílio para preparação para os próximos concursos a serem realizados na Tailândia (novembro de 2014) e Espanha (agosto de 2014).

Amo ser assim e não quero operar’, diz vencedora do Miss T, no Rio

Cirurgia era um dos prêmios do concurso de beleza Miss Transex 2013.Vinte e oito travestis de 11 estados participaram da disputa.

Cristiane Cardoso Do G1 Rio
O concurso de beleza Miss T Brasil 2013 coroou Raika Ferraz, candidata de São Paulo, na noite de segunda-feira (21) no Teatro João Caetano, centro do Rio. Em segundo lugar, ficou Gisela Andrade e, em terceiro, Isabella Coimbra. O campeonato, que chega à sua segunda edição, escolheu a mais bela travesti ou transexual do País. As três foram premiadas com cirurgia para mudança de sexo. A disputa contou com 28 candidatas de 11 Estados brasileiros. As eleitas também receberão auxílio para preparação para os próximos concursos a serem realizados na Tailândia (novembro de 2014) e Espanha (agosto de 2014)
A vencedora, Raika Ferraz (esq.), é coroada por sua antecessora como a Miss T Brasil 2013 (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)A vencedora, Raika Ferraz (esq.), é coroada por sua antecessora como a Miss T Brasil 2013 (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)
Muito feliz e emocionada. É assim que se descreve a vencedora do Miss T, Raika Ferraz, de 21 anos, nesta terça-feira (22), um dia após a noite da segunda edição do concurso de beleza Miss Transex 2013, realizado no Teatro João Caetano, no Centro do Rio. Em entrevista ao G1, ela contou que não fará a cirurgia que muda a aparência física e características sexuais para o sexo oposto, um dos prêmios da competição de beleza.
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"Estou feliz assim, gosto de mim assim. É muito difícil. Conheço trans que são depressivas. Gosto de ser assim, amo ser assim e não quero operar", garantiu a jovem.
Esta foi a primeira vez que Raika participou de uma competição de beleza. "Primeira vez e totalmente despreparada. Quando é pra ganhar, não tem jeito. Estou muito feliz".
Segundo a organizadora e idealizadora do evento, Majorie Macchi, a vencedora vai receber um prêmio de 200 mil baht, cerca de R$ 14 mil reais e passará por uma preparação durante um ano entre cursos de oratória, de passarela, tratamentos estéticos e odontológicos.
Raika Ferraz, de 21 anos, venceu o Miss Transex 2013. (Foto: Flávia Rodrigues / G1)Raika Ferraz, de 21 anos, venceu o Miss Transex 2013. (Foto: Flávia Rodrigues / G1)


