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Feminismo Diabolico

quinta-feira, 20 de junho de 2019

É impossível separar bolsonarismo do antifeminismo


O link da matéria: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/03/01/e-impossivel-separar-bolsonarismo-do-antifeminismo-diz-antropologa.htm

Olhem aí, para provar que eu não estou mentindo. Já estão descobrindo. Pessoal, deixem-me explicar melhor a coisa toda. A Igreja Católica, no século XX, tentou se meter na política e criou uma organização chamada Liga Eleitoral Católica, na qual indicava aos fiéis quais candidatos votar que estavam de acordo com os princípios da Igreja. No entanto, ao chegar no poder, os candidatos católicos decepcionavam, a situação não mudava e o povo culpou a quem? A Igreja Católica e a Liga Eleitoral Católica por suas desgraças. Por isso a Igreja parou de se meter na política. E nós devemos fazer o mesmo agora. Parem de defender o Bolsonaro. Deixem que ele se vire sozinho. Ele não precisa da nossa ajuda. O quanto antes nós nos desvencilharmos dessa associação com o Bolsonaro, tanto melhor será para nós, porque o governo dele vai fracassar e no ano que vem o povo vai querer o sangue de quem teve a idéia de eleger o Bolsonaro. Por isso, se alguém vier falar alguma coisa, jamais digam que a eleição do Bolsonaro é obra do antifeminismo. Digam que é culpa das putarias que as feministas fizeram nos últimos anos que deixou os religiosos revoltados. Dessa forma, nós colocaremos na conta das feministas até a eleição do Bolsonaro. O que não estaria longe da verdade, afinal de contas.

terça-feira, 4 de junho de 2019

O Titanic Masculinista

O HMS Titanic havia sido projetado para ser o maior e mais seguro navio de passageiros de sua época.


Ele era o navio maior e mais luxuosamente jamais construído, gerando lendas de que era "inafundável".
Quem poderia imaginar a tragédia iminente que estava prestes a acontecer?
Hoje existe um navio que eu também sei que vai naufragar inevitavelmente, como o Titanic, mas que muitos colegas embarcaram entusiasmados. Esse navio se chama Jair Bolsonaro e PSL.
Lamentavelmente, muitos colegas antifeministas, certamente dominados pela emoção do momento embarcaram neste navio, como a nossa estudiosa antifeminista Ana Caroline Campagnolo, que ganhou a eleição para deputada, se filiando ao PSL. É claro que é um momento em que as forças feministas não estão mais avançando sobre nós. Embora eu não veja terreno significativo ganho pelo antifeminismo, com o governo do Bolsonaro. Muitos discordarão; mas eu digo que não vejo terreno ganho, porque as fronteiras ainda não estão definidas e o pouco que avançamos pode ser facilmente perdido e muito mais em breve.
Eu gostaria de escrever alguns fatos, que não estou disposto a explicar neste momento; mas que considero que irão acontecer no futuro. Economicamente, o governo do Bolsonaro vai fracassar de uma forma estrondosa. Depois de dois anos a popularidade dele e do partido dele e das pessoas que o apoiaram vai cair próxima do nivel de congelamento. Esse ano, ainda vai ter muitos iludidos, no ano que vem, ainda terão alguns. Mas, no inicio do terceiro ano do governo do Bolsonaro, o povo cairá na Real sobre a grande besteira que fizeram ao eleger o Bolsonaro Presidente. Isso se ele chegar no terceiro ano, porque é tão incompetente, que é um milagre que tenha chegado ao terceiro mês.
O que eu quero dizer com isso? O Bolsonaro apareceu, chegou, vai cair mais cedo ou mais tarde; mas nós, antifeministas e masculinistas ainda teremos que estar aqui. Nossa luta não terminou com a chegada do Bolsonaro no poder e não terminará quando ele for defenestrado do mesmo. O que eu digo é que nós precisamos nos preparar AGORA, para a era Pós-Bolsonaro. E como eu proponho que façamos isso? Afastem-se do Bolsonaro e do PSL. Não apoiem as coisas que ele defende. Voltem-se para a pura luta antifeminista. Porque, quando o povo começar a odiar o Bolsonaro, e acreditem, o povo vai odiar também quem apoia o Bolsonaro. E por Deus, que não sejamos nós a sermos odiados pelo povo. Eu sempre fui contra a eleição do Bolsonaro para Presidente. Gostava dele como Deputado, porque o liguajar chulo dele me divertia. Mas sempre soube que ele não poderia e não deveria ser o Presidente da Republica jamais. Infelizmente, eu fui o ÚNICO Antifeminista brasileiro com essa visão. Quando chegar a noite dos punhais, eu não quero ser o único Antifeminista a sobreviver e continuar essa luta. Preciso de todos vocês lutando comigo contra as hostes feministas. Portanto, salvem-se enquanto é tempo e afastem-se do Titanic chamado Jair Bolsonaro. Não afundem junto com ele. Desçam agora do navio nos botes, de mansinho, secretamente. Ninguém ainda percebeu que o navio vai afundar. Venham para um porto seguro. Deixem que o Bolsonaro se lambuze no lamaçal político em que se meteu.

