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Feminismo Diabolico

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A importância das revistas no desenvolvimento de um país

Eu sempre tentei entender por que as coisas são como são. Por que algumas pessoas são ricas e felizes e outras não. Por que alguns países são mais prósperos do que outros. Questões sobre o Programa Espacial, economia, energia e, nos últimos anos, questões sobre a guerra dos sexos que as feministas nos impuseram.
Mas não é sobre feminismo que quero falar agora. Sempre me perguntei: Por que os Estados Unidos sempre inovaram a tecnologia tão rapidamente e o Brasil nunca sequer teve qualquer chance? A resposta me parecia estar relacionada a alguma lei do governo ou a alguma questão e incentivo econômico que os Estados Unidos tivessem; mas o Brasil não. Mas, recentemente me ocorreu uma outra idéia.
Acessei um site do Google, contendo as edições dos últimos cem anos da Revista americana Mecanica Popular: https://books.google.com.br/books?id=Dt4DAAAAMBAJ&redir_esc=y
Nessa revista, desde 1905 haviam anúncios sobre cursos por correspondência, sobre agências que patenteavam invenções, anúncios de propaganda oferecendo recompensas a inventores que resolvessem determinados problemas. O Brasil nunca teve uma revista similar. Houveram algumas tentativas no Brasil, como a revista Mecânica e Ciência, muito boa, que ainda tem alguns exemplares que podem ser adquiridos no Mercado Livre e a própria Revista Mecânica Popular que foi publicada no Brasil durante alguns anos, sob licença da matriz norte-americana, publicando alguns artigos da revista traduzidos para o português. Curiosamente durante o período de publicação dessas revistas no Brasil, foi justamente a época em que o Brasil mais se industrializou, mais progrediu tecnicamente. Depois, as revistas faliram e fecharam. Eu acredito que essa revista Mecânica Popular foi o segredo do progresso técnico por detrás dos Estados Unidos no século XX, porque ela publicava, inspirava e incentivava as invenções, o estudo por correspondência, a monetização das patentes das invenções. O Brasil precisava ter uma revista parecida, para fazer progredir o setor de inovação a meu ver. As revistas, ao contrário da crença atual, são muito mais importantes do que se imagina. Foi através de uma revista que o Arnold Schwarzenegger teve acesso ao conhecimento da existência do fisiculturismo e que mudou o curso da vida dele e do mundo. O movimento nudista avançou no século XX graças às revistas. Claro que isso pode parecer bobagem; mas nos mostra a importância desse veículo de divulgação. Ele é mais acessível do que um livro, não é restrito a um único tipo de texto, porque contém imagens, páginas diagramadas, vários artigos, reportagens. Enfim, me parece que o melhor meio de se divulgar uma certa informação num país ou numa região é através de uma revista, porque ela é mais barata do que um livro, tem mais probabilidade de ser lida do que um livro e pode conter anúncios de venda de determinados livros ou cursos por correspondência, além de ser um meio de inspirar e fazer surgir nas pessoas o desejo sobre um determinado tema: o nudismo, a mecânica e as invenções, o fisiculturismo ou, no meu caso, as travestis. Foi através de revistas nos anos 90 que eu tive conhecimento da existência de travestis e de que era possível para um homem ter a aparência de uma mulher. Essas revistas foram o início do que hoje eu chamo de Transmasculinismo e de Transfisiculturismo. Se essas revistas não tivessem existido, talvez nunca eu tivesse tido a idéia de usar as travestis como arma de guerra psicológica contra o feminismo. Enfim, acho que nós deveriamos ter mais revistas. Hoje em dia, não existem mais revistas de travestis e ficaria dificil competir com a internet, que oferece as imagens de graça. Isso no Brasil, porque nos Estados Unidos eles possuem a excelente revista Transformation Magazine, dedicada inteiramente a divulgar e incentivar a produção de Travestis nos Estados Unidos. Talvez esse seja o segredo do sucesso americano: as revistas, que nós brasileiros muitas vezes desprezamos. Assim como no século XX a revista Mecânica Popular fez os Estados Unidos serem o país líder em inovação tecnológica e de mecânica e energia, a revista Transformation Magazine, está fazendo os Estados Unidos serem o país líder na fabricação de Travestis em larga escala.
Precisamos ter uma revista sobre Mecânica e Ciência no Brasil, para incentivar as inovações tecnológicas, assim como a revista Mecânica Popular existe nos Estados Unidos. Temos que ter revistas de musculação, para incentivar o fisiculturismo e revistas de travestis, para incentivar a fabricação de travestis, assim como revistas antifeministas para estimular o antifeminismo e revistas de nudismo e assim por diante, para irmos mudando a mentalidade do país aos poucos, por osmose. Mas eu, faria diferente no Brasil, não imitaria simplesmente as revistas americanas. Nos Estados Unidos, as revistas tem no mínimo, 100 páginas, como a Popular Mechanics ou a Transformation Magazine. Aqui no Brasil, eu acredito que as revistas não podem ultrapassar as 32 páginas, mas devem ser bem produzidas, bonitas e bem escritas e úteis. O menor número de páginas servirá para duas coisas: primeiro, fará com que as revistas sejam mais lidas e segundo, diminuirá os custos de produção das mesmas e, consequentemente os preços. Acredito que o motivo da crise das editoras de revistas no Brasil seja o fato de que elas apenas copiam os modelos americanos, fazendo revistas muito requintadas e volumosas, com muitas páginas e, por isso mesmo, muito caras e inacessíveis para a maioria da população. As editoras de revistas também devem ser enxutas, com o menor custo fixo operacional possível, sem muitos funcionários, fazendo com que a maior parte dos custos sejam os de impressão, divulgação e distribuição e promoção das revistas, reduzindo ao mínimo indispensável os custos editoriais; mas sem perder a qualidade técnica.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