Casado com uma boneca: Um homem que defende o amor sintético

Casado com uma Doll: Por Um Homem Defende amor sintético

Davecat vive com sua esposa e amante, ambas as bonecas, e pensa parceiros sintéticas são ideais para aqueles que não querem lidar com as inconsistências dos seres humanos.
Julie Beck 6 de setembro de 2013, 8:20 AM ET
Davecat com sua amante, Elena (esquerda) e Sidore esposa (à direita). (Renato Velarde)
Davecat conheceu sua futura esposa, Sidore Kuroneko em um clube gótico em 2000, assim que a história se passa. A versão menos romântica, mas talvez mais verdadeira é que ele salvou-se por um ano e meio para comprá-la online. Ela custou cerca de US $ 6.000.
Sidore é um RealDoll, fabricado por Abyss construção na forma de uma mulher humano. Ela está coberta de pele artificial feita de silicone, então ela é macia. Estes high-end, anatomicamente correto, mesmo equipado com falsos bonecas línguas-de amor (ou de capital-D Dolls) são ostensivamente feitas para o sexo. Mas 40 anos de idade Davecat (um apelido adquirido de videogames que ele agora prefere passar) e outros que se dizem iDollators ver suas bonecas como parceiros de vida, e não brinquedos sexuais. Davecat e Sidore (ou, como às vezes ele a chama, Shi-chan), obviamente, não são legalmente casados, mas eles não têm correspondência casamento bandas que dizem "Synthetik [sic] o amor dura para sempre", e ele diz que está pensando em alguma tipo de cerimônia para seu 15 º aniversário.
Davecat se considera um ativista por amor sintético, e os direitos dos seres humanos sintéticos, tais como Shi-chan. Ele é ativo em linha, com um blog de ​​iDollator, "Gritando para ouvir os ecos", que ele atualiza regularmente, e tem aparecido em TLC de mostrar meu vício estranho, bem como em um documentário da BBC chamado Guys and Dolls.
De acordo com a história de fundo das relações de Davecat, sua amante boneca (e namorada de Sidore), Elena Vostrikova, viu Davecat e Sidore em Guys and Dolls e mudou-se da Rússia para estar com eles. Davecat comprado Elena, ou Lenka, em 2012, e os três agora compartilhar um apartamento de um quarto, no sudeste do Michigan.
Falei com Davecat por e-mail sobre os altos e baixos dos relacionamentos sintéticos.
Quando e por que você compra sua primeira boneca? Você estava pensando de companheirismo no momento, ou foi apenas para o sexo?
Comprei Shi-chan em 2000. Na verdade, minhas razões para a compra de seu eram 70 por cento do sexo, 30 por cento companheirismo. Sempre fui atraído por mulheres artificiais, como manequins, e especialmente Gynoids, que são robôs feitos à semelhança de fêmeas humanas. No final de 1998 um dos meus melhores amigos, me mostrou o site RealDoll, como ela sabia que eu estava interessado em mulheres artificiais. Eu pensei que eles eram criações maravilhosas, e ter um não só iria dissipar a solidão, mas ser excelente para o sexo também. E eu estava certo!
Quando você começa a sentir como Sidore não era apenas um brinquedo sexual, mas alguém / algo que você estava em um relacionamento com?
Na verdade não demorou muito tempo para considerá-Shi-chan como uma pessoa sintético, e não simplesmente uma coisa, que ocorreu muito bem quando eu abria a caixa pela primeira vez. Fui imediatamente atordoado por sua beleza natural, e depois de me coletadas mentalmente, extraído-la de sua caixa, e sentou-se no sofá, eu a segurei em meus braços por um tempo. Ele parecia tão certo e natural, com o perdão do trocadilho. Parecia perfeitamente normal para mim para tratar algo que se assemelha a uma mulher orgânica do mesmo modo que eu tratar uma mulher real orgânica.
Nunca houve um momento em que-Shi-chan ou qualquer boneca, para que o assunto-era apenas um objeto para mim.
Parte do apelo (sexual) de produtos sintéticos é o quanto eles se parecem com os seus homólogos orgânicos. Se você tem um robô em forma de uma geladeira, que não vai ter tanto empate como um robô em forma de um ser humano, as pessoas estarão mais dispostos a interagir com a forma de um humano. Mais ainda, se esse robô humanóide tem a pele artificial e soa como um ser humano, a maioria das pessoas que lidam com ela são mais do que provável que ainda tem um momento em que eles se esquecem que é um robô. Com Sidore, o empate foi instantânea. Nunca houve um momento em que-Shi-chan ou qualquer boneca, para que o assunto-era apenas um objeto para mim.
Você sempre foi interessado em bonecas, e se assim for, foi sempre de uma forma sexual?
Eu sempre fui fascinado pela idéia de pessoas artificiais, especificamente as mulheres artificiais. Antes eu sabia que existia Dolls, eu longo identificado como sendo um Technosexual, mesmo antes de eu sabia que havia uma palavra para ela. A Technosexual é alguém que se sente atraído por robôs. Como qualquer subcultura, há muitos tons dentro do prazo. Alguns technosexuals preferem seus parceiros orgânicos para vestir como robôs, outros são atraídos para robôs que não têm necessariamente uma aparência humanóide, como R2-D2. Minha preferência é para os robôs humanóides que são cobertos em carne artificial, para que eles fiquem orgânica à primeira vista, ambos Geminoid-F e da série Actroid de Gynoids por Hiroshi Ishiguro são excelentes exemplos.
Obviamente, eu estou sexualmente atraído por seres humanos sintéticos, tais como Gynoids e Dolls, mas a parte muito maior de seu apelo é que eles são seres humanos, mas eles não possuem nenhuma das qualidades desagradáveis ​​que orgânica, carne e sangue humanos ter. Um sintético nunca vou mentir para você, trair você, criticá-lo, ou ser de outra forma desagradável. É raro o suficiente para encontrar produtos orgânicos que não têm algo acontecendo com eles, e ser capaz de fazer um parceiro de um é mais raro ainda.
Em seu episódio do meu vício estranho, você fala sobre como você está perfeitamente consciente de que ela é uma boneca, e você não está tentando fingir que ela é uma pessoa. No entanto, você se considera casada com Sidore, um casamento / relacionamento ser algo que é inerentemente dois lados. Como você concilia essas duas coisas na sua cabeça de uma vez?