Mãe feminista e namorada lésbica cortaram o pênis de filho e o mataram e esquartejaram

Rhuan, que foi esquartejado pela mãe, viveu um ano sem pênis



O menino Rhuan Maycon, de 9 anos, assassinado por sua mãe, Rosana Auriculada da Silva Cândido, na última sexta-feira (31), teve seu pênis cortado há cerca de um ano em um procedimento caseiro. As informações são do Correio Braziliense, que obteve documentos divulgados pelo Conselho Tutelar.
Aos oficiais responsáveis pelo caso, a mãe da criança afirma que fez o procedimento pois o menino “queria ser uma garota”. Após a mutilação, Rhuan ficou quase um ano sem frequentar qualquer tipo de unidade de saúde para ser cuidado devidamente por conta do pênis mutilado.
Junto da mãe estava a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, que participou não apenas do assassinato, mas de outras torturas e humilhações às quais a criança foi exposta. Junto de Rhuan estava sempre a filha de Kacyla, que também era maltratada.
De acordo com o Conselho Tutelar, as duas era maltratadas pelas acusadas, que obrigavam as crianças a manterem relações sexuais entre elas. Ainda, segundo as acusações, Rhuan e a menina viviam em cárcere privado e mal tinham acesso a cuidados básicos, como alimentação.
Em audiência no último domingo (2), Rosana e Kacyla tiveram prisão preventiva decretada e estão na carceragem do Departamento de Polícia Especializado (DPE).

“Elas responderão por homicídio qualificado, por motivo torpe, sem possibilidade de defesa da vítima, e por se tratar de um menor de 14 anos. A pena varia de 12 a 30 anos de prisão”, afirmou Guilherme Sousa Melo, delegado à frente do caso.
As duas mulheres fugiram de Rio Branco, no Acre, em 2014, com as duas crianças. Desde então moraram em diversas cidades de Goiás e Sergipe até chegarem ao Distrito Federal. Há dois meses, moravam na casa em Samambaia, onde o menino foi assassinado.
Os responsáveis pelo caso afirmam que, agora, irão monitorar a situação da menina — segundo eles, ainda não foi possível saber se ela assistiu ou não ao caso, uma vez que as criminosas afirmaram que ela dormia no momento.
O pai de Rhuan, Maycon Douglas Lima de Castro, 27, se desesperou ao saber da morte do filho. Desempregado, ele se preocupou principalmente com os custos do transporte do corpo. Segundo o Conselho Tutelar, no entanto, a Justiça local arcará com os custos.
“Ela [Rosana] morava na casa dos meus pais junto com Rhuan. Eu já estava separado dela havia cinco anos, quando decidimos pedir a guarda. Depois disso, ela sumiu. Toda vez que encontrávamos uma pista, a gente viajava atrás do meu filho”, conta Maycon


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