A falácia do Mansplaining feminista

Sinceramente falando, estou relativamente satisfeito com o progresso com que o antifeminismo detonou com várias posições feministas nos últimos anos. Nos Estados Unidos, na Russia e no Brasil conquistamos posições importantes e em toda parte o feminismo e as feministas são questionadas, e o que elas falam não é mais considerado dogma sagrado. Assisti recentemente um vídeo de um programa da Fátima Bernardes no qual uma feminista tenta humilhar um rapaz da platéia que fez uma colocação, chamando o que o rapaz estava fazendo de "Mansplaining" que seria explicar para uma feminista o que era feminismo, o que, segundo ela é desnecessário, já que as feministas sabem o que é feminismo. Ora, se de fato soubessem o que é feminismo, elas não seriam feministas. Mansplaining não passa de uma palavra que elas inventaram para intimidar os oponentes nas argumentações. Significa desqualificar a argumentação do adversário pela própria pessoa do adversário e não pela argumentação em si. Ou seja, é mais uma falácia feminista. É uma palavra que elas inventaram, como tantas outras, que nem existe nos dicionários. Na época da Guerra Fria, com os comunistas pelo menos, eles usavam técnicas de argumentação da lógica, da retórica, da guerra psicológica. Mas com as feministas elas só usam falácias do Jardim da infância, como essa rotulação sistemática: Mansplaining, feminismo interseccional, Backlash. Em resumo: elas dizem que o nosso argumento não serve, porque nós somos muito burros para entender alguma coisa. Olha, mas mesmo que elas tivessem razão no feminismo, o fato é que agora, os homens não querem mais ajudar o feminismo. Mesmo que a teoria feminista estivesse correta sobre o Patriarcado, a opressão e a coisa toda, nós homens não vamos mais ceder nenhum milímetro para elas e vamos reconquistar muito do território que perdemos. Nós não gostamos das feministas e do feminismo, não interessa se elas tem razão ou não; nós queremos ver o feminismo varrido da face da Terra.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Eleições na Espanha mostram avanço da Direita e do antifeminismo na Andaluzia