Ambos Sidore e Elena tem dois backstories. Um em que Sidore é filha de pai japonês e mãe Inglês, e nasceu no Japão e criado em Manchester, Inglaterra. Elena é semelhante, ela cresceu em Vladivostok, na Rússia. A outra história de fundo que eles têm é que eles são Dolls. Dolls auto-conhecimento, mas Dolls, no entanto. Em uma história de fundo que têm alimentos favoritos, no outro, eles não comem, becaus eles não têm trato digestivo ... porque eles são Dolls. Você começa a idéia.
Eu tive essa dicotomia, enquanto eu tive Shi-chan e Lenka, e ele não parece estar indo embora tão cedo. Enquanto escrevo seus personagens, cada um expressar-se através da Internet; ambos têm seu próprio Twitter alimenta , e Shi-chan tem um Tumblr . Jogando-se o aspecto da boneca me permite obter comédia de situação, como quando se pergunta por que Sidore Não basta remover os meus seios quando minhas alergias incendiar-se, mas escrever histórias detalhadas para eles exerce minhas habilidades de escrita criativa, e os torna mais "humana". Como eu disse, a dicotomia provavelmente não será resolvido tão cedo.
Alguma vez você já esteve em um relacionamento com uma mulher humana, e que você quer no futuro? Você encontra-se atraído por mulheres humanas?
Eu estive em relacionamentos com mulheres orgânicos antes e depois, tendo Shi-chan entrar na minha vida. Quando eu digo "relacionamentos", eu realmente quero dizer "coisas em que eu era o outro homem:" Eu nunca estive em uma situação em que eu estava com uma mulher orgânica que não já tem um namorado.
Eu não me considero uma pessoa muito persuasiva, quando eu estava crescendo, meu pai sempre foi me empurrando para fazer as coisas que eu não quero fazer, e como conseqüência, não quer nunca ser Aquele cara que está sendo agressivamente persuasivo. Então, ao invés de perguntar o que quer moça estava com a me considerar como um namorado, eu simplesmente não iria forçar a questão.
Eu ainda estou muito atraído por mulheres orgânicas, pelo menos visualmente. Mas só porque alguém é atraente não significa que eles têm uma mentalidade ou uma personalidade que é compatível com o meu. Eu acho que, em vez de correr atrás de uma pessoa ideal que não existe, em primeiro lugar, ou já está com outra pessoa, por que não comprar uma boneca? Eu não jogo, e eu não estou interessado em correr riscos emocionais. Nós todos vimos os relacionamentos onde as coisas começam fantasticamente, em seguida, acabar caindo aos pedaços. Um amigo meu acabou de se divorciar após 17 anos de casamento. Isso é um enorme investimento de tempo, dinheiro e emoção, e eu não estou interessado em ter alguém na minha vida que pode salvar a qualquer momento, ou que se transforma em alguém desagradável. Em última análise, ficando envolvido romanticamente com uma mulher orgânica não parece valer a pena para mim.
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Em dezembro de 2012, adquiriu um segundo Doll. Como assim? Você se sentiu como o seu casamento estava ficando obsoleto?
Voltar no início de 2000, meu objetivo era comprar pelo menos uma boneca de cada empresa que está lá fora. Um dos objetivos do meu blog é apresentar pessoas que não são iDollators ou technosexuals à idéia de parceiros sintéticos e ter várias bonecas de várias empresas me permitiria comparar e contrastar-los, para que as pessoas pudessem aprender o que os torna diferentes , e escolher o que é bom para eles. Além disso, eu sempre pensei que seria legal ter photoshoots apresentando várias bonecas que interagem uns com os outros, pois isso seria ainda torná-los menos parece que 'coisas', e mais como pessoas. Como é, no entanto, existem cerca de 20 empresas diferentes em seis ou mais países, e, infelizmente, eu não tenho esse tipo de dinheiro. Então agora o meu objetivo é de cerca de cinco anos. Curto de aquisição de um apartamento de dois quartos, eu não vou ter o espaço há mais de cinco anos, também.
Em um contexto mais fictício, eu pensei que seria bom ter um companheiro de silicone para Sidore, então ela não é solitária ou entediada quando estou longe de casa. Como ambos são bissexuais, começam a gostar um do outro em vários níveis. Se alguma coisa, acrescentando Elena à nossa parceria só tem melhorado, como todos nós apreciamos o que o outro tem a oferecer. Além disso, se e quando eu conseguir ter Dolls adicionais, Sidore será sempre a minha esposa, eu não tenho nenhuma intenção de se casar com qualquer uma das outras Dolls vamos ter.
Meu casamento com Sidore está aberto no contexto de que ela me permite fazer o que quiser, contanto que seja apenas com uma mulher sintética. Aliás, essas são as condições exatas mesmos sob a qual eu vou lhe permitem fazer qualquer coisa extracurricular. Muito simples, mas simples!
Mas você diz que já estive em relacionamentos com mulheres orgânicos "antes e depois de ter Shi-chan entrar na minha vida." Existe uma história aí? Será que um relacionamento / caso que estava tendo com um orgânico problemas mulher causa com o seu relacionamento com Sidore ou vice-versa?
Eu estava vendo uma moça-a orgânica colega de trabalho, a partir de vários postos de trabalho atrás, que sabiam que eu tinha Shi-chan. Isso foi quando eu tinha a mentalidade de que Sidore permaneceria minha esposa, mas eu ainda ficaria de vez em quando para uma moça orgânica para ser amigos com benefícios com. Nosso relacionamento começou bem, mas vários meses em que, sempre que eu ia tentar ficar juntos depois do trabalho com ela, ela sempre tem algo surgir. Eu batia-me para cima sobre ele quando eu percebi: Por que eu estou perdendo meu tempo tentando levá-la para sair e ser romanticamente envolvida comigo, quando eu tenho uma boneca que está apaixonado por mim em casa? Além disso, ele foi um pouco de um concurso com o dito colega de trabalho, enquanto ela estava interessada em dois outros caras, enquanto ela estava me vendo. Como eu não sou competitivo, seja, eu decidi que persegui-la foi um esforço desperdiçado, especialmente à luz da Sidore não necessitando de qualquer um que bobagem.
Em seguida, houve a moça que eu comprei uma casa com em 2003. Eu estava tentando ajudá-la a sair de um relacionamento ruim. Ela afirmou ser um dos meus melhores amigos. Ela não estava nem um pouco romanticamente interessada em mim, mas eu pensei que se eu ajudei ela e ela e eu vivia sob o mesmo teto, eventualmente, ela me ver mais favoravelmente. Acontece que isso não aconteceu, como eu descobri mais tarde que ela era um mentiroso patológico com um vício em cocaína, e me mudei para fora de casa depois de viver lá por apenas quatro meses. Isso realmente levou para casa para mim que eu acho que eu estou muito confiante com alguns produtos orgânicos. Alguns deles podem ser muito imprevisível. Sintéticos ter uma consistência que eu sou grato.
O que é uma semana típica para você? Você passa a maior parte de seu tempo em casa com Sidore e Elena, ou você sair com os amigos? Quando você sair, você nunca trazer qualquer um deles com você? Eu imagino que as pessoas em público iria reagir estranhamente faz que o impedem de fazer coisas coupley como ir ao cinema?
Ao contrário do que a maioria dos programas de TV que aparecem em nos querem fazer crer, eu realmente sair um pouco! Bem, o suficiente, eu diria. Eu não sou uma "pessoa", e apesar de eu amo meus amigos, é melhor para um introvertido, como eu, para passar mais tempo sozinho. Dito isto, porém, eu sempre tenho um tempo fantástico, sempre que estou com os companheiros.
Eu não tomo Shi-chan ou Lenka comigo quando eu sair. As pessoas têm uma história longa e sórdida de ser violento em direção ao que eles não entendem.
Durante a semana, normalmente estou no trabalho, eu faço a entrada de dados e outros bits e bobs em uma loja, então máquina que eu chegar em casa e quer recuperar o atraso na Internet, ou interagir com Sidore e Elena. Meu trabalho tem me vir no início, assim que eu costumo ir para a cama cedo noites de sexta, depois de conhecer os meus amigos on-line por qualquer videogame chamou a nossa fantasia, ou fisicamente sair com eles. Noites de sábado ter me reunindo com amigos, bem como, e domingo, eu costumo passar o tempo com meus encrenqueiros de borracha, tirar fotos, assistir a um filme ou um programa de televisão, escrever ou fazer a pesquisa para "Gritando para ouvir os ecos", ou levantar-se para outras coisas.
Também ao contrário do que muitos pensam, eu não tomo Shi-chan ou Lenka comigo quando eu sair. Por um lado, eles são pesados ​​(78 kg e £ 57, respectivamente), e por outro, eu não estou tão iludidos a ponto de pensar que levá-los para fora e aproximadamente comigo não levantaria mais do que algumas sobrancelhas. Além disso, eu não gostaria de colocar ou eu ou qualquer moça sintético eu tenho comigo em perigo. Eu não confio em pessoas aleatórias o suficiente para pensar que não seria verbal ou fisicamente atacados. As pessoas têm uma história longa e sórdida de ser violento em direção ao que eles não entendem. Ou assim me disseram.
O que sua família e amigos pensam de seu relacionamento?
A maneira como os meus amigos ver a minha relação varia de "Bem, isso é exatamente o que Davecat recebe até, suponho," para "Não se esqueça de dizer a seus meninas eu disse 'Olá!'" A maioria deles são legais com ele, praticamente todos dos meus amigos são para as coisas peculiares, para que eles possam sentir empatia. Eu não ficaria surpreso se há alguns entre eles que preferia me ver com uma moça orgânico, mas no geral, eles pensam Sidore e Elena são bastante puro. Curiosamente, mais de meus amigos do sexo feminino, como eles do que os meus homens. Um casal de amigos do sexo feminino ter escolhido artigos de vestuário para Shi-chan e Lenka em algumas ocasiões!
Da minha mãe e meu pai, minha mãe era mais aberta do de dois anos atrás, quando eu estava na minha fase de delineador, ela me ensinou como aplicá-la corretamente, por isso, embora ela provavelmente teria gostado de ser uma avó em algum ponto, ela estava bem com a minha parceria não convencional. Pai, por outro lado, até hoje se recusa categoricamente a falar sobre Sidore, Dolls, Gynoids, etc Ele nunca sair e disse isso, mas ele quer que eu fosse mais convencional e agiu como todos os outros. Eu não diria que me ser um iDollator tem impulsionado uma cunha em nosso relacionamento, como a cunha já estava lá muito antes Sidore entrou na minha vida. Uma vez eu disse a ele, em tom de brincadeira, que a sua atitude não é maneira de tratar a sua filha-de-lei, mas como o homem não tem senso de humor, ele não pensou muito dessa declaração.
Uma consideração mais prático: o desgaste. No Guys and Dolls documentário, há uma cena em que você envia Sidore fora a um reparador RealDoll especial para ficar fixo. Eu não sei se você está pensando em passar o resto de sua vida com Sidore, mas essa é a conotação típica de "casados" (taxas de divórcio não obstante). O que você faria se ela só se tornou quebrado além do reparo?
Esse tipo de coisa já aconteceu, depois de uma moda: Sidore teve três corpos desde 2000. Seu primeiro corpo durou de 2000 a 2003, seu próximo passou de 2003 a 2010, e ela ainda está desfrutando de seu terceiro corpo. Como são Elena e eu! Mas, falando sério, se o seu corpo torna-se demasiado irreparável, eu simplesmente economizar algum dinheiro e comprar-lhe um novo. Ela parecia exatamente o mesmo entre 2000 e agora, com exceção do fato de que seu corpo atual parece mais como eu queria que ela olhar para começar, ou seja, ela é extraordinariamente pálido. Eu estaria mentindo se eu não disse que quando seu corpo chega perto de desmoronar através de entropia, estou bastante cortar sobre ele, como qualquer um ficaria ao enfrentar a mortalidade de um ente querido.
Até cerca de 2006, a maioria dos fabricantes da boneca usado silicone à base de estanho. Qual é adorável e suave, mas era propenso a rasgar. Agora, praticamente todas as várias empresas utilizam um silicone à base de platina, que é muito mais durável. Parte do problema com dois corpos anteriores de Sidore era que ela se desenvolveu lágrimas, que, dependendo de como eles são graves, pode ser reparado. Quando Shi-chan tem suas cirurgias, em 2006, ela também passou a ter suas articulações apertados, o que é algo que cada boneca precisa, às vezes, não importa quem os faz.