Tem uma noticia no Diario do Centro do Mundo, https://www.diariodocentrodomundo.com.br/eleicoes-em-andaluzia-mostram-a-extrema-direita-que-quer-espanha-grande-de-novo-por-esther-solano/
falando sobre o avanço da Direita à lá Bolsonaro na Andaluzia na Espanha. São contra o chamado Marxismo Cultural e contra o feminismo e querem uma Espanha "grande de novo". É como fazer uma bomba atômica, é preciso que se atinja uma massa crítica de Urânio ou de Plutônio, para que a explosão nuclear ocorra. Parece que o nosso trabalho alcançou ou está prestes a alcançar essa massa crítica antifeminista, que vai explodir com o feminismo da face da Terra e varrê-lo para o esgoto da história, que é o lugar dele. Não imaginei que as coisas fossem acontecer tão rápido. Mas, parece que estão, graças a uma conjunção de fatores, que não convém enumerar aqui, por falta de tempo e de espaço. Desde o inicio da minha luta contra as feministas, baseei a minha estratégia na guerra de guerrilhas, no Marketing Viral, na estratégia do fraco contra o forte, porque eu bem sabia que o mundo não é como as feministas o descrevem: com um suposto patriarcado opressor contra indefesas mulheres; mas sim, é um conglomerado de uma máfia feminista, financiada por sociedades secretas satânicas de homens canalhas (maçonaria), e que a força delas, bem como a organização e a infiltração dentro do governo eram infinitamente maiores do que a dos antifeministas e dos masculinistas.
Também, desde o inicio, tentei enfraquecer a aliança das feministas com seus aliados tradicionais: os grupos LGBT, enfocando principalmente as Travestis, que me pareciam o ponto fraco do grupo LGBT, o grupo que mais facilmente poderia ser cooptado para o que eu chamei de Transmasculinismo. Só o fato de provocar a divisão no movimento LGBT e a oposição das Travestis ao feminismo foi uma vitória em si mesma, mas isso ajudou mais ainda, porque confundiu completamente as militantes feministas, que rotulavam os masculinistas de machistas homofóbicos. Ora, como poderia um machista homofóbico defender que homens se transformassem em travestis e, mais ainda: que namorassem travestis ao invés de mulheres? Nesse caso, a confusão que eu criei nas hostes feministas nos foi vantajosa pelo tempo que ganhamos, retardando que elas entendessem completamente nossa estratégia. Aquela moça, a Ana Caroline Campagnolo, antifeminista, foi eleita deputada, e o Jair Bolsonaro foi eleito presidente; embora eu não quisesse o Bolsonaro como Presidente, porque eu achava ele mais útil como deputado. Como Presidente, certamente ele fracassará, mas, durante o começo do governo dele, vamos torcer para que pelo menos ele desmantele parte da máfia feminista que se alojou nas Universidades Federais e em órgãos do governo. Quanto à Maçonaria, como sempre, não podemos esperar nenhum ataque por parte dele, já que é amiguinho dos maçons, o que significa que a nossa luta deverá continuar, após a aniquilação do feminismo, através da aniquilação da Maçonaria. O ruim é que, com a política econômica neoliberal daquele canalha do Paulo Guedes, se de fato ele for Ministro do governo do Bolsonaro, vai jogar dezenas de milhões de brasileiros no desemprego e na miséria extrema, o que fará com que dezenas de milhões de soldados potenciais do nosso exército antifeminista, não poderão jamais ser recrutados, já que estarão ocupados demais tentando sobreviver, para ganhar ao menos o pão do dia seguinte. Não tenho dúvidas de que o Bolsonaro e aquele canalha do Paulo Guedes vão arruinar a economia do Brasil. A desnacionalização de nossa indústria, inclusive do agronegócio, já é quase total. O povo brasileiro só tem duas opções: ou ser escravo de buceta ou ser escravo de multinacional americana. Ou ambas. A única coisa que me consola é o fato de saber que pelo menos o Presidente Getúlio Vargas está morto, porque se ele estivesse vivo, estaria sofrendo horrores com o desmantelamento do Estado Nacional que ele ajudou a forjar. Muito triste isso. Serve para nos lembrar que qualquer alegria neste mundo sempre será limitada e imperfeita. Embora nos alegremos com o fim do feminismo, o preço que teremos que pagar por isso será a destruição do Brasil e do que resta da nossa indústria nacional pelo canalha do Bolsonaro e do Paulo Guedes. Não sinto mais muitas forças dentro de mim mesmo. Não sinto mais vontade de continuar combatendo o feminismo, da forma como eu combatia aqui neste e em outros sites. Evidentemente odeio o feminismo mais do que tudo e culpo as feministas pela destruição final do Brasil, porque foi graças a elas que os homens se enfraqueceram e perderam a capacidade de lutar contra a expoliação estrangeira. Aliás, acho que esse deve ter sido o plano dos Estados Unidos ao propagar o feminismo. 

sábado, 1 de dezembro de 2018

As mulheres são a classe opressora





O feminismo destruiu o relacionamento entre os homens e as mulheres. A mulher, virou a maior inimiga do homem moderno, graças ao feminismo. A divisão que o feminismo provocou, transformou as mulheres numa classe social privilegiada, numa classe opressora; ao mesmo tempo que transformou os homens na classe oprimida. Em resumo, é isso o que está acontecendo. No século XIX, quando os marxistas tentaram definir as classes sociais em opressoras e oprimidas, eles tinham uma perspectiva diferente da nossa: Naquela época, questões econômicas e de sobrevivência tinham prevalência sobre todas as demais, logo, era natural naquela época eles verem os capitalistas, os donos dos meios de produção como sendo a classe dominante e o proletariado como a classe dominada. Só que hoje em dia os tempos mudaram. Questões de sobrevivência econômica não são tão primordiais na sociedade moderna haja vista o progresso técnico e econômico das nações e a superação do recurso às guerras mundiais; salvo guerras localizadas em países problemáticos desde sempre. Não, hoje sabemos que nossa sobrevivência está garantida, porque há oferta suficiente de alimentos, energia e empregos. Não é o ideal; mas é melhor do que havia no século XIX. Hoje em dia, o que preocupa são as questões de relacionamento, justamente porque as questões de sobrevivência ficaram num segundo plano. Contudo, isso é apenas aparência, porque na realidade, a sobrevivência dos homens está ameaçada pelo aparato judicial-feminista da sociedade feminazi opressora moderna. O capitalista continua explorando a mão de obra barata e continua manipulando as eleições para colocar fantoches no poder (Bolsonaro), que mantenham o desemprego elevado e os salários baixos. Mas isso até dá para entender, homens explorando outros homens. Mas as mulheres estão explorando os homens, junto com os capitalistas, logo, elas se tornaram a classe opressora do proletariado, juntamente com os capitalistas. Elas exploram o trabalho dos homens através das escorchantes e exorbitantes pensões alimenticias das cortes de divórcio. De uma forma muito mais descarada e pior do que o capitalista que explora a mais valia do trabalho do proletariado. Porque o capitalista explora por vias indiretas, através do lucro, da mais valia. Já a mulher moderna feminista, não; ela explora através da pura, simples e descarada ESCRAVIDÃO do ex-marido, nas cortes de divórcio. Sempre a classe dominante cria um aparato ideológico para justificar sua exploração. O feminismo alcançou seu intento. Escraviza os homens sem dar nada em troca. 

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