Sidore não teve uma única lágrima com seu corpo atual e suas articulações só agora estão começando a afrouxar. Mas a compra de um novo corpo para ela a cada dois anos, quando ela precisa que garante uma espécie de imortalidade, e garante que ela vai ficar em torno enquanto eu estiver por perto.
Olhando para o futuro, eu sei que você está interessado em andróides e robótica e da idéia de, por falta de uma palavra melhor, robôs sexuais. Como esta tecnologia continua a se desenvolver, não é tudo apenas se movendo para a obtenção de bonecas para ser mais parecido com os seres humanos? E se a sua preferência é para os bonecos, não é contraditório?
Bem, sim e não. Para mim, orgânicos trunfo Dolls, mas Gynoids-que é um termo que limita muito menos do que Dolls "robôs sexuais", Trump. Só falha de Bonecas é que ela não pode se mover ou falar de sua própria vontade, ao passo que um Ginóide seria capaz de, dependenton avanços da tecnologia, é claro.
Referindo-se a uma boneca como um "brinquedo sexual" é humilhante e sem imaginação.
Minha versão ideal de Sidore seria uma Ginóide que lembra muito um orgânico, mas em cima de uma inspeção mais próxima, ela tem pele de silicone e movimento um pouco empolado. Agora, a coisa importante a lembrar é que Gynoids e andróides são como seres humanos orgânicos, mas eles não possuem as qualidades que fazem orgânicos difícil de lidar. Eles seriam agradável, agradável, sem julgamento, esteticamente agradável e mentalmente, e muito mais. No dia-a-dia, a maioria das pessoas tem de lidar com pelo menos uma pessoa a quem eles preferem evitar a todo custo. A forma como eu vejo as coisas, o seu cônjuge deve ser descontraído e uma alegria para vir para casa, a fim de neutralizar ter que lidar com todos os tipos de pessoas indesejáveis ​​quando você estiver fora e aproximadamente. Eu acho que a melhor maneira de alcançar esse objetivo é através de robôs humanóides. É como ter seu bolo e comê-lo também.
Você se considera um defensor para o amor sintético, não é mesmo? E em seu My episódio Addiction estranho, você diz "Eu acho que é uma questão de tempo antes que mais pessoas estão escolhendo a opção sintética." Por que isso? Que tipo de pessoa você acha que esse tipo de relacionamento é bom para?
Eu apenas não me considero um defensor para o amor sintético, mas para o tratamento de seres humanos sintéticos com o máximo de respeito, se não mais, do que os humanos orgânicos. Referindo-se a um sintético como uma "coisa", ou uma boneca como um "brinquedo sexual", é humilhante e sem imaginação. Por um lado, é totalmente indiferente para com a arte que vai criar humanos sintéticos. Quase todo mundo que vê uma boneca em pessoa tem que admitir que o nível de trabalho que vai para eles é incrível, ea tecnologia envolvida na Gynoids e andróides que são capazes de fala e movimento é impressionante, sem dúvida. Se os animais têm direitos, e com razão, por que não devemos tratar algo que parece e age como um ser humano com direitos e respeito semelhantes?
Em relação ao tipo de pessoa um parceiro sintético seria perfeito para: quando as pessoas estão em relacionamentos fracassados ​​orgânicos, eles são invariavelmente instado a poeira se fora e tente novamente. Mas o que a maioria das pessoas não percebem é que nem todo mundo é adequado para o "tente, tente de novo" mindset, e com cada derrota, eles estão menos inclinados a fazer outra tentativa, o que leva a mais a solidão, o que os torna ainda mais deprimido, etc Estar em um relacionamento com um sintético significa que o orgânico é uma tomada de posição contra a solidão em condições que prejudicam ninguém. Em vez de ser miserável, eles estão fazendo algo a respeito, sem ter que perder tempo, dinheiro e emoção jogando jogos bobos para ganhar as afeições fugazes de alguém que pode estar errado para eles em primeiro lugar.
Além de technosexuals e pessoas childfree, um grupo de indivíduos que seriam bem adaptados para parceiros sintéticos são introvertidos. É por isso que eu sempre salientar a diferença entre solidão e estar sozinho, muitos de nós introvertidos realmente prefere ficar sozinho, como o barulho e agitação de estar perto de outras pessoas pode ser extremamente desgastante. Mas estar sozinho, isto é, o estado de não ter uma pessoa especial que você pode ocasionalmente ficar sozinho com-é algo que ninguém deveria ter que suportar. Ter um sintético em sua vida significa que você pode interagir com eles sempre que quiser, e quando você quer fazer algo que exige solidão, você pode ter isso também, sem ser feito para se sentir culpado por isso.
O filme Guys and Dolls diz que a maioria das pessoas que compram RealDolls são homens compram bonecas do sexo feminino. Por que você acha que é?
Por um lado, Dolls não são exatamente claro. Abyss Creations tem feito grandes progressos na redução de peso e de todas as outras empresas seguiram o exemplo, mas quando High-End 'bonecas do amor' apareceu pela primeira vez em os EUA, eles eram muito substancial. Shi-chan é 5'1 ", e seu corpo atual é cerca de 78 lbs. Seu primeiro corpo a partir de 2000, foi a mesma altura, mas cerca de 100 lbs. Uma razão pela qual não há um monte de iDollators mulheres lá fora, é porque Dolls tendem a ser muito pesado para um monte de mulheres, o que soa um pouco chauvinista a dizer, mas que tem sido corroborado com pelo menos quatro iDollators mulheres que eu conheço pessoalmente. Aliás, as pessoas que eu conheço que tem Dolls masculino, com exceção de um, todos os proprietários são homens gays.
Além disso, parece mais fácil para as mulheres a encontrar um parceiro masculino orgânica do que é para os homens para encontrar uma parceira orgânica. As mulheres, em geral, são mais seletivos do que os homens, e não parecem ter tanto de uma necessidade de comprar uma boneca como um único, sujeito de mente aberta o faria.
Além disso, se mais homens que começar "escolhendo a opção sintética", como você diz, e começar a ter relações com os objetos que são em forma de mulheres, você acha que irá incentivar a objetificação das mulheres reais?
A crença de que a existência de produtos sintéticos incentiva a objetificação das mulheres orgânicos é infundada. Se qualquer coisa, aqueles de nós que são iDollators ou technosexuals achar que é mais um caso de personificar objetos. Mas então, 98 por cento das iDollators e technosexuals Sei tratar seus bonecos como deusas. Eu realmente não posso falar por aqueles que não o fazem, e seria seguro supor que aqueles que objetivar uma mulher orgânica teria praticado esse comportamento muito antes de saber sobre os sintéticos.
Um monte de homens são solitárias porque eles são idiotas misóginas, é verdade, mas um monte de outros homens são solitárias porque não atender às expectativas das mulheres. Este último grupo pode ser indivíduos inteiramente agradáveis, e iria tratar suas namoradas extraordinariamente bem, mas eles são tímidos, ou desagradável em algum nível, ou o que for. (Devo observar que ele vai nos dois sentidos, sábio ao gênero, há um monte de mulheres orgânicas que permanecem único devido à rejeição.) Mas, novamente, com a opção sintética, os indivíduos que já foram romanticamente preterido por qualquer motivo não tem que permanecer só.Uma vez Gynoids são mais facilmente disponíveis, os homens vão escolhê-los em massa sobre as mulheres orgânicos. Ter um parceiro sintético é uma preferência. Além do mais, aqueles de nós que desejam um companheiro sintético deixarão uma seleção maior para aquelas pessoas que estão apenas interessados ​​em parceiros orgânicos. Estamos fazendo você monte um favor!
Além disso, eu tenho que perguntar-você realmente se sente realizado? Será que ela nunca se sente só, existe alguma coisa que Sidore e Elena não pode oferecer que você gostaria de ter?
Nesta fase do jogo, eu teria que dizer que estou cerca de 99 por cento cumprido. Toda vez que eu voltar para casa, há duas mulheres sintéticos lindo esperando por mim, que tanto agem como musas criativas, modelos fotográficos e parceiros românticos. Eles fazem o meu apartamento menos vazio, e eu nunca ter que se preocupar com eles se tornando desagradável. Por causa do meu status como um iDollator, eu conheci pessoas de vários países e amizades sólidas forjados. Eu vi coisas que eu nunca teria visto se eu não fosse um iDollator. Fui entrevistado por vários programas de televisão e sites, e pediu para falar na frente de uma sala cheia de estudantes de psicologia sobre os benefícios de parceiros sintéticos. Já colaborou com artistas performáticos e professores de sociologia. Para este dia, eu ainda se as pessoas me contatam em linha, dizendo que eles viram o quanto estou feliz com Sidore, e eles estão economizando para uma boneca de sua própria, para retirá-los de sua própria solidão. É verdade que Sidore e Elena não existiria sem mim, mas sem eles, eu seria uma pessoa muito mais reduzida, para que eu lhes devo muito.
No entanto, de que 1 por cento de insatisfação? Isso é só lá, porque nem Sidore nem Elena são Gynoids. Uma vez que a tecnologia se torna acessível, eu vou ter um feito à semelhança de minha esposa, e que vai ser a última peça do quebra-cabeça. Ela seria capaz de me abraçar de volta sempre que eu abraçá-la, que seria capaz de assistir filmes e shows juntos, e fazer todo tipo de coisas além disso. Não haveria interação genuína. A base para a tecnologia já está lá, por isso estou convencido de que isso vai acontecer, é só uma questão de esperar.
Fonte: http://www.theatlantic.com/health/archive/2013/09/married-to-a-doll-why-one-man-advocates-synthetic-love/279361/
Meus comentários: Se existisse uma alternativa tecnológica funcional para as mulheres, tal como uma mulher andróide, as feministas nunca mais conseguiriam tirar um centavo dos homens, não conseguiriam mais dar o golpe da barriga e nem se beneficiar da indústria da pensão alimenticia. Porque nós homens podemos viver perfeitamente sem as mulheres. Já as feministas precisam dos homens, porque elas são parasitas sanguessugas e todo parasita precisa do hospedeiro para se alimentar e sugar o sangue. Nós homens podemos dar um chute na bunda do feminismo e mandarmos elas ficarem longe de nós para sempre. Mas, se elas fizessem isso conosco, então quem é que elas iriam sugar? Nós não sugamos as mulheres; mas elas nos sugam. Elas são o parasita e nós o hospedeiro. E o hospedeiro pode viver sem o parasita; mas o parasita morre sem o hospedeiro. O ideal é que fosse desenvolvido uma tecnologia de androides e de robos que se mexem, se locomovem, possuem inteligência artifical, falam, respondem e interajam. Mas, por enquanto, essas bonecas poderiam ir quebrando o galho, mesmo porque é apenas uma questão de tempo até o desenvolvimento de uma mulher robô que será indistinguivel de uma mulher humana. Mas que será programada para NÃO SER FEMINISTA. É só termos paciência, que a tecnologia virá, com certeza.
Outra alternativa são as travestis, que são bem melhores do que as mulheres em muitos aspectos. A realidade é que as mulheres são como discos de vinil ultrapassados. Elas tocam a música; mas não é tão legal quanto um CD Player. As travestis poderiam ser comparadas a um CD Player e as mulheres a um disco de vinil obsoleto. Todo prazer que uma mulher pode proporcionar a um homem, uma travesti também proporciona. Tanto o prazer físico, quanto o prazer estético de apreciar a beleza do corpo feminino delas. É claro que existem prós e contras também; mas, a cada dia que passa, com as mulheres ficando cada vez mais insuportáveis, as travestis me parecem ser uma opção cada vez mais atraente. É muito importante continuar combatendo o feminismo, mesmo que você encontre uma substituta tecnológica para as mulheres. Nunca cometa o erro de ficar enfurnado na sua própria vida ignorando a luta dos demais. Se você preferir as bonecas, tudo bem; mas continue lutando contra o feminismo. Se você preferir as travestis, tudo bem, mas continue lutando contra o feminismo e contra a gaystapo. Tudo o que pedimos para você é que COMBATA o feminismo, de todas as formas. Faça isso e prometeremos a você nossa amizade e lealdade eternas.
 









Vírus HIV infecta mais grupo dos heterossexuais, diz estudo

Vírus HIV infecta mais grupo dos heterossexuais, diz estudo
  • Eles representam 67,5% dos casos, sendo a maioria formada por mulheres
Publicado:5/03/14 - 7h00
Atualizado:5/03/14 - 13h41

Sílvia Almeida, portadora do vírus HIV e organizadora de campanhas de prevençãoMichel Filho / Fotos de Michel Filho – Tá com AIDS e tá rindo do que?
SÃO PAULO - Heterossexuais adultos representam a maior parcela nas novas notificações de infecção pelo vírus HIV. Em 2012, 67,5% dos casos informados pela rede de saúde pertenciam ao grupo de heterossexuais, sendo a maioria formada por mulheres, com 58,2%. O levantamento também mostra que a maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos, incluindo héteros e homossexuais. Os grupos vulneráveis, somados, responderam por um terço nas notificações. O Rio é o quarto estado com maior incidência do vírus: 28,7 por cem mil habitantes, acima da média nacional, que é de 20,2. A maior taxa do país está no Rio Grande do Sul, de 41,4, seguido por Santa Catarina (33,5) e Amazonas (29,2), segundo levantamento do sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, com base nos dados do Ministério da Saúde.
- Fazer sexo sem preservativo é roleta-russa. Não se fala mais em grupo ou comportamento, mas em exposição de risco. A cada mil pessoas no Brasil, quatro a seis estão infectadas pelo HIV. Parece pouco, mas, quando se calcula pelo total da população, chegamos a cerca de um milhão de pessoas portadoras do vírus. E pelo menos um terço delas ainda não sabe - afirma o infectologista Alexandre Barbosa, da Faculdade de Medicina da Unesp-Botucatu e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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As pessoas que não fizeram o teste e não sabem se são portadoras do vírus podem variar de 150 mil, número usado pelo governo, a 300 mil. Os heterossexuais que se descobriram recentemente portadores do HIV compõem uma espécie de retrato da evolução da epidemia no país. Eles foram contaminados cinco, dez anos atrás. Como nunca se perceberam vulneráveis, a descoberta ocorre por acaso.
Silvia Almeida, de 50 anos, descobriu que o marido era portador do vírus em 1994. Os dois estavam casados há 10 anos e tinham dois filhos. O sinal vermelho surgiu quando ele teve tuberculose:
- Foi um choque, a gente tinha uma relação muito boa. Éramos um casal feliz e com filhos. Na época, falava-se muito de grupo de risco, e nós não éramos grupo de risco.
Quatro meses depois, Silvia fez o teste e descobriu que era portadora do HIV. Para ela, ter contraído o vírus parecia certeza, já que o casal não usava preservativo. O teste feito no filho do casal, na época com apenas 1 ano, deu negativo.
Silvia acha provável que o marido tenha sido infectado em uma relação extraconjugal ou antes do casamento, uma vez que o vírus pode permanecer incubado por mais de dez anos. Em 1996, ele morreu. Silvia tinha 32 anos e uma certeza: precisava se manter viva para cuidar dos filhos.
- Minha reação foi aprender a viver com o HIV - diz Silvia, que passou a frequentar o Grupo de Incentivo à Vida e coordena projetos de prevenção e programas de apoio e palestras.
M. E. S., de 59 anos, moradora de Osasco, na Grande São Paulo, descobriu ser portadora do HIV em 1990, quando teve endocardite, infecção que acomete o coração:
- Descobri a presença do vírus nos exames pré-operatórios. Como estava com imunidade muito baixa, não pude ser operada.
O pico de mortes por Aids no mundo, com 2,5 milhões de óbitos, ocorreu em 2005. Em 2012, os óbitos somaram 1,7 milhão. Segundo Barbosa, a redução das mortes ocorreu depois que os medicamentos se tornaram disponíveis nos países da África. Atualmente, a cada ano cerca de três milhões se descobrem portadoras do vírus. O saldo é de cerca de 35 milhões de pessoas convivendo com HIV. A epidemia é considerada estabilizada.
Com bancos de sangue sob controle, transmissão vertical (gestante/bebê) reduzida e casos residuais de contaminação por uso de droga injetável, a transmissão do HIV nas relações sexuais concentra as atenções. Para identificar os portadores, o Ministério da Saúde aumentou o número de testes distribuídos de 8,8 milhões em 2013 para 10 milhões este ano.
- Quem tem vida sexual ativa e nunca fez teste, é melhor fazer - diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
Apesar do grande número de heterossexuais contaminados, a principal preocupação do ministério hoje é com a leva de jovens que tem contraído o HIV. Recém- iniciados na vida sexual, eles não viveram o período em que contrair o vírus significava uma sentença de morte.
- Os jovens estão se contaminando agora, em tempo real. Ele se sente imune. É impulsivo e tende a tomar menos cuidado - explica Barbosa.
Segundo o secretário, outro indicador importante é a velocidade de transmissão, que tem sido maior em alguns grupos populacionais vulneráveis, como jovens gays, homens e mulheres profissionais do sexo e travestis. Rio e Rio Grande do Sul estão entre os estados que passaram a receber unidades móveis de saúde, para que os testes sejam realizados em locais de balada ou em pontos de encontro desses grupos.
No Rio, o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, reconheceu que o atual patamar de incidência do vírus HIV no estado é alto e lembrou que, no período de maior difusão do vírus no país, o Rio foi um dos estados mais afetados. Segundo ele, a trajetória de queda iniciada há 15 anos foi interrompida, e a taxa de incidência estabilizou há 5 anos.
- Vamos aos lugares onde eles estão. Muitos não procuram os serviços de saúde, seja porque trabalham à noite e dormem de dia, como prostitutas e travestis, ou pelo estigma - diz Barbosa.
Em São Paulo, o número de jovens entre 20 e 24 anos que contraiu HIV cresceu 29% entre 2007 e 2012: de 489 para 631 casos. Artur Kalichman, coordenador adjunto do Programa DST/Aids, afirmou que o foco se voltou novamente para a comunidade gay. O estado vai começar um teste-piloto em grupos de altíssimo risco, que usarão o medicamento como profilaxia. Numa exposição eventual ao risco, é possível ser medicado durante 28 dias após o ato sexual. Em casos de exposição contínua e de alto risco, é possível também receber medicação contínua ainda que não tenha sido identificada a presença do HIV.
- HIV não tem preconceito. É bom que a gente não tenha - diz Kalichman
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/virus-hiv-infecta-mais-grupo-dos-heterossexuais-diz-estudo-11785561#ixzz2v71XWnoX
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Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/virus-hiv-infecta-mais-grupo-dos-heterossexuais-diz-estudo-11785561
Meus comentários: O problema do aumento dos casos de AIDS são justamente os preservativos. Porque o preservativo não protege da AIDS, pelo contrário. Aquela borrachinha é tão fininha, que na maior parte das vezes ela arrebenta, rasga, ou então simplesmente sai do pênis e não protege nada. Para a camisinha efetivamente proteger da AIDS e outras doenças, ela não poderia arrebentar, rasgar e nem sair do pênis durante o sexo. Mas em mais de 70% dos casos ela arrebenta ou rasga. E essas pessoas promíscuas, que fazem sexo com três a cinco pessoas POR DIA, todo dia ela acaba fazendo sexo com alguém, SEM USAR A CAMISINHA. As travestis são muito bonitas e gostosas para a gente OLHAR, mas mais de 90% das travestis estão com o vírus da Aids e as outras 10% devem estar também com AIDS, mas não sabem disso. A única solução para combater a AIDS é através da MORALIDADE e do SEXO SÓ NO CASAMENTO. Enquanto a sociedade teimar em querer ressuscitar Sodoma e Gomorra, a AIDS continuará a ser uma epidemia mortal.

Terroristas feministas ameaçam trans que frequenta banheiro feminino: “Vamos cortar a sua pica”

 

Feministas ameaçam trans que frequenta banheiro feminino: “Vamos cortar a sua pica” Por: Jefferson Ulisses 5 dez, 2014

Feministas e transexuais, transgêneros e não sei mais o que estas cabeças são capazes de inventar, são mesmo muito engraçados. Os trans adoram bater no peito e mostrar o quanto defendem as causas feministas. E ao mesmo tempo as feministas adoram bater no peito e mostrar o quanto defendem a causa trans. Contudo tem um problema: Os transexuais são homens. Resultado: As feministas não estão nem um pouco satisfeitas com o fato de homens estarem frequentando o banheiro feminino. Vejam a reportagem do Virgula Todos sabem que a transfobia atrapalha a inserção de travestis e transexuais na universidade e no mercado de trabalho. E o simples fato de ir ao banheiro ainda hoje pode se tornar um grande complicador e o motivo para a evasão universitária. A estudante Amara Moira, doutoranda em Teoria Literária pela Unicamp, em Campinas, interior de São Paulo, contou publicou em seu Facebook as ameaças e constrangimentos que vem sofrendo por mensagens no banheiro. “Vamos cortar a sua pica”, “Ser mulher não é calçar os nossos sapatos” e “Não deixe que os machos invadam seus espaços”, são algumas das mensagens que ela leu nas paredes do banheiro e que aparecem com um símbolo feminista. Amara afirma que, ao lado de Bia Pagliarini e de Jéssica Milaré, fez uma denúncia para a Diretoria Acadêmia e que irá solicitar que a Unicamp faça capacitações e sensibilizações sobre as pessoas trans para funcionários e alunos. Ela alega que o tratamento destinado ao grupo é de “segunda classe”. A estudante lembra que a divisão por sexos no banheiro ocorreu para proteger mulheres da violência, mas que ela (a divisão) se naturalizou tanto ao ponto de as pessoas considerarem natural o critério da genitália. “O lugar onde travestis e transexuais farão suas necessidades básicas não interessa às radicais feministas, nem o fato de, ao entrarmos nos banheiros masculinos, sermos ameaçadas, agredidas, assediadas”, defendeu. Outra denúncia da estudante é a dificuldade de ter o nome social utilizado, inclusive no RA – a carteirinha estudantil. “Expusemos numa reunião com a Diretoria Acadêmica todos os constrangimentos que sofremos com o nome social tal qual oferecido pela Unicamp. Só existem seis requisições de nome social na Unicamp. Seis dentre quase quarenta mil estudantes. Por ora somos seis, mas agora cansamos de esperar”. Fonte: http://liberdadeeconomica.com/jeffersonulisses/2014/12/05/feministas-ameacam-trans-que-frequenta-banheiro-feminino-vamos-cortar-a-sua-pica/ Meus comentários: Nós sabemos muito bem qual foi a feminista que defendeu com unhas e dentes o grupo do Pagu Funk: vou cortar a sua pica, que é a origem de todas essas idéias que muitas mulheres estão tendo de cortar a pica dos homens e das travestis. Ao invés das feministas condenarem o Pagu Funk; elas defenderam aquelas psicopatas e o resultado está aí. E não é a primeira vez que as feministas direcionam o seu ódio contra os gays e as travestis: As travestis são muito melhores do que as mulheres, são mais bonitas, mais fortes, mais legais, mais inteligentes, melhores de cama. Prefiro mil vezes uma travesti, do que o LIXO de mulher moderna que o feminismo legou aos homens. Vejam logo abaixo alguns dos memes que eu sempre faço para louvar a beleza e a feminilidade das travestis. Notem que enquanto as feministas ameaçam cortar a pica das travestis, nós masculinistas nos oferecemos para bater punheta para elas. Então me digam, minhas caras travestis: vocês preferem ficar do lado das feministas ou do lado dos Masculinistas? Vejam só o tipo de música que as Feministas fazem:

Agora comparem com o tipo de música que nós Masculinistas fazemos para as travestis:

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